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quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Opinião




As Fotografias

Marcelo Grohe; Edílson, Geromel, Kannemann e Marcelo Oliveira; Wallace, Maicon, Ramiro e Douglas; Luan e Pedro Rocha; estes, os onze da Copa do Brasil/16.
Libertadores/17: Grohe; Edilson, Geromel, Kannemann e Cortez; Maicon, Arthur, Ramiro e Luan; Barrios e Fernandinho.
Final de ano de 2018: Grohe; Leonardo Moura, Geromel, Kannemann e Cortez; Michel, Maicon, Ramiro e Luan; Jael e Éverton. Lógico, desconsiderando as lesões.
Já se sabe das saídas de Douglas e possivelmente, Leonardo Moura e Ramiro, além de Cícero que era uma alternativa atuante para o time principal.
Com exceção de Geromel e Kannemann, todos os demais velhos titulares  tiveram um decréscimo de desempenho em relação aos anos anteriores. As boas novas foram Éverton, muito superior a Fernandinho e Pedro Rocha mais Leonardo Moura, pois sempre que teve condições físicas plenas para aguentar uma partida inteira, foi bem. O problema que isso cada vez mais é exceção.
O resumo, observando esses “instatâneos” acima, é que a Direção vai ter que se virar daqui para frente.
 Há históricas deficiências no comando do ataque e na armação (meio de campo), Ramiro (um dos quatro falsos diamantes dos 11) vai necessitar reposição imediata, porque ele funcionou como o viabilizador do meio para que outros brilhassem; agora, além dessa qualidade do camisa 17, existe necessidade de uma saída mais ofensiva pelo lado direito (Giuliano, lembram?), algo carente na movimentação dele, que deve ser considerada nas alternativas que a Direção buscar. Penso que o baixinho Yeferson Soteldo, que me encantou no único jogo que vi, pode ser a reposição. Excelente impressão me deixou. Merece ser melhor observado.
Então, já são quatro contratações: Um lateral direito, um 10, um 9 e a vaga de Ramiro, isto, tomando a referência de titularidade. Nem trato de formação de elenco.
Para o meu gosto faltariam melhor concorrência para os outros três falsos diamantes: Grohe, Cortez e Maicon.  O primeiro viu Paulo Victor demonstrar que jogar com Geromel e Kannemann não se trata de “mistério”, os números até melhoraram com o ex-flamenguista. O segundo, Cortez, teve com Juninho Capixaba “aulas” de efetividade ofensiva. O moço do Espírito Santo marcou três gols nas raras vezes que atuou; finalmente Maicon: O capitão vive lesionado e demora muito a pegar ritmo de jogo. Na balança do custo/benefício, ele está perdendo feio. Sorte que vem gente boa da base.
Se a torcida sabe o que precisa sem ter as informações detalhadas do vestiário e do agitado mercado desta época , imaginem o que chega para a Direção.

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