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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Opinião



As Oscilações Naturais 

O novo Grêmio indica o aproveitamento da boa safra da base nos últimos anos, além de ser um ótimo investimento dentro de campo, proporciona a possibilidade de bons retornos financeiros e a tão sonhada redução da folha do elenco, que foi causada pela dispensa massiva de vários atletas que não deram retorno técnico ao time.

Esse processo de lançamento de jovens, se não dá para chamar de complexo, apresenta peculiaridades, a maior delas, a oscilação no desempenho, pelo menos, na maioria dos casos, como exemplifico nas linhas seguintes.

Quem estava se destacando nas primeiras apresentações de 2026? Quem pensou em Tiago (Tiaguinho) e Roger, acertou. Quem decepcionava neste curto período? Gabriel Mec e Viery.

Passadas algumas semanas e, salvo uma radical mudança, os primeiros desceram degraus na fila de lançamento para os 11 titulares, enquanto Mec e Viery estão ganhando sequência.

A torcida precisa ter tolerância porque até se firmarem, haverá boas e más jornadas alternadas, mas penso que com Luís Castro o aproveitamento de jovens é um caminho sem volta.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Opinião



Time em construção bate o Galo 

Jogo difícil mesmo com a expulsão de Nathanael (Galo), logo aos 15, 17 minutos e ser no momento, o time mineiro em transição. Vale lembrar que foi conduzido por um treinador interino.

O Grêmio venceu com uma postura mais arrojada, onde a força dos laterais sobressaiu aos demais jogadores ao longo de toda a partida, ainda assim, a bola não chegou à feição para Carlos Vinícius, um artilheiro que repete a seca que se abateu por um tempo sobre Luizito Suárez em 2023, logo superada e pouco lembrada.

O elenco está sendo reformulado, alguns ainda não estrearam (Léo Perez), Nardoni se apresentou pela primeira vez e a amostragem indica ser um bom jogador com movimentação na zona mais conflitada de futebol (o meio de campo).

Nitidamente, o Tricolor está em construção. A zaga, agora, veloz, carece de técnica em alguns momentos e apresenta vacilos graves, como o gol fortuito do Atlético Mineiro. É uma preocupação para os dois clássicos.

A ausência de Arthur será sempre sentida, mesmo com a boa performance de Noriega, Mec e Nardoni. Aliás, Mec começou muito bem, ousado, combinando bem com Pavón e Enamorado pelo lado direito. Na esquerda, Amuzu ainda está abaixo do que se espera de alguém que atravessou o Atlântico numa transação cara.

Enamorado alterna boas jogadas com outras equivocadas, que me trazem à mente uma definição antiga para determinados atletas: "Ciscadores". Tem coragem, velocidade e bom drible. Deve evoluir. 

Agrada-me a colocação de um ponta destro na direita.

Pela primeira vez no ano, tive a impressão de que o Grêmio que veremos em 2026 e 27 está sendo construído a partir da disponibilidade do elenco e de uma "ideia" de futebol.

O maior destaque foi Marlon, seguido por Noriega e Pavón. Jeferson Forneck, idem. Roger desperdiçou mais uma chance, mas é novo, vai oscilar.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Opinião



Gabriel Mec 

Aqui está um que ia desistindo do menino de 17 anos, Gabriel Mec.

Cheguei a sugerir a venda dele, enquanto tinha a fama de futuro craque ao seu lado, pois, ontem, na segunda etapa, o futebol que se espera dele surgiu forte e poderia até ser maior o impacto, se uma daquelas bolas chutadas com efeito "procurante", achasse o caminho das redes caxienses.

Pela transmissão do Premiere, um dos analistas ou repórteres salientou a fala de Castro pedindo para Mec ir para cima sem medo, não como bronca, mas um incentivo de "Mister" e ele assim o fez.

Lógico, são só 45 minutos, porém, o adversário, à exceção do Inter, é o mais qualificado do interior, como time e como instituição. Além disso, com a complacência absurda do árbitro Klein, sem usar de uma violência "explícita", a equipe alviverde se fartou em bater naquele método tão característico de equipes menores de praticar um rodízio de faltas, em especial, no camisa 8, Arthur, que, incrivelmente, após perder a paciência, recebeu o primeiro amarelo do jogo (se não me engano).

Se Mec ou Jeferson Forneck confirmarem as expectativas de todos, o clube poderá ter no elenco o tão esperado armador.

 Aliás, armadores que entram na área com frequência.


domingo, 22 de fevereiro de 2026

Opinião



Tiros livres colocam o Grêmio na final do Gauchão 

O resumo da tarde em Caxias do Sul: o Tricolor vai decidir o regional contra o seu mais tradicional rival. 

Após dois empates em 1 a 1, derrubou o invicto Juventude na cobrança dos tiros livres.

Luís Castro errou a formação do time, isso se viu logo nos primeiros minutos, pois Dodi só pode jogar numa única posição: primeiro volante. Esse lugar estava ocupado por Noriega, enquanto Arthur, o segundo volante, se esforçava demais para a compensação do setor; assim, o coração da equipe ficou enfraquecido e incompleto, e o impacto disso repercutiu no setor ofensivo.

A igualdade no placar seria a consequência do enfrentamento de um time desajustado versus um limitado, embora bem taticamente, mas um lance fortuito, onde a bola escorregou sobre o braço de Viery, possibilitou a diferença do placar do primeiro tempo em cobrança de penalidade máxima.

Castro mudou no intervalo e a "equipa" deslanchou, Gabriel Mec entrou muito bem desentortando o meio, apresentando um futebol inédito na sua fase entre os profissionais, Pavón que era o atacante mais ativo virou um lateral melhor do que João Pedro (e aí fica escancarado o equívoco da vinda de Marcos Rocha), por fim, Enamorado atuando como os velhos pontas direitas, indo ao fundo, forçando a dupla marcação e, de quebra, às vezes, enveredando pelo meio, tudo isso, mudou o panorama da partida.

Ainda assim, o gol veio numa iniciativa pessoal do zagueiro Viery.

Castro deixa claro que defensores antigos e cansados (Marcos Rocha, João Pedro, Balbuena, Kannemann) terão pouco aproveitamento com ele, sendo assim, jovens como Victor Ramon, Pedro Gabriel, Gustavo Martins e Viery ganharão espaço entre os titulares.

Se os argentinos Perez e Nardoni "vingarem", mais Enamorado, Roger, Gabriel Mec, Jeferson, Tiago, recuará bastante a média de idade.

Finalizando, o campeonato regional servirá para isso, mas se o título vier, nenhum gremista ficará brabo.


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Opinião



Pressão relativizada 


É a notícia que mais se associa ao Grêmio na parada que vai ter no final de semana: "Tricolor jogará pressionado".

Assino um jornal da capital e me impressiono com a "coisa" escancarada, parecendo ser estrategicamente direcionada para o caos gremista na forma da informação apresentada, isto é, tem uma ótica pessimista ou crítica negativa. A notícia não vem asséptica, vem contaminada.

- Cuellar e Monsalve na folga concedida pelo clube (Carnaval carioca).

- Amuzu e o "problema" que o Ramadã pode causar no seu aproveitamento.

- Especulações sobre a forma indevida de abordagem do clube na busca por um lateral direito (Vasco da Gama).

- Colombianos reclamam do atraso de pagamento na vinda de Enamorado.

- Weverton tem muito boa média de defesas nas disputas por tiros livres, MAS, geralmente, seu clube sai delas desclassificado.

Fico nessas que são mais recentes, porém, uma busca mais acurada deve dar um manancial interessante para corroborar a tese da IVI.

De qualquer forma, a pressão deve ser relativizada por nós. Ela existe dentro do clube pelo seu tamanho e tradição, no entanto, dentro do gramado do Alfredo Jaconi, o time deve entrar concentrado, mas livre do peso da pressão, afinal, ele não está desclassificado no momento do trilar do apito inicial do confronto.

O que escrevo não tem relação com a estratégia de Luís Castro, ou seja, se ele vai esperar o adversário ou exercer marcação alta, enfim, a forma tática que será utilizada em campo. Refiro-me à questão anímica, à psicológica. Ele precisa ficar blindado com a ideia de que tentam fazer crer que o time está acuado, abatido, que vai ter que subir um "Everest" para conquistar a vaga.

Pode não superar, entretanto, só no fim saberemos.

Mais uma vez, o jornalismo esportivo dá mostras de quanto ele se farda numa hora destas.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Opinião



A Nefasta Cultura que busca o Épico 

Pode um time de mesma hierarquia na competição, jogando no campo do adversário, vencendo por 2 a 0, logo aos 14 minutos do primeiro tempo, ao ver o oponente perdido, golear? Claro que não!

Se isto ocorrer, isto é, meter 3 ou 4 gols, vencer de forma incontestável, o que vão pensar? Que a partida foi mamão com açúcar, aí, não vale. Não é um triunfo épico, o jeito é recuar, imediatamente e "negociar" três pontos garantidos por risco de um 2 a 1 apertado, uma resistência de heróis, daquelas em que o grupo teve que suar sangue, ralar muito, arrastar a bunda na grama, etc. Existem várias expressões para justificar isso.

Pois bem, à exceção de Telê Santana, não conheci treinador que fosse ferrenhamente fiel aos seus princípios, que teve uma derrota histórica em 82, mas que não manchou o seu belo trabalho, nem impediu os mundiais de clubes que vieram em sequência na década seguinte.

Há casos esporádicos com outros técnicos, mas, óbvio, por serem bissextos, não dá para considerar como característica de suas biografias.

Para ilustrar, eu lembro de um Grenal em 2009, ocasião em que o Tricolor perdia, Alex Mineiro empatou e, dois minutos passados do gol, o treinador sacou um ala ofensivo e botou Héverton, um ex-júnior, que andou pelo São José, para "reforçar" a defesa no melhor momento do Grêmio no clássico: Resultado: perdeu por 2 a 1.

Esta tarde, outro exemplo, vi o Inter SM abrir 2 a 0 em Bagé, diante do Guarany, com toque de bola, bons passes, controle do jogo. O que aconteceu? Recuou, recuou e recuou.

O Guarany, com apenas uma jogada, bola levantada na área, a zaga retirava, ela caía para os meio-campistas colorados que, embora sós, preferiam dar um bico para as laterais do campo e vibrar como se fosse um gol,  do que armar possíveis contra ataques.

Como terminou? O "Índio" da fronteira, com 3 de seus zagueiros titulares fora + um atacante lesionado e com apenas 5 no banco de reservas, virou para 3 a 2.

O que aconteceu depois da virada? O Coirmãozinho Santa-mariense voltou a atacar, mas já era tarde.

Tenho certeza de que essa desistência da vitória com largo placar construída antes dos 15 minutos iniciais não veio apenas pela cabeça do técnico estreante, William Campos (bom treinador), mas dessa irrefreável e nefanda ideia de tornar uma partida fácil em algo a ser lembrado com heroísmo; uma jornada épica.

Infelizmente, o que ocorreu no Estádio Estrela Dalva, nós, gremistas, colorados, corintianos, flamenguistas, atleticanos, etc... já presenciamos na história de nossos clubes.

É um vírus de muito contágio.

domingo, 15 de fevereiro de 2026

Opinião




Grêmio se complica diante do Ju

E a vitória esperada não veio na Arena. O Grêmio apresentou defeitos antigos e outros mais recentes, mesmo com mudanças nominais no time. Complicou-se no Gauchão, embora nada esteja perdido.

Algumas dúvidas e determinadas certezas:

- João Pedro é a nova versão de Fábio, lateral direito que não conseguia realizar duas partidas completas. Não se pode contar com ele.

- A minha convicção é que ponteiros invertidos são "infrutíferos" no resultado final, ainda que muitos (técnicos, torcida e imprensa) valorizem momentos esporádicos de um chute perigoso, geralmente, que não resulta em gol o passe decisivo.

- Enamorado confirmou essa tese. Foi mais à linha de fundo com facilidade (por ser destro) do que Alysson Edward, ano passado, e Tetê, agora.

- Tetê também renovou a minha ideia de que um atleta com o seu potencial não pode ficar "confinado" na extrema do gramado. Ainda mais, se for o lado direito. Fez gol dentro da área, aparando cruzamento. Pode ser parceiro de Vinícius no ingresso na área. Precisa "flutuar" atrás dos volantes, à frente dos beques.

- O Grêmio erra em muitas coisas, em especial, no setor defensivo, porém, um time que tem um centroavante de grande poder de finalização, não pode matá-lo à míngua como ocorreu em São Paulo e hoje, em Porto Alegre. Castro tem que priorizar o abastecimento de Carlos Vinícius a toda hora.

- A marcação frouxa, que permitiu a um zagueiro (Gabriel Pinheiro) dar um lançamento de mestre para o lateral, que entrou livre, leve e solto na cara do goleiro, é outro ponto a ser corrigido nesta semana cheia que o técnico terá. O furo não está apenas na "cozinha".

- Jeferson Forneck tem futuro no Grêmio, Gabriel Mec, neste momento, será mais útil ao clube, se for transacionado para a Europa. São escolhas, infelizmente.

- O Tricolor escapou de uma derrota vexatória pela defesa fundamental de Weverton, o maior acerto desta Direção.

- Ainda que Luís Castro esteja repetindo a trajetória de Gustavo Quinteros, sigo acreditando que vale a pena apostar no português.

Mas é uma dura forma de torcer para o Grêmio.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Opinião



Grêmio: Gauchão começa agora 

Tudo bem, os jogos anteriores serviram para definir a ordem de mandante nas fases seguintes.

Porém, nunca se sabe se isto é uma vantagem, visto que um resultado elástico na partida de ida pode inviabilizar a classificação para a próxima fase ou a decisão (título), se for passar pelas semifinais.

Grêmio e Inter têm mais tradição, maiores investimentos, maiores torcidas, comissões técnicas de mais peso que Ypiranga e Juventude, então, eles arrancam em vantagem.

Eventuais desfalques como Noriega no Tricolor têm menores impactos do que qualquer ausência de atleta dos clubes de Erechim e Caxias do Sul.

Sobre a pressão que sofre o Tricolor, dá para dizer que é mais do que natural, pois, mesmo com o desconto de ser um trabalho incipiente ainda, não dá para aceitar de forma passiva 11 gols sofridos contra os quatro adversários de mesma hierarquia (Inter, Flu, Bota e São Paulo).

Independente dos nomes escolhidos para compor os 11, Luís Castro precisa (para sobreviver no clube) estancar o número de bolas nas redes gremistas. 

A sua caminhada depende, por imposição, de debelar os gols sofridos em profusão. Nem sempre os resultados serão 5 a 3 ou algo deste tipo.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Opinião




Grêmio péssimo perde a segunda fora de casa 

O desempenho que o Grêmio apresentou pode ser considerado o pior da temporada. Dá para escolher o que mais pesou, mas é uma parada complicada: má escalação inicial, performances individuais, estado anímico ou tudo isso.

Este São Paulo, apesar dos últimos bons resultados, não é um time harmônico. Tem um baita meio-campista, Marcos Antônio, bom tecnicamente, que ainda por cima jogou sozinho, sem marcação, um passeio no setor mais importante de uma partida de futebol, porém, a defesa é frágil.

Castro errou feio quando apostou em Edenílson e seguiu errando quando buscou alternativas em Pavón e André Henrique, mais tarde. 

Tentou arrumar ainda no primeiro tempo, mas a expulsão há 1 minuto de segundo tempo com placar adverso (aliás, um pênalti inexistente), ampliou as dificuldades e o Tricolor escapou de uma goleada histórica, pelo menos, um 4 a 0, não seria nada injusto.

São três partidas no Brasileirão e o time levou 7 (sete) gols, a defesa está uma peneira. Do quarteto defensivo escapou Balbuena. Os laterais foram batidos sempre, Wagner Leonardo, que fazia bom jogo, comprometeu demais na arrancada da etapa final, no entanto, a desorganização dos defensores foi um dos pontos mais relevantes desta derrota. Vazou demais.

Na frente, quem fosse apresentado hoje ao trio Tetê, Vinícius e Amuzu, diria que se tratava de um ataque de "asma". Melhorou minimamente com Enamorado, mas André Henrique é "piada".

Considerar mais sobre esta derrota é perda de tempo, o negócio é olhar para frente com o que restou dela, ou seja, a primeira missão de Castro é ajustar o setor defensivo, seja utilizando novos nomes, seja incluindo um volante mais posicionado, talvez, uma recomposição mais efetiva dos extremas na parte de proteção dos laterais. Ou o pacote todo.

É evidente que é início de trabalho, outros clubes estão sofrendo em seus estaduais e nas primeiras rodadas do Brasileirão, entretanto, as escolhas de Luís Castro para formar e reformar o time principal trazem preocupação pela insistência em jogadores comprovadamente inaptos ou inadaptados no clube.

É certo que atletas estão chegando, mas o time tem que apresentar progressos táticos, isto é, se houver erros que sejam pela falta de qualidade dos executantes, não pelo coletivo. Para exemplificar: Alan Patrick desfilou no Clássico, esta noite, Marcos Antônio, idem, onde estava a marcação em toda a partida? Não são equívocos individuais. Já vi muitos jogadores limitados anularem as estrelas dos adversários num time ajustado. É coletivo!

Esse fiasco desta noite tem várias assinaturas. A maior é lusitana.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Opinião



Convicção, apesar da amostragem 

É uma palavrinha usada e desgastada na boca de oportunistas, tipo: "Futebol se faz com convicção". Tem muito dirigente que a utiliza sempre que pode, porém, a prática o desmente a cada ação realizada.

Mas, ela é fantástica, é saudável, desde que o caminho a ser percorrido seja o mais adequado possível. Eu, realmente, acredito em convicção para o êxito de um trabalho.

Vejam o caso do Grêmio e o que exponho há tempos no blog:

- Pedi e recebi um treinador estrangeiro com uma bagagem repleta de bons trabalhos.

- Pedi e recebi um goleiro excepcional, muito acima da média dos anteriores que o clube contratou e no Brasil, desconfio que ainda seja o melhor.

- Recebi, sem pedir, mas feliz por ter vindo, Tetê, jogador que elogio desde o tempo que vi no grupo de transição.

- Tudo bem, tem dirigente que tem mais fama do que merece e está de volta. Paciência. Nem tudo é perfeito.

Então, esperarei pela chegada do sucesso do trabalho desta Direção.

Só trocaria o treinador em casos como a presença de tomadas de decisão incompreensíveis ou na hipótese de risco de rebaixamento no Brasileirão, quando aí, a mudança se imporá sobre todos os argumentos por uma manutenção.

Por isso, as críticas que farei, se forem necessárias, não terão a intenção de derrubar Luiz Castro. Somente nas duas condições descritas nas linhas acima.

Romper com modelos arcaicos e insuficientes demanda tempo, na maioria das vezes.