Grêmio perde de novo fora de casa
Mais uma derrota longe da Arena gremista, e isso é o resumo desta quinta-feira, mesmo que seja diante do líder, e é preocupante.
O primeiro ponto é que o time está com 10, pois Tetê é uma decepção completa. Não sei as causas, mas, se for possível (salvo algum motivo desconhecido), repassar o garoto para o mercado exterior, abreviando a ideia de que "agora vai", ou seja, estágio de sempre "esperando" o futebol dele aparecer.
Há outros (pontos) que a partida aponta:
— Pedrinho (Pedro Gabriel) é titular, neste momento.
— Dodi está fazendo hora extra no clube.
- Gabriel Mec está oscilando, o que é natural. Merece mais chances, mas hoje nada acrescentou.
— Enamorado, como a maioria dos jogadores colombianos, não domina fundamentos mínimos no futebol; ainda assim, como Pavón, a entrega justifica a sua manutenção no time.
— Se o Grêmio tivesse um jogador de meio (ou mais de um) para "encostar" no Carlos Vinícius, poderia ter ganho algumas partidas fora de casa. O "9" está isolado.
— Os gols sofridos foram falhas individuais. No primeiro, Pedrinho não alcançou a bola e Carlos Vinícius deveria ter dado o tranco (legal) no Marlon Freitas. No segundo, Gustavo Martins errou o afastamento da bola.
- O aproveitamento da base segue em alta. É um fator positivo.
Essa derrota é doída, porque fez um bom enfrentamento contra o líder. O sentimento de revolta/lamento é pelo "pacote" que envolve empates com Bragantino e Chapecoense + as derrotas para São Paulo, Fluminense e Vasco da Gama, sem apresentar um futebol mais competitivo.

Cara, o time/grupo do Grêmio é comum(eu diria até, prá lá de comum,)e já passou da hora de aceitarmos esta condição. Ontem não houve surpresa alguma, era a crônica de uma morte anunciada. Resultado normalíssimo, por tanto não deve haver frustração alguma. Agora, os pontos perdidos contra as equipes citadas acima, sim, devem servir de reflexão e mais do que isto, de alerta. A outra questão é a comissão técnica(que diga-se de passagem ainda sigo confiando), alguns treinadores conseguem transformar limão em limonada mas será o caso de Luis Castro e sua trupe? De qualquer forma o meu ponto de viragem, como falei num post anterior, segue sendo a 18a. rodada quando terão cido completados 05 meses de trabalho. Se até lá(teremos portanto + 02 meses) não houver uma evolução substancial, aí eu acho que o trabalho deva ser repensado principalmente para aproveitarmos a parada para a copa e tentarmos terminar a temporada de forma digna.
ResponderExcluirTemos que parar com esta história de "derrotas injustas", a menos que o clube seja prejudicado pela arbitragem o que certamente não ocorreu. O que aconteceu, isso sim, foi uma coisa simples chamada competência/eficiência. O Palmeiras é isso, pragmático. E possui um grande elenco e um grande treinador. Simples assim.
ResponderExcluirDia 08 completaremos 04 meses da gestão Odorico Roman e nada de Patrocínio Master e Naming rights. O Sr. Alex Leitão lá atrás pintou um cenário exuberante nestes 02 quesitos e até agora nada. Voçês não acham que a direção pode ter supervalorizado o trabalho deste profissional quando da sua contratação?
ResponderExcluirAcho que um trabalho desta envergadura (negociar Name Rights), se for levado a sério, demanda um certo tempo. É um "acontecimento" para ambos, patrocinador e clube.
ExcluirE o patrocínio master?
ExcluirOs próximos 09 jogos daqui em diante na seqüência: Remo(C), Internacional(F), Cruzeiro(F), Coritiba(C), Athlético PR(F), Flamengo(C), Bahia(F), Santos(C) e Corinthians(C). 05 destes em casa e 04 fora. A seqüência em si e os adversários de um modo geral, bem como os jogos em casa podem significar uma virada de chave. Os adversários mais difíceis serão Cruzeiro e Flamengo por se tratar de grandes elencos e de Bahia e o clássico Gre-nal por serem fora de casa. O pontapé inicial desta arrancada, portanto, tem que ser contra o Remo neste final de semana. INADIÁVEL!!!
ResponderExcluirApesar do que o secador renatista rebaixador pensa nos dois comentários sem propor nada, o que faz bem porque torcedor não sabe fazer nada a não ser torcer, ainda mais quando torce pelo seita do folclore rebaixador, o trabalho de Castro se for por avaliação de clube sério, merece uma temporada de crédito. Se dependesse desse secador, Felipão seria demitido em 1993. E bem que não faltavam viúvas de Cassiá na época.
ResponderExcluirO seu comentário é tão sem fundamento que não merece nem resposta, até porque até onde eu sei o trabalho de Luis Castro não foi depreciado.
ExcluirVocê no mínimo é pretensioso e fala em proposição como se fosse gerente de futebol ou algum ex cronista top de linha do tipo Lauro Quadros. Você também é torcedor e somente isso e tenha a humildade de se colocar nessa posição como todos nos colocamos. Outra coisa, aceite opiniões contrárias mesmo que discorde, isto também é um gesto de grandeza pois vivemos numa sociedade democrática e plural.
ExcluirDa série torcedor deve torcer, porque os "invictos", ainda mais quando folclóricos e viúvas de rebaixadores, lembro ao secador (ou secadores, se for mais de um nos disparates) que Abel quase foi corrido pelos palmeirenses amendoins no ano passado, pelo "crime" de parar no Flamengo. (Eu li que o Cruzeiro tem grande elenco? Preciso de óculos...)
ResponderExcluirEntão, na primeira ótica da esquina compre-os e com um bom grau p/ miopia, astigmatismo e outras deformidades oculares.
ExcluirEu acho triste o apequenamento do Grêmio, que todos nós já esperávamos perder do Palmeiras então nem ficamos frustrados porque é normal.
ResponderExcluirRoberto
ResponderExcluirJogar contra o Palmeiras lá, sempre foi complicado. Não é de agora.
Talvez seja a maior diferença desfavorável da história do Grêmio contra um time da primeira divisão, jogando fora, além disso, o Palmeiras alcançou 26 jogos de invencibilidade como mandante nas Arenas (Allianz e Barueri), nesta quinta.
Dados retirados do site https://www.palmeiras.com.br/:
ResponderExcluirComo mandante, o Palmeiras realizou 32 jogos contra o Grêmio em toda a história e só foi derrotado duas vezes, no Campeonato Brasileiro de 2006 e 2008, ambos por 1×0. Foram 21 vitórias e 9 empates. O time marcou 68 gols e sofreu 25.