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sexta-feira, 10 de maio de 2019

Pequenas Histórias



Pequenas Histórias (216) - Ano - 2010

A Hora do Convencimento

Fonte:https://bolichodogremio.blogspot.com/

No Brasileiro de 2010, Renato deu a primeira pista que teria uma relação exitosa como treinador do Grêmio, tão próxima do seu passado como atleta Tricolor.

Ele chegou e o clube se encontrava na zona do rebaixamento. Ajeita daqui, ajeita de lá e com uma formação improvável, acabou subindo na tabela como um foguete.

Uma vitória para mim, foi emblemática: Sobre o Corinthians na rodada de número 21, returno, no lendário estádio do Pacaembu, quebrando um tabu de quase um ano sem vencer como visitante. Vale lembrar que o Timão ganhara todos os jogos em seu domínio até então.

Naquela noite de 11 de Setembro, Renato mandou a campo: Victor; Gabriel, Vilson, Rafael Marques e Fábio Santos; Ferdinando, Adilson, Souza e Douglas; Jonas e Borges. Ainda utilizou Paulão e Lúcio.

Adilson Batista não contou com os laterais Alessandro e Roberto Carlos, além dele, Ronaldo Nazário. Jogou com: Júlio César; Moacir, Paulo André, William e Leandro Castán; Ralf, Jucilei, Elias e Bruno César; Jorge Henrique e Iarley. Entraram Boquita, De Federico e Danilo.

Apesar da pressão corintiana, o Grêmio não se intimidou e aos 34 minutos, Douglas mostrou o quanto sabe jogar; avançou, enfileirou adversários, deu janelinha e da entrada da área, mandou um torpedo no ângulo superior direito de Júlio César. Golaço.

Depois disso, surgiu um novo protagonista, o arqueiro Victor que na etapa final defendeu mais um pênalti na sua carreira exitosa. 

Foi assim, o árbitro Francisco Carlos do Nascimento marcou uma penalidade máxima de Vilson em Bruno César. Um escândalo! Não satisfeito, o juiz também expulsou o zagueiro central gremista.

O ex-colorado Iarley foi para a cobrança e aquela cena que virou  raridade nos anos seguintes aconteceu: O goleiro gremista defendeu o pênalti. Decorriam 12 minutos da etapa final.

Iarley perderia mais um gol feito, quando a zaga azul salvou em cima da linha.

Em inferioridade numérica, o Grêmio resistiu bem e saiu com um triunfo memorável.

Mesmo perdendo na rodada seguinte para o Palmeiras, a vitória sobre o Corinthians deu pistas; até convencimento, que os ventos soprariam a favor do Imortal. Não fora uma vitória casual.

Renato transformou um grupo antes apático e perdedor num concentrado, frio e vencedor. Alguns jogadores cresceram tanto que chegaram a voos maiores como Victor, Fábio Santos, Douglas e Jonas com passagens pela Seleção ou pelo futebol do exterior.

Fonte: Arquivo pessoal do amigo Alvirubro

Segue um compacto da partida;











quinta-feira, 9 de maio de 2019

Opinião



Esses Mistérios

Olhando o elenco do Imortal, a gente nota quanto é misterioso o mundo do futebol. 

As duas melhores contratações do Grêmio nos últimos anos e que se tornaram fundamentais para a fase de conquistas, chegaram quase anônimas. Foi preciso puxar pela memória ou pesquisar na rede mundial quem eram Geromel e Kannemann. O primeiro veio do Mallorca, Espanha, o segundo, do México, mais especificamente, do Atlas, onde era banco.

Na outra ponta desta história, Marinho, André, Vizeu, Tardelli, todos eles possuíam uma biografia mais visível para a maioria dos brasileiros e não conseguiram se firmar, mesmo que André esteja titular, ele não convence.

Por onde passa essa situação? Seria por que atuam no setor de ataque azul? Tem a ver com a grana relevante que o Tricolor despendeu e o fardo deles aumentou por conta disso? Ou por que o mercado que atuaram (casos de Marinho e Tardelli) é diferente do México e Espanha? E Vizeu que veio da Itália? A mecânica do meio de campo gremista tem influência sobre o (in)sucesso deles?

É complicado, porque as justificativas do fracasso momentâneo (?) que servem para um, não servem para os outros. 

Sinceramente, não sei as razões. 




quarta-feira, 8 de maio de 2019

Opinião



Venceu, mas cheio de Reticências

Com a vitória + a classificação e a melhora do time no final da partida, a tendência é a gente achar que não foi tão mal assim. É o alívio, a amenizada na crítica e a volta do bom humor.

Mas a apresentação gremista foi decepcionante na maior parte dela. Mesmo que o gol inicial tenha vindo de lançamento de Michel para Alisson aproveitar e abrir o marcador, ainda acho que o time entrou mal escalado. Explico:

Michel, Maicon e Jean Pyerre juntos, é jogar no Século XXI como se fosse o XX. Se um deles fosse um extra-classe, talvez seria mais fácil admitir esta formação, afinal, um lampejo de gênio justificaria tudo. Não é o caso. Jean Pyerre poderá ser. Poderá. Os outros dois, não.

Um outro adversário mais aguerrido e acima de tudo, mais ambicioso, o Grêmio teria imensas dificuldades para segurar contra-ataques. Sorte que a Católica veio a Porto Alegre como rês indo para o matadouro. Sem ambição alguma, resignado com o terceiro lugar no grupo.

Renato fez valer aquela máxima: Mexeu bem, porque escalou mal. Sem Matheus, o lugar era de Thaciano, um atleta que faz o "'área a área"tão necessário nos dias de hoje. Juninho Capixaba; se suas jogadas acabaram infrutíferas na consequência, pelo menos deu mais dinâmica, agilidade no lado esquerdo e despertou a preocupação chilena, "libertando" o acorrentado Éverton visto no primeiro tempo; no segundo, cresceu.

Sobre atuações individuais, assistir Pedro Geromel é e-m-o-c-i-o-n-a-n-t-e !!! Não tem prá ninguém. Contagiou a defesa que controlou o ataque da Catolica.

Além dele, André fez sua melhor partida; faltou o gol. O Éverton da etapa final, idem. Na média do jogo, Alisson fez muito boa partida, mas ainda acho que, às vezes, ele toma a decisão errada. Colocaria Marinho em seu lugar e não Luan.

Thaciano merece uma menção, pois com sua entrada, a certeza da vitória ficou plasmada. Acho que tem lugar no time. 

A fase seguinte permite novas contratações e o Tricolor precisa ser bem criterioso, porque, além das carências existentes, deve olhar para frente e ver o que a janela de Agosto pode aprontar.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Opinião



O Melhor Grêmio para Amanhã

Certamente não será o time que Renato lançará mão nesta Quarta-feira, mas eu escalaria: Paulo Victor; Leonardo Gomes, Geromel, Kannemann e Cortez; Maicon, Thaciano e Jean Pyerre; Marinho, Tardelli ou André e Éverton.

Apesar de achar Júlio César melhor, penso que o sistema defensivo, por prudência, deve ser mantido numa partida decisiva.

Sem Matheus Henrique (o mais titular do meio) é impossível pensar num meio de campo lento como Maicon e Michel, por isso Thaciano.

Na frente, o lugar deve ser de Marinho, porque Renato investiu na sua recuperação e ele deu resposta muito positiva,  bem acima do qualquer gremista esperava. Saiu por lesão, então sua volta deveria ser natural.

Além disso, o Santos e o próprio Grêmio (21 primeiros minutos contra o Flu) deram demonstração que um sufoco em início de jogo pode definir o destino da partida, basta não enfeitar depois.

O Grêmio vai se classificar; resta saber se com sobras ou de forma "épica", hipótese que a maioria dos gremista não quer.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Opinião



A Repercussão

Um 4 x 5 em plena Arena já daria pano para muita manga; imaginem este resultado, depois de estar vencendo por 3 a 0. A Segunda-feira foi cheia para os gremistas.

Nesta repercussão apareceu de tudo; torcedores de teses em êxtase, porque finalmente o Grêmio poderá entrar em crise e os títulos escassearem novamente; torcedores do Flamengo sugerindo a queda de Renato para ficar livre para eles, boatos de rachas no elenco, enfim, de tudo um pouco.

Dentro de campo, uma certeza: A desconcentração foi decisiva, resta saber se o condicionamento físico não tem uma parcela de responsabilidade, também.

Eu, a partir deste jogo e dos anteriores arrisco dizer que apesar da falha mastodôntica no segundo gol, Júlio César é mais goleiro do que Paulo Victor. Seu erro foi pontual, mais por soberba do que outra coisa, de resto, salvou o time de levar uma lambada histórica.

Outra conclusão: Chega de improvisos na zaga. Não dá para acreditar que "botar qualquer um" resolve. Michel, Rômulo ou antes, Marcelo Oliveira, nenhum é confiável.

Já havia escrito sobre a necessidade de se contratar um volante (se não aparecer ninguém na base). Michel e Maicon juntos é suicídio. Quarta é Thaciano e Maicon, no mínimo. Saudades de Walace e Jaílson.

Fica cada vez mais evidente que Alisson não é solução para o lugar de Ramiro. Para o enfrentamento com a Católica é recomendável escalar Marinho desde o início. Ir para cima e esquecer o regulamento.

O Grêmio precisa ver e rever o que levou a queda de futebol de Luan e Vizeu. Este último pintou bem até quando perdeu gols, onde revelou bom posicionamento, neste momento, nem isso ele consegue realizar. Não pode ter enganado tão bem.

Enfim, ficaram muitas dúvidas e algumas lições deste fiasco.




domingo, 5 de maio de 2019

Opinião



Grêmio erra demais e patrocina um Papelão

Antes de mais nada, não vi o jogo. Recém vi o compacto, vide Derrota Incrível.

 Pelos aplicativos no celular, onde estava, sempre que pude, passeei por várias rádios, 3 do RS, 1 do RJ. E foi muito interessante, porque enquanto estava 3 a 0, Renato era gênio, adiantando o time e encurralando o "limitado" time do Flu, regido pelo "equivocado" Fernando Diniz que queria implantar um sistema de jogo sem ter as peças corretas para a sua execução. Várias interpretações, nenhuma longe disso. O papelão também foi da imprensa esportiva.

Veio a reação no primeiro tempo, duas falhas, a primeira coletiva e a segunda personalíssima do arqueiro Júlio Cesar, até então invicto. Lembrei de 1970, quando o goleiro Gainete estava invicto há mais de mil minutos e na inauguração do Colosso da Lagoa em Erechim, levou 5 do Botafogo, sendo o primeiro de Jairzinho, logo a 1 minuto de partida. Passou um boi, passou uma boiada. Júlio Cesar num único jogo, quase transformou sua média em um gol sofrido por partida. Sexta apresentação e cinco gols sofridos. Uma irresponsabilidade que viabilizou a virada carioca. Tivesse chutado para a lateral, mais as grandes defesas na etapa final, ele seria o melhor do confronto. Que sirva de lição.

A derrota não foi apenas pelo erro do goleiro, o time do Grêmio estava mal escalado, mesmo que a necessidade tenha determinado isso, Leonardo Moura + Michel improvisado, era natural que a defesa vazasse. Aliás, sou fã de Kannemann (acho que todos os gremistas são), mas ele sem Geromel vira beque de fazenda; estabanado, errando botes, nervoso acima da média.

A relaxada do time depois dos 3 gols, igualmente, semeou a virada que veio na etapa final.

O segundo tempo foi um banho tático de Fernando Diniz; voltou pressionando o Tricolor gaúcho, encaixotou o adversário e as falhas brotaram por todos os "poros"gremistas; pelo meio, pelos lados, meio da zaga, resumindo: Um fiasco. Ninguém se livrou do fiasco.

Num jogo em que o time fez 4 gols, incrivelmente, o Grêmio perdeu. O mais grave: Neste ritmo chegará em Agosto sem chances pela busca do tri do Brasileiro, lutando contra o rebaixamento e as razões não serão externas, estarão nos equívocos internos.

Lembro de 1990, quando Evaristo Macedo com um time/elenco limitado, conseguiu ir até às semifinais do Brasileiro, perdendo a vaga por dois fatores: Um erro colossal de arbitragem que não deu uma penalidade escandalosa no Morumbi e a ausência do beque João Marcelo, suspenso, que vinha muito bem, seu substituto, um jovem vindo do interior gaúcho, foi mal e Raí o engoliu na bola aérea. O mago Evaristo fez milagres com aquele time.

Pois bem, veio o ano seguinte e a temporada dando pistas que as coisas iam mal e a justificativa que um time que ficara em terceiro no Brasileiro, não era tão ruim assim. Quando acordaram, estavam com o bilhete para a segunda divisão.

O Grêmio está com 1 ponto em 9, sendo dois jogos realizados na Arena, este de hoje contra um time que está se reestruturando, tem salários atrasados como rotina e havia perdido os dois primeiros confrontos.

Também, a estatística mostra que em 8 partidas (5 LA e 3 Nacional) o time sofreu 12 gols. Mudou tudo do Gauchão para as demais competições.

Se quiserem erradamente, encontrar justificativas "normais" para os maus resultados, Santos "jogou bem" e foi surpreendido, Avaí, uma "distração" em final de partida, hoje um evento "atípico", vão ter um choque de realidade logo, logo.

Está mais do que na hora de contratar um ou dois zagueiros e acabar com o discurso de que revezamento é necessário. 

O Grêmio perdeu a confiança do seu torcedor.








sábado, 4 de maio de 2019

Opinião



Goleiros do Grêmio

Ao que tudo indica, Júlio César vai para o jogo amanhã, justamente contra o seu ex-clube, o Fluminense.

Gostaria de vê-lo numa sequência; vale lembrar que ainda não sofreu gols pelo Imortal.

Paulo Victor vive um boa fase; sofreu poucos gols, fez defesas difíceis nos clássicos, não teve falhas gritantes e, de quebra, igualou a façanha de Dida, pegando três cobranças em cinco (60%) nos tiros livres, marca que se mantinha há mais de meia década.

Não sei se Júlio César poderá dar resposta superior ao desempenho do atual titular, mas como tenho a convicção (a lógica indica) que no final do ano, um dos dois deverá ser liberado, pois existem três jovens com grandes expectativas na mesma posição, Phelipe Mejolaro, Brenno e Gabriel Chapecó, é razoável que o goleiro recém contratado tenha oportunidades para se evitar uma injustiça e, especialmente, um erro de avaliação.

Neste Domingo, nova chance.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Opinião



A Mesma Polêmica

Saiu o sorteio das oitavas-de-final na Copa do Brasil. Para o Imortal tocou Juventude ou Vila Nova -GO.

Será o terceiro certame, ele se junta a Libertadores e Brasileirão. Tenho certeza que a maioria da torcida Tricolor prefere como prioridade a Libertadores, numa segunda hipótese, o Brasileiro e por fim, a Copa do Brasil.

Eu acho que as maiores chances de conquista estão no campeonato nacional, porque o Grêmio tem um sistema defensivo muito forte, tem um padrão de jogo que o faz "dominante" no item posse de bola, faltando apenas ajustar o setor ofensivo.

Acertando o ataque, o Tricolor se torna um dos favoritos para o Brasileirão, justamente por ser uma competição por pontos corridos.

Além disso, já se passou o tempo de 23 anos da última conquista, ou seja, tem muito torcedor sedento por esta faixa, esse caneco.

Espero que a Direção e Comissão Técnica não decidam privilegiar a Copa do Brasil, prejudicando o caminho em busca do tri do Brasileiro.

É a única competição que tem calendário até o final do ano, com certeza.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Opinião





A Consciência

O fato de o desembarque ser discreto, quase incógnito da delegação gremista na volta de Santa Catarina e mais o treino hoje pela manhã é sinal que o "Grilo Falante" bateu na cachola Tricolor. Uma reflexão oportuna, porque a "coisa" anda muito folgada pelas bandas da Arena.
Esse revezamento da forma como ocorre é um absurdo até para leigos como eu. Ora, quem já fez, sabe que um voo de Porto Alegre até Florianópolis leva 24 minutos. Um trajeto da Zona Norte de Porto Alegre até a Sul num tráfego rotineiro, toma 45 a 50 minutos. Resumindo; não tem explicação para poupar 7 atletas titulares, ainda mais com este espaço entre as partidas: Domingo, 11 da manhã e Quarta, 19:15 h, um na Arena, outro na Ressacada,  tendo o confronto da Libertadores marcado para uma semana de distância, justamente em casa. Quer maior "papinha" no calendário?
Além disso, os atletas "descansados" Luan, Vizeu, Montoya e Tardelli, pouco ou nada fizeram, ou melhor, trotearam em campo. Já os titulares que foram para o "sacrifício", Pedro Geromel e Matheus Henrique, essa dupla escapou do péssimo futebol apresentado pela equipe. Então, qual a explicação para tão distinta performance deles para o resto dos 11? Respondo: Profissionalismo e vergonha na cara.
E o ataque? Que fiasco! Juntem os valores gastos com André, Marinho, Vizeu e Tardelli; é uma babilônia e o resultado? Sei, Tardelli tem que se readaptar ao futebol brasileiro. Nós, gremistas sabemos como é; Marinho veio da China também e está se readaptando há um ano. Por raciocínio idêntico, Vizeu que estava em Udine, Itália, precisará de alguns meses e André é uma constante readaptação, pudera, veio do distante reino nordestino de Pernambuco. Fenômeno que Rodriguinho (Cruzeiro) e Alexandre Pato (São Paulo) parecem desconhecer.
Os resultados do Grêmio nos últimos anos são muitos bons, mas tudo indica que poderiam ser muito, muito melhores se a Direção e Comissão Técnica não fossem tão benevolentes com o elenco. Entregaram várias competições em partidas contra timinhos chinfrins.
O exempo recente, a fotografia do dia; este horror que foi Avaí versus Grêmio. Olhem para os dois grupos de atletas e verão dois oceanos de diferença.  Duvidam? Observem o desempenho do veteraníssimo Betão e confrontem com a maioria dos gremistas que jogaram ontem. Aí é um oceano de disposição, de entrega, de pegada.
O outro oceano? O valor de cada elenco. Nem dá para comentar.
Lamentável.





quarta-feira, 1 de maio de 2019

Opinião



Indecente

Esse empate que o Grêmio conquistou só deve ser creditado a ruindade do Avaí. Não tem outra explicação. 

O Tricolor fez força para perder. Foi indolente, descompromissado, aí eu chego a um termo bem brando para o que se viu: Indecente. Na verdade, ele foi bem mais do que isso.

 Como o time catarinense tropeçava na sua mediocridade, o Grêmio resolver ajudar; resultado: Gol contra de Michel, o segundo como zagueiro (o outro, São Paulo, Brasileirão/18). Parece que quem furou o enredo planejado foi Rômulo e seu gol. Único acerto do jogo. 

Os jogadores mudaram, não são os da transição das derrotas vergonhosas dos anos anteriores, mas o péssimo futebol apresentado segue o mesmo.

Pedro Geromel e Matheus Henrique, os que se salvaram. Luan e Vizeu deveriam ter descontos no contra-cheque, Montoya e Diego Tardelli vão levar o semestre para entrar "em forma" ou pegar ritmo de jogo?

Juninho Capixaba esteve interessado, especialmente na etapa final, correu, trocou passes, desempenhou bem as funções defensivas, mas "se espremer" a sua atuação, o que sobra? Aliás, vale a mesma pergunta para Leonardo Gomes.

As entradas de Éverton e André, titulares, apenas serviram para mostrar que no meio de um time pachorrento, só poderiam comprometer como foi o caso de Cebolinha que entrou frouxo na jogada do gol contra. Thaciano, idem.

Paulo Victor vinha bem, mas o azar é parceiro frequente em suas atuações. Rômulo, o discreto,  o "invisível", hoje foi premiado com um golaço. 

Pela amostragem dessa arrancada, o Grêmio será um coadjuvante mais uma vez, apesar dos investimentos e mudança de discurso da Direção e Comissão Técnica.