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domingo, 20 de setembro de 2026

Opinião



Grêmio segura o Palmeiras 

Assisti apenas ao primeiro tempo ao vivo; mais tarde, vi os melhores momentos e constatei tudo o que os jornais estão salientando. O Grêmio suportou bem o enfrentamento contra o melhor time tático do campeonato (individualmente, acho que o Flamengo está mais bem servido). 

Renato mexeu nos 11 iniciais e, pelo menos, o time fez uma apresentação decente. O trio de zagueiros, mesmo sem entrosamento, tornou a defesa mais sólida.

Amuzu esteve bem e os gols perdidos ocorreram para ambos os lados. O ponto negativo é o volante Noriega; ele está fazendo hora extra entre os titulares. Se Danilo Barbosa jogar menos, então nem deveria ter vindo. 

Pelo compacto da partida, vi que a derrota foi evitada pela grande (mais uma) atuação de Weverton.

Não deverá ser chamado de "milagreiro", porque, pela banalização da expressão, não faz sentido essa classificação para ele. Qualquer meia-boca vira "santo".

Por fim, quem faz um jogo convincente contra o Palmeiras, único vivo na Copa do Brasil, Brasileirão e Libertadores da América, tem o direito de sonhar com a permanência na Série A.

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Opinião



A Bola tem que chegar para Carlos Vinícius 

Havia rascunhado o título da postagem, quando li que Renato quer a bola chegando no centroavante gremista. É simples.

Se ele (Vinícius) for "abastecido", vira um Jardel. Poucos clubes no Brasil têm um camisa 9 com números excelentes como o Tricolor possui, então, é jogar a bola para ele. Os pontas têm que ir à linha de fundo, os meias têm que entrar tabelando com o Vini da Pose.

Renato ouviu o grupo. É um excelente começo.

Domingo teremos um bom teste.

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Opinião



Mais um insucesso fora de casa

Assisti apenas aos melhores momentos; nem a etapa final que eu imaginava ver pude.

Foi mais do mesmo, com um aditivo positivo: a busca pelo empate, que não veio no detalhe. É verdade que o adversário estava em seu momento de maior fragilidade, mas o Tricolor perdeu novamente. São 14 jogos fora e zero vitórias.

O Palmeiras se classificou nos tiros livres; passou, assim, para as semifinais da LA. Posso estar "nadando contra a maré", porque enfrentar um dos melhores times do certame neste momento de relaxamento será tarefa um pouco mais leve para o Grêmio. 

Mesmo que haja sempre a briga pelo título com o Flamengo, rotina das últimas edições, o Verdão virá mais "marcha lenta", creio que, juntando a troca de treinador, a mobilização da massa torcedora (+ fator Arena), o Tricolor pode obter uma vitória.

É tarefa árdua, mas, daqui para frente, qual não será?

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Opinião



Novo Começo 

Meio tarde, pela observação do que li e ouvi na mídia mais o sentimento da massa gremista, o Grêmio terá um recomeço em 2026, fora de casa, contra um clube e time em crise, o Botafogo.

Ainda há tempo suficiente para especular algo na Copa do Brasil e sobreviver ao Z4 no Brasileirão. 

Luiz Felipe, parece, não vai inventar, mas taticamente, o Tricolor deve ter um posicionamento mais contido, especulando nos contra-ataques. Também, o estado anímico será outro. Dependendo do resultado de hoje e do efeito Renato, a Arena no domingo deve ultrapassar o número de 40 mil torcedores. Um fenômeno!

Hoje, infelizmente, eu não assistirei, com certeza, à primeira etapa e, talvez, boa parte do segundo tempo; sempre que os jogos são programados para quarta-feira neste horário, eles ficam inviáveis para mim.

Por fim, um feliz aniversário ao Imortal (15-09-26), que, apesar dos caminhos mal-traçados das direções recentes, amplia o amor e admiração de quem o vive intensamente.

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Opinião



O Fator Renato na prática 

Embora desnecessário, pontuo aqui que não gosto dos trabalhos de Renato, mas é evidente que ele tem méritos, senão, não haveria uma legião de admiradores do treinador. Entre eles, estão meus filhos, pois eram adolescentes em 2016 e 2017, então ficam na memória os derradeiros títulos relevantes do clube.

Renato traz neste momento probabilidades de êxito em vários setores na vida do clube. Na prática, ele trará sucesso imediato, mas, como demonstram seus trabalhos recentes em Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama, de pouco fôlego. O gás acaba cedo.

Esta característica poderá ser ótima para o Grêmio; ele não cairá e, dependendo da realidade do Galo em novembro, viabilizará uma vaga para a LA de 2027. Na prática, estaremos no lucro ou evitando um estrago monumental para a temporada que segue.

Na prática, a instituição terá um governante. Renato entra e assume o cargo de primeiro-ministro gremista.

Na prática, o Grêmio terá (por meio do novo técnico) neutralizada ou eliminada as ações do atual gestor de futebol, que só é bom no discurso da banda podre da mídia.

Para robustecer o que escrevo, o treinador já havia postado a notícia de sua contratação, bem antes (ou até agora) da manifestação do clube. Ele até retirou a postagem. Noutro clube, já iniciaria com "ruído na comunicação".

Enfim, para nós que desejamos o sucesso de nosso time/clube, Renato parece ser o mais indicado para este momento de comoção geral.

O problema é o eterno recomeçar com as mesmas ações, que, como sabemos, têm vida curta. Por isso, nesse looping gremista, não saímos do buraco negro das últimas décadas.

Por fim, sucesso a Renato. 

sábado, 12 de setembro de 2026

Opinião




Daqui para a frente, só ratificar o Rebaixamento 

O que escrever? O que tratar? Qual a constatação que se consolida a cada rodada?

Muito pouco. Para mesmas situações, mesmos fatos, a postagem é quase idêntica às anteriores.

Apenas dá para afirmar que o encurtamento para o rebaixamento se realizou. Perder para um clube que está na zona do rebaixamento é, aliás, mais um exemplo de um time que dá um nó tático no Grêmio, pavimentar esse caminho.

As semelhanças entre o atual quadro e as passagens anteriores são muitas: Odorico = Guerra, Pelaipe = Denis Abraão, Castro = Tiago Nunes = Quinteros, contratações caras e insuficientes; então, a conclusão lógica é que a campanha do Grêmio no Brasileiro vai desembocar na Série B.

O que falar sobre o jogo de hoje? Uma goleada para o Vasco não seria um absurdo. Weverton evitou e, taticamente, o time afundou com a lentidão do meio, com o deslocamento do armador (Krovinovich) para o lado, pelas trocas que invariavelmente pioram o time, pelo condicionamento físico deficiente.

Pode haver uma reversão deste quadro, pode? Talvez aí, nós sejamos chamados de corneteiros se o clube avançar na Copa do Brasil, mas eu faço um singelo questionamento: Hojealguém está satisfeito com o momento gremista?

Deixo um extrato da postagem de 24 de agosto:

"Agora, o gerente de futebol que não queria a troca do treinador, citou até exemplos recentes de fracassos nas trocas, deu um "ultimatum" para a coisa melhorar: a decisão contra o Inter e no meio dos confrontos, a Chapecoense em casa. 

Pergunto: E se Castro passar para a semifinal, fica? E se num destes bafejos dos deuses, o Grêmio chegar à decisão e perder? E se estiver irremediavelmente com os dois pés no Z-4, vão demiti-lo depois de estar atolado? XV de Campo Bom, Santo André, Paulista, Brasiliense, Criciúma, Figueirense, todos tem uma história bonita neste tipo de competição. Vale a pena segurar Luis Castro pelo desempenho enganoso na CB?

São situações que podem derrubar um clube, se as medidas urgentes forem proteladas através do "maquio" que o certame de mata-mata apresentar."



sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Opinião



Copa do Mundo até dezembro 

É uma m#rda! A gente entra em 2026 com muita esperança, direção nova, um treinador que recebeu apoio de (quase) todo mundo, jogadores que (quase) todos endossaram e um gerente de futebol que (quase todos e "eu fora") apoiaram.

Veio o título regional e vitórias em clássicos, mas, aí, os problemas antigos retornaram. Um presidente omisso, um gerente de futebol falastrão e com pouca resolutividade, um treinador que não consegue dar minimamente um padrão de jogo ao time, vem a parada da Copa. Um unguento para o discurso da comissão técnica: voltam os jogos e o time flerta o tempo todo com o rodapé da tabela do Brasileiro.

Surgem espasmos de alegria concedidos pelo nosso tradicional rival e, assim, vamos nos encaminhando para 2027 com a incerteza de jogar a Série A, com as certezas da saída de Carlos Vinícius e de um ataque pífio, caro, sem perspectivas de reversão do desempenho ou permanência, casos de Amuzu, Enamorado, Tetê e Braithwaite.

O desempenho fora da Arena é o pior desde 2004, o que provoca uma obrigação de vencer 80% dos confrontos na Arena.

O que deixa mais grave o quadro é que, a exemplo de 1991 e 2021, os dirigentes, e aí incluída a comissão técnica, não acreditam no que a tabela demonstra, tanto a classificação quanto os futuros compromissos do certame nacional. Parecem inertes.

Assim, cada partida do Tricolor vira uma decisão de Copa do Mundo, pelo menos, na cabeça da torcida.

A quimera pode ser um golpe de sorte diante do Atlético Mineiro, porém, é algo quase intangível que é melhor não sonhar mesmo com a final da Copa do Brasil. Só um golpe do destino.

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Opinião



O Duto 

Há muitas passagens neste Grêmio recente que são incompreensíveis para os torcedores mais antigos (e até ingênuos), que estão cada vez mais frequentes e difíceis de engolir.

Uma delas, a de maior dificuldade de compreensão, é o não aproveitamento de jovens no time, algo que esteve presente "desde sempre" nas principais conquistas do clube.

Sob o discurso de que é necessária a venda de atletas para manter as contas em dia, promessas da base são rifadas sem ter uma passagem mínima (um ano, um título) no elenco principal. Elas não saem e, pelo visto, não sairão no pôster de alguma conquista. 

Recentemente, Alysson Edward, Viery e Gabriel Mec foram negociados, e eu fico pensando: o que ocorreria com o Tricolor se mantivesse dois ou três craques da base por três anos seguidos?

Que esperança pode ter o torcedor ao ler que o clube contratou a "joia equatoriana" Deymar Borja, renovou com João Bourne e ainda trouxe João Scatolin, do Juventude? Quase nenhuma.

Por quê? Porque parece, e não tem como duvidar, que no clube há um duto que liga/leva direto a base formadora para fora do clube, onde quem tem ingerência (ou interesse) são a diretoria e os empresários. No final da fila vem o clube.

Qualquer pessoa com um mínimo senso crítico sabe que uma das formas de viabilizar uma contabilidade é ter custos abaixo das receitas. Trazendo para o assunto em pauta, contratar bem e somente o necessário é a melhor maneira de equilibrar as finanças.

Lógico, para isso os interesses do clube devem ser prioritários. Inexistir dutos ou tubulações diretas das "categorias de baixo" para o mercado via empresários e afins.

Não se pode pagar mais de dois milhões de reais/mês por um centroavante reserva ou contratar um volante limitadíssimo que não resistiu no elenco mais do que meio ano, retornando para o seu país de origem, só para exemplificar.

Para a massa torcedora, fica confuso aceitar esta nova forma de gerir o clube.

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Opinião



O Grêmio vai cair 

Mantida a situação do futebol sob o comando de Pelaipe e Luís Castro, o Tricolor vai ser rebaixado.

Não há nenhuma outra conclusão racional que substitua esta; basta ver o desempenho fora de casa, que é de 10%, porque os dois últimos jogos do Grêmio (e é onde o rebaixamento vai se definir) são fora de casa, contra Santos e Corinthians.

O Vitória é muito fraco. Sabem o que pode ser pior? O Vitória desfalcado de nove jogadores.

 O Tricolor perdeu para o Vitória, que vinha de quatro derrotas seguidas; constrangido, o treinador colocou o cargo à disposição, a direção não aceitou.

E dentro de campo? Tetê deve ser colocado para treinar em Eldorado do Sul; Enamorado tem problemas cognitivos. Só isso. É aquele jogador que tem a bola em cima da linha lateral pelo lado esquerdo e tenta o drible para o lado... esquerdo. 

Hoje era dia para colocar Tetê na ponta esquerda e Pavón na direita. Não ia dar certo? Provavelmente, não daria, mas o Pavón rende mais pela direita e um cara de pé esquerdo no lado esquerdo.

O Grêmio só não está no Z4 porque o goleiro vem salvando e, quando falha (a cabeçada desta noite foi dentro da pequena área), o time perde.

Não há mecânica de jogo; a vitória no clássico pela Copa do Brasil me remeteu ao fantasma do rebaixamento de 1991, quando decidiu a competição, perdeu e caiu no Brasileirão. Por isso, o Santos perdeu de ganhar de cinco no Beira-Rio. Hoje, o Coirmão não é referência.

E o Vasco está na semifinal; a CB serve de parâmetro?

Chega por hoje. Tem que trocar agora ou cai.

Opinião



Hora da Confirmação 

Esta noite é uma incógnita para mim: O Grêmio confirmará o novo momento? Vencerá fora de casa?

O clássico deixou muitos fatos positivos. A segurança no arco, a volta da efetividade do centroavante, a versão "ponta esquerda raiz" de Amuzu, o surgimento de um meia que erra poucos passes e entra na área para chutar e, principalmente, a atitude, "a pegada", que sempre esteve presente nos melhores momentos do Tricolor.

Sei que haverá desfalques, mas o adversário está em queda livre, pode ser um fator favorável.

O que não pode ocorrer de modo algum é achar que a excelente performance da quinta-feira não recebeu a colaboração do mau momento vermelho. O Santos comprovou no Beira-Rio que, hoje, o Coirmão não é base para conclusões definitivas sobre a qualidade de seus oponentes.

É preciso avançar e esta noite tem tudo para confirmar a boa fase, apesar das armadilhas em solo baiano.