Muito Ruim
O que dizer de um jogo como o de ontem à noite? O Grêmio que foi abençoado pelo sorteio num grupo de "ninguém", não ganha fora e faz vitória magra em casa.
Luiz Castro começa a se perder e a entrevista pós-jogo dá sinais disso; é verdade que ouvi apenas um trecho dela. Ele novamente escala dois jogadores que atuam superpostos, Dodi e Perez, este último está acelerado demais ou é mesmo desajeitado. Por enquanto, seu estilo é "uma enxadada, uma minhoca"; será um cartão amarelo por partida ou substituição certa, justamente numa posição que os times mexem pouco, a de primeiro volante.
Tudo bem que havia necessidade de preservar alguns (Arthur, Pedro Gabriel, Amuzu), mas o que se viu mostrou um desajuste quase total; salvam-se o goleiro e os beques centrais. Aliás, típico jogo da história recente do clube, ou seja, é superior em relação à pobreza técnica do oponente, porém não traduz em gols; aí vem uma bola "marota" e... gol do adversário. A diferença esteve no arco gremista, por isso, o zero no placar.
A bizarrice de três penalidades mal cobradas pelo mesmo atleta é outro condimento para irritar o torcedor, que assistiu/resistiu até os acréscimos do competente juiz equatoriano.
Por fim, dois fatos gritantes: tirem o Tetê do time, deixem-no tratar dos presumíveis problemas pessoais ou na janela de meio de ano, facilitem a saída dele. Será melhor para todos.
O outro acontecimento: Braithwaite e Carlos Vinícius não se olham, não se falam, não tabelam, apenas se suportam ou é impressão minha?









