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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Opinião



Erros, erros e um acerto 

Estes últimos dias para mim foram de sair da rotina do Grêmio, assistir a mídias que não costumo, assuntos que me são menos atraentes, mas de alguma boa novidade fora do universo "futebol", e aí, refletindo, não tem como ficar não apenas decepcionado, mas com tendência de afastamento da realidade do nosso clube e da bola, em geral.

 Vou elencar alguns fatos que justificam o título da postagem.

- Vi alguns jogos da Copa do Mundo; é uma tragédia pela ruindade geral, com raras exceções. Espero que seja (a tragédia) motivada pelas estreias, que sempre mexem com o estado de espírito dos atletas.

- As notícias gremistas são muito ruins, nem tanto pela saída de jogadores, mas pelo desalento com relação à atuação dos dirigentes, o que parece um "moto-contínuo às avessas" nestes últimos anos. E, para ficar em poucos exemplos, o que justifica a contratação de Rodrigo Caio, sabidamente um ex-jogador à época? E a renovação de Wagner Mancini, ou seja, rebaixado em dezembro, contrato renovado, férias em janeiro, em fevereiro é demitido com vínculo novo pelos mesmos dirigentes? E a rescisão de Cuellar, de 13 milhões, sem ter jogado 6 partidas completas? São bombas prontas para explodir.

Observem que são ações de diversas gestões. É só incompetência delas, desconhecimento? As pessoas agem assim em suas atividades profissionais? Uma hora o clube se inviabiliza de vez.

- Quem conhece Santa Maria sabe que do centro até a universidade são 13 quilômetros; à noitinha, sem o trânsito caótico, dá para vencer em 15 minutos, mais ou menos. Pois, neste breve espaço de tempo, no carro, ouvindo Inglaterra versus Croácia pela rádio Gaúcha, fui testemunha de duas pérolas que me confirmaram a decadência deste meio de comunicação. Entrou um repórter que eu não conheço, que se referiu ao tradicional clube de Liverpool, o Everton (time do gosto de Paul McCartney, aniversariante do dia hoje), como sendo o "Espanyol" da cidade de Londres. O comentarista "Múcio" Saraiva não suportou a gafe do colega e, para não ficar para trás, "reagiu" noutro assunto: falando sobre Pickford, arqueiro inglês, disse que, pela forma de usar as meias, lembrava o histórico goleiro Hugo Gatti, dez anos de seleção argentina, que nunca atuou fora de seu país, no período em que jogava pelo Atlético Mineiro na metade dos anos 70.  Quem não conhece ou viveu, engole essas desinformações.

São erros para todos os gostos: direção, jogadores, mídia, etc.

E o acerto?

Um comentário no blog sugeriu a série Rafa, sobre Rafael Nadal, que está na Netflix. Quem puder ver, veja.

 Ótima.

2 comentários:

  1. Apesar do bruxismo que existia entre Rodrigo Caio e Renato na época da sua contratação eu vejo tal medida como desesperadora por todo o contexto daquele ano... Grêmio fugindo da degola, enchente... zaga vazando feito nunca e ninguém querendo passar "bem" no Sul do Mundo. Não concordei, mas... fazer o quê? Outra: pelo currículo do jogador ele não era "tão" carta fora do baralho, Bruxo, mesmo com seu histórico de lesões. Ele tinha 31 anos, não poderia ser considerado velho ou acabado. A escolha dele se deu, acredito eu, da mesma forma que a escolha do nosso recentemente contratado Balbuena que tem 34. Atitudes baratas e desesperadas de quem não tem para onde correr. Você poderia me dizer "a base salva", porém, mesmo os que temos aí não estão dando conta.

    Cuellar, Mancini... o primeiro não deveria ter vindo, o último, mandado embora depois do apito final da partida contra o Galo em 2021... tais coisas beiram o amadorismo em que o Grêmio se meteu pós e durante a gestão do Bolzan. É triste.

    Quanto aos jogos da Copa, alguns estão bem divertidos de ver. Outros, nem tanto... dá impressão de que o futebol quer sobreviver em meio a tanta patifaria.

    Por fim, sobre os jornaleiros, eu não sei de onde o amigo tira paciência para ouvir essa gente. Muito mais de mesa por um disco do Paul pra rodar no carro do que dar ibope pra essa gente aí, Bruxo.

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  2. Rodrigo
    O teu xará já estava fazendo curso para técnico. Sabia que não tinha mais condições físicas.

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