Grêmio: Gauchão começa agora
Tudo bem, os jogos anteriores serviram para definir a ordem de mandante nas fases seguintes.
Porém, nunca se sabe se isto é uma vantagem, visto que um resultado elástico na partida de ida pode inviabilizar a classificação para a próxima fase ou a decisão (título), se for passar pelas semifinais.
Grêmio e Inter têm mais tradição, maiores investimentos, maiores torcidas, comissões técnicas de mais peso que Ypiranga e Juventude, então, eles arrancam em vantagem.
Eventuais desfalques como Noriega no Tricolor têm menores impactos do que qualquer ausência de atleta dos clubes de Erechim e Caxias do Sul.
Sobre a pressão que sofre o Tricolor, dá para dizer que é mais do que natural, pois, mesmo com o desconto de ser um trabalho incipiente ainda, não dá para aceitar de forma passiva 11 gols sofridos contra os quatro adversários de mesma hierarquia (Inter, Flu, Bota e São Paulo).
Independente dos nomes escolhidos para compor os 11, Luís Castro precisa (para sobreviver no clube) estancar o número de bolas nas redes gremistas.
A sua caminhada depende, por imposição, de debelar os gols sofridos em profusão. Nem sempre os resultados serão 5 a 3 ou algo deste tipo.

Bruxo, precisamos parar com esta história de que o Juventude é um adversário difícil, complicado,etc, etc e etc. Há uma diferença de camisa muito grande(e eu sei perfeitamente bem que camisa não ganha jogo!!!). Portanto o Grêmio tem que entrar em campo com o objetivo único de imposição e provar na prática que é superior. 30 mil torcedores empurrando o time, no mínimo. Meu placar é 02 x 0 ou 03 x 01.
ResponderExcluirPenso o mesmo. É a lógica.
ResponderExcluirNem sempre dá a lógica, mas QUASE sempre dá a lógica.
Bruxo, o mais importante no atual estágio é resultado. Se vier acompanhado de desempenho melhor, se não, que venham pelo menos os resultados. É mais fácil ajeitar as melancias na carroça tendo bons resultados do ficar nessa seqüência nefasta de derrotas ou empates e pressão, a seguir + derrotas/empates e pressão e etc, etc etc. Acaba se tornando um círculo vicioso que afeta o emocional de todos, jogadores, comissão técnica e dirigentes e aí mesmo é que a maionese desanda. Desta maneira, não há trabalho que finque bases e que se consolide.
ResponderExcluirSim.
ResponderExcluirPor isso, mesmo que o esquema preferido de Castro seja mais ofensivo, para ele chegar neste estágio, ele precisa cruzar a ponte, neste caso, colher bons resultados à custa de um setor defensivo mais reforçado.
Perfeito.
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