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domingo, 7 de fevereiro de 2016

Opinião



Grêmio vence com dificuldades 

Típica partida de um Domingo de Carnaval, isto é, desnecessária e que não ficará na memória dos torcedores. O dia era para outras atividades.

Foi difícil assistir ao confronto diante do Coxa. Muito passe errado, falta de inspiração, más jornadas de jogadores essenciais (Luan e Éverton). Pouca coisa sobrou de positivo.

O Coritiba possui um time ajeitadinho, uma boa zaga central, um goleiro mediano, mas eficiente, porém, lá na frente falta qualidade para a definição.

A partida se arrastou até o final com uma ligeira melhora na segunda metade da etapa final, quando os jogadores pareceram mais cansados e as brechas defensivas apareceram.

Os gols só poderiam sair em falhas grosseiras: Amaral, distraído, atrasou mal uma bola, que Douglas soube concluir positivamente. 1 a 0.
A falha gremista de seu arqueiro, somente não redundou em gol, porque Geromel encarou a partida com a sua habitual seriedade e com um elevado senso de colocação, salvando o tento em cima da linha.

Aliás, o camisa 3 tricolor esteve muito acima de todos os demais atletas, além dele, Grohe com defesas corretas, entretanto com uma saída em falso grave, Wallace Oliveira, contraditoriamente, melhor na defesa do que no apoio, Kadu, sua melhor partida em 2016 e Marcelo Oliveira, que realmente, não convence. É facilmente batido.

Walace e Maicon, abaixo da média de suas potencialidades, Douglas, o melhor do setor, juntamente com Edinho, que entrou bem no "quesito destruição". 

Pedro Rocha muito mal, Luan não entrou em campo e Éverton, enrolado, às vezes, uma enceradeira.

Fernandinho sem brilho, nenhum lance consequente e Moisés, dois ou três desarmes de cabeça em contra-ataques paranaenses na base do balão.

Resumindo: Jogo que não serve de referência para nada. A lamentar, os dois pontos perdidos diante do Avaí, que somados aos 3 de hoje, dariam virtualmente, a classificação para as semifinais da Copa da Liga com duas vitórias.


Opinião



O Filme em cartaz

"Já vi este filme". Quantas vezes ouvimos esta expressão; pois acompanhando as últimas notícias, recordei de 2003, quando houve a última grande guinada na "gangorra" da Dupla Grenal, quando eu (na minha "humilde residência" ) e David Coimbra (com seu talento) implorávamos para que Flávio Obino renunciasse, porque antevíamos a "Era das Trevas" se descortinando à frente do Tricolor. Batata! Dito e Feito!

Junto com a competência vermelha, andou junto a insensibilidade, a soberba e a incompetência gremista. Uma equação infalível para ambos os lados. Uma receita de sucesso, uma receita de insucesso. O Imortal sobreviveu, justamente, porque é Imortal.

Agora, 2015-16, a película é a mesma, apenas com novos atores, um "remake" às avessas, isto é, a gangorra está virando para o lado azul.

Quando o Grêmio começa a acertar as finanças, tomar para si a Arena, revelar diamantes na base, mais até, diamantes no ataque, retirar dos camarotes vermelhos, entre canapés e afagos, um promissor camisa 9 e, mais ainda, ver uma revelação sul-americana optar pelo Grêmio em detrimento do ascendente mercado chinês; tudo isso revela que os ventos do Sul estão tomando novos rumos.

Para reforçar o momento, ao olhar para o outro lado gaúcho, vemos o Coirmão lutando infrutiferamente para não se tornar uma geleia.

Falta o principal: Um título significante; depois de conquistá-lo, ele passará a ser apenas mais um detalhe no conjunto de acertos desta gestão. 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Opinião



Cristóvão e Giuliano

A vantagem de ser mais velho, realmente é a experiência que temos a mais do que a gurizada; então, dá para lembrar alguns exemplos de situações que podem se repetir. Aqui vai uma delas:

No final da década de 70, virada para os 80, o Bahia tinha um centroavante que vinha se destacando, Cristóvão, atual Cristóvão Borges, o treinador; ele desceu para o Rio para jogar no Fluminense, onde passou a jogar como ponta de lança, o camisa 8; deu uma rodada na vida até desembarcar no Corinthians Paulista, já como um camisa 8 respeitado.

Em 1987, ele sai do clube paulistano e entra no time de Luiz Felipe, que acabou ganhando o tricampeonato gaúcho, mas Cristóvão não foi bem. (Fui testemunha ocular de suas performances). Ele não convencia. Seu destino, provavelmente, no ano seguinte seria a saída do clube.

Pois o milagre aconteceu: Otacílio Gonçalves da Silva Júnior, treinador criado no Coirmão, formou o Grêmio Show, um time que encantava pelas vitórias e belo futebol. O que fez o "Chapinha", o "Francês" (apelidos do santa-mariense Otacílio) ? Muitas coisas, talvez a melhor; recuou Cristóvão para a armação do time, um camisa 10 diferente. Resumindo: Cristóvão chegou à Seleção Brasileira.

Com a chegada de Henrique, se ele vingar, Roger terá que encaixar no time, os melhores, como dita a cartilha do imortal João Saldanha.

Pois eu arrisco uma formação: Walace, Maicon, Giuliano; Luan, Henrique e Éverton. Isso, se Lincoln não atropelar e exigir por força de seu futebol, um lugar entre os 11.

Giuliano vindo detrás, servindo os atacantes, arrematando de fora da área, avançando em linha reta, a tal verticalidade e, acima de tudo, com muita movimentação ofensiva e combativa. 

Lógico! Roger pensa com um grupo de, pelo menos, 15, 16 "titulares", pois, poderá ganhar Bolaños, uma exceção alienígena na minha desaprovação de atletas com essa origem. Bolaños me serve.

Ironicamente, o ataque passa a impressão, que estará bem servido neste 2016. Até mais que a defesa. 

Um bom sinal.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Opinião



Ataque volta a funcionar: 3 a 1

Talvez, a melhor notícia deste confronto com o Aymoré de São Leopoldo, seja a performance ofensiva gremista. Além de 6 gols em 2 partidas, 4 jogadores marcaram e 2 titulares fizeram 2/3 dos tentos.

Ironicamente, a defesa que é o ponto forte nos Brasileiros, nos Gauchões vaza demais; hoje, não foi diferente. Elias recebeu um passe em profundidade num contra-ataque clássico, obteve vantagem pelo escorregão do defensor gremista, avançou, o goleiro não saiu para encurtar o ângulo e Elias bateu em diagonal, a bola passou por baixo do braço de Grohe e se aninhou na rede gremista.

O providencial empate veio com ótimo lançamento de Walace (corrigindo: lançamento de Pedro Rocha), o volante, para Éverton, este driblou Alessandro, que saiu, dificultando a ação do atacante, mesmo assim, o camisa 9 bateu à meia altura, tirando a possibilidade do defensor que estava sobre a linha. 1 a 1. 

Assim terminou a primeira fase.

Aos 14 minutos, Éverton foi a linha de fundo pela esquerda, cruzou e Luan como um atacante finalizador, desempatou.

O terceiro veio com uma arrancada de Fernandinho pela direita, avançou tal qual o avante no gol capilé com a desvantagem de ter o gramado molhado; bateu de esquerda, decretando o placar final: 3 a 1.

O ponto alto, além do ataque goleador, foi a presença de Lincoln, desta forma, formando um quarteto de juniores (ele + P.Rocha, Luan e Éverton) por um certo tempo da partida.

O negócio é ir garantido a vantagem sobre o Coirmão para garantir a decisão na Arena.


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Opinião



Golpe de Mestre

O Grêmio anunciou a contratação de Henrique Almeida. É uma grande notícia, porque:

- Trata-se de um jovem e raro centroavante, que tem uma biografia de melhor de um Mundial de Juniores e de erráticas passagens até aportar no Coritiba e salvá-lo do rebaixamento

- Antes do evento do contato dele com o Coirmão, era nome frequente em listas de reforços de vários clubes grandes

- Mesmo que se diga o contrário, é um lance de mestre para cima do Colorado

- Não temos um jogador de qualidade com suas características, só apostas frustradas

- Possibilita ao treinador puxar Luan para o lugar de Giuliano ou Douglas e a manutenção de dois fominhas na frente (Éverton e Henrique Almeida)

- Possibilita a ida de Giuliano para o lugar de Douglas com Luan na dele

Pode dar errado, mas até Didi, o Folha Seca não emplacou no Real Madrid, nem Maradona no Barcelona. É do negócio.

Parabéns à Direção. 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Opinião



Made in Venezuela

Temos que ter fé! Mas, olha, é um balde de água fria na expectativa da torcida gremista. Só a possibilidade de ventilar um nome venezuelano para ser uma das duas "cerejas do bolo" Tricolor, realmente, só sendo muito otimista.

Escrevi e não me arrependo, que jogadores estrangeiros para o futebol brasileiro, somente do cone sul; incluindo o Paraguai, apenas para defensores.

Na verdade, até com argentinos e uruguaios, a balança pende para o déficit. Scocco, Cavenaghi, Luque, Forlan, Lisandro López, Eduardo Vargas, Perea, Richard Morales, Miralles, Bertoglio, Herrera, até Máxi Lopez, etc... Na relação custo-benefício. Livro a cara tão somente de Hernán Barcos. 

Martinez não empolga. Vi um vídeo de pouco mais de 5 minutos de suas performances, infelizmente para ele, seria melhor não ter sido produzido. Hyanthony ou Sandro Sotilli que circularam pelo interior gaúcho podem fazer um parecido com os seus "melhores momentos".

Enfim, é isso que a Direção nos brinda.

Segue o citado vídeo:




segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016



Álbum Tricolor (38)
ORCINA
Fonte: Zero Hora

LUIZ CARLOS ORCINA.
Apelido: Orcina.
Posição: Volante.
Data de nascimento: 23 de setembro de 1946, Santa Vitória do Palmar-RS.

Jogos pelo time principal do Grêmio: 19 (14 vitórias; 4 empates; e 1 derrota).

Estreia no Grêmio:
24.10.1973 - Grêmio 1 x 0 Náutico (PE)
GFBPA: Picasso, Cláudio Radar, Ancheta, Beto Bacamarte, Everaldo, Paulo Sérgio, Carlos Alberto Rodrigues, Carlinhos, Mazinho (Orcina), Tarciso, Loivo (Yúra).
Técnico: Carlos Benevenuto Froner.

Última partida pelo Grêmio:
28.07.1974 - Grêmio 0 x 0 Santa Cruz (RS)
GFBPA: Picasso, Sérgio Vieira, Beto Bacamarte, Beto Fuscão, Jorge Tabajara, Orcina (Carlos Alberto Rodrigues), Torino, Luís Freire (Dionísio), Carlinhos, Tarciso, Loivo (Bolívar).
Técnico: Sérgio Moacyr Torres Nunes.

ANO A ANO NO GRÊMIO (jogos pelo time principal).
1973 – 03 jogos; 03 vitórias.
1974 – 16 jogos; 11 vitórias; 04 empates; 01 derrota.

CARREIRA
Fase amadora - Rio Branco (RS) (1960 a 1962), Brasil (RS) (1963 a 1965), Santa Cruz (RS) (1966 a 1967), Rio Branco (RS) (1968).
Fase profissional - Farroupilha (RS) (1969), Bagé (RS) (1970 a 1973), Grêmio (RS) (1973 a 1974), Associação Caxias (RS) (1974), Figueirense (SC) (1975), Bagé (RS) (1976 a 1977), Sampaio Correa (MA) (1977), Guarany - BG (RS) (1978), Rio Branco (RS) (1980).

 (*) Os dados dizem respeito às informações contidas no arquivo do autor.

Por Alvirrubro

FONTES:
- Jornal “Zero Hora”.
- Jornal “Correio do Povo”.
- Revista “Placar”.
- Arquivo Pessoal.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Opinião



Grande e oportuna vitória

Essa vitória pelo escore clássico (3 a 1) sobre o Brasil, além de ser convincente, foi oportuna, porque é logo após a lambança tripla (direção, comissão técnica e jogadores)  protagonizada lá em Chapecó.

Com exceção de um período pós-gol sofrido na trapalhada de Marcelo Grohe, o Tricolor praticamente, passeou em campo contra um adversário, que, em tese, é o mais difícil oponente do interior (está na Série B do Brasileiro).

Acho que  a "prensa" que os integrantes do clube levaram da torcida, depois do empate cedido ante ao Avaí, determinou um ânimo diferente, uma forma séria de encarar a partida.

Embora o fato de "nem tudo são flores" no time, apareceram alguns fatos positivos: Wallace Oliveira fez a melhor estreia de um lateral direito gremista nos últimos anos. Tem bola; joga fácil, atacou com qualidade e soube compor bem defensivamente, também.

A zaga na etapa final tomou conta do ataque xavante, o meio de campo se mostrou articulado com a troca de Edinho por Pedro Rocha e a volta de Maicon para o seu lugar.

Geromel foi corretíssimo, Kadu cresceu na etapa final, mas os destaques estiveram no meio com Maicon, grande atuação, dois "merengues", uma para Luan (1º gol) e Pedro Rocha (3º) e acima de todos, Luan, um gol de centroavante e uma jogada de ponta, que deixou Éverton tranquilo para meter para dentro (2º). Verdade, que o guri estava no lugar certo.

Gostei de Walace e achei Marcelo Oliveira muito discreto.

O Tricolor só não ampliou, porque Eduardo Martini segue sendo um grande arqueiro.

Para constar: O tento pelotense foi de Cléverson.

Um apresentação de qualidade do Grêmio, pois encontrou uma adversidade inesperada e soube sair bem do escore negativo. Isso é mérito. Basta encarar o futebol com seriedade; agindo assim, não precisa receber o "bafo na nuca" da torcida, como ocorreu desde o resultado ruim em Santa Catarina. 

sábado, 30 de janeiro de 2016

Pequenas Histórias



Pequenas Histórias (110) - Ano - 1979


Matematicamente Campeão

Fonte: Jornal Zero Hora

De todos os campeonatos gaúchos que vi o Imortal conquistar, o de 1979 foi o mais tranquilo, pois ficou com mais de 10 pontos sobre o tradicional rival, que sequer chegou em segundo (o Esportivo de Bento do jovem treinador Espinosa alcançou o vice).

O título virtual veio no Grenal do Beira-Rio vide Pequenas Histórias 47, mas faltava a matemática confirmar. Isso ocorreu no dia 09 de Setembro (aliás, data em que o menino Renato Portaluppi completava 17 anos e ensaiava os primeiros dribles em Bento Gonçalves), enfrentando o Brasil de Pelotas, faltando quatro rodadas para o término do certame.

Foi mais um passeio gremista do técnico Orlando Fantoni: 3 a 0 com o Olímpico com excelente lotação (41.798 pagantes) e arbitragem de Airton Bernardoni.

A torcida incentivou desde o início (ao fundo na foto do gol de Ancheta, vemos a Coligay) e o time correspondeu; aos 19 minutos, Éder bateu escanteio pela esquerda, Atílio Ancheta subiu e abriu o marcador. Um tento especial para ele, que era o capitão da equipe e ficara fora da decisão de 1977.

O Tricolor praticamente, não sofreu riscos e seguiu mandando em todas as ações do primeiro tempo, que ficou nisso: 1 a 0.

Na segunda etapa, Éder seguiu brilhando, juntamente com Ancheta e Tarciso; foi criando chances até que numa delas, o jovem ponta esquerda tentou encobrir o arqueiro Gilberto e a bola bateu no travessão, na volta, André Catimba, que substituíra Baltazar, escorou para o fundo das redes. Decorriam 35 minutos da etapa final.

Faltava o dele, já que participara de ambos os gols anteriores; pois Éder fez dentro de uma de suas maiores características e potencialidades; isto é, cobrando falta, soltando uma bomba de perna esquerda, desta vez, rasteira no canto direito do arqueiro pelotense. Pronto! Agora não havia mais dúvidas. Grêmio Campeão Gaúcho.

O Grêmio utilizou Manga; Vilson Cereja, Ancheta, Vantuir e Dirceu; Vitor Hugo, Paulo César Caju (Nardela) e Jurandir; Tarciso, Baltazar (André) e Éder.

O Brasil com Gilberto; Luis Carlos, Tino, Renato Mineiro e Cláudio Radar; Doraci, Odir e João Luiz; Flecha (Zé Luiz), Paulo Garça e Tadeu Silva. Velhos atletas da Dupla como Cláudio Radar, João Luiz conhecido antes como Bolinha, Doraci, irmão de Jorge Tabajara e Flecha, veterano ponta gremista, que chegou à Seleção Brasileira.

O Brasil de Pelotas sempre me deixou boas recordações,  pelos títulos e partidas memoráveis ou revelando atletas marcantes como o goleiro uruguaio Geóvio (o gigante Geóvio como todos os narradores faziam questão de dizer), Aldir Tartaruga, grande ponta-esquerda, Torino, cracaço, que jogou no Tricolor e mais recentemente, Cláudio Millar.

Amanhã, esse mesmo Brasil será o primeiro adversário do Grêmio na edição de 2016, tomara que seja o primeiro passo para a conquista do Gauchão, depois de 5 anos sem botar faixa.

Segue vídeo como os gols:




Fonte de Pesquisa: Jornal Zero Hora


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Opinião



Empate escancara o Manual Prático de 
Incompetência

O que a gente pode esperar? O que explica a falta de sintonia entre discurso e prática? A prática, isto é, o jogo de hoje escancara a incompetência em todos os  três níveis:

a) A Direção dispara um discurso de libertação dos clubes ante a CBF, o grito de independência e, quando chega a hora da prática, é o único clube do torneio que escala reservas, desvalorizando a competição, desprezando a possibilidade de arrecadar mais, se colocasse o time principal, metesse um 3 x 0 ao natural (nenhum absurdo), praticamente, garantindo assim, a vaga numa semifinal, empolgando a sua torcida e "correndo o risco" de ganhar um título. Não, não tem essa compreensão. Um tiro no pé e no orgulho do torcedor.

b) Mesmo que não houvesse a opção de utilizar os titulares por Roger, jamais a formação de 3 volantes de conhecida limitação técnica, seria recomendável. Ramiro e Moisés, simplesmente, inexistiram em campo. Erro crasso do treinador, que já tivera uma amostragem do que Ramiro poderia (não) render na posição de Giuliano e reincidiu.

O ingresso de uma atacante (Fernandinho) comprovou o equívoco do treinador. Também ficou escancarada a incapacidade de Moisés de vestir a camiseta Tricolor.

c) O que dá para dizer de jogadores como Bressan, Moisés, por exemplo? Além disso, o "carteiraço" de Bobô na cobrança de pênalti é inaceitável. Roger tentou minimizar, dizendo que há uma hierarquia para este tipo de situação; até pode ser, mas o momento era de Lincoln.

Os gols do Grêmio surgiram de erros defensivos, logo a 1 minuto, Pedro Rocha recebeu de Bobô, foi ao fundo e cruzou, achando Edinho, que fuzilou o arqueiro Renan.

O empate veio de um vacilo defensivo; Bressan foi enganado pelo conhecido William Batoré, que arrematou quase de forma idêntica ao gol gremista sem chances para Marcelo Grohe.

Na segunda etapa, o Grêmio foi favorecido por um lance que costuma sofrer: O goleiro Renan numa bola parada, deu os famosos dois passinhos para frente e parou no meio do caminho; desta forma, matou a zaga e Bressan cabeceou, desempatando.

O gol de empate veio num cruzamento, onde o zagueiro Gabriel meteu a cabeça, a bola foi em direção ao gol, Grohe voou e não alcançou. Mais uma bola "indefensável". Vida que segue.

Por todos esses movimentos nesses três níveis é que dá para desconfiar que existe um manual prático em curso dentro do clube. Sorte que Lincoln não se interessou em passar os olhos por ele.

É pouco, muito pouco.