Acredito na vitória
Acho que o Grêmio ganha o clássico. Claro! Ressalvando detalhes inesperados, como uma expulsão, um erro de arbitragem, mas "fora isso", mesmo com os resultados adversos do meio de semana, vitória de um concorrente ao rebaixamento (o Inter) e um empate indigesto em Belém, ele pode conquistar os três pontos. Por quê?
- Porque a Arena já mostrou sua força em Grenais anteriores de 2026.
- Porque o empate diante do Remo botou pressão no elenco pela forma como a vitória escapou.
- Pelo tempo a favor da equipe que vai para seu terceiro jogo com o novo velho treinador. As ideias começam a se consolidar no time.
- A volta dos laterais é um acréscimo e a possível inclusão de Krovinovich, um acerto, igualmente, um acréscimo.
— Porque, vendo os melhores momentos da partida do Coirmão, eles me lembraram a vitória dele diante da Chapecoense, uma exceção. Ou seja, o Corinthians, que vinha de seis derrotas consecutivas jogando fora (Beira-Rio), transformou o goleiro do Inter no melhor em campo e teve três bolas nas traves. Conclusão: um empate ou vitória do Coringão não seria absurdo.
Encerrando, é meu sentimento para este clássico. Posso estar enganado, mas acho que não.

Um empate no Gre-nal não será um mal resultado. A recuperação efetiva começará a partir do jogo contra o Cruzeiro. Podem apostar!!!
ResponderExcluirÉ por isso que proibiram as apostas...kkkkkk
ExcluirNo Grêmio não se pode acreditar em uma vitória mesmo que o adversário seja cego e em cadeira de rodas...
ResponderExcluirSe alguém tinha dúvida de um possível anti cristo...essa execução ao vivo pode tirar algumas dúvidas.
ResponderExcluirTemos que migrar p/ o 4-4-2 com 03 volantes(Danilo Barboza, Villasanti e outro) e um articulador(Krovinović ou Jefinho) se quisermos mais precaução defensiva ou 02 meias se quisermos ser mais propositivos(João Borne, Krovinovic ou Jefinho). Ou 3-5-2 com 02 volantes e um meia articulador(Krovinović ou Jefinho) e 02 atacantes(Amuzu e Carlos Vinícius).
ResponderExcluirTudo o que vier diferente disto será + do mesmo, ou seja, Luis Castro na cabeça.