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terça-feira, 14 de julho de 2026

Opinião



Vinde a mim

No dia de decisão antecipada da Copa do Mundo, eu prefiro postar sobre o nosso Tricolor, um assunto sobre o qual tenho opinião consolidada, qual seja, clubes da primeira divisão brasileira recebem ofertas de jogadores diariamente.

E nesse universo, se o dirigente for diligente e conhecedor, ele poderá trazer jogadores de qualidade oriundos das séries "de baixo".

Alguém poderá "resmungar": — Bruxo, lá vem tu sugerindo jogador "pequeno" para nós sairmos desta inhaca.

Bom, aí eu respondo: há bons exemplos de atletas que tiveram formação na base de grandes instituições, que, por não terem oportunidades ou paciência, rumaram para outros "mares". Exemplos? Muitos. Vou citar alguns: Roger Guedes no Criciúma, Marlon Freitas no Atlético Goianiense, o goleiro Lucas Perri no Náutico, Léo Jardim no Vasco, Raphinha (atual Barcelona) no Avaí, Roberto Firmino no Figueirense, mais no passado, Fernando Prass no Coritiba.

Então, a questão é a prospecção correta, independente da origem do atleta, isto é, sempre entra a competência de quem avalia o que é melhor para o clube.

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