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sábado, 17 de outubro de 2015

Opinião



Só o Grêmio pode perder a sua vaga

Em 2014, após golear o Inter no início de Novembro e em seguida, bater com folga o Criciúma em Santa Catarina, a vaga para a LA estava encaminhada para o Tricolor; pois, incrivelmente, ganhou 1 ponto nos 12 restantes, algo impensável, após os dois triunfos das 33ª e 34ª rodadas.

Um dia, as causas chegarão ao conhecimento de nós, pobres torcedores, que não conhecemos na íntegra a vida "por dentro" do Grêmio.

Agora, o Tricolor tem 8 partidas, sendo 4 em casa, 4 em tese, também são as vagas para a LA; pois ele está há 9 pontos do quarto colocado e tem um aproveitamento de 82% como mandante, então, arrisco dizer, que o Tricolor só perde o seu lugar, se entrar em parafuso, se uma hecatombe semelhante a de 2014 atingir o nosso clube.

Não vejo entre os cinco, seis postulantes às vagas, que estão embolados com pontos entre 44 e 46, dois que possam dar uma arrancada espetacular, tornando-se ameaças reais ao posto do Imortal; portanto, é fácil concluir, que apenas o próprio Grêmio será o responsável por sua  (incrível) queda na reta final, se isso se consolidar.

Eu não acredito em um novo tombo, mas é bom ver o que houve ano passado e não repetir os mesmos passos.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Opinião



Vitória essencial

À princípio, este era o jogo mais difícil dos nove restantes, incluindo aí, o clássico, por isso, a vitória foi importantíssima. Partida típica de gigantes; daquelas que o detalhe decide.

O Grêmio está a um passo da Libertadores de 2016; é um dos três únicos dos vinte clubes da primeira divisão, que ainda pode ser campeão. É incrível como neste momento, ainda tem gremistas com a mão na corneta, detonando o trabalho da Direção e Comissão Técnica do Imortal (li isso no blog gremista da ZH), especialmente, porque o nosso time é inferior a São Paulo, Palmeiras e se equivale ao Santos, porém, com uma desvantagem: Não temos Lucas Lima, nem Ricardo Oliveira. Temos jóquei. Falta tempo e algumas peças para, realmente, se tornar competitivo.

Outro detalhe da campanha, o Tricolor perdeu a melhor condição de brigar pelo título, exatamente, no confronto contra times menores; pois bateu o quarto colocado (Santos) duas vezes, contra o provável campeão (Corintihians), ganhou quatro pontos em seis; o Galo, já papou três pontos e o recebe na Arena, podendo chegar a conquista da totalidade de pontos disputados. Até no clássico houve afirmação de sua superioridade. Patinou contra Coritiba, Sport, Ponte, Goiás, Chapecoense + a dupla Fla-Flu, quando estes estavam em baixa. 

Voltando ao jogo de hoje: O gol é daqueles onde a bola "procura" Bressan, que deu um "tiro" de cabeça na gaveta de Vanderlei. Douglas deu o efeito procurante. Aliás, o camisa 10 foi o melhor do Grêmio, ficando abaixo de Lucas Lima, o craque do campeonato. Joga demais. O Santos não virou porque faltou Ricardo Oliveira e isso não é demérito do Grêmio, é a realidade, o Tricolor está se superando. Hoje, um grande obstáculo superado.

Bruno Grassi repetiu as boas atuações do Gauchão, seguro e discreto. A defesa foi muito bem, destacaria Galhardo. Walace e Maicon aumentaram a estatística que diz que eles juntos perdem poucas partidas, Douglas, o melhor, Giuliano segue bem, faltou apenas precisão e mais ambição nos seus arremates, Luan e Bobô apagados, interessados, mas um pouco abaixo dos demais.

Pedro Rocha deu mais movimentação ao ataque, Maxi e Moisés sem tempo para mostrar alguma coisa.

Agora é não perder o foco contra a Chapecoense, time da parte de baixo da tabela. Aí é que mora o perigo gremista neste campeonato.






Opinião


Roger inova e (acho) que acerta

As 5 horas da manhã, a luz faltou e há duas horas apenas, voltou. A cidade está uma confusão só e no trabalho, o ritmo desacelerou, mas, ainda dá tempo para escrever o que eu estava achando, antes da confirmação da notícia: Bobô vai para o jogo.

Este era o meu pensamento; a entrada de um centro-avante mais tradicional e de bastante rodagem numa hora  decisiva da competição.

Além da surpresa aos adversários, o ingresso de Bobô pode trazer mais um acréscimo; a movimentação criativa de Luan e Giuliano pelas beiradas do gramado.

Se eu fosse o Roger, faria a mesma escolha. Bobô pode ser o aditivo que faltava nesta reta de chegada.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Opinião


O ataque é a preocupação


O Tricolor encara nesta quinta–feira o Santos sem o seu arqueiro Marcelo Grohe, uma das muitas vítimas dos jogos de seleções pelo mundo afora. É um problema, pois Tiago não foi bem e Bruno Grassi se apresentou apenas uma vez; a pedreira contra o São Paulo.

Há também, o desgaste de Erazo que esteve nas duas vitórias do Equador, que pode sobrecarregar o setor defensivo.

No entanto, a maior preocupação é o que o ataque gremista nos reserva. Faltou bola nos confrontos diante do Fluminense, cujos desempenhos pífios levaram à desclassificação na Copa do Brasil. Quaisquer atletas, que são colocados ao lado de Giuliano e Luan, não confirmam as expectativas. Sempre quem está de fora é a melhor "solução".

Pedro Rocha, Fernandinho, Bobô e muito menos, Éverton e Yuri Mamute, inspiram confiança ao torcedor. Há ainda, o já repetitivo período de “engrenagem” de Luan, isto é, sempre que sai do time, por lesão ou convocação, o camisa 7 leva um tempo para voltar ao bom desempenho anterior, o tal "agite, antes de usar".

Portanto, desconfio que Roger em suas reflexões, dedica mais tempo à busca da melhor performance ofensiva do que qualquer outra peça ou setor do time.


Se é assim, faz bem o treinador gremista. O modelo a ser perseguido é aquele dos primeiros minutos contra o Corinthians Paulista.

terça-feira, 13 de outubro de 2015



Álbum Tricolor (27)

 KITA
Foto: Revista Placar

JOÃO LEITHARDT NETO (1989)
Apelido: Kita.
Posição: atacante.
Data de Nascimento: 6 de Janeiro de 1958, em Passo Fundo, RS.
Data de Falecimento: 3 de Outubro de 2015, em Passo Fundo, RS.

*Jogos: 36 (20 vitórias; 10 empates; e 6 derrotas). Marcou 14 gols.

*Estreia no Grêmio:
08/03/1989 – Grêmio 1x2 SER Caxias - Campeonato Gaúcho
GFBPA: Mazaropi, Fábio Lima, Lúcio Agnes, Luís Eduardo, Clausemir, Bonamigo, André Paz (Marcus Vinícius), Roberto Gaúcho, Cuca, Kita, Zé Roberto (Jorginho Putinatti). Técnico: Rúbens Francisco Minelli

*Última partida pelo Grêmio:
03/12/1989 – Grêmio 1x3 São Paulo FC (SP) - Campeonato Brasileiro
GFBPA: Mazaropi, Alfinete, Luís Fernando, Luís Eduardo, Vílson, Géverton, Lino, Assis (Adílson Heleno), Darci, Kita, Paulo Egídio (Almir). Técnico: Procópio Cardoso

ANO A ANO NO GRÊMIO (Jogou apenas em 1989 no Grêmio).
Amistoso: 2 jogos; 1 vitória; 1 empate.
Campeonato Gaúcho: 16 jogos; 9 vitórias; 5 empates; 2 derrotas. Marcou 8 gols.
Campeonato Brasileiro: 7 jogos; 3 vitórias; 2 empates; 2 derrotas. Marcou 3 gols.
Copa do Brasil: 6 jogos; 5 vitórias; 1 empate. Marcou 2 gols.
Supercopa Libert. América: 5 jogos; 2 vitórias; 1 empate; 2 derrotas. Marcou 1 gol.

CARREIRA
14 de Julho-PF (1978 e 1979), Criciúma-SC (1979), 14 de Julho-PF (1979), Criciúma-SC (1980), Brasil-PEL (1980), Juventude-RS (1981 a 1983), Internacional-RS (1984 e 1985), Internacional-SP (1986), Flamengo-RJ (1986 e 1987), Internacional-SP (1988), Portuguesa-SP (1988), Grêmio-RS (1989), Atlético-PR (1990), Figueirense-SC (1991 e 1992), Esportivo-RS (1992), Guarany-GA/RS (1993), Passo Fundo-RS (1994).

GRENAL
Como jogador do Grêmio, esteve em campo em 3 (três) clássicos GRENAL. 1 (uma) vitória; e 2 (dois) empates. Marcou um gol no clássico do dia 28.05.1989, 3x1 para o Grêmio.

TÍTULOS PELO GRÊMIO
1989 – Copa do Brasil.
1989 – Campeonato Gaúcho.

(*) Os dados dizem respeito às informações contidas no arquivo do autor.

Por Alvirrubro
FONTES:
- Revista “Placar”.
- Jornal “Correio do Povo”.
- Jornal "Zero Hora".
- Arquivo Pessoal.



domingo, 11 de outubro de 2015

Galeria Imortal


Galeria Imortal (30)

Foto cedida pelo Alvirubro

Este é o time que entrou em campo em 28 de Setembro de 1969, quando derrotou o Santos de Pelé no estádio Olímpico por 2 a 1 (vide postagem anterior), gols de Davi e Júlio Amaral; Pelé fez o gol do Peixe.
Em pé: Arlindo, Everaldo, Ari Hercílio, Valdir Espinosa, Jadir e Áureo. Agachados: o grande massagista Alvaci Almeida (Banha), Davi, Júlio Amaral, Alcindo, Sérgio Lopes e Wolmir. Entrou no intervalo, Joãozinho.

sábado, 10 de outubro de 2015

Pequenas Histórias


Pequenas Histórias (101) - Ano - 1969



Os Cunhados do Rei 


Gol de Davi - Foto: Correio do Povo


O próximo compromisso do Imortal pelo Brasileiro é contra o Peixe na Arena; aí, eu lembrei que sempre tive forte na memória, vitórias comuns na pontuação, mas de grande significado para mim e principalmente, para a estima do nosso clube.

São várias: o triunfo no primeiro campeonato brasileiro em 71, lembro da manchete: "No maior do mundo, contra o melhor do mundo, deu Grêmio 1 x 0"; traduzindo: No maior certame do mundo, contra Pelé, o Tricolor ganhou pelo escore mínimo, gol de Torino, Estádio Olímpico. Tem até então, inédita conquista em São Paulo, 1 x 0 no Pacaembu, gol de Oberti e Picasso pegando pênalti do capitão do tri, Carlos Alberto, que rendeu a "Pequenas Histórias" nº 4. Há, ainda, a vitória na Vila Belmiro, 1 x 0, gol de falta de Itaqui, quebrando o tabu.

Destas, a lembrança mais remota é a de 1969, 2 x 1 no Olímpico. Passados os anos, descobri que aquela fora a primeira em 10 anos de disputas de Taça Brasil e Torneio Roberto Gomes Pedrosa. Uma década na fila, pudera, o Santos era uma máquina, ganhou seis títulos nacionais e dois vices, além de duas Libertadores e dois mundiais, apenas nos anos 60. 

Pois, é desta vitória que vou tratar agora. O Santos era a base da Seleção Brasileira que disputava as eliminatórias para a Copa de 70; possuía nove atletas convocados, além do zagueiro Ramos Delgado, que era argentino. 

No final de Setembro de 69, o clube paulista chegava exausto a Porto Alegre, vindo da Europa, onde fez uma excursão exitosa, diria rotineira; disso, resultaram as ausências de quatro jogadores titularíssimos: Carlos Alberto, Clodoaldo, Toninho e Edu. Mas tinha Pelé em grande forma em busca do milésimo gol, que faria dois meses depois, em Novembro. Estava com 989 na carreira.

Para o confronto, o Santos treinado por Antoninho mandou a campo o lendário goleiro Gilmar mais Lima, Ramos Delgado, Joel e Rildo; Djalma Dias e Nenê, Manuel Maria, Douglas, Pelé e Abel. Entraria ainda Léo no meio de campo. Este time era tão entrosado, que havia 3 parentes nele: Lima e Abel (pai do jornalista Abel Neto) eram casados com duas irmãs de Pelé, portanto, cunhados do Rei.

O técnico Sérgio Moacir Torres Nunes escalou o Tricolor com: Arlindo; Espinosa, Ari Hercílio, Áureo e Everaldo; Jadir e Sérgio Lopes; Davi, Júlio Amaral, Alcindo e Wolmir. João Severiano, o Joãozinho, substituiu Sérgio Lopes.

O primeiro tempo foi morno, porque o Grêmio respeitou demais a equipe paulista; esta por sua vez, se resguardava, visivelmente sofrendo o cansaço da jornada internacional. 

Quando o jogo se encaminhava para o final da primeira fase, Douglas lançou Pelé. Ele no seu tradicional "rush", avançou horizontalmente, vencendo a defensiva e completou para as redes. Gol número 990 da carreira. Assim ficou o primeiro tempo. 1 a 0.

O treinador gremista fez uma troca, que se mostrou decisiva: Sérgio Lopes, o camisa 10, deu lugar ao craque Joãozinho. Ele se tornou a principal figura da partida ao ponto do goleiro Gilmar declarar no final da partida, não entender como João Severiano começara no banco de reservas. Coisas do Futebol.

Aos 15 minutos, Joãozinho tabelou com Alcindo, o Bugre entregou para Davi ajeitar e mandar no canto esquerdo do arqueiro santista. 1 x 1.

Três minutos passados e Espinosa estava cruzando para Júlio Amaral bater de primeira entre Joel e Ramos Delgado. 2 a 1.

O Tricolor poderia ter ampliado; Alcindo cobrou pênalti, Gilmar defendeu, o rebote voltou para o camisa 9, que fuzilou para fora. Tiro de Meta. Gilmar, já era o melhor jogador da clássico.

A partida teve várias particularidades: o clube santista chegou 12 horas apenas, antes da disputa, o Grêmio quebrou o tabu de nunca ter vencido o Santos em partidas oficiais, Davi e Júlio Amaral fizeram a única partida boa em suas curtas passagens no Tricolor. Como consolo, este último, que era um eterno reserva de Ademir da Guia no Palmeiras, conheceu a Miss Grêmio daquele ano, casaram e foram pais do atacante Leandro Amaral, que passaria pelo Grêmio na virada do século.

Mas a maior das curiosidades é que, além de Lima e Abel serem cunhados do Rei, Davi, o autor do primeiro gol gremista, também era casado com uma das irmãs de Pelé. 

Um raro encontro de quatro cunhados.

Um último dado: Aquele campeonato nacional foi ganho pelo Palmeiras, que teve o mesmo número de pontos do Cruzeiro, mesmo número de vitórias, venceu no saldo de gols por um de diferença. É isso mesmo! Campeão nacional no saldo de gols.

Fonte: Correio do Povo e Arquivo Pessoal do amigo Alvirubro



sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Opinião

O Grêmio B


Silenciosamente, longe dos holofotes da grande mídia e da maioria da torcida, o Grêmio vai experimentando atletas que poderão compor o grupo principal de 2016.

Estive olhando a composição do elenco e dá para ter alguma esperança de, num futuro muito próximo, promessas se tornarem realidade.

Mesmo sem vê-los ao vivo rotineiramente, os relatos e os esparsos lances disponibilizados, mostram boas perspectivas.

Os laterais Raul e Júnior apresentam progressos; Arthur é um volante que sabe sair para o jogo, Tontini, todas as vezes que vi jogar me agradou; funciona como os antigos pontas-de-lança, aquele do meio, que se junta ao atacante mais avançado e tem Batista, o autêntico camisa 9.

Dos emprestados, li que o volante Guilherme Amorim faz boa campanha na Série B do campeonato nacional. Quem sabe?


Como os profissionais que comandam os times da base são da maior confiança de Roger; é de se esperar que haja total integração entre eles, principalmente, na forma de ver futebol. 

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Opinião



Desfocada

A ausência de jogos e consequente folga dos atletas e clubes forçam a mídia a produzir assuntos diversos e muitas, muitas especulações. Eu, no entanto, estou fazendo um esforço para não cair na tentação de falar de pretensas negociações, porque isso tira a atenção do grupo num momento importante do campeonato; diria crucial.

Mesmo assim, dá para emitir a opinião sobre o grupo do Grêmio e sua manutenção, sem provocar grandes estragos, até porque o nosso blog é pequeno e funciona mais como um bate-papo numa mesa de bar (falta o chopp, o que é uma pena).

Olhando o cenário, vejo a visão desfocada de alguns (mídia, atletas e até, torcedores), isto é, jogadores em busca de uma valorização pelo momento gremista. Aí, entra o título da crônica, (visão) desfocada. Explico a seguir:

É Roger e quase tão somente Roger, o criador, o mentor, que fez muito pereba jogar bola. Afirmo com todas as letras: Deem jogadores bons em todas as posições e o ex-lateral gremista transformará o elenco de atletas no melhor da América. Podem fazer o passaporte para o Mundial de Clubes no ano seguinte.

Roger está fazendo jogar Galhardo, Erazo, Marcelo Oliveira, Maicon, Douglas, até Edinho. Agora, imaginem os amigos, se ele tiver sob sua batuta um grande centro-avante, um bom armador e dois laterais razoáveis + uma zaga similar a Geromel-Rhodolfo. Melhor que isso, se tiver um goleiro incontestável no arco.

A Direção que não caia na esparrela dos empresários, da mídia e de alguns torcedores desavisados, que acreditam na "melhor fase" da carreira de muito mediano, que andou vestindo o manto Tricolor em 2015. 

No caso de alguns, dá para chamar de milagre e o nome  do santo é Roger, certamente.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Opinião



Os jogos em casa

São seis pontos a serem disputados nas próximas duas rodadas. Dois adversários com interesses diferentes, mas com a mesma garra e disposição: Santos e Chapecoense. Chance para o Tricolor dar o salto (quase) definitivo rumo à classificação para a LA.

Serão confrontos duríssimos, mas, imaginem para o lado dos visitantes: Mais duro ainda. Isso tem que prevalecer. Santos e Chapecoense tem que sentir o sufoco, suar sangue, se quiserem ganhar pontos na Arena. Esse é o lado deles.

E o lado do Grêmio? Ora! Se a Chapecoense fez o que fez no Palmeiras e o Santos, idem no Fluminense, o Imortal tem obrigação de fazer jogos pegados  e objetivos nestes confrontos. Não dá para entrar macio como entrou nos mata-matas contra os cariocas. Que marcação de bobeira, deixar a vaga escapar do jeito que escapou. Inaceitável.

Sinceramente, não acredito na historinha que a mídia andou plantando, isto é, que os adversários já sabem como o Tricolor joga. Isto é meia verdade; ou os outros treinadores ainda não aprenderam a enfrentar Corinthians e Atlético Mineiro?

Sabem qual o segredo desta Dupla? Nãos oscilam, não mudam o sistema de jogo, especialmente o Galo, não tem "decréscimo anímico". Claro, ambos tem maior e melhores reposições, mas o Tricolor tem/teve condições de fazer enfrentamentos mais qualificados contra, por exemplo, Sport, Coritiba, Goiás e Fluminense, este último, duas vezes. Perder para o São Paulo do jeito que os paulistas se apresentaram, tudo bem, é aceitável. Deixar escapar a vaga da Copa do Brasil da forma como ocorreu; tudo mal.

Portanto, os dois jogos seguintes do Brasileirão devem servir para empurrar o time para o topo, sedimentar seu lugar entre os três melhores.