Copa do Mundo até dezembro
É uma m#rda! A gente entra em 2026 com muita esperança, direção nova, um treinador que recebeu apoio de (quase) todo mundo, jogadores que (quase) todos endossaram e um gerente de futebol que (quase todos e "eu fora") apoiaram.
Veio o título regional e vitórias em clássicos, mas, aí, os problemas antigos retornaram. Um presidente omisso, um gerente de futebol falastrão e com pouca resolutividade, um treinador que não consegue dar minimamente um padrão de jogo ao time, vem a parada da Copa. Um unguento para o discurso da comissão técnica: voltam os jogos e o time flerta o tempo todo com o rodapé da tabela do Brasileiro.
Surgem espasmos de alegria concedidos pelo nosso tradicional rival e, assim, vamos nos encaminhando para 2027 com a incerteza de jogar a Série A, com as certezas da saída de Carlos Vinícius e de um ataque pífio, caro, sem perspectivas de reversão do desempenho ou permanência, casos de Amuzu, Enamorado, Tetê e Braithwaite.
O desempenho fora da Arena é o pior desde 2004, o que provoca uma obrigação de vencer 80% dos confrontos na Arena.
O que deixa mais grave o quadro é que, a exemplo de 1991 e 2021, os dirigentes, e aí incluída a comissão técnica, não acreditam no que a tabela demonstra, tanto a classificação quanto os futuros compromissos do certame nacional. Parecem inertes.
Assim, cada partida do Tricolor vira uma decisão de Copa do Mundo, pelo menos, na cabeça da torcida.
A quimera pode ser um golpe de sorte diante do Atlético Mineiro, porém, é algo quase intangível que é melhor não sonhar mesmo com a final da Copa do Brasil. Só um golpe do destino.

Ou o Grêmio vence o Vasco amanhã, ou a incerteza de não estarmos na primeira divisão ano que vem se torna certeza. E pelo que li nos portais hoje, Marlon só volta após a data FIFA, ou seja, vamos com um garoto na lateral esquerda (Pedro Gabriel) com o risco de oscilar e não sustentar a pressão do momento, ou vamos com um retardado mental (Caio Paulista) que não serve pra rachar uma lenha em volta de casa...
ResponderExcluirEu já nem sei mais pra que lado chutar, acho que as fichas voltadas para a fé gastamos no ano passado.
Houve um tempo em que o futebol admitia o amadorismo. Hoje, não mais. Alguém imagina uma empresa que trabalha com um orçamento de R$ 700, R$ 800 milhões por ano — repito, por ano — ter entre seus gestores pessoas despreparadas para desempenhar justamente a principal função para a qual essa empresa existe? Pois é exatamente isso que estamos vendo em Grêmio e Internacional.
ResponderExcluirClubes que movimentam cifras milionárias, quase bilionárias, que têm funcionários, estruturas gigantescas, departamentos de análise, marketing, comunicação, futebol e categorias de base, mas que, em determinados momentos, parecem ser administrados como se ainda estivéssemos no tempo do futebol romântico e do dirigente que decide tudo na base do improviso, do relacionamento e da intuição.
O problema não é errar. Todo gestor pode errar. O problema é errar repetidamente, tomar decisões equivocadas, não aprender com os próprios erros e continuar ocupando posições estratégicas sem demonstrar competência compatível com o tamanho da responsabilidade.
E aí o torcedor começa a se fazer uma pergunta incômoda: É apenas incompetência ou existe algo mais por trás de tamanho amadorismo?
Porque, quando se administra uma operação de centenas de milhões de reais por ano, já não existe espaço para o “vamos ver no que dá”. Futebol profissional exige planejamento, conhecimento, competência, cobrança e responsabilidade.
Paixão pode explicar o torcedor. Não pode justificar o gestor.
Paixão pode explicar o torcedor. Não pode justificar o gestor.(2).
ExcluirSou um dos que fui contra Pelaipe também. Deve estar por aí em algum lugar escrito. Talvez, esse velho nome e junto com o de Odone, que apareceu dos "mortos" ano passado na época da eleição foi o que assustou o Marcelo Marchespan fazendo como que ele desistisse do pleito.
ResponderExcluirAchismos da minha mente.
Também não sou um dos que se empolgou lá no começo do ano, e talvez, nos últimos anos, só em 2017, eu comecei empolgado, e tão logo o rural me quebrou as pernas.
Há muitos dizendo e não somente aqui que amanhã a obrigação é vencer e, eu concordo com isso, porém, em tempos de bets, tudo é possível. Já falam aos ventos que o Grêmio venceu os últimos 10 mandos de campo contra o Vasco. As bancas, todo mundo, adora uma "zebra". Então, volto a escrever que um possível empate não deve ser visto como fim do mundo. Trocar treinador nessa altura da "vida" NÃO vai resolver e exemplos não faltam. Vamos ter que segurar as pontas com o português.
Evidente que o Vasco dentre todos os enfrentamentos que faremos em casa é um dos mais "fáceis", porém, devagar no andor. A Chape veio aqui e quase deu ruim devido a esse achismo de que é fácil. Nunca é fácil para o Grêmio. Nunca vai ser. E quanto toda a torcida aprender isso, talvez, não se criem expectativas furadas a cada começo de temporada baseadas tão somente no papo furado dos dirigentes.
Não é somente eles que precisam aprender.
Rodrigo
ResponderExcluirAlém da Chape, houve o Remo antes.
É, bem lembrado. E contra este Remo aí deveremos também fazer Copa do Mundo.
ResponderExcluirPensei comigo quando entrou o tal Nardoni, que pagaram 10 milhões de dólares, agora acabou o meio. Dito e feito. Vem vinda série B
ResponderExcluirEm 1994, nos fraldinhas da SER Santo Ângelo eu aprendi aos 8 anos de idade que não se dá um passe daqueles, naquela região do campo.
ExcluirComo é que pode?
Não temos nada...já estamos na série B.
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