Sobre Ontem à Noite
Embora as causas sejam diferentes de partidas semelhantes, isto é, adversário batível, equilíbrio de forças das equipes na maior parte do tempo, a consequência foi a mesma ontem: derrota numa partida que tinha tudo para ter um desfecho diferente. Resumindo, três pontos que escaparam.
Nesse Sábado, a maioria esperava um meio de campo como aquele que Renato começou; Lucas Silva, Cristaldo, Bitello, Nathan e Vina, devido a impossibilidade de outros. Na prática, não funcionou. Viu-se que ele foi lento, sem proporcionar a devida assistência ao Suárez, além de dar muito espaço à movimentação do meio do Cruzeiro.
Quem poderia entrar? Darlan? mas ele não é lento, também? Mila? talvez. Três zagueiros? o risco de dar errado é elevado. Zinho? quem sabe?
O Grêmio apresentou fragilidades decorrentes da falta de reposições, porém, outra sensação ficou clara, qual seja; o Cruzeiro foi mais vibrante e competitivo. Não faltou vontade para o Tricolor, apenas a rotação de cada um (Grêmio e Cruzeiro) foi diferente.
Ai, a maior semelhança das derrotas que me referi no primeiro parágrafo. Tem que colocar um pouco mais de energia e competitividade nestes confrontos, onde o equilíbrio de forças parece ser a maior característica do embate. "Não esperar acontecer".
Se estes escolhidos para o meio, não foram o ideal para esta tarefa, aí entraria o treinador. Ele deveria contrariar a lógica, optar por nomes ou esquema mais afeito ao desafio, mesmo que isso seja inicialmente surpresa para todos.
Era obra para o técnico. Como atenuante, Renato foi prejudicado pela apatia de Cristaldo e Vina. Isso não teve nada a ver com característica ou esquema tático. No entanto, o técnico agiu tardiamente nas trocas.
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