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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Opinião



Convicção, apesar da amostragem 

É uma palavrinha usada e desgastada na boca de oportunistas, tipo: "Futebol se faz com convicção". Tem muito dirigente que a utiliza sempre que pode, porém, a prática o desmente a cada ação realizada.

Mas, ela é fantástica, é saudável, desde que o caminho a ser percorrido seja o mais adequado possível. Eu, realmente, acredito em convicção para o êxito de um trabalho.

Vejam o caso do Grêmio e o que exponho há tempos no blog:

- Pedi e recebi um treinador estrangeiro com uma bagagem repleta de bons trabalhos.

- Pedi e recebi um goleiro excepcional, muito acima da média dos anteriores que o clube contratou e no Brasil, desconfio que ainda seja o melhor.

- Recebi, sem pedir, mas feliz por ter vindo, Tetê, jogador que elogio desde o tempo que vi no grupo de transição.

- Tudo bem, tem dirigente que tem mais fama do que merece e está de volta. Paciência. Nem tudo é perfeito.

Então, esperarei pela chegada do sucesso do trabalho desta Direção.

Só trocaria o treinador em casos como a presença de tomadas de decisão incompreensíveis ou na hipótese de risco de rebaixamento no Brasileirão, quando aí, a mudança se imporá sobre todos os argumentos por uma manutenção.

Por isso, as críticas que farei, se forem necessárias, não terão a intenção de derrubar Luiz Castro. Somente nas duas condições descritas nas linhas acima.

Romper com modelos arcaicos e insuficientes demanda tempo, na maioria das vezes.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Opinião



Vitória com riscos desnecessários 

Venceu e está classificado. Isso é fato. Fato principal.

Mas, o Grêmio não precisava correr riscos que quase puseram em risco a classificação ou, pelo menos, uma classificação com o drama dos tiros livres.

Começo dando os méritos para Rogério Zimmermann, que ajeitou o time do NH e deu a ele a formatação adequada para esse enfrentamento. O Nóia tem técnico.

E para corroborar essa afirmação, eu vi Inter SM x Avenida, 1 a 1, e o time de Santa Maria não é inferior ao de Novo Hamburgo, a diferença está no comando técnico. Basta ver que os três melhores jogadores do "Interzinho", Michel, Jarro e Vitor Jr., estavam no banco. Fosse com Zimmermann, o clube de Santa Maria estaria noutra prateleira neste Gauchão.

Voltando: Luís Castro comete o mesmo equívoco de outros treinadores, qual seja, olhar para o grupo e concluir que Cristaldo, que está há três temporadas no Grêmio, merece chances. O português imagina "recuperar" o futebol do argentino. E "La nave va!"

Esta decisão da tarde/noite demonstrou que essa tentativa (Cristaldo, Aravena) é frustrante e fadada ao fracasso. Com a expulsão de Noriega, o time ficou com "nove", porque Aravena e Cristaldo dão uma contribuição medíocre, que transforma 2 em 1.

O Grêmio foi salvo da igualdade no placar pela intervenção decisiva de Weverton na última bola do jogo. Um tapa decisivo para escanteio.

De bom, além da classificação, as atuações seguras de Wagner Leonardo e Caio Paulista e o primeiro tempo de Willian.

Castro mexeu mal e tornou o segundo tempo um jogo indefinido. A lógica recomendava a troca "pura e simples" de Roger (que foi mal) por Enamorado, mantendo Willian no meio e Amuzu na esquerda. Com o ingresso de Cristaldo, Castro enfraqueceu o meio, anulou o lado esquerdo e pouco ganhou com a troca da esquerda para a direita, do belga.

Resumindo: As causas do placar apertado estão nos méritos de Zimmermann e na forma errada com que Castro viu no gramado.

Por fim, Rafael Klein adquiriu velhos hábitos da arbitragem acomodada, pois em confusões como a que resultou em expulsões não foi corajoso. Exemplificando: podem três de um time dar razão para a expulsão e um de outro time, que os árbitros omissos, optam por expulsar um de cada lado.

Klein se mostrou mais infeliz ainda, porque não identificou os verdadeiros iniciadores da confusão e "brindou" Noriega com um amarelo que deveria ser dado a Jeferson Forneck.

Depois, a falta do peruano e o cartão vermelho.

Finalizando: Valeu a máxima do futebol: - Jogador ruim no elenco, "periga" ser escalado. Desta vez, Cristaldo e Aravena. 

E onde está Tiago Augusto, o Tiaguinho?

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Opinião



Grêmio surpreende o Botafogo 

O clube carioca não leva cinco facilmente, pelo menos nestes dois últimos anos, então, esse placar deve ter causado imensa surpresa aos representantes alvinegros.

Mesmo que o treinador gremista tenha achado o resultado parcial do primeiro tempo injusto, quem assistiu viu que as falhas defensivas gremistas não dão razão ao treinador português.

Foram erros por falta de entrosamento, em especial, dos dois beques e dos primeiros homens do meio. Nem foi pela compleição (física) de Weverton no primeiro gol. A bola muito bem chutada por Arthur Cabral pegou o arqueiro no contrapé, aliás, não vi falha dele em nenhum dos três tentos sofridos, neles os jogadores envolvidos são praticamente os mesmos. Repito, muito menos individuais, muito mais, falta de entrosamento.

Foi a vitória da intensidade, da energia e da qualidade, esta última presente em todos os movimentos de Carlos Vinícius, por exemplo.

Desta vez, os que entraram mudaram o panorama do jogo: Willian, Amuzu, André Henrique e Edenílson jogaram muito. Dodi não comprometeu.

Apareceram as virtudes dos times de Luís Castro, ele mesmo falou que prefere vencer por 5 a 3 do que por 2 a 0.

Agora, a expectativa é pela evolução, pois sempre que se comenta que um time oscila dentro de campo, geralmente, é para justificar queda de rendimento. Ontem, ele oscilou para cima. 

Num dado momento, virá a estabilidade "por cima".

Espero.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Opinião



O Meio 

Amanhã, quarta-feira à noite, o Tricolor tem uma parada difícil na Arena: o Botafogo, que na primeira rodada empurrou 4 a 0 num dos favoritos, o Cruzeiro.

A grande novidade que ele, Grêmio, pode apresentar está na formatação do time e aí, Luís Castro deverá escalar o meio de campo com quatro jogadores.

Arrisco dizer que serão Noriega, Arthur, Tiago Augusto e Willian, deixando o ataque com Vinícius e Tetê.

Atrás: Weverton; João Pedro ou Marcos Rocha, Balbuena, Wagner Leonardo e Marlon.

O resto, o "mental" e a preparação física deverão compensar a defasagem tática que advém do pouco tempo de trabalho na casamata.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Opinião



As soluções mais urgentes 

As carências do time a Direção já identificou, pois intensifica a busca para supri-las, mas, como torcedor, eu analiso, mesmo que à distância, e a procura pelas soluções deve ser "hierarquizada" de uma forma diferente. Exemplificando:

- A camisa 5, a do primeiro do meio de campo, o clube já conta (e deve investir neles), Tiago Augusto, Noriega e logo, logo, Villasanti, todos com experiência em seleções (base ou principal) e boa qualidade. Só a vinda de um extra-classe pode justificar a contratação.

- Para a zaga, há Balbuena, Luiz Eduardo e até Gustavo Martins. Aqui, faço uma observação, a prioridade deve ser balizada pela qualidade e não por "antiguidade é posto". Se entre os da base, o mais novo for o melhor, então, ele deve ter preferência.

- Está na hora de investir em Roger, o menino, no lugar de Amuzu, como no passado (2007), Carlos Eduardo desbancou Amoroso e, mais recentemente, ocorreu com a efetivação de Gustavo Nunes na Era Renato.

- Na lateral direita e na esquerda, os jovens Vitor Ramon e Pedro Gabriel devem merecer mais chances, mesmo que em doses homeopáticas, sem riscos de queimá-los.

Com isso, as verdadeiras carências são o armador e um reserva para Carlos Vinícius, ainda que Braithwaite possa estar apto em abril.

A lesão que teve na idade em que está, mesmo com avanços na medicina esportiva, a prudência recomenda não contar com o dinamarquês no tempo estimado.

Resumindo: um 10 e um 9 para reposição, o resto vem depois.

sábado, 31 de janeiro de 2026

Opinião



Reservas do Grêmio empatam com o Ju na Arena 

Foi duro assistir a este Grêmio constituído por reservas, nem o ingresso de alguns titulares (Amuzu, Arthur e Carlos Vinícius) + Monsalve implicou melhora significativa no time. 

A partida, além do resultado ruim, apresentou atuações sofríveis como Amuzu e Gabriel Mec, este que simplesmente errou tudo e, mais uma vez, o adversário teve superioridade coletiva a exemplo da estreia (Brasileirão) diante do Fluminense.

Não houve destaques, porém, a atuação e liderança de Balbuena, que confirmou conhecer a "rotina do lugar" (frase do grande treinador luso-brasileiro Oto Glória), e a readaptação de Noriega à posição de volante, mais a boa impressão deixada por Monsalve, merecem ser citadas.

O gol sofrido por Grando, que ia muito bem até ele, não considero falha, mas uma limitação, que é vista em outros arqueiros com altura próxima de 1,90 m de forte compleição física, como é o caso dele e de Lucas Perri (ex-Botafogo). São goleiros pesados, diferentemente de Gatito Fernandez e Éverson (Atlético Mineiro), grandalhões também, que são esguios e bons também nas bolas rasteiras nos cantos, por isso, esse tipo de movimento é difícil para eles (Grando e Perri).

São excelentes em outros fundamentos, mas não têm a velocidade de reação que esse tipo de lance exige.

Fica a tristeza e preocupação com o gol nos acréscimos, porque, de novo, numa bola que passeou à frente da área, ela não encontrou a defesa bem postada.

Castro vai ter muito trabalho pela frente.

Por fim, que árbitro horrível. Merece uns tempos na "geladeira". Não influenciou no placar, mas ninguém, imagino, gosto de sua performance.


quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Opinião




Grêmio estreia com derrota no Brasileirão/26 

É chato admitir, mas era esperado um resultado negativo na estreia do certame nacional e quase houve um empate no final. Para mim, seria uma surpresa e tanto, já que Zubeldía teve campanha de 71% no Brasileirão/25, percentual de campeão, e está há 12 jogos vencendo.

Não se trata de passar pano, até porque Luís Castro buscou nomes discutíveis no elenco para reformar o time que perdeu o clássico e isso traz apreensão aos torcedores, eu, inclusive, então é complicado ver um meio com Dodi e Edenílson ao mesmo tempo. Até gosto deles para grupo, mas a escalação deles hoje é um reconhecimento de Castro de que Mano não estava de todo errado.

Hoje, o Tricolor apresentou problemas nos três setores, o segundo gol é falta de entrosamento, já que quem estava "marcando" Lucho Acosta era o árbitro, ou seja, nenhum gremista se preocupou com a "entrada da grande área".

Weverton fez três defesas importantes, a lateral direita segue sendo um problemaço, porque João Pedro é a versão recente de Fábio, um defensor, que assim como Rodrigo Caio, veio encerrar a carreira repleta de lesões, aqui em Porto Alegre e Marcos Rocha ...

O miolo da zaga alternou momentos de superação com fragilidade decisiva nos gols do Flu. Marlon mostrou energia e, talvez, o melhor da defesa.

No meio, Arthur voltou a se destacar após o clássico, porém, não teve parceria à altura. Edenílson e Dodi fazem o que podem, mas o "podem" é insuficiente para o setor em que atuam.

Tetê precisa ser mais explorado, ele quase sempre vence o duelo individual ou oportuniza bons passes para os seus companheiros, no entanto, é pouco para alguém que veio para ser protagonista. É cedo para cobranças mais fortes.

Amuzu, eu tenho sérias dúvidas se merece ser titular. Carlos Vinícius fez o que se exige de um camisa 9, quando teve chances, guardou.

Pavón realizou a sua melhor partida desde que chegou ao clube e isso é perigoso, porque sempre desperta esperança de algo mais produtivo e, se se repetir o roteiro anterior, isso não acontecerá.

Repito, é cedo, mas Castro tem que, pelo menos, fazer ajustes na defesa, senão, um gol marcado não representará vitória.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Opinião



Ainda o Grenal 

Antes de tratar do início do Brasileiro, ainda gostaria de colocar algumas considerações sobre o clássico de domingo, dos equívocos vistos nele. 

Para simplificar a leitura, vou enumerar abaixo o que não comentei no blog:

- Faltou os "nego véio" da aldeia alertar Castro, que não existe Grenal amistoso. Talvez Felipão, Pelaipe e outros acharam intromissão alertar o técnico para esta questão fundamental. Erraram feio.

- Entra treinador, sai treinador e o Alan Patrick passeia dentro dos gramados nos clássicos sem marcação especial. Parece que todos os comandantes técnicos acham uma tática "menor" escalar alguém especificamente para marcar o 10 do Inter. Seria interessante "sacrificar os peões" para anular a "Dama" neste xadrez gaúcho.

- Pezzolano não destacou ninguém especificamente para marcar Arthur, mas, através de rodízio de faltas, conseguiu matar o meio do Grêmio e, por consequência, a letalidade de Carlos Vinícius.

- Houve irresponsabilidade ou falta de coragem de Lucas Horn, o árbitro, que não coibiu com veemência a série de faltas no meio-campista gremista.

- A imprensa acomodada ou sucumbente às vicissitudes da notícia, convenientemente, amenizou a atuação frágil do juiz, porque, se retratasse os fatos tais quais ele se sucederam, ela seria acusada de "azul", além disso, um Grenal vende mais para o lado vencedor.

- O profissionalismo de Noriega está prejudicando a sua passagem pelo Grêmio. Quando Balbuena se quebrou e ele era a única alternativa, "morreu" ali a ideia de aproveitá-lo para o lugar para o qual foi contratado. Noriega sequer é lembrado para a primeira função do meio.

É isso, amanhã, o Grêmio indicará ou não, se retirou lições da atuação constrangedora no Grenal.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Opinião



Um Forasteiro no Clássico (e outras histórias) 

Perder clássico é muito ruim, pior, quando o time se viu amplamente dominado, onde nenhum jogador se salvou/safou. E o furo é mais embaixo. O treinador não entendeu a complexidade histórica que envolve o estado. Pezzolano, por ser do "Pampa", vizinho do Rio Grande e testemunha "epidérmica" de Nacional X Peñarol, teve esse "feeling". 

Castro pareceu um recém-chegado à aldeia. Não conhecia ainda os caboclos.

Falando em caboclos/aldeia, assisti e fiquei decepcionado com os comentários na Rádio Imortal. Além dos que mencionei ontem, houve algo que só revela o quanto a busca pelo tilintar dos sininhos e os likes/dislikes deturpam o real interesse pelo clube de coração. Ouvi o comentarista falar que "disseram" que Weverton foi liberado pelo Palmeiras, porque "amarelava" em decisões. "Disseram", assim começou o comentário.

Ora! Abel Ferreira é um excepcional técnico de futebol, tem a "sina e fome de vitória" nas veias, pergunto: ele ficaria tanto tempo em tantas decisões com um arqueiro instável emocionalmente? E as doze taças conquistadas dele, Weverton como titular? Mais, quem estava na decisão por penalidades na primeira conquista olímpica do futebol brasileiro, inclusive, defendendo cobranças fatais? Ou quando pediu (e perdeu a cobrança) para bater o tiro decisivo pelo Furacão diante do Grêmio em 2016? Um "amarelo" (sem obrigação) se apresentaria para bater?

Pode-se ficar em dúvida quanto à sua condição técnica e física atuais, mas criar fake news usando o atleta é um desserviço para o Grêmio e seus torcedores.

Sobre o time: É urgente a inclusão do xerife Balbuena na zaga, buscar alternativa para a lateral direita, trazer um armador incontestável, também, um reserva confiável para Carlos Vinícius e dar chance para Noriega na posição que determinou sua vinda, primeiro homem do meio. 

Não se trata de "queimar" Tiago Augusto, que merece seguir titular, mas de uma chance para Noriega em sua verdadeira posição.

Por fim, tirar conclusões definitivas, como chamar Weverton de ex-goleiro e Luís Castro de mau técnico, é aceitável apenas considerando a paixão dos torcedores (e ela nem sempre está ligada à atual Comissão Técnica e Direção, mas a saudosismos renitentes), no entanto, acredito que bons trabalhos com rupturas de modelo exigem tempo e compreensão.

Isso não impede o treinador de tirar suas conclusões sobre a composição do elenco e alterações táticas e nominais já para a partida de quarta-feira.


domingo, 25 de janeiro de 2026

Opinião



Grêmio decepciona no Clássico 

Este é o Grenal para não esquecer. É o "não Grenal" para o Imortal. Para considerar o ponto de partida do trabalho de Luís Castro no clube, o que veio antes é "pré-história" de sua passagem pelo Imortal.

Ouvi comentários oportunistas da mesma pessoa que achava Daniel, do Inter, o segundo melhor do goleiro do Brasil, que nas derrotas, afirma que Wagner Leonardo não joga nada e nas vitórias, o considera zagueiro de muito boa qualidade, então, hoje, ele detonar alguns jogadores recém-chegados, não é novidade alguma. Eu, com certeza, não surfo nesta onda oportunista (e rentável).

Weverton realizou uma partida muito ruim, comprometedora, mas é seu segundo jogo. Essa partida não decretará algo definitivo, senão, nós teremos que concluir que Ronaldo (Coirmão) é mais jogador do que Arthur. 

Quem jogou bem? NINGUÉM, nem mesmo Amuzu, autor dos melhores arremates na primeira etapa, e Marlon, que fez um bom primeiro tempo. 

Aí, a lógica determina que, se todos foram mal, a responsabilidade maior é do comandante técnico.

O que vi foi uma frouxidão do time, em especial, no coração dele, que é o meio de campo: Tiago, Arthur, surpreendentemente mal e Cristaldo, usualmente, mal. 

Esse clássico tem escondido nele, incertezas: Weverton, Tiago Augusto, Enamorado, Willian e verdades sedimentadas como a aposentadoria à caminho de Marcos Rocha, a inaptidão de Cristaldo para ser o centro pensante  e a falta de um substituto razoável para Carlos Vinícius.

Sempre lembrando, que a palavra incerteza é íntima de outra: "Dúvida", portanto, não há nada definitivo no comportamento futuro deste elenco. Podem acertar a qualquer momento. A maioria merece crédito.

O experiente Luís Castro vai saber recolher lições importantes do Grenal.

Resta para nós, torcedores, termos paciência, porque o primeiro ano do português no Botafogo resultou sofrível e no arco gremista, como escreveu um participante do blog, dia 23/01: " Para os que estão desconfiados do Weverson (sic) tem 02 alternativas, ou torçam p/ que o Grando reconquiste a posição ou peçam a direção p/ fazer uma consulta pelo goleiro do Manchester City."

 É uma derrota doída, mas que serve para muitas conclusões e tomada de decisões imediatas, onde está a hipótese de dar sustentação a parte deste grupo.