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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Informação


Normalizado, voltou a funcionar a parte dos Comentários.

Informação:

Infelizmente, por motivo ainda desconhecido, o blog não está reconhecendo os comentários. Nem os que eu estou fazendo como teste.

Amanhã, eu vou atrás de alguém que tenha mais conhecimentos do que eu.

Peço desculpas a todos e agradeço a compreensão.

Obrigado 

Opinião



A Jogada que eu pedi 

A partida de ontem, contrariando o meu histórico de ânimo tenso em clássicos, desde o início parecia que o resultado seria favorável para o Imortal. Talvez o aniversário da minha filha, mesmo dia do Mister, me deixou mais relaxado.

Dentre os vários fatores positivos do jogo (e foram tantos), um me deixou mais satisfeito, qual seja, ver o meu entendimento das funções de um ponta ser atendido. Amuzu jogou pela esquerda como um ponteiro à antiga, foi ao fundo, cruzou de pé esquerdo (embora destro), achou os avantes de frente e a defesa "torta" e de "inhapa", fui brindado com a presença de um meia dentro da área, marcando o terceiro.

Faltou apenas baixar o "espírito de Bruno Cortez" em Marlon no gol sofrido, e o confronto teria terminado em goleada, pois Vitinho entrou livre e escolheu como cabecear. 

Uma noite quase perfeita.

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Opinião



Grêmio em casa, elimina o rival 

Quando um atleta vem mal e arrebenta, a ironia diz que ele foi bem porque estava de aniversário. Bom, deve servir para técnicos também, só que Castro está comemorando o seu aniversário hoje.

Brincadeiras à parte, O Tricolor fez um belo enfrentamento neste clássico, mostrando uma "pegada" quase inédita neste ano. Muitos jogadores apresentaram um nível elevado: Caito, Wallace, Noriega, Krovinovic, Amuzu e, em especial, Carlos Vinícius e Weverton, não que os demais tenham atuado mal, mas estes estiveram muito acima dos demais.

As causas da vitória também estão relacionadas ao lado perdedor, pois o Coirmão está vivendo dois anos semelhantes a 2003 e 2004 para o Grêmio. No primeiro, salvos na rodada derradeira; no seguinte, o Tricolor caiu e o Inter está a caminho.

Então, a vitória é importantíssima, valeu muita grana, visibilidade, a autoestima melhorou, a torcida dará uma trégua, mas o percurso é árduo e sinuoso. 

Agora é pegar carona na autoconfiança e buscar os pontos para subir na tabela do Brasileirão.

Vencer clássico não tem preço. 

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Opinião



Uma Noite Mágica 

Atenção: Não é uma postagem sobre o Grêmio

Na semana passada, eu fui acometido de um resistente resfriado, cujo ápice ocorreu na segunda-feira última, motivo pelo qual fui ao médico e aí veio a medicação mais pesada. Com isso, não tive ânimo para ver Atlético versus Cruzeiro, mas, deitado, coloquei o celular sintonizado na Rádio Itatiaia (BH) e vivi um momento nostálgico, mágico, que me fez querer não terminar a jornada desta "estação". Fiquei até 1h, 1 e pouco da manhã.

Como todos sabem, eu fui adolescente na década de 70 e a minha formação futebolística quase toda se deu pelo rádio, mais especificamente, três emissoras: Guaíba, Globo e Tupi, estas duas do estado da Guanabara, que era apenas a cidade do Rio de Janeiro e seus 12 clubes: Flamengo, Fluminense, Vasco da Gama, Botafogo, Bangu, América, Madureira, Bonsucesso, Campo Grande, Olaria, Portuguesa e São Cristóvão. Tempos de narradores, comentaristas e repórteres fantásticos, lendas da história do jornalismo esportivo nacional.

Havia uma transmissão de partida por semana na TV e nem sempre do Grêmio. Imaginem!

Pois bem, depois do desmonte da Guaíba 2025 (saíram: Geison Lisboa, Cristiano Silva, Cristiano Oliveira e Carlos Guimarães), eu desisti da querida e saudosa emissora.

Tentei a rádio Grenal, mas o Haroldo de Souza, ícone, fantástico, atualmente, está perdendo o fôlego e não me entusiasmei. Busquei pelo Carlos Guimarães na Band e, para minha surpresa, na primeira tentativa, lá estava ele dividindo o espaço dos comentários na partida com... o Chico (Ribeiro Neto), gente boa, conheço a família dele, mas é uma p#ta sacanagem. É como dizer para o Carlos Vinicius: tu vais jogar um tempo e, no outro, joga o JP Galvão. Guimarães não merecia isso. Desisti, também.

A Gaúcha, eu já havia me afastado desde quando ela optou pela extinção da narração tradicional (Ranzolin, Brauner, Marco Antônio Pereira)  a substituindo pela que Paulo Santana sabiamente rotulou: "animação de torcida". Que eu complemento como sendo: saiu o popular e entrou a vulgaridade, quase escorregando para a linguagem preconceituosa.

A Itatiaia me devolveu isso tudo, ontem: dois narradores qualificados, um para cada tempo, comentaristas identificados com cada clube, mas moderados e emitindo conceitos que só reforçaram o que a minha imaginação remetia aos gramados. Intervenções comerciais, igualmente, moderadas, entrevistas em final de jogo condizentes. Um show.

No jogo, Barba Dominguez, em pouco tempo de casa, ajustou o Atlético; são 14 jogos de invencibilidade, um elenco mais modesto que o seu maior rival, e a torcida fez a diferença. Ah! E Éverson jogou com fratura no pé esquerdo. Pediu para atuar.

Ouvindo a Itatiaia, dá para afirmar que a mediocridade esportiva do RS não se resume a Grêmio e Internacional. 


terça-feira, 1 de setembro de 2026

Opinião



O Meu Receio 


Certas agremiações, ao longo da história do futebol, não precisavam de análise sobre o caminho que percorreram para conquistar suas vitórias e troféus. Os exemplos incluem o Santos dos anos de ouro da Era Pelé, o Flamengo na virada da década de 70 para a seguinte, o período de Telê Santana no início dos anos 90 no São Paulo e, principalmente, o Barcelona de Pep Guardiola, que é considerado o responsável pela mais recente revolução neste esporte.

 Para buscar subsídio para esta postagem, revi melhores momentos da decisão do mundial diante do Santos. Era para ser cerca de 8 a 0. Os catalães refrearam o ímpeto por pena dos sul-americanos. Não sei o que é pior, ser goleado, muito goleado, ou ter um ato de misericórdia.

Entretanto, a realidade de 2026 no mundo da bola é outra. Quando vejo algumas manifestações sobre a "evolução" do Grêmio de Castro, eu preciso manifestar aqui que, muitas vezes, a maioria delas, as causas de um resultado (bom ou ruim) podem estar no lado opositor, e o jogo contra a Chapecoense é incrivelmente didático, porque, assim como em jornadas recentes, os adversários apresentaram esquemas táticos ou esboço disso não vistos no Grêmio, até mesmo o Remo na Arena, o RB Bragantino em São Paulo e a lanterna Chapecoense, cujo scout (por IA) apresentou, logo abaixo:

Esses números demonstraram que, em plena Arena, se o 20º colocado tivesse mais qualidade individual, possivelmente o resultado seria outro.

Uma classificação para a semifinal diante do eterno rival, além de uma alegria imensa para a massa azul, também dará aos dirigentes a chance de se mostrarem visionários e fazerem as mudanças que foram proteladas no período da Copa do Mundo, mesmo num momento de euforia.

Essa é a lógica, o racional. Fora disso, é irresponsabilidade ou ter crença na "Imortalidade". Ou qu Luís Castro utilize uma varinha mágica e time apresente um futebol inexistente neste Brasileirão.  

Este é o meu maior receio.

Observação:

Estatísticas Gerais da Partida (Equipes)
  • Posse de bola: Grêmio 49% x 51% Chapecoense
  • Finalizações (Chutes): Grêmio 11 x 30 Chapecoense
  • Chutes no gol: Grêmio 5 x 8 Chapecoense
  • Defesas do goleiro: Grêmio 7 x 2 Chapecoense
  • Escanteios: Grêmio 5 x 7 Chapecoense
  • Faltas cometidas: Grêmio 11 x 10 Chapecoense
  • Cartões amarelos: Grêmio 3 (Marlon, Kannemann, Tetê) x 2 Chapecoense (Eduardo Doma, Bruno Pacheco)
  • Precisão nos passes: Grêmio 90% (482 certos) x 90% Chapecoense (419 certos)

domingo, 30 de agosto de 2026

Opinião


Venceu e segue não convencendo 

Pode parecer ranço, mas quem me conhece sabe que não é, por isso sigo decepcionado com o trabalho de Castro, mesmo vencendo hoje.

Daqui a dois dias estaremos no último terço do ano (setembro, outubro, novembro e dezembro), e as atuações satisfatórias do time nos 90 minutos não chegam a quatro. Podem procurar, não vão encontrar. É um tempo aqui, outro tempo ali e uma ou duas partidas inteiras excelentes. 

Essa de hoje é um exemplo de que inexiste tática (na prática). Não há bom posicionamento defensivo, não existe transição qualificada, não se vê encaixe entre os setores e, por fim, a presença de um ataque que vive de ações individuais e dos chutões do arqueiro.

Alguém pode me questionar: "É, mas então, por que venceu?" Simples, pelas individualidades. Troquem os goleiros e o Tricolor não venceria. Anderson é um goleiro comum, não teve culpa nos gols sofridos, mas é aquela história de sempre: quem tem um número 1 como Weverton, a chance de defesas incríveis é maior.

Outra máxima do futebol: quando muitos jogadores num clube grande estão atuando mal, as causas dos insucessos estão fora das quatro linhas. Lógico, tem neste contexto alguns que não podem vestir a camisa do Grêmio. Nem vou enumerar aqui.

Os melhores foram Weverton e Krovinovic (nada especial); Pavón e Gustavo Martins oscilaram durante a partida, mas foram decisivos nos gols do Imortal.

Marlon não deveria ter atuado; o risco de lesão foi alto. Desta vez, algumas trocas beneficiaram os setores, como a entrada de João Pedro, melhor condicionado e da posição, Pavón na de Enamorado, jogador insuficiente, apesar da dedicação, e Tetê na de Amuzu, que, depois de ter sua liberação negada para atuar pelo selecionado ganês, afundou de vez. Zortea entrou bem e Carlos Vinícius, um pouco melhor do que Braithwaite.

Por fim, após o Grenal, independentemente da classificação, a troca de treinador se torna urgente; primeiro, para salvar o clube na Série A e, segundo, caso avance na CB, ter até novembro para melhorar o confronto com o representante mineiro.

O que não pode ocorrer é repetir 1991, quando decidiu o torneio, caiu invicto e, no Brasileiro, desceu para a segunda divisão.

  

sábado, 29 de agosto de 2026

Opinião



Em Círculo 

Para os torcedores "normais" ou ingênuos, certas atitudes das diversas gestões gremistas são incompreensíveis, pois elas sempre cometem o mesmo erro e andam em círculo. Se é de forma proposital, afirmo que estou entre os torcedores "normais" ou ingênuos e não consigo alcançar a razão para tais movimentos.

Exemplificando: vieram três joias do futebol equatoriano para o sub-17. Pergunto: O normal seria trazê-los para um futuro aproveitamento no time principal. Se são joias, qual gremista não gostaria de vê-los brilhar no clube? Emendo com outra pergunta: alguém acredita que vieram para se consagrar no Grêmio? De minha parte, a resposta é não. A alegação é que a instituição precisa vender craques para se sustentar.

Qualquer pessoa que não seja imbecil ou, pior, mal-intencionada, sabe que contratar bem também é uma forma de viabilizar o clube. Nada de jogadores em fim de carreira com contratos longos e valores incondizentes com o estágio em que se encontram.

A história do Grêmio é recheada de exemplos em que, nos títulos mais relevantes, pelo menos na maioria, o time titular possuía craques oriundos da base. Mais recentemente, Luan virou o craque do certame (LA) e Arthur, o melhor jogador das partidas finais. Nem vou citar os anos 80.

Se o clube mantiver três jogadores de ótima qualidade, oriundos de (até) safras diferentes, por exatos três anos, será mais vantajoso do que vendê-los, considerando a consagração no time versus o risco de "entulhar" o elenco com jogadores medianos e sem perspectivas. 

Do jeito que está, a roda da vida nos clubes gira a favor apenas dos empresários e dos dirigentes néscios ou desleais com a instituição.

Por fim, mudando de assunto: onde está Matheus Nascimento? Está levando um gelo ou é a mais nova versão de Kelly, Amoroso, Robert, Sorondo?

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Opinião



Empate bom para o Grêmio 

Dentro do que as equipes apresentaram, o empate foi justo e, em tese, melhor para o Tricolor, porque encarou um público de mais de 40 mil pessoas, sendo apenas 5% de gremistas, mas, para rotular como grande resultado, somente se, na soma dos dois confrontos, o clube passar para a semifinal da CB.

Não foi um jogo horrível, se for comparado com o outro Grenal mais recente. Pelo menos, no primeiro tempo, o Tricolor mostrou uma zaga bem postada, um meio de movimentação; apenas pecou na frente pela má jornada do trio de atacantes.

De todas as certezas que a partida me deu, a maior foi a insuficiência do banco. Todos, repito, todos os que entraram na etapa final, empobreceram o time. Enamorado, Braithwaite e Amuzu não acrescentaram nada. Danilo Barbosa não teve tempo para nada.

Aí, a gente lembra que Tetê se "deslocou" para o final da fila, Mec inexplicavelmente está descartado e a situação se agrava, quando se vê no grupo atletas caros que estão no "come e dorme", como se dizia antigamente: Marcos Rocha, João Pedro, Balbuena.

A crise se encontra em uma pausa tensa, mas tem que vencer domingo na Arena e para isso, não perder o foco no Brasileiro.



segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Opinião



As Armadilhas 

Na maioria das vezes, nós, torcedores, conseguimos identificar onde a mídia e os dirigentes querem chegar, quando tomam determinadas atitudes, que contrariam o bom senso. Pensam que enganam, mas os fatos são tão escancarados que é como se fossem tapar o sol com a peneira. Fica tudo muito claro.

Vou explicar o que acontece na atualidade, buscando exemplos no passado:

- O melhor Flamengo de todos os tempos, o que dominou o início dos anos 80, tinha um centro avante fantástico. Chamava-se Nunes e só não foi para as Copas do Mundo de 78 e 82, porque, às vésperas, se lesionou gravemente. Pois bem, a mídia já condicionada, narrava uma grande jogada dele, que servia Zico marcar o tento. A euforia e mérito enaltecidos eram para o Galinho de Quintino por ter feito o gol. O inverso não ocorria, ou seja, ótima jogada do camisa 10 da Gávea, ele "pifa" Nunes que marca. Como ficava o lance? Loas para a magistral jogada de Zico. Nunes nessas histórias, sempre ficava como coadjuvante. 

O enredo já estava desenhado antes do desfecho.

Pois bem, a banda podre da mídia gaúcha também tem estruturada o final da história, isto é, bastaram duas vitórias seguidas do Grêmio e o gerente de futebol foi saudado pelo mérito nas contratações de Wallace e Diego Caito. No entanto, as vindas de Caio Paulista, Tetê, Enamorado, Perez, Nardoni ficaram sem paternidade. É nítido o escudo usado para quem a adestra.

- Quando se pensava que o limite de tolerância da massa torcedora com o trabalho de Luís Castro chegara ao fim. Alguém lembrava que trocar o treinador "é seguir o roteiro do rebaixamento".

Eu lembro que em 1991, o Grêmio passou o ano inteiro com Dino Sani e caiu. Por que não trocou? Não teve nada de convicção. Um fator impediu a mudança urgente à época, Dino avançou até a decisão da Copa do Brasil e perdeu invicto o torneio. Perdeu para o regulamento, o gol fora de casa, 1 a 1 no Olímpico (eu estava lá) e 0 a 0 em Criciúma. Resultado: Luiz Felipe campeão.

Teve um dirigente (não vou dizer nome), que afirmou não entender a posição do clube no Brasileirão, já que avançava invicto na Copa do Brasil.

Agora, o gerente de futebol que não queria a troca do treinador, citou até exemplos recentes de fracassos nas trocas, deu um "ultimatum" para a coisa melhorar: a decisão contra o Inter e no meio dos confrontos, a Chapecoense em casa. 

Pergunto: E se Castro passar para a semifinal, fica? E se num destes bafejos dos deuses, o Grêmio chegar à decisão e perder? E se estiver irremediavelmente com os dois pés no Z-4, vão demiti-lo depois de estar atolado? XV de Campo Bom, Santo André, Paulista, Brasiliense, Criciúma, Figueirense, todos tem uma história bonita neste tipo de competição. Vale a pena segurar Luis Castro pelo desempenho enganoso na CB?

São situações que podem derrubar um clube, se as medidas urgentes forem proteladas através do "maquio" que o certame de mata-mata apresentar.


domingo, 23 de agosto de 2026

Opinião



Tempo Esgotado 

Tempo esgotado, menos para o Bragantino, que marcou nos acréscimos. Um vacilo gremista indesculpável custou um ponto importantíssimo na luta para evitar o rebaixamento.

Só para o Massa Bruta, porque o tempo esgotou para a paciência do torcedor, para a argumentação repetitiva do treinador, para a ladainha do gerente de futebol muito peculiar à sua biografia, ou seja, todo o mundo é contra o trabalho dele (só que isso é anacrônico, não existe isso mais no futebol). Aliás, este juiz não é parcial, ele é ruim, muito ruim. Deu um gol que não se realizou, anulou outro legal, se escondeu atrás dos cartões vermelho e amarelo.

Mas isso só ocorre com clubes que "flertam" com a zona do rebaixamento, pelo menos, de forma usual, então, as velhas raposas do futebol deveriam saber isso. 

O Bragantino não foi bem, porém, ele tem uma ideia tática: os pontas recebem a bola quase em cima da lateral, isso de modo insistente, aquilo que se chama jogar aberto e que os "novidadeiros" rebatizaram de "dar amplitude" à forma de atacar.

O que dizer/escrever mais? Não sei; o que eu sei é que o torcedor está se afastando do clube, porque, na semana que vem, o calendário aponta 2/3 do ano cumpridos e o time não tem absolutamente nada.

Uma das máximas que conheço é: "Num clube grande, quando a maioria dos atletas joga mal, o problema está fora dos gramados". Só escaparam Villasanti e Noriega.

A esperança de salvação vem mais pela ruindade dos concorrentes.

Em tempo: Não se surpreendam se Pelaipe buscar Celso Roth, depois que Denis Abraão renovou com Mancini que ajudou a rebaixar o clube; deu férias para ele e no mês seguinte, o demitiu. Então, eu não me surpreendo mais com ações que parecem, repito, parecem gestadas em confrarias.