Luís Castro
Mantenho o meu sentimento de apoiar o treinador gremista neste 2026, salvo um risco iminente de rebaixamento; caso contrário, tenho certeza de que ele é o "cara" certo para a revolução que tanto o clube precisa no seu principal segmento, o futebol.
Não podemos mais andar em círculos viciosos, em que um regional ou ficar à frente do principal rival é fator preponderante para achar que a temporada é considerada exitosa.
Não dá para romper com o passado recente de Roger, Renato, Mancini, Tiago Nunes, Mano Menezes, em que o último título relevante vai completar 10 anos em 2027, sem turbulências. Tem muita coisa enraizada.
De lá para cá, parece que a instituição como um todo (incluída parte da torcida) "anestesiou" e, para romper esse ciclo, será necessária uma travessia de dúvidas por parte dos torcedores, mas que não deverá afetar a convicção da diretoria tricolor.
E aí entra Luís Castro. Ele demonstra afinidade da prática com o discurso de início de gestão, e o maior exemplo é o aproveitamento massivo de jovens da base, que, aos poucos, vão ocupando lugares de atletas com mais currículo e de custos elevados para vir para o clube. Um acréscimo em todos os sentidos.
Além disso, esta semana, Castro deu dois exemplos de que é um profissional "centrado": primeiro, quando criticou o erro colossal na reposição da bola no lateral que iniciou a jogada do segundo gol palmeirense. Não se ouviu dele críticas a decisões de interpretação de lance dentro do gramado, algo useiro e vezeiro entre 10 de 10 treinadores no Brasil, mas dessa que é de manual de capacitação de arbitragem.
O outro, quando foi questionado sobre o seu péssimo aproveitamento fora de casa, não tergiversou, nem se irritou com a pergunta, dando a única resposta que o bom senso recomendaria: — Sim, é um aproveitamento fraco, reconheceu.
Tomara que eu esteja correto, pois imagino grande colheita mais adiante com a manutenção do atual comandante técnico.

Luis Castro é bom técnico. Mas no meu modo de ver é menos treinador que Abel Ferreira, Jorge Jesus e Artur Jorge. Com relação a Leonardo Jardim e Vítor Pereira talvez do mesmo nível, não posso afirmar.
ResponderExcluirEu não incluiria Arthur Jorge no mesmo patamar de Abel e Jorge Jesus.
ExcluirO que eu quiz dizer, é que no meu modo de entender ele é superior a Luis Castro e não, necessariamente, do mesmo nível de Jorge Jesus e Abel Ferreira.
ExcluirValeu, entendi.
ExcluirConcordo com você bruxo. Apesar de cometer alguns erros o Luis Castro é bom treinador, e foi contratado pra fazer um trabalho a longo prazo. Não adianta nada ficar impaciente e trazer um "bombeiro" igual ao Mano Menezes só pra fechar a casinha e fazer 45 pontos, o Grêmio não sai do lugar se continuar assim. Tem que deixar o cara trabalhar e ter paciência, não vamos brigar por nenhum título agora mas quem sabe a gente colhe os frutos lá na frente.
ResponderExcluir...o Grêmio não sai do lugar se continuar assim... (2)
ResponderExcluirNo momento o objetivo da equipA é buscar os 45 pontos. Lamentável.
ResponderExcluirJoão
ResponderExcluirÉ um longo caminho, mas algumas coisas já poderiam estar melhores, como o meio de campo.
Nem Tetê e tampouco Enamorado. Tetê nem tenta mais o drible e o Enamorado tenta mas perde a bola. E o Monsalve? Nada.
ResponderExcluirJoão
ResponderExcluirPor isso, para o momento, talvez um meio mais recheado e dois atacantes seja o melhor para o time.
O técnico é fraco. O campo mostra.
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