Copa do Brasil é especialidade do trio
Amanhã, como todas as quartas-feiras às 19 h, eu terei um compromisso na UFSM e perderei a estreia de Mano e Luiz Felipe no torneio. Essa dupla mais o Tricolor, os três têm afinidade com esta Copa. Venceram várias vezes, então, renovam-se as esperanças apesar do momento ruim, do momento de reconstrução do time.
É o tipo de disputa que dificilmente dá chances num vacilo grande, mesmo que a distância entre os oponentes seja imensa. Vale lembrar que a Copa do Brasil já teve finalistas inusuais como Criciúma, Goiás, Paulista, Santo André, Figueirense, Ceará, etc. Alguns até botaram a mão no caneco.
Mano e Felipão marcam a minha torcida inarredável pelo sucesso, mas, contraditoriamente, a ideia da contratação deles vem de encontro ao que penso quanto aos rumos do futebol. O fracasso da passagem de Quinteros traz de ruim, além dos resultados (obviamente), um retardamento no processo que julgo inevitável na evolução tática dos grandes clubes. Fica para mais adiante.
Espero que esta Direção não fique omissa quando Mano e Luiz Felipe encontrarem resistências malévolas no elenco, que só trazem prejuízos à instituição, como ocorreu em 2021 com um grupo de atletas de qualidade superior a mais de dois terços dos participantes, que sucumbiu inexplicavelmente aos olhos assombrados dos torcedores, assistentes impotentes da ruína Tricolor, mas uma queda que os subterrâneos do futebol conhecem bem as causas.
Finalizando, uma vitória amanhã carimba o passaporte para as oitavas de final da competição. Que venha sem sobressaltos.









