Renato e a análise fundada
Na mais recente postagem, eu comentei sobre as deficiências de formação (fundamentos) da maioria, diria, grande maioria, dos atletas oriundos de países sul-americanos, nos quais se destacam colombianos, chilenos e equatorianos, especialmente.
Até puxei pela memória e recordei apenas Freddy Rincón e Victor Aristizábal, ambos com sucesso consolidado no futebol brasileiro. Os demais, até mesmo James Rodríguez e Cuéllar, ficaram devendo muito na totalidade do tempo em que atuaram no Brasil.
Fora os dois primeiros, os demais, Erazo, Rentería, Astengo, Escalona e tantos outros, só reforçaram as constatações de Renato Portaluppi, que tomei conhecimento hoje à tarde. Vide Muitos erros.
Ele está coberto de razão; a formação dos jogadores sul-americanos, em sua maior parte, é incompleta (para não dizer deficiente).
Acho muito importante esse detalhe.
Quando os dirigentes gremistas olharem para este mercado, devem estar cientes de que eles terão um período de adaptação, se forem muito jovens, ou descartá-los de vez, quando estiverem há tempos no grupo profissional de suas agremiações de origem. É gato por lebre.
Nessa, eu fecho com Renato.









