Grêmio bate o Cascavel
O post está relacionado apenas ao amistoso de hoje à tarde, portanto, se houver conclusões, elas são, em sua maioria, relacionadas aos 90 minutos na vitória no interior do Paraná.
Porém, começo por uma que extrapola o confronto de hoje: Carlos Vinícius precisa ficar. Alguém poderá dizer: "Mas o seu salário vai 'furar' o teto estabelecido pelo clube". Aí entra a máxima de que o mais injusto é tratar valências diferentes como se fossem iguais.
Liberar o centroavante que teve sucesso dentro e fora de campo, para ser "coerente" com o discurso, certamente criará um problema desnecessário, resultando em altos gastos e, possivelmente, não preenchendo a lacuna deixada pela saída do atacante.
Voltando ao jogo de hoje, Perez e Nardoni voltaram iguais, não se justificam; Enamorado tem a seu favor o envolvimento com o jogo. É dele o cruzamento para o primeiro gol.
Wagner Leonardo, Caio Paulista e Willian não aproveitaram a chance. Já Marcos Rocha não foi testado o suficiente.
Na etapa final surgiu um zagueiro veloz e ativo, Wallace, que chegou a Porto Alegre anteontem, isto é, não deve saber o nome de todos os seus colegas de time. Boa estreia.
O jogador Mec, que foi muito ativo, comprova que está evoluindo, substituído por Monsalve, que entrou bem no jogo.
Não dá para esquecer que o Cascavel estava com time misto e a sua falta de preparo físico no segundo tempo se fez presente.
Por fim, achei arriscada a volta de Gabriel Mec para completar o time na final do jogo. Frio, chuva, amistoso, vencendo a partida... O risco de uma lesão era muito grande.

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