Quando as Críticas viram Elogios
Estou entre aqueles que acharam a demissão de Castro correta e tardia. O trabalho não deu liga no Grêmio e eu esperava muito. Paciência! Vida que segue.
No entanto, a vida seguiu de uma forma óbvia e insatisfatória com a troca de técnico. O que veio até este momento só deu "pau" em tudo e em todos, do presidente ao elenco. Sobrou para quem contratou, quem foi responsável pela escolha do elenco, pela preparação física e, principalmente, para o antigo "professor", que, segundo o novo responsável, não deixou nada.
É jogador acima do peso; o vestiário virou um "arquipélago", pois há várias ilhas, "bolinhos" de atletas, se comunicando, traduzindo a língua, etc...
Como entendo que Renato não veio para fazer um diagnóstico, muito menos público, do quadro do futebol gremista, e sim para "arrumar" o que estava precisando de conserto, ele não está cumprindo o seu papel.
Aliás, com suas críticas, contraditoriamente, o desempenho ruim de Castro fica amenizado, porque, com toda a análise negativa do atual treinador sobre o que ele encontrou, o português conseguiu reconquistar o Gauchão, ser semifinalista da Copa do Brasil e deixar o clube na zona de permanência do Grêmio no Brasileirão de 2027.
É bem mais do que o que se tem neste final de outubro.










