O Limite e a Sede do Adversário
Amanhã, sábado, tem Grenal e o Tricolor chega no pior momento de 2026. São atuações fracas, desempenhos individuais medíocres e o técnico na sua fase de maior contestação. Está no limite da paciência da maioria da torcida.
Em tese, é o pior instante para encarar o tradicional rival, que está com sede, está "babando" para superar o Grêmio e demonstrar que a perda do título foi um acidente de percurso.
É tudo verdadeiro. Porém, também é verdade que o Inter venceu apenas uma única partida em seu estádio neste Brasileirão; os triunfos fora de casa ocorreram diante de clubes que estavam tão mal que ambos (Santos e Corinthians) liberaram seus treinadores minutos após o final dos confrontos.
Sei que muitos dirão: "E o Grêmio, como está?" Qual a última impressão? Realmente, a partida contra o City Torque está entre as piores dos últimos 20 anos. O gol sofrido é um resumo bem fiel do péssimo desempenho: O ponta não acompanhou o lateral, ninguém do meio "fustigou" ou dificultou seu avanço, o lateral esquerdo, perdido, o quarto-zagueiro chegou estabanado e, por fim, o goleiro aceitou um chute completamente defensável. Houve cinco erros em todos os movimentos.
Assim está o clube como um todo no que se refere ao futebol. Todo atrapalhado.
No entanto, o clássico pode ser o "ponto de inflexão" para o Tricolor, porque piorar não vai. O adversário é instável em seus domínios; sinceramente, temo mais por um fato aleatório, como interpretações estranhas do VAR ou uma expulsão no início de jogo, do que pela bola propriamente dita.
De resto, Grenal é Grenal.









