Revolução ou Queda
Agora chegou o momento decisivo para Luís Castro mostrar toda a sua biografia, pois se encontra no instante de maior desconfiança e falta de apoio de parte da torcida.
E ele não está só nessa parada; tem jogadores jogando na "primeira marcha", a mais lenta possível, também a Direção que adquiriu o "vírus" de gestões anteriores, qual seja, a de dar tiro no pé, quando abre a guaiaca. Parece uma sina; basta o Imortal pegar uma grana polpuda que vai queimar em mais uma das chamadas "maior contratação de sua história".
O clube parece desconhecer o seu passado (até recente) de conquistar seus grandes títulos com a presença de atletas oriundos da sua base. Nem preciso citar; qualquer gremista conhece no pôster quem veio das "categorias inferiores".
Atualmente, jogadores pouco conhecidos no cenário nacional aportaram no Salgado Filho, vindos do exterior, com salário de craques ou futuros, mas ainda que contam com a melhor expectativa dos verdadeiros tricolores, que, a cada atuação minimamente boa, renovam suas esperanças no imaginário de que estão diante de um jogador de ponta, casos de Amuzu, Braithwaite e, por que não, Tetê?
Para exemplificar, cito quem passou pelo Grêmio: Pedro Rocha, Éverton Cebolinha, Pepê, Ferreira e Gustavo Nunes, todos da mesma posição que atua o belga/ganês e eu afirmo (até o momento), com resposta melhor do que o atual titular do ataque.
Então, retomando o pensamento das primeiras linhas do post, Castro, amparado por trabalhos exitosos em Portugal, Ucrânia e Botafogo e pela atitude de rever o sistema defensivo atual, mostrando um Viery que todos desconheciam ou desconfiavam, deve revolucionar o time que lhe dá autoridade para isso a partir de sua insuficiência técnica e/ou tática dos últimos jogos, de fazer ingressar parte destes guris (Jeferson, João Borne, Tiago Augusto, Luis Eduardo, Vitor Ramon e Mec).
O time precisa de 3 ou 4 cascudos e ele tem (Weverton, Carlos Vinicius e Arthur). Além deles, o elenco tem outros que podem auxiliar os jovens a se firmarem entre os 11, como Willian, Kannemann e Marcos Rocha.
Resumindo: ou Castro se mostra arrojado e revoluciona o time ou a queda é algo imperioso.









