Hora de ganhar fora de casa
A postagem mais recente levantou um assunto interessante (comentário do Anderson), que foi o que se vê nos maiores times europeus da Liga dos Campeões, isto é, a substituição de um armador clássico por atacantes de lado que recuam e fazem este trabalho de construção do ataque.
Resumindo, a tarefa é "socializada" pelos setores de meio e ataque. Parece ser um avanço tático, pois, em tese, a bola chega mais e de variados locais do campo por diversos jogadores. Dificulta a marcação do adversário.
Luís Castro já deu entrevista dando pistas de que isso poderá ocorrer no Grêmio. A insistência com três volantes é convicção. O reduzido número de gols sofridos tem como causas um excepcional goleiro, mas a proteção do miolo de zaga pelo trio à frente dele (o miolo). Falta o refino destes atacantes (Amuzu e Tetê) para Carlos Vinícius ser melhor assistido. Enamorado, que está em melhor momento, é atleta mais de lado do campo, o que tem suas vantagens, porém, talvez tenha dificuldades em compor pelo meio.
Uma vitória fora de casa dará uma respirada na tabela, de preferência, com um bom desempenho. O problema é que do outro lado está um time forte e incrivelmente mal na tabela, seja com Tite ou com Artur Jorge.
É uma briga boa, amanhã.









