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quarta-feira, 22 de abril de 2026

Opinião



Vitória com atuação discreta

A limitação técnica do Confiança, apesar de sua organização tática e da expulsão correta de seu zagueiro capitão na segunda metade do primeiro tempo, pode mascarar o triunfo do Grêmio.

O que se viu nos primeiros 45 minutos não serviu para entusiasmar nem o mais otimista dos torcedores. A bola não chegou com qualidade para o centroavante, não houve infiltração pelo meio de ataque, apareceram riscos defensivos e os equívocos de tomada de decisão, em especial, no último passe ou em conclusões precipitadas seguiram, geralmente, com os mesmos atletas de jornadas anteriores.

No segundo tempo, mais organizado, tocando a bola de lado a lado para minar o fôlego sergipano, apareceu o futebol de Enamorado, que atuou como legítimo ponta direita. As entradas de Braithwaite e Perez foram duas ótimas notícias e os gols aconteceram. O primeiro, o dinamarquês, bateu cruzado; a bola fatalmente entraria, porém, com o senso de artilheiro, Carlos Vinícius deu o toque derradeiro. 1 a 0.

O segundo, verdadeira repetição de jogada clássica de Amuzu, recebeu, trouxe a bola para o meio e o quique da bola (mais um desvio na zaga) matou o goleiro Rafael.

Os destaques foram Arthur, o melhor; Pedro Gabriel, em especial, o seu primeiro tempo; e Enamorado, na etapa final. Viery merece uma menção pelo jogo de imposição.

Ainda assim, aconteceram lances de incrível deficiência técnica nos cabeceios de Gustavo Martins, Carlos Vinícius e Viery na área adversária e desperdícios em cobranças de falta, que nem a carência de treinamento desculpam.

Para mim, as dúvidas de uma eventual evolução do time estão transferidas para o final de semana, diante de um oponente mais encorpado, o Coritiba.


7 comentários:

  1. Jogo ruim, sem sal, que não passa nenhuma confiança ao torcedor menos emocionado. É absurda a insistência do português com Arthur de primeiro volante e Nardoni como meia de ligação. A minha filha de 05 anos já entendeu que isso não vai dar certo. O Luís Castro não! A melhora, mesmo que mínima, no segundo tempo, passa pela fixação de Perez a frente dos zagueiros e o avanço de Arthur para girar a bola na frente da área adversária. Castro tem queimado Nardoni e Arthur fazendo com que ambos joguem em posições que menos rendem.

    O tal Tetê é um caso clássico de a mentira contada mil vezes que vira verdade. Esse cidadão consegue jogar menos que o Pavon. E olha que o Pavon tem algum tipo de deficiência intelectual, pois não é normal um cara destro, que joga pela direita, querer concluir ou cruzar todas com a perna esquerda... Pois é, Tetê Cabelinho consegue ser pior que Pavon.

    A vitória traz um certo alívio na pressão e na insatisfação do torcedor. Mas é obrigatório vencer o Coritiba no próximo final de semana.

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  2. Acabei comprando o ingresso para ir ao jogo e, confesso, que bom que não fui. A carona da volta miou, e só por isso que não fui. Infelizmente, não consegui reaver o dinheiro "investido".

    Ontem, durante o jogo, puxei um assunto no bolicho: qual terá sido o pior time do Grêmio de série A que tivemos desde os anos 2000? Uns disseram: o de 2021. Eu tentei lembrar daquele time de 2004 que pra mim é o pior de todos os tempos e, olha... para mim, esse de 2026 tá numa briga de foice no escuro para ser o pior... A exceção está no gol apenas. Por um detalhe o Grêmio não toma um zero a um com um jogador a mais em campo. Credo.

    Vencemos. É o que importa. Mas, nem com todo otimismo que sempre tive eu consigo ver melhora neste time.

    Para fechar meu achismo inoperante e que não serve para nada, replico o que meu tio disse após o jogo: " se acalme, o Grêmio está melhorzinho do que amanhã".

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  3. Pelo que li hoje na UOL...Arthur tá encrencado na Itália.

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  4. Bomb the bass...
    Beat dis.

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  5. Bruxo! Tu és um dos melhores.

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  6. Capital Inicial...Fátima.

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