O Fim
Este quarto rebaixamento, que a razão indica que chegará antes da 38ª rodada, como outros, mostra uma série de equívocos, a maioria consequência de não colocar o clube como prioritário, e outras, pelo despreparo de alguns profissionais. Não, senhores; não se iludam. O Grêmio fica no final da fila, aliás, como outras agremiações no quesito importância (Coirmão).
Trabalhei 42 anos regularmente, sendo 17 em empresas privadas de ponta, e em todas elas jamais vi dar certo criticar administrações anteriores e, muito principalmente, detonar pessoas (subordinadas) publicamente. Se alguém conhece, eu não vi em toda a minha vida.
Aliás, lembro-me do grande dirigente gremista, Rudi Armin Petry, uma das raposas (no bom sentido) que usava a expressão "assunto de economia interna", quando era "apertado" para se manifestar em momentos delicados do clube pela imprensa.
Penso que Renato é menos treinador do que Castro; isso não quer dizer que o português não merecesse cair, mas os números não mentem. O time decresceu, piorou. Não ganha mais, nem em casa.
Ah! Mas, Bruxo, tu achaste que o atual técnico era uma boa. Sim, pois fui na onda do pensamento mágico. Minha lucidez dizia que não, mas emocionalmente eu desejava ver uma "revolução anímica", porém, o "gestor de elenco" pisou na bola ao criticar o grupo e, na questão tática, seu calcanhar de Aquiles na carreira, só agravou pela estagnação comprovada nos trabalhos mais recentes.
Renato sairá rumo à aposentadoria, nenhum clube o contratará; talvez o Madureira pelo valor sentimental de ter sido o primeiro clube dele.
Para a direção gremista, deve ser constrangedora a situação de ouvir o seu subordinado, recém-contratado, dar "mijadas" públicas na gestão pela formação do atual elenco. Pior! Não terá a coragem de liberar o treinador e tentar encerrar com um pouco de dignidade o primeiro ano do mandato. Seguirá bancando a marionete.
Tem muito mais para escrever; no entanto, paro por aqui. A semana será longa.
Deixo o link de um mês e meio atrás: Vai cair.










