Convicção, apesar da amostragem
É uma palavrinha usada e desgastada na boca de oportunistas, tipo: "Futebol se faz com convicção". Tem muito dirigente que a utiliza sempre que pode, porém, a prática o desmente a cada ação realizada.
Mas, ela é fantástica, é saudável, desde que o caminho a ser percorrido seja o mais adequado possível. Eu, realmente, acredito em convicção para o êxito de um trabalho.
Vejam o caso do Grêmio e o que exponho há tempos no blog:
- Pedi e recebi um treinador estrangeiro com uma bagagem repleta de bons trabalhos.
- Pedi e recebi um goleiro excepcional, muito acima da média dos anteriores que o clube contratou e no Brasil, desconfio que ainda seja o melhor.
- Recebi, sem pedir, mas feliz por ter vindo, Tetê, jogador que elogio desde o tempo que vi no grupo de transição.
- Tudo bem, tem dirigente que tem mais fama do que merece e está de volta. Paciência. Nem tudo é perfeito.
Então, esperarei pela chegada do sucesso do trabalho desta Direção.
Só trocaria o treinador em casos como a presença de tomadas de decisão incompreensíveis ou na hipótese de risco de rebaixamento no Brasileirão, quando aí, a mudança se imporá sobre todos os argumentos por uma manutenção.
Por isso, as críticas que farei, se forem necessárias, não terão a intenção de derrubar Luiz Castro. Somente nas duas condições descritas nas linhas acima.
Romper com modelos arcaicos e insuficientes demanda tempo, na maioria das vezes.








