Convicção, apesar da amostragem
É uma palavrinha usada e desgastada na boca de oportunistas, tipo: "Futebol se faz com convicção". Tem muito dirigente que a utiliza sempre que pode, porém, a prática o desmente a cada ação realizada.
Mas, ela é fantástica, é saudável, desde que o caminho a ser percorrido seja o mais adequado possível. Eu, realmente, acredito em convicção para o êxito de um trabalho.
Vejam o caso do Grêmio e o que exponho há tempos no blog:
- Pedi e recebi um treinador estrangeiro com uma bagagem repleta de bons trabalhos.
- Pedi e recebi um goleiro excepcional, muito acima da média dos anteriores que o clube contratou e no Brasil, desconfio que ainda seja o melhor.
- Recebi, sem pedir, mas feliz por ter vindo, Tetê, jogador que elogio desde o tempo que vi no grupo de transição.
- Tudo bem, tem dirigente que tem mais fama do que merece e está de volta. Paciência. Nem tudo é perfeito.
Então, esperarei pela chegada do sucesso do trabalho desta Direção.
Só trocaria o treinador em casos como a presença de tomadas de decisão incompreensíveis ou na hipótese de risco de rebaixamento no Brasileirão, quando aí, a mudança se imporá sobre todos os argumentos por uma manutenção.
Por isso, as críticas que farei, se forem necessárias, não terão a intenção de derrubar Luiz Castro. Somente nas duas condições descritas nas linhas acima.
Romper com modelos arcaicos e insuficientes demanda tempo, na maioria das vezes.

Bruxo, falando ainda de Gauchão. Vi todo o jogo entre Juventude e São José ontem. Foi um jogo muito bom, acima das expectativas em se tratando de Gauchão. O Juventude teve o mérito de nunca desistir até o apito final mas ao meu ver, o árbitro prejudicou imensamente o Zequinha e não falo sobre a penalidade marcada porque está existiu mas sim sobre o instante em que ocorre o gol da virada do Juventude. Aos 45 minutos do 2° tempo subiu a placa informando 09 minutos de acréscimos, ou seja, o jogo iria até os 54min, passado estes 54min ele acrescentou mais 01min e até aí nada a contestar. Só que no último lance da partida, o que originou o gol da virada, a bola nasce de um tiro de meta para o juventude. O goleiro Jandrei bate, tocando para o zagueiro esquerdo ou lateral esquerdo, não lembro, e neste exato instante o cronômetro bate nos 10min de acréscimo, ou seja, nos 55min. Neste momento, ao meu ver, ele deveria ter olhado p/ o seu relógio e encerrado a partida porque a bola ainda estava no campo de defesa do Juventude. E o que ele fez? Deixou o jogo prosseguir e o Juventude acabou por virar a partida no ataque seguinte. Daí em diante foi a pancadaria que se viu, injustificável, mas que acabou por refletir a indignação da equipe da capital. O juiz, portanto, poderia ter evitado todo aquele cenário e não o fez devido a uma má decisão.
ResponderExcluirAinda sobre o jogo de ontem. Ao meu ver o São José demonstrou ser uma equipe melhor treinada e mais competitiva que o Juventude, ou seja, seria um adversário mais encardido se passasse para a semi-final.
ResponderExcluirO que o Grêmio tem que fazer agora é verdadeiramente demonstrar que está em evolução tática e técnica e decidir esse confronto já no jogo de ida na Arena e fazer do jogo da volta um compromisso simplesmente protocolar. Isso daria mais folga e descanso para os titulares para os confrontos da final e também para a seqüência do brasileirão.
Ontem, eu assisti o Coirmãozinho Santa-mariense versus Monsoon. Nunca vi um time fazer tanta força para ser rebaixado como o da minha cidade. Um horror.
ResponderExcluirMal escalado, um goleiro péssimo, tendo o Rafael Colpetti no banco. Ficou com 1 jogador a mais, não teve a capacidade de dar dois toques seguidos, recuou demais no legítimo "chama-gol".
Pode até permanecer na divisão especial, mas será muito pelas deficiências dos adversários.
Rafael Copetti, quis dizer.
ExcluirSobre o jogo do Juventude, não vi, mas me surpreendi com o histórico do placar, um 0 a 2 para uma virada, mesmo que o Zequinha estivesse com 1 a menos.
ResponderExcluirO negócio é fazer um grande jogo no primeiro embate e definir a parada.
Time por time, não tem comparação, mas é futebol.
Em nosso time tá caindo de maduro jogar pelo contra ataque. Temos pontas rápidos e um matador. O problema é ter alguém que aceite as fragilidades do time e se proponha a isso. O tempo passa para todos , mas só grandes homens percebem tal situação.
ResponderExcluirAcho que amanhã em São Paulo, nós veremos este jogo de contra ataque.
ResponderExcluirNão gostaria de ver o Grêmio se contentando em jogar em contra ataques seja fora, seja na Arena, mas no momento não temos peças qualificadas para fazermos jogos propositivos.
ExcluirSim. São as circunstâncias.
ExcluirAté o dia 25/02 teremos 04 partidas. Os 02 jogos semi-finais contra o Juventude e 02 jogos pelo brasileirão contra São Paulo(f) e Atlético MG(c). Saberemos depois destes jogos se foi acertada a decisão da direção em frear a busca por um meia armador, 01 lateral direito e um centroavante para ser reserva imediato de Carlos Vinícius. Digo isto porque se acontecer uma tragédia na semi-final do Gauchão e não conseguirmos pontuar satisfatoriamente no brasileiro a pressão sobre a direção voltará a ser enorme, com um agravante, possivelmente sem tempo habil para novas contratações pois restará apenas 06 dias para o fechamento da janela. Portanto, é um risco enorme que a direção pode estar assumindo.
ExcluirO estádio foi renomeado Morumbis...a torcida pode ser chamada de Bambis?
ResponderExcluir500 volantes e nenhum articulador. Parabéns!
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