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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Opinião

Elementar, meu caro Watson!

Barcos saiu de cena. O maior artilheiro estrangeiro da história centenária do Grêmio está retornando para a China, onde jogou em 2009. Deixa o Tricolor com 45 gols em 108 ou 113 jogos (encontrei dados diferentes) em dois anos. Marca só inferior ao seu período na LDU, quando balançou as redes 53 vezes entre 2010 e 2011.
Acusado por uns, em especial, um dos jornalistas do grupo pertencente ao blog Tricolor no grupo RBS, de ser um centro-avante que não faz gols em jogos decisivos; como se existisse um jogo apenas decisivo num campeonato de pontos corridos, mas, tudo bem. Admitamos que não fez gols em momentos cruciais de decisão.
É elementar que para fazer gols decisivos é necessário participar de jogos decisivos e que a sua defesa ajude também. De nada vale fazer gol (decisivo) como no Grenal do Gauchão-14 na Arena e o centro-avante adversário até se agacha sozinho no meio da pequena área azul; livre, leve e solto para empurrar para as redes. Barcos fez o gol decisivo, a defesa não confirmou, infelizmente.
Sem títulos, nenhum centro-avante no mundo faz gol decisivo, especialmente no Grêmio e eu provo.
Há 14 anos que o Tricolor não ganha nada relevante, vamos ver que camisa 9 fez gol decisivo neste período. Segue lista, ano a ano, antes de Barcos:
2002 – Grafite, Luizão e Adriano Chuva
2003 – Cristian, Flávio Pantufa e Adriano Chuva
2004 – Cristian, Roberto Santos e Zulu
2005 – Lipatin, Osmar, Pedro Júnior e Samuel
2006 – Pedro Júnior, Lipatin, Rômulo e Reinaldo
2007 – Tuta, Douglas e Marcel
2008 – Marcel, Richard Morales, Reinaldo e Tadeu
2009 – Alex Mineiro, Máxi Lopez e Reinaldo
2010 – Júnior Viçosa, André Lima, Borges e William Batoré
2011 – Borges, Brandão, André Lima e Júnior Viçosa
2012 – André Lima, Marcelo Moreno e Júnior Viçosa
E então? Quem desses ilustres camisa 9 fazia gols decisivos e era confiável?
Outra perguntinha: Cláudio Pitbull e Jonas, sem serem centro-avantes empilharam gols nos Brasileiros de 2004 e 2010, certames de pontos corridos, pela ótica do jornalista do blog citado, não fizeram gols decisivos; não serviram ou serviriam? 
Qual a diferença dos gols de Jonas para os de Barcos? Qual gol decisivo Jonas marcou? E olha, que eu tenho saudades do Jonas. Me serve como atacante.
Aí, eu tenho que ler que o Barcos não faz gols decisivos, metendo 45 gols em 2 anos. 

Obs: Foi proposital a utilização demasiada do termo decisivo no texto.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Opinião



“Eu sou você amanhã”


Uma constatação; o Tricolor é hoje o que foi o Palmeiras no final de 2012. Explico: Basta uma rápida pesquisa e constata-se o desespero que o clube palestrino tinha para vender Barcos, porque estava numa crise financeira imensa. O Pirata, praticamente, recebia apelos para aceitar a proposta gremista, mesmo que isso implicasse perda de uma referência no comando do ataque verde mais a difícil escolha entre os “atletas” que o Imortal disponibilizava para compor o pacote de compra.

Lá foi o Palmeiras escolher: Leandro, Léo Gago, Vilson, Rondinelli e ... Marcelo Moreno. O último, ajuizadamente, não topou e o Grêmio teve que refazer o negócio, botando mais grana na parada.

A saída de Barcos deve ter ajudado apenas momentaneamente, porque o sufoco acompanhou o clube paulistano no ano seguinte, 2013, quando quase caiu para a segunda divisão.

Pois bem, 2015 chega e a história se repete, Barcos aguentou meses de atrasos salariais, jogou, desempenhou, liderou o time azul dentro de campo; agora vira a salvação da pátria Tricolor. O presidente, praticamente, implora para que os chineses e Barcos não fujam da raia do acerto.

Novamente, o troco da transação vai virar pó. Em poucos dias não teremos Barcos, nem o dinheiro de sua venda. Ele servirá para pagar Edinho, Kléber, talvez Dagoberto e/ou outros “achados geniais” da cartolagem. Assim como viraram pó, as granas dos passes de Gabriel Silva, Matheus Biteco e a saída de Pará no episódio, não menos “genial” da quarta, eu escrevi, da quarta passagem de Rodrigo Mendes pelo Olímpico. Convém recordar, que essa última vinda, já era uma “conta de chegar”, pois a dívida já existia.

O Palmeiras depois de 24 meses deste fato, acena com mudanças positivas; o Grêmio está atrasado nesse (e)feito. Será que precisará desses 24 meses para o ajuste? Se bobear, fica na fila duas décadas.

É mole?



domingo, 1 de fevereiro de 2015

Opinião




Domingueiras

- A saída de Barcos (se ocorrer) para a China é um processo natural, pois se saíram Conca, Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart, para citar apenas 3 bons e valorizados jogadores, não é nenhuma injustiça, nem absurda. Além de um salário caro, em Abril (ele) fecha 31 anos. O ruim é que Barcos está entre os 3 melhores centro-avantes do Brasil (Fred + Luis Fabiano)

- Batendo na mesma tecla; não dá para um clube como o Grêmio, centenário, campeão do mundo, 8 milhões de torcedores no planeta, ficar 15 anos em crise financeira. Sem dúvida, ela é planejada. O que deve ser feito, além da correção de rumo, proibir a entrada destes gestores nos conselhos do Tricolor; no máximo, a chance de possuírem cadeiras na Arena. Nada de pitacos nos assuntos azuis

- Li a coluna de um afamado jornalista que passou o tempo inteiro detonando o Barcos; chegou a compará-lo com Sandro Sotilli, agora está cobrindo o Pirata de elogios

- Assisti parte do jogo do Coirmão; RBS na tevê e áudio na rádio Guaíba. Quando da penalidade máxima e expulsão do lateral vermelho, o comentarista da Guaíba detonou com o juiz  Daronco. Fez um discurso contra o árbitro, aí veio a repetição das imagens e viu-se que a expulsão nada teve a ver com a falta máxima. A repetição das reclamações foi a causa do segundo amarelo e consequente vermelho. Constatado o erro de avaliação pelo comentarista, ele veio seguido de uma correção, de um reparo, de uma retificação de seu comentário muito tímida, desproporcional ao estardalhaço inicial. Uma pena

- Na hora dos tiros livres, deixei o áudio na RBS, porque tinha a certeza da vitória do Lajeadense; pois não é que o narrador, um histórico vermelho, acabou tão decepcionado, que não percebeu a definição no quarto chute do time de Lageado; se engasgou e demorou para anunciar o título do clube do interior

O Domingo ainda não acabou, mas aprendi muito hoje; aliás, hoje também é meu último dia de férias. Depois do mar transparente da Barra da Tijuca, entre outras praias, encaro o calor torrencial de minha terrinha.







sábado, 31 de janeiro de 2015

Opinião



Boa estreia

Muito tranquila a vitória do Tricolor. Uma supremacia natural, mas que em ocasiões anteriores, não aconteceu.

O Grêmio respeitou o adversário, mas principalmente, o seu torcedor, aquele que paga ingressos caros e os "derivados" de uma partida como transporte, estacionamento, alimentação ruim e preços elevados, etc ... Isso foi o começo do triunfo.

Mesmo que a diferença entre as equipes seja grande, nem sempre (ela) se materializa nas quatro linhas, desta vez, o Tricolor mereceu o placar elástico. Ele foi construído pelos grandes desempenhos de Lincoln, Araújo, Marcelo Grohe, Marcelo Moreno, Éverton e especialmente, Hernán Barcos, que fez dois gols e deu o passe para o terceiro, Éverton.

Vale destacar a boa movimentação dos laterais, onde Galhardo confirmou sua vocação ofensiva e boa alternativa para o meio, quando for necessário mudá-lo com um atleta já em campo.

A notícia ruim é a possível saída do Pirata para o futebol chinês. Temos Marcelo Moreno, que é menos jogador, mas a maior falta é a liderança positiva do argentino. Vai fazer falta ao jovem grupo azul.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Opinião



Esboço indica time mais veloz

Luiz Felipe testou, improvisou, criou situações de jogo, trocou peças durante os treinamentos. Está certo; para isso servem os treinos. Com a proximidade da estreia, começa a esboçar os 11 iniciais para Sábado.

Marcelo Grohe; Galhardo, Rhodolfo, Marcelo Oliveira e Marcelo Hermes; Araújo, Fellipe Bastos, Lincoln e Luan; Éverton e Barcos. Este o time que se anuncia.

Faltam Geromel, Wallace, Giuliano, Douglas e a definição entre Barcos e Marcelo Moreno; talvez Erazo no lugar de um dos zagueiros, futuramente. Não deve fugir disso para o primeiro semestre.

Olhando apenas para o enfrentamento diante do União, o time ficou mais leve e rápido. Gostei. Um meio e ataque onde aparecem Luan, Lincoln e Éverton.

Eles darão mais velocidade na transição, além da juventude. 

Galhardo trará a possibilidade de bons cruzamentos e a exatidão da bola parada. Outra curiosidade do jogo.

Por linhas tortas, o Tricolor sai beneficiado na arrancada do Gauchão.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Opinião



Impressões estão reforçadas, infelizmente

O que escrevemos ao longo deste Janeiro, infelizmente, parecem reforçar-se.

Marcelo Oliveira se encaminha para ser o que sempre foi; um coringa nato, pau para toda a obra, mas insuficiente para ser titular. Veio para o lugar de Zé Roberto, mas foi aonde menos treinou ou jogou. Anuncia-se que será zagueiro na estreia, sábado.

Barcos e Marcelo Moreno, embora cedo, a desistência de tentativa de atuarem juntos, ganha força. Disso, resultará a óbvia insatisfação daquele que ficar no banco. A remota chance de darem certos juntos, vai se materializando.

A contratação do zagueiro de Seleção, Erazo, descontente com a reserva no Flamengo, cuja desconfiança do verdadeiro objetivo de sua vinda, manifestei no post "O Enigma Erazo", começa a ser decifrada com o interesse de um clube milanês, a Inter, por Rhodolfo.

Estrategicamente, o Imortal faz "beicinho" ante a proposta dos italianos, estão amaciando o couro do torcedor, dizendo que é remota a possibilidade de saída do becão gremista; desconfio que em seguida virá a frase fatal: "Não houve como segurar Rhodolfo" e aí ficamos com Geromel no DM e improvisando Marcelo Oliveira.

Será um semestre para quem não é cardíaco.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Pequenas Histórias




Pequenas Histórias (77) - Ano - 1996-97/2001-02


Mauro Galvão, um zagueiro de exceção

Foto: Valdir Friolin

Com a chegada de Réver para o Inter e Douglas para o nosso Tricolor, renova-se prática que em sua maioria, resultou em rotundo fracasso, ou seja, trazer jogador que fez sucesso no rival ou então, "repatriar" antigos ídolos para suprir necessidades novas. São inúmeras experiências, as mais recentes, Edinho e Paulão, talvez Giuliano e Nilmar engrossem esta fila. Mário Sérgio entra nos raros êxitos (ex-Inter e Grêmio em 83), mas também aumentou o grupo dos equívocos (ex-Grêmio e Inter em 84). Tinga é exemplo de sucesso no retorno, mas quem se sobressaiu, sem dúvida foi Mauro Galvão: passou pelo Coirmão com retubante sucesso, aumentou o número de faixas no Grêmio e bisou, quando voltou ao seu clube de coração em 2001.

As primeiras notícias que tive de Mauro Galvão me chegaram pelo meu primo, o Lilico, hoje grande treinador de basquete e professor, cujas famílias (sua e de Galvão) eram amigas na rua Teixeira de Carvalho, próxima ao Olímpico. Galvão começou no Grêmio e foi trocado ainda juvenil por outro atleta com o Inter (quem será que foi o gênio gremista?).

Poucos dias antes de completar 18 anos, Mauro botou faixa de campeão brasileiro em 1979 com o mestre Ênio Andrade. Já despontavam a sua qualidade exuberante e a estrela de vencedor. Técnico, maduro para a idade, um zagueiro de exceção.

O adjetivo exceção acompanha sua carreira, pois em 86 disputando sua primeira Copa do Mundo, saiu do Beira-Rio para defender o ... Bangu, um clube pequeno do Rio, que acenava com um projeto de grandeza. Botou faixa, ganhando a Copa Rio.

Em seguida, um novo desafio, o Botafogo e nova façanha; após 21 anos sem ganhar absolutamente nada, o clube de General Severiano conquistou o campeonato carioca com Espinosa como treinador. Fica até 1990, ganha o Carioca de novo e disputa a  Copa da Itália com Lazzaroni utilizando um 3-5-2. O Brasil afundou, no entanto, deixou a base para 94. Taffarel, Jorginho, Ricardo Rocha, Ricardo Gomes, Branco, Dunga, Bebeto e Romário eram titulares de Parreira até as lesões aparecerem.

Mauro Galvão estava pronto para a Europa e, em seguida vai para a ... Suíça; novamente, escolhe um curioso caminho. Fica "invisível", escondido e não vai para a Copa dos EUA. Joga lá até 1996, quando o Imortal o busca para substituir Adilson, o Capitão América que iria para o Benfica. Iria, pois houve problemas e o paranaense permaneceu no Olímpico. Humilde, Galvão vai para o banco; a zaga era Rivarola e Adilson.

Sua estrela ressurge na decisão, quando substituiu o capitão gremista, que levou o terceiro cartão amarelo contra a Lusa no jogo de ida, lá no Canindé. Está no poster da conquista do bicampeonato nacional do Tricolor.

Ano seguinte, titularíssimo, ganha a Copa do Brasil em pleno Maracanã. O Grêmio de Evaristo parou o Flamengo.

Sai do Tricolor para dar o maior título da história vascaína, a Libertadores da América em 1998, além dos campeonatos brasileiros de 97 e 2000.

Retorna para o Grêmio e antes de encerrar a carreira vitoriosa, ganha o Gauchão e especialmente, a Copa do Brasil de 2001.

Este é Mauro Galvão (na foto, cheio de faixas), que contrariou tendências dentro e fora de campo; sempre de forma vitoriosa. Um zagueiro com técnica de armador, "experiente" aos  17 anos, que jogou até completar 40 anos, outra exceção para a época.


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Opinião



Que a bola role logo

Este período é chato para o torcedor, mas imprescindível para toda a temporada. Lembra a volta às aulas no colégio lá nos "70", quando o professor Afonso, Educação Física, nos tirava o couro, deixando o vôlei, basquete e futebol para quase o final do mês de Março. Uma tortura; era só física.

Quando a gente falava em Erik com muita esperança, Luiz Felipe o coloca à disposição para procurar clube. Novamente, como outros casos de 2014, o problema não foi falta de futebol. Algo aconteceu.

A grande notícia veio da permanência de Fellipe Bastos. O carioca tem um estilo aguerrido, que não prescinde de qualidade, também possui um arremate forte. Ponto para a Direção.

A subida dos três juniores é outra boa nova do noticiário tricolor. Artur, Júnior e Raul são o futuro, talvez o presente para o segundo semestre.

Com a definição dos 32 atletas que comporão o grupo para o Campeonato Gaúcho, tranquiliza o elenco, clareia as ideias para a Comissão Técnica e enquadra as esperanças da torcida. É com estes, que seguirá a expectativa de título.

Quando a bola rolar, visualizaremos com mais nitidez a movimentação do grupo azul. E os rumores, boatos e sobressaltos das especulações diminuirão. 

Melhor para todo mundo.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Opinião




Cheese Egg sem Ovo

Lá pelos meus vinte anos, encostado nestes trailers de cachorrão, esperando a minha encomenda, vi um sujeito pedir "X" egg sem ovo; lógico! Ele não tinha obrigação de saber nada de inglês. Fizeram a sua encomenda, porque o cliente tem sempre razão; mas, com certeza, o que ele levou não foi um X egg, porque um cheese egg, obrigatoriamente tem que contar com queijo e ovo. É o que o caracteriza.

Pois bem, o Grêmio com suas direções desastrosas, viu a sua essência (vale lembrar que um paulista fundou o Tricolor à partir de sua bola, também no seu nome completo, a instituição indica a sua natureza; Foot ball) ser colocada fora do centro dos interesses. O futebol vem depois da construção do estádio, depois de pagar as dívidas absurdas e improrrogáveis, vem depois de muitas coisas, até de interesses pessoais e de empresários; aí, naturalmente, se apequena, se inviabiliza.

A atual Direção, por convicção ou por estar num brete, viu-se obrigada a apertar o cinto e investir nos jovens. Até aí tudo bem, é o sonho de todo torcedor, mas a busca de outros reforços parece equivocada; arrisco afirmar que Douglas, Galhardo, Erazo e Marcelo Oliveira, os quatro juntos terão passagens meteóricas pelo time principal; talvez um semestre e olhe lá. Isso é péssimo. Um apenas deles e teremos 25% de acerto. Pouco.

Não levo em consideração a partida de ontem, primeiro porque não vi, segundo, as imagens na internet e televisão demonstram que não havia boas condições para a prática do jogo; desta forma, as minhas conclusões são anteriores ao enfrentamento contra os paranaenses.

As primeiras impressões (olhem, são impressões apenas) me mostraram que Geromel faz falta até em treino, que Douglas jogará 8 más partidas e 2 boas, que Barcos e Marcelo Moreno precisarão de muito tempo para a adaptação, se ela vier um dia.

Finalizando, acho que o Grêmio poderá ganhar o Gauchão, isso dependerá do (des)interesse do Inter, o problema é mais adiante, especialmente, se tiver que se dedicar ao acerto da Arena,  a saldar herança de maus negócios, a preocupação com fórmula de campeonatos, com venda de bebidas no seu estádio, com o site do clube, com a refrigeração do ônibus, com ... 

sábado, 24 de janeiro de 2015

Opinião



A transição 

Lendo à distância o que houve ontem no Pinheiro Borda e a tendência do futebol mundial, isto é, a transição veloz do meio ou defesa para o ataque, penso como o Tricolor poderá exercer este futebol com os atuais jogadores. Isto é possível?

Arrisco dizer que é difícil, porque Wallace, Ramiro e Araújo não possuem esta característica, a saída veloz, seja na passada, seja no lançamento longo e certeiro.

Também os meias, armadores, segundos atacantes ou outra denominação, igualmente não são dotados desta qualidade. Douglas tem o passe certeiro e longo, mas é inconstante, da mesma forma, Luan intercala belas iniciativas e quedas de produção, até dentro da mesma partida.

Giuliano é veloz, porém conduz muito a bola, terá que se readequar ao futebol de toques rápidos e constantes deslocamentos.

Tem Éverton, que é atacante e Lincoln, que não conheço, no entanto, não são exatamente do lugar onde a transição acontece.

O Shaktar, parece (pelo menos ontem), que fora disso, desta maneira de jogar, as vitórias ficam mais distantes.

Quais seriam os jogadores azuis para fazer este tipo de jogo? Eu não sei.