Um bilhão de reais
Os quase um bilhão de reais que informam ser a dívida tricolor, à primeira vista, assustam. Realmente, é um valor considerável até para uma instituição como o Grêmio, porque não se viu resultado no principal campo de atuação do clube, o futebol. A grana saiu pelo ralo.
No caso do Imortal, a má gestão do dinheiro justifica os valores elevados, diferente do Flamengo, que quanto mais gasta, mais se aproxima de títulos relevantes.
No entanto, pretensiosamente, afirmo que é um valor administrável, porque o ingresso de valores é generoso para quem tem mais de 8 milhões de torcedores e ativos interessantes.
Neste elenco gremista, eu vejo apenas três atletas "inegociáveis", sejam pelas suas qualidades, sejam pelas posições que atuam: Wéverton, Carlos Vinícius e o jovem Luiz Eduardo.
Os dois primeiros, porque são posições sensíveis no mercado nacional, também, pelo encaixe no time. Já Luiz Eduardo é uma aposta segura e vendê-lo agora representará uma inconsequência, porque, à medida que ele atuar, a sua valorização será diária. É craque. Há outras formas de arrecadar.
Exemplificando: se ele vale o numeral 7, melhor será atingir este 7 com a venda de 2+3+2 (outros zagueiros jovens).
Considerando que Tiago Augusto é o garoto com futebol mais próximo do que joga Arthur (que não ficará), melhor será ir testando o menino na segunda posição do meio de campo e observar o resultado. Outro que, vingando, não poderá sair.
Resumindo: nenhum torcedor lamentará a venda de alguns titulares ou do elenco, se isso, associado a outras medidas como o Naming Rights da Arena, patrocínios, em especial o master, e ideias criativas e eficazes vindas dos gestores, representar a saúde da instituição.









