O que que há?
Essa história do Grêmio não ganhar fora da Arena não está sendo conduzida com a importância que este fator merece pela direção.
Não é aceitável que o clube da grandeza do Tricolor passe um turno inteiro do Brasileirão sem conquistar três pontos fora de casa.
Será o psicológico? Talvez, porque as dimensões dos gramados são as mesmas, as regras de arbitragem (em tese), idem, "calor" da torcida adversária? Bom, e quando o oponente bota três mil torcedores apenas, ou está em má campanha e a massa desiste dele? Ou é falta de bola (não creio, tem time pior)? Será esquema tático (é possível, como exemplo, vide o vexame da Inglaterra diante da Argentina na Copa)?
Quais sejam os elementos causadores, o importante é que não se está dando a devida importância dentro da instituição, e o perigo aumenta quando se sabe que, nas duas derradeiras rodadas, o Grêmio (se não mudar o calendário) encara Santos e Corinthians na Vila e em Itaquera.
Ou o Tricolor trata de vencer fora, ou o risco de rebaixamento aumentará e uma tarefa factível virará um dos doze trabalhos de Hércules.
Melhor começar a vencer já neste domingo.

Acho pouco provável que o Grêmio vá buscar qualquer coisa diferente de no máximo um ponto fora de casa. Time com discurso mole do treinador não tem caráter para vencer longe da Arena, seja o adversário que for. Dos oito jogos restantes em casa, vai ter que ganhar 7!
ResponderExcluirRafael
ResponderExcluirOntem, eu olhei o facebook (cada vez mais, eu acesso menos) e tem um grupo de gremistas já dando pau nos críticos e nas redes sociais, dizendo que o trabalho está sendo bem feito, etc... O que duas vitórias não fazem? Tem muita coisa represada dos apoiadores desta chapa (nem chamo de gestão) que não querem ver a realidade.
Se mudar, ótimo, vamos aplaudir, mas o presente é assustador. Não vencer nenhuma fora da Arena não é NORMAL.
Eu tenho formado uma opinião, já há tempos, que de 70 a 80% da torcida Gremista é formado por imbecis. Essa espécie em franca ascensão defende pessoas ao invés de processos, defende suas teorias mais estapafúrdias como se elas fossem tão exatas que poderiam selar a paz mundial. Esse tipo de cidadão, que costumo dizer que vive uma carência por ter tido pai ausente, não consegue enxergar o óbvio ululante. No entanto, uma parte dessa turba de imbecis acrescenta o mau caratismo em suas exacerbadas defesas do algo indefensável, seja para ganhar mimos, um café com o presidente, ou grana mesmo. Esses eu denomino de "os sugadores das tetas do clube", gente sem escrúpulo. Mas na hora que der ruim, todos vão tirar o corpo fora. Eu poderia aqui citar inúmeros perfis que defenderam o Romildo até a queda para a segunda divisão, ou a desastrosa passagem do Alberto pelo Grêmio, mas que quando o caldo entornou se fingiram de salame, de forma descarada, como se jamais tivessem defendido essas duas figuras nefastas e nocivas...
ExcluirPobre Grêmio, definha a passos largos.
Rafael
ExcluirMudou demais o perfil dos nossos dirigentes e não são apenas os do Grêmio.
O futebol raiz está morrendo também por essas coisas. Ficará o business.
Tem que vencer, domingo. Ponto final.
ResponderExcluirBruxo, lastimo muito o Grêmio não ter tratado com mais cuidado e atenção a questão da zaga e do meio campo. Gustavo Martins não é um companheiro a altura e confiável para o novato Wallace que está em ascensão e Noriega não é nem de perto o volante que precisamos para abrir o meio campo.
ResponderExcluirUma perguntinha para encerrar: Será que Pavón está roubando a posição do nosso glorioso Tetê?
Sim. Gustavo Martins é até o momento, um zagueiro inconfiável. Se surgir proposta boa, tem que negociar.
ResponderExcluirO campo mostra que Pavón deu a resposta que a torcida cobrava.
Tetê que siga o exemplo.