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segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Opinião



Decisão do Sub-17 começa hoje 

Esta noite reserva um programa especial para nós, gremistas: uma decisão de categorias de base, a Sub-17. Parece pouco interessante, mas eu classifico essa como diferente, porque traz muitas promessas ao mesmo tempo, ou seja, é coerente com a posição de decidir exatamente contra um clube com muita história na formação de craques oriundos das categorias inferiores, o Atlético Mineiro.

Dito isso, é preciso entender que o Galo tem campanha semelhante à do Tricolor, números muito parecidos, triunfos no detalhe dos tiros livres. Na caminhada, o Atlético superou o Flamengo e o Grêmio, o Palmeiras, duas camisas pesadas em qualquer categoria, qualquer competição. Resumindo: Não há favoritos.

O que fica é a real, concreta situação gremista de ter muitas joias nesta "safra", que devem ser aproveitadas nos próximos anos, mas sem a burrice ou má vontade que imperou em temporadas  anteriores com a bobagem da "lapidação", ideia que se materializou no caso de Tetê, por exemplo, que não estava preparado para encarar o Aimoré no Cristo Rei, mas, como se viu, enfrentou o Real Madrid pela Liga dos Campeões em pleno Santiago Bernabéu, inclusive marcando gol. Ou Cuiabano, que ficou atrás na fila onde estava Mayk e é destaque no Botafogo.

O Sportv anuncia a transmissão (19:30h)***

*** Atualizei com o horário.

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Opinião



Gerações 

Com uma certa tristeza, eu ouvi um gremista falando sobre João Borne: "Esse vai render alguns milhões para o clube." Realmente, concluo que a minha geração está com os dias contados.

"Antigamente" ou "No meu tempo", os torcedores (eu incluído) iam ao Olímpico mais cedo para ver um júnior fantástico, canhoto, camisa 10, que rebentava sempre. Ele mesmo, Assis, o irmão. Não vingou, mas botou faixa. Também as gerações se sobrepunham e apareciam no time principal, como os casos de Paulo Roberto, Newmar, Casemiro, Paulo Cesar Magalhães, China (poucos meses de base), Luiz Carlos Martins, Renato, Odair, Caio Jr., Valdo, Bonamigo, Raul Mendes, João Antônio, Fernando (ponta direita), Luis Eduardo (zagueiro) e muitos que devo ter esquecido.

A frase era: "Esse vai estourar no time principal." Grande promessa.

Pois leio em ZH que a geração sub-17 vai decidir o Brasileiro de sua categoria diante do Galo, em dois jogos, um em cada arena (RS e MG). Esse grupo é de excelência e inclui Luis Eduardo, Gabriel Mec, Tiaguinho, Harlley, João Borne, Danillo, Roger Fernandes, Gabriel Menegon (goleiro), Vitor Ramon. 

Incluo Jefinho, que pertence a outra categoria de base, todos os quais podem e devem ser aproveitados para buscar títulos nos profissionais.

Aliás, deve estar na agenda de cada candidato à presidência a contratação de um treinador que olhe para as categorias de base e que esses mesmos candidatos priorizem o futebol antes dos cifrões nos cofres do clube. 

Mas, como todos sabem, eu sou de outra geração de torcedores, talvez em extinção. Devo estar enganado.

quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Opinião



Penas Brandas 

Ainda sobre os equívocos das arbitragens que afetaram muito o Tricolor gaúcho, mas que não são exclusividade, o São Paulo, no mesmo final de semana, foi operado em pleno Cícero Pompeu de Toledo.

O estrago no Morumbi é algo bizarro, porque ninguém considerou penalidade máxima, nem o juiz Abatti Abel (que poderia ter tido a visão encoberta???), nem o VAR. E aí, não tem defesa, basta ver que a tecnologia é a mesma que vê um movimento "antinatural" de braço no lance de Marlon ou "uma agressão forte" de Kannemann. O dos paulistas é para "boletim de ocorrência", tal qual o "abalroamento" que Aravena recebeu no clássico do primeiro turno.

Aliás, sobre o caso de Marlon, ele mostra claramente que o analista do VAR nunca jogou futebol, deve estar nessa apenas por ter vislumbrado uma oportunidade de "mercado". Parece ter participado das capacitações de arbitragem e anotado essa expressão (movimento antinatural) e concluído: - Legal! Essa dá robustez às justificativas. Vou guardar para alguma oportunidade. Um absurdo, basta comparar os lances na mesma partida (Noriega e Marlon).

Agora, esta postagem é para evidenciar a suavidade das penas, das punições. Os "artistas" são afastados uma, duas semanas e voltam lampeiros, habilitados para novas aprontadas. Não temem fazer bobagens, porque, a despeito de uma eventual perda financeira, o "grosso" da bolada durante as competições está garantido. É apenas uma pausa "para hidratação". Um tempinho para ficar em casa vendo vídeos que orientam como deve ser e que eles estão entediados de ver e rever.

Disso, sobram conclusões que apontam para medidas para inglês ver ou então para ocultar algo bem mais grave e muito consequente no universo futebolístico. São penas rasas, superficiais, irrelevantes.



domingo, 5 de outubro de 2025

Opinião



Frame na imagem e outras bobagens 

João Havelange, Ricardo Teixeira, José Maria Marin, Marco Polo Del Nero, Rogério Caboclo, Ednaldo Rodrigues, dirigentes da antiga CBD e atual CBF, possuem um traço comum: o de serem investigados e alguns, condenados pela justiça.

Jogadores envolvidos no escândalo das apostas milionárias, as chamadas Bets, cujo caso mais recente e impactante é o de Bruno Henrique, do Flamengo, aliás, condenação que foge à rotina dos demais, que era expressa em dias. BH recebeu 12 jogos de punição, inaugurando uma nova forma muito mais branda. Outro condimento de corrupção do esporte mais amado do país.

Diante destes fatos, os frequentes e absurdos erros de arbitragem podem ser colocados sob suspeição, porque ela (a arbitragem) é a arraia miúda perto dos grandes dirigentes de federações e confederação no Brasil. É razoável a desconfiança dos torcedores.

Por tudo isso, o futebol está morrendo, o torcedor vai adoecendo com tanto descaso pela sua paixão que invariavelmente surge na infância.

Pegando especificamente o caso do Grêmio, ele, neste ano, viu quatro penalidades absurdas serem decididas contra si e contra a regra, sendo três em Grenais: Na Arena, a falta capital em Aravena, os dois primeiros no clássico 448 e ontem no confronto com o Bragantino. Quantos pontos ficaram nestas disputas?

Teve a seu favor um pênalti polêmico no enfrentamento com o Botafogo, mas é possível que a marcação soe como uma constrangida compensação, um ato de comiseração do árbitro pelo roubo no clássico.

As contradições dos juízes são imensas, como expulsar Kannemann (porque é fácil dar cartão para ele, independentemente da cor). Kannemann já vem como o selo da turma da IVI de praticar outro esporte. Ele é pré-julgado sempre: — Não vi, mas, se for o Kannemann, o árbitro está correto.

Outro elemento: como não ir ao VAR na expulsão do argentino? Aliás, o VAR foi acionado para expulsar Arthur. E, por coerência, devia ter ido à cabine no toque no braço de Noriega dentro da área.

Pergunta: qual foi mais pênalti, Noriega diante do Massa Bruta ou os dois do Grenal, ou ainda o de Marlon, ontem?

E as justificativas nos áudios liberados pela CBF: no primeiro pênalti no clássico, depois de a convicção estar praticamente consolidada pelo acerto de Marcelo de Lima Henrique em não marcá-lo, uma voz feminina (sem problemas, podia ser de um homem, também) observa que, em um dos frames, "há um contato do joelho do defensor".

No suposto pênalti de Marlon, o áudio revela um movimento antinatural do braço do lateral. Aí se pergunta: o braço de Noriega estava mais resguardado do que o de Marlon?

É muita atrapalhação, quando deveria ser bem menos complicado, ou seja, se são necessários frames de imagem para decidir um pênalti, é porque não foi penalidade máxima.  Estes detalhes, num lance capital, não podem ser decididos por uma imagem congelada. Futebol é esporte de contato. Ponto final.

Além da incompetência dos árbitros, existe uma busca pelo protagonismo e isso é mais um componente equivocado que está matando o futebol.

O bom juiz é aquele que passa discreto pelo espetáculo.

PS: Observem a movimentação de Praxedes, o atleta que finalizou a bola que resvalou em Marlon. Ele corre em direção ao escanteio para bater rápido, porque a partida estava acabando. 

sábado, 4 de outubro de 2025

Opinião



O roubo que encobre o fraco rendimento 

O Grêmio, como instituição, como clube grande, encolheu. Sempre houve enganos, "roubos" descarados contra o Tricolor, mas, contraditoriamente, os equívocos foram em momentos cruciais, como a decisão de 82 do Brasileiro ou semifinais da Copa do Brasil, agora não. Em qualquer partida de meio de tabela, afanam o Grêmio com a maior cara dura, certos de que não haverá punição e, se ela acontecer, será branda.

Esta tarde/noite, mais uma vez o prejuízo foi grande, assim como o pênalti não marcado em Aravena no clássico na Arena, primeiro turno ou os dois primeiros (de três!!!) no último Grenal. Este erro em Bragança Paulista veio com requintes de maldade, com uma expulsão absurda e uma penalidade não menos absurda nos últimos segundos do confronto.

Quantos pontos ficaram pelo caminho? 

Sobre a partida, ela demonstrou que o Bragantino poderia ter vencido. Em um momento da segunda etapa, estavam 26 arremates contra 5, uma supremacia que não se consolidou no placar, porque Fernando perdeu cinco gols feitos, porém, o Grêmio não tinha nada com isso. Problema de um time que estava jogando em casa e com um atleta a mais.

Gabriel Grando, novamente o melhor. Colocaria como destaque Pavón pela dedicação, envolvimento com o jogo, pois aquele momento, mais do que nunca, exigia uma doação ao extremo e ele o fez. Saiu extenuado.

Arthur comprovou que o time fica diferente sem ele e desconfio que Mano Menezes, ao mexer, incluindo um terceiro zagueiro, contraditoriamente, tornou o setor defensivo mais exposto. 

O Tricolor vem se aguentando fora de casa e essa derrota, apesar dos seus defeitos, passou muito pela arbitragem.

O enfraquecimento institucional do clube deve muito à forma submissa com que a Direção se porta diante da CBF e Comissão de Arbitragem. Esta última já normalizou o fato de os sopradores de apito afanarem o Tricolor.

A ideia de epopeias ou imortalidade está intimamente relacionada à fraqueza da instituição diante de seus algozes que influenciam a competição.

No fim, o fraco desempenho contra dois times frágeis fica colocado em segundo plano diante do assalto. Perigosamente, em segundo plano.

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Opinião



Faltou Jóquei, sobrou jóquei 

Empate que valeu como triunfo. O time se comportou muito mal taticamente. Não faltou esforço, dedicação, mas carência técnica e uma diferença extrema entre os trabalhos dos treinadores. Jóqueis diferentes.

O time do Santos "chora de ruim", basta ver que um dos líderes é o fraquíssimo Guilherme. Aliás, o Peixe segue em sua característica mais emblemática, um grupo mediano que quase sempre apresenta um, dois ou três jovens de muita qualidade.

Alguém poderá dizer: "Roubaram" do Grêmio, anularam um gol legal. Verdade! Mas por que o goleiro Grando se destacou tanto? Aliás, o clube paulista, depois da contratação de Vojvoda, em todos os jogos chutou mais, teve mais chances de vitória desde a sua estreia e permanece invicto.

As mexidas do Mano (ele tem, com certeza, justificativas para elas), em sua integralidade, pioraram o time: Amuzu, Cristaldo, Alex Santana, Riquelme e Aravena não apresentaram nada. Alguém viu Cristaldo em campo? E esse Alex Santana?

Gabriel Grando, o melhor, mas é inadmissível um goleiro de clube grande não saber jogar com os pés.

 Arthur esteve no mesmo nível que o goleiro gremista. O miolo da zaga teve um bom desempenho, embora o gol no final levante questionamentos sobre o posicionamento dos defensores.

Sinceramente, é triste para mim admitir que esse empate caiu do céu, pois o Santos é medíocre.

Se alguém imaginou que Mano Menezes poderia ser o treinador para 2026, essa partida altera qualquer conceito positivo para a corrente que defende a sua permanência.

Não podemos apenas comemorar ficar na Série A.

terça-feira, 30 de setembro de 2025

Opinião



A Exigência menor 

Simplificando o cálculo, o Grêmio estará salvo da degola com mais três vitórias. Imagino que, com 41 pontos, os que estão neste momento no Z-4 não o alcançarão.

Do quarteto em situação dramática, o Sport está virtualmente rebaixado, pois são 14 pontos em 23 jogos (20%). O Fortaleza e Vitória são os próximos disso, e o Juventude terá que sair de um aproveitamento de 30% para 48% nos próximos compromissos, que totalizam 14 confrontos.

Além desse quadro, existem intermediários entre o Grêmio e esses quatro, que estão em situação de, ou reagem imediatamente, ou afundam nesta areia movediça. Inclusive, eu havia escrito que Fluminense e Inter poderiam ser as surpresas de quedas vertiginosas, o primeiro por elenco "curto" e estar envolvido em várias competições à época que escrevi e o segundo, cheio de "falsos diamantes" como Thiago Maia, Valencia, Borré, etc.

Flu e Inter trocaram de treinador, mas arrisco afirmar que, no caso do segundo, se ganhar apenas um ponto nos seis que disputar em casa (Corinthians e Botafogo), a tendência é de aumentar a turbulência.

Sorte do Tricolor que, com menos competições, vê o DM se reforçando cada vez mais numa hora decisiva: Riquelme, Monsalve, Villasanti, João Pedro, Balbuena, Braithwaite, Carlos Vinícius, Willian, Volpi, o que poderia inviabilizar a sua permanência na elite nacional.

domingo, 28 de setembro de 2025

Opinião



Arthur, o melhor, Amuzu, o decisivo 

Três pontos que empurram o clube para a primeira página da tabela. Eis aí o grande fato desta vitória sobre os baianos. O clube conquistou sete pontos neste mês, embora se esperasse que alcançasse pelo menos dez.

Mano, assim como ocorreu em passagem anterior, tem seus preferidos (lembram de Ramon em 2006/2007?); agora mantém Pavon e Edenílson, sendo que o primeiro no Grêmio não consegue dar uma resposta satisfatória, apesar do esforço e comprometimento; o segundo, falta-lhe "gás" para atuar onde atua; resulta que compromete o setor do meio de campo.

Outro ponto crítico é o excesso de lesões e não credito isso à preparação física, mas à condição dos contratados, idade ou longa parada, casos de Marcos Rocha, Carlos Vinícius e a fatalidade, Balbuena, João Pedro, Villasanti, Braithwaite, além de Willian, que não se sabe a extensão do trauma.

As ótimas notícias, as maiores, são o excelente futebol de Arthur, a partida satisfatória de Amuzu e Gabriel Grando e o ataque marcando gols, fato que ocorreu no clássico.

Mesmo assinalando o primeiro gol, achei fraca a atuação de André Henrique, geralmente fora do lugar, com a bola percorrendo a área sem a sua presença. A exceção, o tento inicial.

O triunfo passa também pela fragilidade do adversário. Enquanto aguentou, o Vitória teve as melhores oportunidades no primeiro tempo.

Os próximos três confrontos vão dar uma ideia do futuro para o Tricolor (Santos, Bragantino e Santos) no Brasileirão.

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Opinião



A triste rotina de não vencer na Arena 

E estamos indo para o último confronto de setembro e a projeção otimista desceu ralo abaixo. Mais ainda, dos quatro jogos mais recentes em seu estádio, o Grêmio fez um único gol, com o agravante (para um clube grande) de ser de penalidade máxima: 2 pontos em 12 disputados.

A certeza que tive de que a vitória no Beira-Rio passou pela fragilidade do adversário de domingo se confirmou. Ah, o time estava desfalcado diante do Botafogo, atual campeão do Brasileiro e Libertadores, mas e o Ceará, Sport e Mirassol?

Não se justifica. A situação não ficou pior, porque Kannemann exerceu muito bem a sua condição de capitão e líder do grupo. Arriscando, acho que outro no lugar dele não teria transformado um lance discutível numa certeza de pênalti. 

Por Kannemann e Tiago Volpi passou o empate gremista, que penou com Pavón, Edenílson e André Henrique entre os 11 iniciais. O raio não caiu duas vezes no mesmo lugar e o técnico "que tem estofo" precisa entender o que é rotina e o que é exceção.

Além dos citados (Kannemann e Volpi), destaco o bom jogo de Marcos Rocha, Willian e, um pouco abaixo, Marlon. Gustavo Martins não comprometeu.

Segue o suplício. Informo aos torcedores que se acham azarados por ir ao estádio e o time não vencer, nada tem a ver com mística, destino ou com eles. É limitação que passa pela batuta do treinador.

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Opinião



A desistência de Marcelo Marques 

Aí, o ponteiro chega ao fundo, está só, pode cruzar, mas recua para o lateral e a jogada não tem profundidade. Na arquibancada, o pai olha para o filho e diz: - Essa naba, só matando. Por que não cruzou? 

É uma conversa simples de torcedor para torcedor. Não há repercussão alguma. Hoje, esse papo está nas redes sociais, nos blogs, nos veículos de comunicação de torcedores identificados, isto é, com  elevada repercussão e pela monetização dos likes e dislikes, numa potencialidade explosiva, pois torcer ficou atrás do "faturar". É uma epidemia. E daí?

Daí, que há torcedores que ouvem matar, trucidar, f#der com a família de tal personagem, que levam à sério e ampliam as chances de uma tragédia a partir da irresponsabilidade, pois a irracionalidade passa a ser um detalhe, um incômodo apenas, na briga pelo números de seguidores. Além, é claro, do direcionamento da palavra, da fala, isto é, tem que repercutir "bombasticamente", independente da veracidade e da sensatez.

Domingo, após o final do clássico, "passeei" por alguns veículos e vi um conhecido comentarista que acompanhava na sua antiga emissora, hoje, num novo veículo das redes sociais, dizendo que Rochet era fraquíssimo, "um goleiro de botão" e lembrei de dois fatos: 

a) Este mesmo comentarista cansou de pedir o goleiro uruguaio para o Grêmio (seu time de coração), ao mesmo tempo, dizia que Daniel (acreditem!!!!), arqueiro do Inter era o segundo melhor do Brasil.

b) Menotti, treinador campeão do mundo, chamava a imprensa de Los Invictos, porque nunca erravam

Jamais li, vi ou ouvi profissional da imprensa esportiva dizer: Errei! 

Queria ver se a massa urrasse contra eles como faz com os jogadores a cada equívoco.

Para ilustrar o momento, deixo depoimento de Renato Portaluppi, após pedir demissão:

"— Eu dei uma entrevista há uns dois meses e hoje estou repetindo: acabou o futebol. Acabou por causa das redes sociais. Tanto para o jogador quanto para o treinador. Hoje em dia é uma guerra de críticas. Quando ganha tem alguns elogios, quando perde ninguém é bom, todo mundo é ruim. O futebol está caminhando para um caminho que, infelizmente, todos nós, jornalistas, treinadores, jogadores e torcedores estão perdendo. O futebol está acabando. Está no finalzinho. Essa é uma opinião minha — completou." ( O Globo)

Marcelo Marques, sua desistência, nada tem a ver com apoiar a ou b, ele viu naquele breve lapso de tempo em que desistiu e retornou ao futuro pleito, como o universo futebolístico reagiu. Muitos esqueceram a compra da Arena e passaram a lhe chamar de medroso ou covarde pelo seu recuo.

Eu entendo a sua desistência, porque sempre procurei distinguir um ato de coragem de um de burrice. Algo que a maioria das pessoas já confundiu.

O futebol, eu já havia afirmado, caminha para a sua extinção. Atualmente, está parecido com um arena romana.  

Aliás, vejam como o Like e o Dislike são parecidos com o movimento fatal do polegar dos césares da Antiguidade?