O Pior treinador da Série A
"O Grêmio não é o pior time do campeonato, porém está entre os quatro ou cinco piores, mas uma coisa e certa tem o pior treinador entre todos os times da série A.".
Comentário feito às 7:09 h de hoje, presente na última postagem. É o resumo deste Grêmio de 2026.
Esqueçam a biografia de Luís Castro; ela veio para o Rio Grande, porém não desembarcou na Arena. Esqueçam os gestores; alguns são omissos, outros, apenas falastrões adestradores de alguns interesseiros de parte da imprensa esportiva (ou pior do que isso).
Lembrem que isso é mais do mesmo há anos, diria que desde 2019, depois dos 0 x 5 para o Flamengo, de Jorge Jesus, que escancararam as deficiências de grupo e, especialmente, de "jóquei".
Há na história dos Brasileirões (1971 até agora) dois momentos de seis derrotas consecutivas (dados que recebi do Alvirubro): uma com Cuca e Cláudio Duarte, quatro + dois, em 2004, e, exatamente 20 anos depois, seis com Renato.
Confesso que temo que este triste recorde seja igualado este ano, se as providências urgentes (aqui na sua derivação de "urge", que diz ser inadiável) não sejam adotadas.
O time regride jogo a jogo, os setores permanecem isolados. Entre o meio e a defesa existe um oceano de águas tenebrosas, onde os adversários "deitam e rolam". No meio e no ataque, há um abismo, cuja tática envolve Weverton como o principal "armador", enquanto Carlos Vinícius é o "tour de force": ele deve receber o "bago", aguentar o tranco do zagueiro às suas costas, girar e tentar encontrar alguém pelos lados do campo. Tudo isso em fração de segundos.
A melhor sequência de passes gremista é quando Weverton passa para Wallace, que passa para Gustavo Martins, que passa para Weverton, que passa para Pedro Gabriel, que devolve para Weverton...
O técnico diz ter variações táticas ao longo dos jogos e até dentro de cada um deles. É um tal de 4-1-4-1, 4-2-1-3, mas o que eu vejo tão somente é 4.....3.....3, completamente espaçado, sem conexões entre si.
Quando afirmo que o time regride, não me refiro apenas ao placar de 0 a 3 de ontem, mas também ao fato de que, tanto o time quanto suas substituições, não apresentaram um jogador em destaque; na verdade, o único destaque, apesar da falha no primeiro gol, é o responsável por evitar uma derrota ainda maior, mantendo o placar em 0 a 3.
Até Pavón, notório pela sua dedicação e entrega, se apresentou apático, desconectado da partida, sendo substituído no intervalo. Ele pode ser criticado por diversos aspectos, mas nunca pela sua falta de dedicação e entrega em campo. O que houve na Arena do Galo?
A direção, por meio de seu gerente de futebol, põe a culpa na gestão anterior, mas torrou valor semelhante no início deste 2026 com contratações que não são titulares. A única indiscutível veio sem desembolso a terceiros, o goleiro.
Repito o que escrevi ontem: caindo para a Série B, o projeto a longo prazo com Castro se manterá? Afinal, futebol se faz com convicção, frase preferida do gerente de futebol, aquele amado pela banda podre da mídia tradicional e a outra, a fala do míster; "não sou de desistir".
"Se", repito, "se" Castro reverter esse quadro tão desfavorável (isso implica vencer fora de casa) e segurar o clube na Série A, ocorrendo isso, o mundo esportivo gaúcho estará mais uma vez bradando a expressão "inacreditável" e louvando a "imortalidade gremista", que para mim é sinônimo de incompetência no futebol.

Bruxo, desculpe, mas a biografia do Luís Castro é menor que a biografia do Fábio Carile (vou usar o Carile como exemplo para não mexer nos sentimentos de ninguém por aqui). Nunca ganhou porcaria nenhuma relevante, fez um trabalho de seis meses no Botafogo e depois fugiu, talvez com medo de que não sustentasse.
ResponderExcluirLuís Castro é aquele cara que mente no currículo que fala inglês fluente e é desmentido na entrevista. O problema é que no Grêmio não tem gente competente para ver que Luís Castro mente quando diz ser treinador de futebol...
Rafael
ExcluirAquele desempenho fora da curva com o Botafogo pode ter me iludido.
Bruxo,
ExcluirEu também achei que Luís Castro poderia fazer um trabalho descente no Grêmio, ledo engano. No primeiro mês já se pode observar que o cara é um enganador da bola, não entende absolutamente nada de futebol.
Sou mais um iludido. Mesmo sem ter acompanhado a carreira de Castro, como, de resto, nunca acompanhei futebol português, seus jogadores e treinadores, acreditei que pelo nome que tem no mercado ele teria algum predicado.
ExcluirMas essa ilusão durou pouco, pois ainda no gauchão vi que um time com dois pontas abertos que não recompõem não tem como dar certo. Alie-se a isso a montagem de um meio-campo que não prende a bola e temos a tempestade perfeita: entregamos a bola ao adversário e ficamos correndo que nem baratas tontas atrás deles, que sempre em superioridade numérica no meio fazem o que querem dos nossos frágeis volantes, expondo os zagueiros constantemente aos atacantes.
É impressionante que todos estamos vendo, jogo após jogo, que esse esquema é furado, mas o treinador, mesmo mudando os nomes, insiste nesse rocambolesco 4-3-3 abandonado lá nos anos 1980. Ainda se tivéssemos Renato na direita, Odair na esquerda e Baltazar de centroavante, quem sabe, poderia dar certo. Mas com Tetê, Amuzu, Pavon et caterva, viramos piada.
Exatamente, pelo menos, tentar variações táticas. Nem isso.
ExcluirBah, Bruxo. Estaria guardado este desprezo por Renato? Estranho, pois o amigo sempre mostrou-se ponderado, mas isso, beira quase o anti-renatismo.
ResponderExcluirSupere o 0 a 5. Eu mesmo achei que já ia superaria, porém, à época, quando mais escrevi barbaridades em vida eu estava passando por um momento nem tão bom da vida.
As seis derrotas de 2024, foram no período da enchente e com a Arena fechada, incluindo aí o clássico no Couto Pereira.
Num outro momento da história o Grêmio ficou sem sua casa, não conseguiram evitar a queda. E lá naquele triste 2024, contra o Vasco, saímos do z4 para nunca mais voltar naquele ano como eu já havia dito num outro comentário.
Rodrigo
ResponderExcluirSugiro reler a postagem. Eu não tenho nada contra a pessoa do Renato, nem contra Cuca e muito menos, o Cláudio Duarte, este que conseguiu a façanha de ser respeitado por gremistas sendo um autêntico vermelho.
O Renato entrou na postagem por ser um dos responsáveis por um desses dois eventos na biografia recente do Grêmio. Poderia ser o Adilson Batista ou Luiz Felipe, mas não foram, se fossem, eu os citaria aqui. A lembrança é pela forte possibilidade disso se repetir com Castro, que, da mesma forma, não tenho nada pessoal. É apenas profissional.
O 5 x 0 diante do Flamengo, idem. Ali, para mim, encerrou-se um ciclo vencedor . É um marco, uma referência, o nosso 1 x 7.
É história, assim como 10 a 0 foi o resultado do primeiro Grenal e 4 a 0, a maior goleada em clássicos no Beira-Rio no ano da graça de 1977.
Claro, meu amigo. Sei que nada tem contra o homem, e tudo que se viu de ti aqui em relação a ele é sobre os acontecimentos dentro do Grêmio.
ExcluirEu sei que é um fato essas seis derrotas, assim como é um outro fato o 0 x 5 (este pelo tamanho, pela circunstância, o mais feio) porém, nada muda o passado e no futebol o que resta é tão somente olhar para frente.
Quanto aos ciclos, em 2019, o maior dos erros foi a direção acreditar que tudo podia e muito pela onda da torcida que não se contentava com "pouco" e quiseram investir forte nas duas Copas daquele ano, um erro fatal culminando com a força do apito que nos tirou da final da Copa do Brasil. Isso também é história. Mas, né... é preciso olhar para frente.
Também vi na postagem anterior um bom comentário que acho válido também repetir, pegando um gancho no que deu origem a tua postagem:
"Que levantamento interessante. Então, de 2017 até hoje, somente um único treinador obteve sequência de 3 vitórias. No seu pior ano (2024, enchente) conseguiu ao menos uma sequência. Nos demais anos, foram várias sequências. Mas este treinador, segundo muitos, não presta. Aliás, quando perdeu a final da Copa do Brasil 2020 para o Palmeiras, pediram "terra arrasada". E conseguiram. Saiu, vieram outros treinadores, que conseguiram a "façanha" de rebaixar o clube." - comentário do Teddy.
Repetido isso, e sendo novamente redundante, é preciso olhar para frente novamente apesar de mais um fato exposto e a direção este ano até olhou lá no começo do ano e buscou algo "inovador" e dentro do que boa parte da massa mais crítica queria. Um técnico estrangeiro, conhecedor do riscado. Só que esqueceram de avisar a todos de que era uma aposta e de alto risco mediante o fraco, mas muito estimado elenco tricolor. Desde o começo do ano venho dizendo que o plano é não cair, mas de algum modo alguma coisa enfeitiçou a massa gremista que acredita em algo maior do que isso neste ano.
O caroço desse angu é que os jogadores não querem falar a mesma língua da diretoria e do treinador, é o que eu vejo a cada jogo que assisto. E assim como é dito que a "panela de 2021" derrubou o Grêmio, a "panela de 2026" está querendo repetir o passado. Não quer olhar pra frente.
Mas até o Roger conseguiu essas sequências de vitórias em 2015 e 16....
ExcluirConcordo com o colega acima que mencionou o anti-renatismo do blogueiro. Arrisco dizer que a referência a seis derrotas seguidas - que não faz absolutamente qualquer sentido no contexto atual em que estamos apenas com uma derrota em sequência (faria sentido, quiçá, se estivéssemos num cenário com 3 ou 4 derrotas em sequência, o que não é o caso) - foi feita unicamente porque no post anterior o Alvirrubro mostrou levantamento indicando que, desde 2017, o único treinador que conseguiu engatar sequência de 3 vitórias seguidas (aliás, foram várias delas) foi o Renato. Tiago Nunes, Felipão, Mancini, Quinteros, Mano, Luis Castro, nenhum conseguiu. Aliás, Renato teve essa sequência em todos os Brasileirões que treinou o Grêmio, mesmo no pior de todos, que foi o de 2024 pós enchente. Falando nela, acho quase uma "maldade" - para não usar outras palavras - citar a sequência de 6 derrotas, omitindo que 5 delas foram as primeiras partidas pós enchente. Poderia ter dito que antes da enchente, estávamos em 9º com 50% de aproveitamento (percentual que renderia a 7ª posição ao final do campeonato, na pré-libertadores). Aliás, sobre Libertadores, também caberia dizer (mas tenho certeza que não lerei aqui), que o Renato tem a incrível marca de ter classificado o Grêmio para a libertadores do ano seguinte em quase 100% de suas passagens pelo Gremio (2010, 2013, 2016, 2017, 2018, 2019, 2020, 2023). A única vez que não classificou foi justamente em 2024, ano da enchente. Em todos os demais anos, classificou. Creio que nenhum outro treinador no Grêmio tenha esse índice de aproveitamento. Por causa desses dados é que o antirenatismo fica claro. Até porque depois dos 5x0 (para o melhor Flamengo dos últimos 30 anos, talvez), o Grêmio seguiu tendo boas campanhas: No próprio 2019, classificou-se para Libertadores (via Brasileiro) e foi semifinalista da Copa do Brasil. Em 2020, em um "ano ruim", novamente classificado para Libertadores e foi finalista da Copa do Brasil, perdendo para o poderoso Palmeiras.
ResponderExcluirTeddy
Aliás, a postagem no "day after" deste jogo, aqui no blog, teve a inesquecível seguinte manchete: "Deu a lógica, mas TERRA ARRASADA É OBRIGAÇÃO". Ou seja, fomos vice da CdB, e defendia-se que o clube fizesse uma "terra arrasada". Até por isso que, recentemente, no post pós-derrota para o Bolivar no jogo de ida, em que o blog saudou a derrota "peleada" e que poderia "ser considerado um resultado aceitável", em suas palavras, eu comentei aqui criticando o apequenamento do Grêmio em tudo, como clube, direção, imprensa e torcida. Os outrora críticos ferrenhos, que achavam vergonhoso ser vice campeonato de Copa do Brasil e queriam terra arrasada, agora tinham dado um giro de 180 graus e passavam a achar bom perder para um time ridículo como o Bolivar porque era "na altitude". É muita mudança diferença de tratamento! Após isso, deu a lógica, o mesmo Bolivar pegou o horrível São Paulo (que não vence há não sei quantos meses) e não conseguiu vencê-lo na mesma altitude. Fico imaginando se fosse o Renato treinador do Grêmio que tivesse perdido na altitude para o Bolivar, se o post seguinte seria "light" no nível que foi. Por fim, o antirenatismo se manifesta também nos pequenos comentários aleatórios. Dou exemplo: No post "Jeito de Decisão", na véspera do jogo contra o Fluminense, em que se analisou o adversário, lá pelas tantas citou-se "(...) e tem um treinador que está tirando muito mais do que o anterior". Não se disse o nome do Renato, mas a "maldade" estava ali, camuflada. E, novamente, uma frase totalmente descolada do contexto, já que o Zubeldia já estava há um ano no cargo, ou seja, não era uma "mudança recente" que justificasse fazer esse tipo de comentário. Mas ele foi feito, arrisco, unicamente porque o "treinador anterior" era o Renato. Fosse qualquer outro o "anterior", essa frase jamais teria constado no texto. Como aliás, jamais costuma constar em relação aos nossos outros adversários, sobretudo quando já estão com o mesmo treinador a algum tempo. Por exemplo, contra o Galo, o treinador atual (Eduardo Domingues) está no cargo desde fevereiro (no lugar do Sampaoli), e no post pré jogo não houve o mesmo tipo de comentário, comparando com o trabalho anterior. A mesma coisa em relação ao São Paulo, em que o Dorival assumiu há pouco (maio de 2026), nao houve menção a respeito, se ele está indo pior ou melhor que o Roger. O mesmo ocorre em relação aos outros adversários. Aliás, retorno ao Fluminense, no "trabalho ruim" do Renato, chegou na semi da Fifa Club World Cup (fez o Flu ganhar projeção internacional e muito dinheiro em premiações) e demitiu-se mais tarde deixando o Flu classificado na semi da Copa do Brasil contra o fraco Vasco, em outras palavras, deixou um "mamão com açúcar" para o treinador seguinte chegar, classificar contra um time ruim, e disputar a final contra o Corinthians (que tb não era grandes coisas). Mas o Zubeldia conseguiu perder pro Vasco, e, nas demais competições, o máximo que fez foi engatar sequências de bons resultados e atuações, em jogos de "meio de campeonato", e nada mais do que isso (aliás, padrão Roger Machado), vindo a ser demitido sem ter tido resultados superiores ao do Renato. Então, em conclusão a este longo comentário, quando eu vejo essa citação gratuita negativa ao Renato, desconectada da sequência de derrotas atual do time (uma!), mas num post entitulado "o pior treinador da Série A", vejo que nada é por acaso. As "entrelinhas" dizem muito. Se isso não é antirenatismo, eu não sei o que é. Em tempo, o blog é bom, gosto de ler, mas daí a negar que esse espaço seja CLARAMENTE antirenatista, é até duvidar da capacidade de compreensão dos seus leitores.
ResponderExcluirTeddy
Teddy, não acredito que o Bruxo seja anti-Renato e por isso escrevi a palavra "ponderado". Mas sim, é visível que aqui no blog aparecem camaradas que vestem forte a camiseta do anti-renatismo.
ExcluirQuanto à terra arrasada de anos atrás, faço novamente um mea culpa porque eu também fui um dos que, de forma até cega, quis a cabeça do Renato numa bandeja depois daquele 0 a 5. Está aí escrito em algum lugar. Menos mal, abri as vistas e limpei a mente e pude ver que os males existentes dentro do Grêmio vão muito além da casamata.
Pois, é Rodrigo....
ExcluirLembrar que em 2016 eu torci por derrota, pro Roger ser demitido, pois via chances de ganhar aquela Copa do Brasil, e sugeria Renato, pelos trabalhos de 2010 e 2013....
A questão é que de 2018 em diante o elenco foi mudando com o aval dele, a forma de jogar foi mudando por ele, e o desempenho piorando ano a ano.
Nem Abel Ferreira resistiria a 2019....mas Renato ganhava do inter, ganhava gauchão....2020 foi o ápice com aquele contrato nefasto do Tiago NEves, que, se não fosse um corneteiro anti-Renato expor na imprensa, sabe-se lá quanto o clube teria gastado até o final....
Teddy
ResponderExcluirO anti-Renatismo é uma expressão forte, basta ver postagens minhas de 2010 (no blog do MM) e aqui, nos primeiros anos.
Aqui, deixo um link de 2013: https://bruxotricolor.blogspot.com/search?q=crist%C3%B3v%C3%A3o+roger+e+renato
Defendi muito o trabalho dele, lembro de alguns comentários contra o desempenho dele em 2016, 2017 e 2018, mesmo com os bons resultados.
Sob esse olhar, então, eu tenho outros "antis", casos de Roger, Tiago Nunes, Vágner Mancini.
Acho que o mau desempenho de Quinteros atrasou a ideia de uma nova forma de conduzir o clube e saudei que isso não havia ocorrido com a chegada de Castro, que vem mal, infelizmente e vejo um risco grande trazer Renato que só se mantém 1 ano (pelo menos) em um único clube , ganhando sempre um salário superestimado. Para mim, isso é sintomático.
Claro que hoje é fácil concluir, mas Quinteros iniciou melhor do que Castro, com elenco inferior. Só que perdeu a porcaria do Gauchão....
ExcluirE era uma conquista emblemática, a oitava consecutiva.
ExcluirAté nessa questão remuneratória a relação com Renato é mais justa aos clubes, pois em que pese exija alto salário (como todos os outros treinadores, diga-se de passagem), jamais coloca multa rescisória. Essa é uma diferença abissal para a grande maioria dos treinadores atuais. Ou seja, se o clube está insatisfeito, basta demiti-lo, contratar outro, e vida que segue. Ninguém fica amarrado por contrato. Clube não vira refém de cláusula rescisória de treinador. Aliás, o próprio Renato, eventualmente, deseja não renovar (vide final de 2024) ou se demite (vide 2025 no Flu).
ExcluirNão dá nem para comparar nesse quesito (e em MUITOS outros) com o Luis Castro. Alguém acha que passou a vida viajando o planeta, longe da família, em busca de bons contratos, como é o LC, vai pedir rescisão com o Grêmio caso se sinta inviabilizado aqui? Difícil de imaginar.
Aliás, esse contrato é tão danoso, mas tão danoso, que financeiramente é melhor ele ir mal do que ir bem. Afinal, se vai bem, o clube vai querer que ele permaneça até dez/27. Ao passo que se vai mal e é demitido, ele receberá todo o salário que receberia até dez/27 e ainda se for contratado por outro clube, receberá outro salário. Ou seja, se for mal, acabará ganhando mais dinheiro. Coisas do Grêmio.
Teddy
E não foi por falta de aviso. Guerra quis ser diferentão e aí se lascou com o argentino sem sal. Ico, seguiu a onda da massa e arrumou este destemperado que, pelo menos, entendeu o peso de uma derrota num clássico e conseguiu o mínimo que dele se esperava que era a conquista do rural. Faltam mais sete para o Octa. É a coisa mais tangível no atual momento queiram ou não.
ExcluirRodrigo, justiça seja feita, o currículo do Quinteros era melhor do que do Castro, e a carreira dele era aqui na Sul-América...era uma aposta "mais Grêmio"....o problema foi ele pedindo reforço toda hora, em vez de montar o time conforme as característica do elenco.
ExcluirSem puxar assunto colorado, mas o tal de Pezzolano no inter parece que vem fazendo issp (pelo que ouço dos identificados), mas lá o elenco não ajuda, perdem muitos gols, dizem...eu vi alguns compactos, de fato criam chances....se tivessem um CV e um goleiro tipo Weverton, não estariam onde estão.
Sim, acredito. O título pelo Velez fala por si só. Ocorre que aqui existe aquilo que chamam de "aldeia". E faz todo sentido. Qualquer um chegar e não dominar este assunto está lascado.
ExcluirPor isso eu não fiz festa quando desembarcou o português; e não entendi o motivo da festa que muitos fizeram.
Não assisto e nem ouço nada sobre os "reds". Mas, tua lembrança me remeteu à passagem meteórica do "Pepe Guardiolla" da Shopee que treinou os caras, o tal do Miguel Angel Ramirez que veio com a mesma "pompa" desses que desembarcaram no Grêmio. A semelhança entre eles é que não decolaram.
Mais um link do período vitorioso de Renato: https://bruxotricolor.blogspot.com/2017/07/opiniao_5.html
ResponderExcluirSe Castro conseguir nao ser rebaixado, o mínimo que se espera dele, em agradecimento ao Grêmio pelo contrato que assinaram, seria intermediar uma vinda do Cristiano Ronaldo pra 2027.
ResponderExcluirhahaha isso é uma piada, né, Gláucio? Muito embora, para conquistar o ruralito 27 seria uma grande contratação. Já pensou o homem jogando ali no 19 de Outubro contra o coloradinho de Ijuí? hahaha
ExcluirQuem, em sã consciência, imaginaria o Suárez?
ExcluirMas, sinceramente? Do que se viu até agora, e pelo bem do clube, espero que não caia, mas que ambas partes cheguem a um acordo para encerrar o vínculo em dezembro.
Re-iniciar em 2027 ....mas isso é utopia, já estão moldando o elenco ao "estilo" do treinador.
De fato, mas ainda assim, era um nome mais tangível porque estava aqui do lado né, no Nacional.
ExcluirO que li num "zap" que recebi foi a pedida de Carlos Vinícius...
Se tal valor for real (R$ 2 milhões) é preciso interditar quem assinar este contrato.
O patético desempenho do futebol gaúcho, ex grade, deixa claro que quem deve se adaptar a alguma coisa é o futebol gaúcho. O futebol gaúcho não é modelo para nada, nem os palpites da torcida. Mas absurdamente leio um bando de soluções ultrapassadas e fracassadas, teses de que treinadores servem e não servem, etc. Folclore, deterioração, inveja, fracasso e orgulho vazio, isso é o futebol gaúcho e o Grêmio. Isso é o Rio grande do Sul.
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