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domingo, 22 de fevereiro de 2026

Opinião



Tiros livres colocam o Grêmio na final do Gauchão 

O resumo da tarde em Caxias do Sul: o Tricolor vai decidir o regional contra o seu mais tradicional rival. 

Após dois empates em 1 a 1, derrubou o invicto Juventude na cobrança dos tiros livres.

Luís Castro errou a formação do time, isso se viu logo nos primeiros minutos, pois Dodi só pode jogar numa única posição: primeiro volante. Esse lugar estava ocupado por Noriega, enquanto Arthur, o segundo volante, se esforçava demais para a compensação do setor; assim, o coração da equipe ficou enfraquecido e incompleto, e o impacto disso repercutiu no setor ofensivo.

A igualdade no placar seria a consequência do enfrentamento de um time desajustado versus um limitado, embora bem taticamente, mas um lance fortuito, onde a bola escorregou sobre o braço de Viery, possibilitou a diferença do placar do primeiro tempo em cobrança de penalidade máxima.

Castro mudou no intervalo e a "equipa" deslanchou, Gabriel Mec entrou muito bem desentortando o meio, apresentando um futebol inédito na sua fase entre os profissionais, Pavón que era o atacante mais ativo virou um lateral melhor do que João Pedro (e aí fica escancarado o equívoco da vinda de Marcos Rocha), por fim, Enamorado atuando como os velhos pontas direitas, indo ao fundo, forçando a dupla marcação e, de quebra, às vezes, enveredando pelo meio, tudo isso, mudou o panorama da partida.

Ainda assim, o gol veio numa iniciativa pessoal do zagueiro Viery.

Castro deixa claro que defensores antigos e cansados (Marcos Rocha, João Pedro, Balbuena, Kannemann) terão pouco aproveitamento com ele, sendo assim, jovens como Victor Ramon, Pedro Gabriel, Gustavo Martins e Viery ganharão espaço entre os titulares.

Se os argentinos Perez e Nardoni "vingarem", mais Enamorado, Roger, Gabriel Mec, Jeferson, Tiago, recuará bastante a média de idade.

Finalizando, o campeonato regional servirá para isso, mas se o título vier, nenhum gremista ficará brabo.


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Opinião



Pressão relativizada 


É a notícia que mais se associa ao Grêmio na parada que vai ter no final de semana: "Tricolor jogará pressionado".

Assino um jornal da capital e me impressiono com a "coisa" escancarada, parecendo ser estrategicamente direcionada para o caos gremista na forma da informação apresentada, isto é, tem uma ótica pessimista ou crítica negativa. A notícia não vem asséptica, vem contaminada.

- Cuellar e Monsalve na folga concedida pelo clube (Carnaval carioca).

- Amuzu e o "problema" que o Ramadã pode causar no seu aproveitamento.

- Especulações sobre a forma indevida de abordagem do clube na busca por um lateral direito (Vasco da Gama).

- Colombianos reclamam do atraso de pagamento na vinda de Enamorado.

- Weverton tem muito boa média de defesas nas disputas por tiros livres, MAS, geralmente, seu clube sai delas desclassificado.

Fico nessas que são mais recentes, porém, uma busca mais acurada deve dar um manancial interessante para corroborar a tese da IVI.

De qualquer forma, a pressão deve ser relativizada por nós. Ela existe dentro do clube pelo seu tamanho e tradição, no entanto, dentro do gramado do Alfredo Jaconi, o time deve entrar concentrado, mas livre do peso da pressão, afinal, ele não está desclassificado no momento do trilar do apito inicial do confronto.

O que escrevo não tem relação com a estratégia de Luís Castro, ou seja, se ele vai esperar o adversário ou exercer marcação alta, enfim, a forma tática que será utilizada em campo. Refiro-me à questão anímica, à psicológica. Ele precisa ficar blindado com a ideia de que tentam fazer crer que o time está acuado, abatido, que vai ter que subir um "Everest" para conquistar a vaga.

Pode não superar, entretanto, só no fim saberemos.

Mais uma vez, o jornalismo esportivo dá mostras de quanto ele se farda numa hora destas.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Opinião



A Nefasta Cultura que busca o Épico 

Pode um time de mesma hierarquia na competição, jogando no campo do adversário, vencendo por 2 a 0, logo aos 14 minutos do primeiro tempo, ao ver o oponente perdido, golear? Claro que não!

Se isto ocorrer, isto é, meter 3 ou 4 gols, vencer de forma incontestável, o que vão pensar? Que a partida foi mamão com açúcar, aí, não vale. Não é um triunfo épico, o jeito é recuar, imediatamente e "negociar" três pontos garantidos por risco de um 2 a 1 apertado, uma resistência de heróis, daquelas em que o grupo teve que suar sangue, ralar muito, arrastar a bunda na grama, etc. Existem várias expressões para justificar isso.

Pois bem, à exceção de Telê Santana, não conheci treinador que fosse ferrenhamente fiel aos seus princípios, que teve uma derrota histórica em 82, mas que não manchou o seu belo trabalho, nem impediu os mundiais de clubes que vieram em sequência na década seguinte.

Há casos esporádicos com outros técnicos, mas, óbvio, por serem bissextos, não dá para considerar como característica de suas biografias.

Para ilustrar, eu lembro de um Grenal em 2009, ocasião em que o Tricolor perdia, Alex Mineiro empatou e, dois minutos passados do gol, o treinador sacou um ala ofensivo e botou Héverton, um ex-júnior, que andou pelo São José, para "reforçar" a defesa no melhor momento do Grêmio no clássico: Resultado: perdeu por 2 a 1.

Esta tarde, outro exemplo, vi o Inter SM abrir 2 a 0 em Bagé, diante do Guarany, com toque de bola, bons passes, controle do jogo. O que aconteceu? Recuou, recuou e recuou.

O Guarany, com apenas uma jogada, bola levantada na área, a zaga retirava, ela caía para os meio-campistas colorados que, embora sós, preferiam dar um bico para as laterais do campo e vibrar como se fosse um gol,  do que armar possíveis contra ataques.

Como terminou? O "Índio" da fronteira, com 3 de seus zagueiros titulares fora + um atacante lesionado e com apenas 5 no banco de reservas, virou para 3 a 2.

O que aconteceu depois da virada? O Coirmãozinho Santa-mariense voltou a atacar, mas já era tarde.

Tenho certeza de que essa desistência da vitória com largo placar construída antes dos 15 minutos iniciais não veio apenas pela cabeça do técnico estreante, William Campos (bom treinador), mas dessa irrefreável e nefanda ideia de tornar uma partida fácil em algo a ser lembrado com heroísmo; uma jornada épica.

Infelizmente, o que ocorreu no Estádio Estrela Dalva, nós, gremistas, colorados, corintianos, flamenguistas, atleticanos, etc... já presenciamos na história de nossos clubes.

É um vírus de muito contágio.

domingo, 15 de fevereiro de 2026

Opinião




Grêmio se complica diante do Ju

E a vitória esperada não veio na Arena. O Grêmio apresentou defeitos antigos e outros mais recentes, mesmo com mudanças nominais no time. Complicou-se no Gauchão, embora nada esteja perdido.

Algumas dúvidas e determinadas certezas:

- João Pedro é a nova versão de Fábio, lateral direito que não conseguia realizar duas partidas completas. Não se pode contar com ele.

- A minha convicção é que ponteiros invertidos são "infrutíferos" no resultado final, ainda que muitos (técnicos, torcida e imprensa) valorizem momentos esporádicos de um chute perigoso, geralmente, que não resulta em gol o passe decisivo.

- Enamorado confirmou essa tese. Foi mais à linha de fundo com facilidade (por ser destro) do que Alysson Edward, ano passado, e Tetê, agora.

- Tetê também renovou a minha ideia de que um atleta com o seu potencial não pode ficar "confinado" na extrema do gramado. Ainda mais, se for o lado direito. Fez gol dentro da área, aparando cruzamento. Pode ser parceiro de Vinícius no ingresso na área. Precisa "flutuar" atrás dos volantes, à frente dos beques.

- O Grêmio erra em muitas coisas, em especial, no setor defensivo, porém, um time que tem um centroavante de grande poder de finalização, não pode matá-lo à míngua como ocorreu em São Paulo e hoje, em Porto Alegre. Castro tem que priorizar o abastecimento de Carlos Vinícius a toda hora.

- A marcação frouxa, que permitiu a um zagueiro (Gabriel Pinheiro) dar um lançamento de mestre para o lateral, que entrou livre, leve e solto na cara do goleiro, é outro ponto a ser corrigido nesta semana cheia que o técnico terá. O furo não está apenas na "cozinha".

- Jeferson Forneck tem futuro no Grêmio, Gabriel Mec, neste momento, será mais útil ao clube, se for transacionado para a Europa. São escolhas, infelizmente.

- O Tricolor escapou de uma derrota vexatória pela defesa fundamental de Weverton, o maior acerto desta Direção.

- Ainda que Luís Castro esteja repetindo a trajetória de Gustavo Quinteros, sigo acreditando que vale a pena apostar no português.

Mas é uma dura forma de torcer para o Grêmio.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Opinião



Grêmio: Gauchão começa agora 

Tudo bem, os jogos anteriores serviram para definir a ordem de mandante nas fases seguintes.

Porém, nunca se sabe se isto é uma vantagem, visto que um resultado elástico na partida de ida pode inviabilizar a classificação para a próxima fase ou a decisão (título), se for passar pelas semifinais.

Grêmio e Inter têm mais tradição, maiores investimentos, maiores torcidas, comissões técnicas de mais peso que Ypiranga e Juventude, então, eles arrancam em vantagem.

Eventuais desfalques como Noriega no Tricolor têm menores impactos do que qualquer ausência de atleta dos clubes de Erechim e Caxias do Sul.

Sobre a pressão que sofre o Tricolor, dá para dizer que é mais do que natural, pois, mesmo com o desconto de ser um trabalho incipiente ainda, não dá para aceitar de forma passiva 11 gols sofridos contra os quatro adversários de mesma hierarquia (Inter, Flu, Bota e São Paulo).

Independente dos nomes escolhidos para compor os 11, Luís Castro precisa (para sobreviver no clube) estancar o número de bolas nas redes gremistas. 

A sua caminhada depende, por imposição, de debelar os gols sofridos em profusão. Nem sempre os resultados serão 5 a 3 ou algo deste tipo.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Opinião




Grêmio péssimo perde a segunda fora de casa 

O desempenho que o Grêmio apresentou pode ser considerado o pior da temporada. Dá para escolher o que mais pesou, mas é uma parada complicada: má escalação inicial, performances individuais, estado anímico ou tudo isso.

Este São Paulo, apesar dos últimos bons resultados, não é um time harmônico. Tem um baita meio-campista, Marcos Antônio, bom tecnicamente, que ainda por cima jogou sozinho, sem marcação, um passeio no setor mais importante de uma partida de futebol, porém, a defesa é frágil.

Castro errou feio quando apostou em Edenílson e seguiu errando quando buscou alternativas em Pavón e André Henrique, mais tarde. 

Tentou arrumar ainda no primeiro tempo, mas a expulsão há 1 minuto de segundo tempo com placar adverso (aliás, um pênalti inexistente), ampliou as dificuldades e o Tricolor escapou de uma goleada histórica, pelo menos, um 4 a 0, não seria nada injusto.

São três partidas no Brasileirão e o time levou 7 (sete) gols, a defesa está uma peneira. Do quarteto defensivo escapou Balbuena. Os laterais foram batidos sempre, Wagner Leonardo, que fazia bom jogo, comprometeu demais na arrancada da etapa final, no entanto, a desorganização dos defensores foi um dos pontos mais relevantes desta derrota. Vazou demais.

Na frente, quem fosse apresentado hoje ao trio Tetê, Vinícius e Amuzu, diria que se tratava de um ataque de "asma". Melhorou minimamente com Enamorado, mas André Henrique é "piada".

Considerar mais sobre esta derrota é perda de tempo, o negócio é olhar para frente com o que restou dela, ou seja, a primeira missão de Castro é ajustar o setor defensivo, seja utilizando novos nomes, seja incluindo um volante mais posicionado, talvez, uma recomposição mais efetiva dos extremas na parte de proteção dos laterais. Ou o pacote todo.

É evidente que é início de trabalho, outros clubes estão sofrendo em seus estaduais e nas primeiras rodadas do Brasileirão, entretanto, as escolhas de Luís Castro para formar e reformar o time principal trazem preocupação pela insistência em jogadores comprovadamente inaptos ou inadaptados no clube.

É certo que atletas estão chegando, mas o time tem que apresentar progressos táticos, isto é, se houver erros que sejam pela falta de qualidade dos executantes, não pelo coletivo. Para exemplificar: Alan Patrick desfilou no Clássico, esta noite, Marcos Antônio, idem, onde estava a marcação em toda a partida? Não são equívocos individuais. Já vi muitos jogadores limitados anularem as estrelas dos adversários num time ajustado. É coletivo!

Esse fiasco desta noite tem várias assinaturas. A maior é lusitana.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Opinião



Convicção, apesar da amostragem 

É uma palavrinha usada e desgastada na boca de oportunistas, tipo: "Futebol se faz com convicção". Tem muito dirigente que a utiliza sempre que pode, porém, a prática o desmente a cada ação realizada.

Mas, ela é fantástica, é saudável, desde que o caminho a ser percorrido seja o mais adequado possível. Eu, realmente, acredito em convicção para o êxito de um trabalho.

Vejam o caso do Grêmio e o que exponho há tempos no blog:

- Pedi e recebi um treinador estrangeiro com uma bagagem repleta de bons trabalhos.

- Pedi e recebi um goleiro excepcional, muito acima da média dos anteriores que o clube contratou e no Brasil, desconfio que ainda seja o melhor.

- Recebi, sem pedir, mas feliz por ter vindo, Tetê, jogador que elogio desde o tempo que vi no grupo de transição.

- Tudo bem, tem dirigente que tem mais fama do que merece e está de volta. Paciência. Nem tudo é perfeito.

Então, esperarei pela chegada do sucesso do trabalho desta Direção.

Só trocaria o treinador em casos como a presença de tomadas de decisão incompreensíveis ou na hipótese de risco de rebaixamento no Brasileirão, quando aí, a mudança se imporá sobre todos os argumentos por uma manutenção.

Por isso, as críticas que farei, se forem necessárias, não terão a intenção de derrubar Luiz Castro. Somente nas duas condições descritas nas linhas acima.

Romper com modelos arcaicos e insuficientes demanda tempo, na maioria das vezes.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Opinião



Vitória com riscos desnecessários 

Venceu e está classificado. Isso é fato. Fato principal.

Mas, o Grêmio não precisava correr riscos que quase puseram em risco a classificação ou, pelo menos, uma classificação com o drama dos tiros livres.

Começo dando os méritos para Rogério Zimmermann, que ajeitou o time do NH e deu a ele a formatação adequada para esse enfrentamento. O Nóia tem técnico.

E para corroborar essa afirmação, eu vi Inter SM x Avenida, 1 a 1, e o time de Santa Maria não é inferior ao de Novo Hamburgo, a diferença está no comando técnico. Basta ver que os três melhores jogadores do "Interzinho", Michel, Jarro e Vitor Jr., estavam no banco. Fosse com Zimmermann, o clube de Santa Maria estaria noutra prateleira neste Gauchão.

Voltando: Luís Castro comete o mesmo equívoco de outros treinadores, qual seja, olhar para o grupo e concluir que Cristaldo, que está há três temporadas no Grêmio, merece chances. O português imagina "recuperar" o futebol do argentino. E "La nave va!"

Esta decisão da tarde/noite demonstrou que essa tentativa (Cristaldo, Aravena) é frustrante e fadada ao fracasso. Com a expulsão de Noriega, o time ficou com "nove", porque Aravena e Cristaldo dão uma contribuição medíocre, que transforma 2 em 1.

O Grêmio foi salvo da igualdade no placar pela intervenção decisiva de Weverton na última bola do jogo. Um tapa decisivo para escanteio.

De bom, além da classificação, as atuações seguras de Wagner Leonardo e Caio Paulista e o primeiro tempo de Willian.

Castro mexeu mal e tornou o segundo tempo um jogo indefinido. A lógica recomendava a troca "pura e simples" de Roger (que foi mal) por Enamorado, mantendo Willian no meio e Amuzu na esquerda. Com o ingresso de Cristaldo, Castro enfraqueceu o meio, anulou o lado esquerdo e pouco ganhou com a troca da esquerda para a direita, do belga.

Resumindo: As causas do placar apertado estão nos méritos de Zimmermann e na forma errada com que Castro viu no gramado.

Por fim, Rafael Klein adquiriu velhos hábitos da arbitragem acomodada, pois em confusões como a que resultou em expulsões não foi corajoso. Exemplificando: podem três de um time dar razão para a expulsão e um de outro time, que os árbitros omissos, optam por expulsar um de cada lado.

Klein se mostrou mais infeliz ainda, porque não identificou os verdadeiros iniciadores da confusão e "brindou" Noriega com um amarelo que deveria ser dado a Jeferson Forneck.

Depois, a falta do peruano e o cartão vermelho.

Finalizando: Valeu a máxima do futebol: - Jogador ruim no elenco, "periga" ser escalado. Desta vez, Cristaldo e Aravena. 

E onde está Tiago Augusto, o Tiaguinho?

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Opinião



Grêmio surpreende o Botafogo 

O clube carioca não leva cinco facilmente, pelo menos nestes dois últimos anos, então, esse placar deve ter causado imensa surpresa aos representantes alvinegros.

Mesmo que o treinador gremista tenha achado o resultado parcial do primeiro tempo injusto, quem assistiu viu que as falhas defensivas gremistas não dão razão ao treinador português.

Foram erros por falta de entrosamento, em especial, dos dois beques e dos primeiros homens do meio. Nem foi pela compleição (física) de Weverton no primeiro gol. A bola muito bem chutada por Arthur Cabral pegou o arqueiro no contrapé, aliás, não vi falha dele em nenhum dos três tentos sofridos, neles os jogadores envolvidos são praticamente os mesmos. Repito, muito menos individuais, muito mais, falta de entrosamento.

Foi a vitória da intensidade, da energia e da qualidade, esta última presente em todos os movimentos de Carlos Vinícius, por exemplo.

Desta vez, os que entraram mudaram o panorama do jogo: Willian, Amuzu, André Henrique e Edenílson jogaram muito. Dodi não comprometeu.

Apareceram as virtudes dos times de Luís Castro, ele mesmo falou que prefere vencer por 5 a 3 do que por 2 a 0.

Agora, a expectativa é pela evolução, pois sempre que se comenta que um time oscila dentro de campo, geralmente, é para justificar queda de rendimento. Ontem, ele oscilou para cima. 

Num dado momento, virá a estabilidade "por cima".

Espero.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Opinião



O Meio 

Amanhã, quarta-feira à noite, o Tricolor tem uma parada difícil na Arena: o Botafogo, que na primeira rodada empurrou 4 a 0 num dos favoritos, o Cruzeiro.

A grande novidade que ele, Grêmio, pode apresentar está na formatação do time e aí, Luís Castro deverá escalar o meio de campo com quatro jogadores.

Arrisco dizer que serão Noriega, Arthur, Tiago Augusto e Willian, deixando o ataque com Vinícius e Tetê.

Atrás: Weverton; João Pedro ou Marcos Rocha, Balbuena, Wagner Leonardo e Marlon.

O resto, o "mental" e a preparação física deverão compensar a defasagem tática que advém do pouco tempo de trabalho na casamata.