A Direção tem a maior fatia do Fracasso
Critica-se muito o treinador que tem errado "pra caramba", em especial quando não abre mão de um esquema que tem se mostrado ineficaz e, mais grave, pernicioso para o time.
Ter três atacantes, quando o meio de campo não se impõe com um trio de volantes, é uma desinteligência incompatível com a biografia do mister, que surpreende negativamente até os jogadores do grupo.
E aí entra ou deveria entrar a direção. Não se trata de se intrometer no trabalho do treinador, mas de cobrar um funcionário do clube que é muito bem remunerado para não apresentar um desempenho minimamente satisfatório. Será que ela, a direção, se sente refém do treinador pelo contrato "predador" que fechou com Castro? Será que não pode sugerir mudanças no "coração" de um clube de futebol, isto é, o que ele apresenta nos gramados?
E essa conversa de herança maldita de gestões anteriores? Mas quem contratou Perez, Nardoni, Tetê, Enamorado, Caio Paulista, etc.?
Lógico, tem alguns estrangulamentos, como ter que liberar Arthur (2.800 milhões mensais) e a necessidade de vender Viery, que são ações inevitáveis. Então, antes de ser uma crítica, o que fica é uma constatação: O time enfraqueceu.
O que fica de positivo até agora? O título do Gauchão e a vinda de Weverton. Se mantiver Carlos Vinícius, eu também vou considerar um acerto espetacular. Será que ele fica?
Finalizando, recebi de um amigo, um gremista dos "quatro costados", uma crônica do jornalista Moisés Mendes, que não vou postar o link aqui para não dar margem a interpretações de cunho político ao blog, mas recomendo que pesquisem nos sites (de busca) o artigo dele intitulado "O aparelhamento de um clube de futebol".
Façam isso e entenderão por que o Grêmio de Luiz Carvalho, Foguinho, Telêmaco, Gessy, Renato, Tarciso, Adilson Baptista e principalmente, nosso clube, está à beira de ficar apenas na lembrança, pois irá se transformar noutra "coisa".









