O Grêmio que conheci
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| Fonte: Livro Fábio André Koff |
Esta postagem não tem conclusões, é apenas uma rememoração do que era o meu clube. Para isso, recorro aos dois maiores presidentes da sua história. Hélio Volkmer Dourado e Fábio André Koff.
Ambos nasceram em cidades do interior gaúcho: um, médico cirurgião torácico por mais de 30 anos, cadeira na Academia Gaúcha de Medicina; o outro, juiz e desembargador de uma trajetória exitosa, presidente do Clube dos Treze.
Um descendente de alemães, o outro, de sírio-libaneses, admirador da causa Palestina. Um, militante da antiga ARENA, candidato a cargos eletivos, partido do governo no tempo da ditadura militar; o outro atuou no Ministério da Agricultura, a convite de Pedro Simon, e no Governo Gaúcho com o próprio Simon pelo PMDB.
Pois bem, essas duas figuras de carreiras de coincidências e de diferenças atuaram juntas em 1976, naquele momento extremamente crítico do clube em termos de conquistas: um presidente, o outro vice.
Durante suas gestões, em que Koff sucedeu Dourado na presidência, o Tricolor conquistou os maiores títulos de sua trajetória, tanto pela hierarquia do futebol quanto pelo reconhecimento de sua importância como instituição.
Koff e Dourado conviveram juntos na condução do Grêmio e são até hoje os mais festejados presidentes deste clube, que tem mais de 8 milhões de torcedores pelo mundo todo.
É apenas uma lembrança, o Grêmio era assim.










