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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Opinião



O Meio 

Amanhã, quarta-feira à noite, o Tricolor tem uma parada difícil na Arena: o Botafogo, que na primeira rodada empurrou 4 a 0 num dos favoritos, o Cruzeiro.

A grande novidade que ele, Grêmio, pode apresentar está na formatação do time e aí, Luís Castro deverá escalar o meio de campo com quatro jogadores.

Arrisco dizer que serão Noriega, Arthur, Tiago Augusto e Willian, deixando o ataque com Vinícius e Tetê.

Atrás: Weverton; João Pedro ou Marcos Rocha, Balbuena, Wagner Leonardo e Marlon.

O resto, o "mental" e a preparação física deverão compensar a defasagem tática que advém do pouco tempo de trabalho na casamata.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Opinião



As soluções mais urgentes 

As carências do time a Direção já identificou, pois intensifica a busca para supri-las, mas, como torcedor, eu analiso, mesmo que à distância, e a procura pelas soluções deve ser "hierarquizada" de uma forma diferente. Exemplificando:

- A camisa 5, a do primeiro do meio de campo, o clube já conta (e deve investir neles), Tiago Augusto, Noriega e logo, logo, Villasanti, todos com experiência em seleções (base ou principal) e boa qualidade. Só a vinda de um extra-classe pode justificar a contratação.

- Para a zaga, há Balbuena, Luiz Eduardo e até Gustavo Martins. Aqui, faço uma observação, a prioridade deve ser balizada pela qualidade e não por "antiguidade é posto". Se entre os da base, o mais novo for o melhor, então, ele deve ter preferência.

- Está na hora de investir em Roger, o menino, no lugar de Amuzu, como no passado (2007), Carlos Eduardo desbancou Amoroso e, mais recentemente, ocorreu com a efetivação de Gustavo Nunes na Era Renato.

- Na lateral direita e na esquerda, os jovens Vitor Ramon e Pedro Gabriel devem merecer mais chances, mesmo que em doses homeopáticas, sem riscos de queimá-los.

Com isso, as verdadeiras carências são o armador e um reserva para Carlos Vinícius, ainda que Braithwaite possa estar apto em abril.

A lesão que teve na idade em que está, mesmo com avanços na medicina esportiva, a prudência recomenda não contar com o dinamarquês no tempo estimado.

Resumindo: um 10 e um 9 para reposição, o resto vem depois.