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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Opinião



"Vim de longe, vou mais longe, quem tem fé vai me esperar..."


Já que deu certo nos confrontos diante do Lanús, eu resolvi colocar novamente versos de Geraldo Vandré no título. Estes pertencem ao clássico de 1967 chamado Aroeira.

Depois de dar vazão à superstição, olho para a partida de amanhã, semifinal, com sangue doce. Não ando nervoso, nem temo por um insucesso, fazia tempo que o Tricolor não me passava tanta confiança. Uma sadia confiança, uma que está dentro dos limites da sabedoria que é encarar um adversário inferior sem dispensar o respeito e a exigência de enfrentamento com atitude, imposição física e técnica. Além disso, o Imortal carrega a grife de possuidor do melhor futebol do Brasil, o mais vistoso e de ser o único clube nacional que “abocanhou” dois super títulos nos doze meses mais recentes.

Renato cunhou a  expressão “cascudos” para atletas rodados, independente de idade e conseguiu formar um elenco com essa característica, inclusive, tendo um trio já batizado na espécie de encruzilhada que se descortinará amanhã nos Emirados; trata-se de Fernandinho, Walter Kannemann e Bruno Rodrigo. Os três, certamente poderão dar uma contribuição interessante para os mais jovens.

A ausência extrema do craque Arthur será suprida pela vontade de Michel homenagear o seu empresário que vive situação delicada (problemas de saúde). Ele que está com o camisa 5 gremista desde os seus 15 anos. É um incentivo que se somará a vontade de reconquistar seu lugar no time.

O fantasma de um novo Mazembaço pode rondar o grupo, embora o impacto de um revés diante de um clube mexicano nunca será superado por uma desclassificação diante de um representante da chamada África Negra, de condições absolutamente inferiores a parte norte de seu continente e incomparável com os seus antagonistas das Américas e especialmente, Europa. Esta remota possibilidade também deve ter sido bem avaliada pelos gestores do Grêmio. Estão vacinados.

Com calma, boa cabeça e naturalidade nas ações dentro das quatro linhas, amanhã o Imortal encaminhará a vaga para a final de 16 de Dezembro.

É o que espero.


domingo, 10 de dezembro de 2017

Opinião


O Grilo

Há dias escrevi que o time do Grêmio ia muito bem defensivamente, enquanto que o ataque ficava devendo, ou seja, estava aquém dos demais setores; com isso, não atingia o sonhado equilíbrio, definição que evitei por estar desgastada pelo mau uso na boca de determinados profissionais: Vide Os Demais 50% .

No texto, minha insatisfação com a trinca ofensiva ficou clara, sem que a esperança fosse perdida em definitivo. Pois bem, veio o jogo da volta, o da volta Olímpica e Fernandinho + Luan tiveram atuações destacadíssimas e coroaram com dois golaços que desmontaram o Lanús ainda na primeira fase do confronto.

O ataque se sublimou ao ponto de ter três escassas chances, porém, claríssimas e, como sabemos, duas pararam no fundo das redes de Andrada, goleiro que saiu com o uniforme limpo por não praticar uma única defesa considerável.

Para o Mundial, desconfio que o atleta que tem maiores condições de brilhar e ser decisivo é Luan, o craque do time, melhor jogador atuando no Brasil.

O Grilo, apelido que os seus colegas lhe deram pelos braços e pernas longas, poderá ser a grande figura gremista em Abu Dabi, ainda que, eventualmente, os gols sejam marcados por outros atletas.

Lucas Barrios é outro que tem estrela. Acho que os heróis de um possível bi-campeonato virão do ataque.

 Parece obviedade, mas o histórico de decisões dos Mundiais está aí para contrariar. 

sábado, 9 de dezembro de 2017

Opinião



Choque de Ruins

Antes de mais nada, a gente deve escrever que Grêmio versus Pachuca será um outro jogo, uma outra história; pode não ter nenhuma relação com este que recém finalizou: Pachuca x Wydad Casablanca, vencido na prorrogação, segundo tempo pelo clube mexicano.

Feita a ressalva tão necessária, porque as surpresas só acontecem de surpresa e os Azuis devem ter toda a atenção do mundo, mas olhando o que se viu, dá para concluir que essa Dupla é muito ruim. Tudo bem ! Tem a tensão da estreia, mas o que (ela, a Dupla) apresentou é para o "vivente chorar". Não chegou aos tiros livres, porque uma única jogada diferente apareceu num desarranjo defensivo marroquino.

Arrisco dizer que se houver zebra nas semifinais neste Mundial de Clubes, ela estará mais perto do chaveamento em que estão os espanhóis do Real Madrid.

O Grêmio tem totais condições de fazer um enfrentamento tranquilo diante do Pachuca pelo que demonstrou este, hoje e passar para a decisão de 16/12.

Sinceramente, não consigo ver razão em fazer Mundiais com equipes tão limitadas, se não quisessem fazer um confronto único, que colocassem campeão e vice de Europa e de América que todos ganhariam tecnicamente num quadrangular.

Infelizmente, o interesse comercial se sobrepõe ao qualitativo.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017



Álbum Tricolor (108)
ADÍLSON
Correio do Povo
Nome: Adílson Dias Batista.
Apelido: Adílson.
Posição: Zagueiro.
Data de nascimento: 16 de Março de 1968, Curitiba, PR.

JOGOS PELO TIME PRINCIPAL DO GRÊMIO
114 jogos (64 vitórias; 26 empates; 24 derrotas). Marcou 13 gols.

ESTREIA NO GRÊMIO
01.02.1995 - Grêmio 4x0 C Esportivo BG – Amistoso.
GFBPA: Danrlei; André Vieira (Grotto), Luciano, Adílson (Wagner Fernandes) e Carlos Miguel (Arílson); Dinho (Dega), Luís Carlos Goiano e Vágner Mancini; Paulo Nunes (Jaques), Magno e Alexandre Gaúcho.
Técnico: Luiz Felipe Scolari.

ÚLTIMO JOGO PELO GRÊMIO
11.12.1996 - Grêmio 0x2 A Portuguesa de Desportos – Camp. Brasileiro.
GFBPA: Danrlei; Marco Antonio, Rivarola, Adílson e Róger; Dinho (Mauro Galvão), Luís Carlos Goiano e Emerson (João Antonio); Paulo Nunes, Zé Alcino e Carlos Miguel (Aílton).
Técnico: Luiz Felipe Scolari.

CARREIRA
Atlético-PR (1986 a 1988), Cruzeiro-MG (1989 a 1993), Internacional-RS (1993), Atlético-MG (1994), Grêmio-RS (1995 e 1996), Júbilo Iwata-JAP (1997 a 1999), Corinthians-SP (2000).

TÍTULOS PELO GRÊMIO
1995 - Libertadores da América.
1996 - Recopa Sul-Americana.
1996 - Campeonato Brasileiro.
1995 - Campeonato Gaúcho.
1996 - Campeonato Gaúcho.

PRÊMIO COMO JOGADOR DO GRÊMIO
1996 - Bola de Prata da Revista Placar.

TÉCNICO DO GRÊMIO
49 jogos (20 vitórias; 16 empates; 13 derrotas).

(*) Os dados aqui publicados não são oficiais. Dizem respeito às informações contidas no arquivo do autor.

Por Alvirrubro.

FONTES:
- Jornal “Correio do Povo”.
- Jornal “Zero Hora”.
- Revista “Placar”.
- Arquivo Pessoal.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Opinião


A Gangorra não quebra


Em postagem anterior (Segunda-feira), eu afirmava que havia vários  assuntos sobre o Imortal que renderiam para toda a semana; pois bem, após uma queda de energia no meu bairro que afetou telefone e internet, hoje retomo a análise dos acontecimentos.

Desde que me conheço por gente, não vivi um momento sequer de relevância, onde a Dupla estivesse (ambos os clubes) “por cima da carne seca” como por exemplo, um, campeão brasileiro e o outro, da Libertadores. Se a memória não me falhar, sempre no auge  de um, o outro visita o Inferno. A expressão atribuída ao jornalista Lauro Quadros se mantém atual: A gangorra resiste e está muito atual.

O início do Octa campeonato vermelho, 1969, coincide com a primeira gestão de Flávio Obino. Além da competência da Direção colorada, o desmonte da equipe hepta campeã azul colaborou muito com isso.

Os anos 80 e 90, períodos de grandes conquistas gremistas são coincidentes com más gestões do Coirmão, que insistiu em recrutar ex-craques gremistas em busca de uma “veia” vitoriosa que não rendeu nada em termos de conquistas à exceção de uma Copa do Brasil em 92, que ficou ilhada entre o tri de 79, 13 anos antes e o Mundial de 2006, ou seja, 14 anos de espera.

Sobre esta última conquista, ela teve muito mérito da sua direção, mas, novamente o adversário deu um “mão desgraçada”, pois, para celebrar o centenário do clube, os caciques gremistas com uma única voz dissonante (Hélio Dourado) elegeram por aclamação o Sr. Flávio Obino em 2003. Bateu o desespero em mim e no David Coimbra; eu no meu mundinho na aldeia e o jornalista com o “feeling” apurado, sentindo o cheiro de caos, catástrofe já em Fevereiro, quando o Inter virou um Grenal com Muricy. Ali, pedíamos a renúncia de Obino, antes de “um mal maior”. Não ocorreu, infelizmente.

Depois, a derrocada gremista prosseguiu até à segunda queda para a Série B em 2004. O Inter teve a tranquilidade para fazer os ajustes, suportando oscilações (goleadas para o Boca), batendo na trave no Nacional de 2005, sem pressão da massa torcedora, porque olhava “para o lado”, para o seu eterno rival e ele só despencava.

Hoje, 07 de Dezembro, o Grêmio comemora 1 ano de sua libertação dos 15 de exílio dos grandes títulos, sua exorcização. Muita competência de seus dirigentes, porém, de novo podemos visualizar a força que chegou de seu principal oponente, isto é, a Swat Colorada foi providencial; ela com esmero foi desconstruindo os principais pilares de sua posição no pódio. Uma a uma, as “verdades” vermelhas ruíram como um castelo alicerçado por baralhos: Goleada de 4 a 1; goleada histórica, quase irrepetível em Grenais, 5 a 0, o “tapa de luva” da contratação fantástica de Anderson, o Andershow, rotundo fracasso, “Clube grande não cai”, a agonia em praça pública, a comparação de sua “tragédia” com a da comoção terrível vivida pela Chapecoense. 

Prosseguindo: Um suplício para não encarar a Segundona expôs o clube a um vexame mundial na Europa, jornalistas “isentos” saindo do armário e caindo em desgraça, alguns até se aposentaram, outros diminuíram o ritmo em seus blogs, o vice-campeonato da Série B digerido à contragosto, porque se imaginava ganhador “com um pé nas costas, sem produção de dvd”.

Enfim, essa situação do Coirmão também impulsionou o Imortal para a até agora, conquista de duas super taças, mas pelo andar da carruagem, parece que é só o começo de outra Era Azul nos pagos gaúchos.

Fica a lição para os dois clubes, a má gestão de um pode se tornar o oxigênio e fonte inspiradora para o outro. A catástrofe de um torna-se unguento para o outro.

A gangorra vive.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Opinião


A Unanimidade Inteligente


Estava lendo uma coluna antiga de um dos meus ídolos, o ex-craque Tostão (Eduardo Gonçalves de Andrade) e num determinado trecho, ele cita uma das muitas frases antológicas de Nelson Rodrigues, a famosa “Toda unanimidade é burra” e explica o que o jornalista e teatrólogo quis dizer: A unanimidade, o pensamento uniforme pode representar a falta de diversidade, afinal, “somos todos diferentes”, ele conclui.

Em outro texto cujo autor(a) não consegui identificar, ele (o texto) apresenta o que seria a Unanimidade Inteligente, neste conceito se encontra o reconhecimento da excelência de um trabalho ou ação perfeita ou próximo disso.

Aí eu chego no “assunto” Pedro Geromel, três Bolas de Prata em sequência da Revista Placar (2015-16-17), duas vezes na Seleção do Brasileirão pela enquete da CBF (2016-17), atuações impecáveis, muita regularidade com domínio de todos fundamentos e características para ser enquadrado como craque/zagueiro ou zagueiro/craque.

Cada vez jogando mais, agora se torna imortalizado na história do Tricolor ao levantar a terceira taça da Libertadores da América. Virou lenda; com o tempo, ele  terá a mesma dimensão afetiva de Eurico Lara e Luiz Carvalho para a geração de meu pai, de Hugo De Leon e Renato para a minha; para estes que são adolescentes neste século (os meus filhos e demais).

Então, o que falta para ele ser titular do escrete Canarinho? Convencer a única cabeça discordante, mas a que tem o poder de mover o polegar para cima ou para baixo na escolha dos 23 ungidos para a Copa de 2018: Tite.

Está na hora do treinador gaúcho se opor a frase de Nelson Rodrigues e engrossar o coro que pede o óbvio: Geromel com o passaporte carimbado para a Rússia.

É bom senso. É inteligente, é unânime. 

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Opinião



A Confirmação

Esta Segunda-feira está repleta de assuntos sobre o Grêmio; como a semana não tem jogo do Imortal, eu vou rechear os próximos dias com eles e não gastar totalmente "a pólvora" num texto que poderia se tornar extenso.

Vamos ao primeiro: Às vezes, a gente coloca a nossa opinião com exemplos tão distantes dos mais jovens, que parecem que eles fazem parte apenas de teses, então, agora com este momento mágico do Tricolor, retornar aos nossos conceitos e ideias fica mais compreensível, visível, então, aqui estão elas (as ideias) e a prática para tirar quaisquer dúvidas de quanto estávamos certos em muitas opiniões, muitas, não todas, é óbvio:

Escrevi há tempos que o Tricolor deveria priorizar a manutenção dos craques da base, cheguei a imaginar que a venda do promissor lateral esquerdo Wendell seria a última e incrivelmente, isso ocorreu. Por um bom lapso de tempo, o Tricolor segurou seus meninos de ouro. O estancamento dessas transações irresponsáveis foi o pontapé inicial para as conquistas recentes. Éverton, Ramiro, Arthur, Pedro Rocha, Walace e especialmente Luan na mão de dirigentes ávidos, gananciosos já seriam apenas uma saudosa lembrança nas mentes gremistas.

Outra de minhas ideias: Um clube de futebol deve priorizar o ... futebol. O resto vem atrás dessa locomotiva que são os títulos. Vide Gremiomania, camisetas já estão faltando, associados aos borbotões, jogadores super valorizados e cobiçados, a visibilidade nacional e internacional da marca Grêmio ainda não está sendo devidamente mensurada, porque é um fenômeno incessante, do tipo "é tanto, mas já é mais", a fotografia fica sempre defasada, nada é atual, "tudo é 'já passou', 'já é mais'".

Na esteira do sucesso, o elenco ganha autoconfiança e os juniores são lançados com a devida tolerância da massa. Talvez Lincoln rebentasse se pegasse o atual estágio do clube. Surgem nomes esperançosos para a massa torcedora: Jean Pyerre, Patrick, Dionathã e Pepê são promessas de craques, não de medianos ou quase isso.

Enfim, hoje presenciamos aquilo que um clube efetivamente vencedor colhe quando prioriza o futebol e abocanha títulos e taças expressivas.

É com satisfação que escrevo estas linhas, pois deixaram de ser "teses" ou lembranças longínquas. Esta é a nova realidade gremista, que começou com a preservação dos diamantes que ele próprio formou ou garimpou no mercado nacional, especialmente. 


domingo, 3 de dezembro de 2017

Opinião



Derrota na Despedida do Brasileirão

Os ex-juniores do Grêmio acabaram derrotados pelos cascudos do Atlético Mineiro. 4 a 3.

Para a estatística vai mais uma derrota em Minas Gerais, a queda para o quarto lugar e um aproveitamento pífio da equipe reserva, neste caso, mais do que reserva. Se não estou enganado foram 8 partidas com nenhuma vitória, 2 empates e 6 derrotas; num campeonato como o Brasileiro, além de ser suicídio, também é burrice em algumas situações. Grana enfiada no ralo.

Olhando isoladamente para esta partida, há aspectos positivos: Jean Pyerre, Pepê, Dionathã e Batista, que sempre deixa o dele. E olha! Eu não lembro de um "90" minutos do jovem centro-avante. Merece mais chances.

O jogo também confirma que sem um goleiro confiável, não adianta. Grassi fez uma defesa notável na primeira etapa, mas tomou dois gols de falta indesculpáveis, o segundo então; o tiro foi do meio da rua e à meia altura, ambos da mesma forma. "A mesma praça e o mesmo banco". Saltou atrasado.

Para quem é rodado no futebol, o jogo se mostrava como muitos outros na história do esporte bretão, isto é, um time marca, o outro empata, um time passa à frente, o outro encosta, um time mais uma vez, marca, o outro responde; aí, aquele que correu atrás sempre, vira para não mais deixar de vencer. É de almanaque. Questão de ânimo.

A conquista da Libertadores fantástica, irrepreensível, não livra a gestão de críticas por erros como esse de não ter detectado que não possuía um elenco minimamente confiável, que poderia permitir o descanso de titulares. Fica a lição.

Se os meus números estão corretos, o aproveitamento da "baba gremista" é de risíveis 8%, 2 pontos em 24. Não tem sangue doce ou festa de título que convença que isto é aceitável.

Finalizando, uma Libertadores que pode ter 9 representantes brasileiros (existe essa possibilidade) em 20 concorrentes, sendo que 4 estão fora de combate pelo iminente rebaixamento é   a completa banalização do maior certame da América. Uma pena.

Fica evidente que Grêmio, apesar do desleixo e Corinthians estiveram muito acima dos demais. Um campeonato muito ruim como ficou escancarado hoje com o Galo de Victor, Leonardo Silva, Fábio Santos, Otero, Elias, Fred e Robinho, "penando" para vencer o terceiro esquadrão Tricolor.
Seguem os melhores lances:


sábado, 2 de dezembro de 2017

Opinião



Após o T(r)ítulo da Libertadores

De volta à Terra, mas ainda sonhando, eu vejo que dá para tirar algumas conclusões imediatas da enorme conquista gremista da Quarta-feira:

- Sim; Renato é treinador e começa a ganhar o reconhecimento da maioria da mídia esportiva e da massa torcedora de vários clubes. De tudo, gostei do que escreveu o escritor santanense Juremir da Silva no Correio do Povo, que é colorado, vide O Tri Pós-Moderno. Ele detecta a ausência do tequiniquês dos modernos treinadores brasileiros, mas a linguagem simples e direta do comandante gremista

- Arthur e seus pares erraram ao se deixarem fotografar com a camiseta do clube catalão; não era a hora. Ingenuidade do menino, esperteza dos demais

- A proximidade do final da LA com o Mundial é positiva, reduz a ansiedade e engata decisões com o clube em alta

- Haverá pelo menos três transações do time titular ou três saídas e as reposições não estão no grupo a curto prazo. Isso precisa ficar claro para os dirigentes do Imortal

- A Direção terá que ter os pés bem no chão na hora de contratar, porque para ele, Grêmio, haverá superestimação de valores dos atletas pretendidos. Para o Imortal, o preço será outro

- Por fim, alguém sabe a escalação do time para a última rodada do Brasileiro? Bruno Grassi e mais dez. Tudo o que sei. 

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017



Álbum Tricolor (107)
HUGO DE LÉON
ClicRbs
Nome: Hugo Eduardo de León Rodríguez.
Apelido: Hugo de León; De León.
Posição: Zagueiro.
Data de nascimento: 27 de fevereiro de 1958, Rivera, Uruguai.

JOGOS PELO TIME PRINCIPAL DO GRÊMIO
242 jogos (127 vitórias; 71 empates; 44 derrotas). Marcou 11 gols.

ESTREIA NO GRÊMIO
21.01.1981 - Grêmio 2x1 Galícia EC - Campeonato Brasileiro
GFBPA: Leão; Uchôa, Vantuir, Hugo de León e Dirceu; China, Plein e Renato Sá (Héber); Tarciso, Baltazar e Odair.
Técnico: Enio Vargas de Andrade.

ÚLTIMO JOGO PELO GRÊMIO
25.11.1984 - Grêmio 0x2 SC Internacional - Campeonato Gaúcho
GFBPA: João Marcos; Sotter, Baidek, Hugo de León e Casemiro; Bonamigo, Luís Carlos Martins e Gílson (Valdo); Renato, Caio e Tarciso.
Técnico: Chiquinho (Francisco da Silva Neto).

CARREIRA
Nacional-URU (1977 a 1980); Grêmio-RS (1981 a 1984); Corinthians-SP (1985); Santos-SP (1986 e 1987); Logroñés-ESP (1987 e 1988); Nacional-URU (1988 e 1989); River Plate-ARG (1989 e 1990); Nacional-URU (1990); Botafogo-RJ (1991); Sapporo-JAP (1991 e 1992); Nacional-URU (1992 e 1993).

TÍTULOS PELO GRÊMIO
1983 - Mundial de Clubes
1983 - Libertadores da América
1981 - Campeonato Brasileiro

 (*) Os dados aqui publicados não são oficiais. Dizem respeito às informações contidas no arquivo do autor.

Por Alvirrubro.

FONTES:
- Jornal “Correio do Povo”.
- Jornal “Zero Hora”.
- Revista “Placar”.
- Arquivo Pessoal.