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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Opinião



Grêmio despacha CRB

E Pedro Rocha "abraçou a causa" como eu mencionei na postagem anterior. 3 a 1. Fez dois e Luan marcou o primeiro.

Uma partida que em geral, não animou. A vitória serviu para apresentar um atacante: Pedro Rocha, que marcou o segundo, batendo de dentro da meia lua no canto direito do arco, no terceiro, recebeu um merengue de Luan na pequena área e tocou pelo meio das pernas do goleiro. Gols de atacante oportunista. O primeiro foi de Luan, que recebeu um belo passe de Giuliano e fuzilou  na marca do pênalti. Aliás, Luan foi o dono do jogo, mas nada de excepcional.

O 3 a 0 do primeiro tempo, determinou a desistência do time gaúcho de jogar o restante da partida. Até passou a impressão de falta de pernas. Fica interrogação para as próximas jornadas.

Individualmente, Luan, Pedro Rocha pela efetividade, Maicon mais liberado e os laterais em jornada levemente melhor do que em anteriores.

De negativo ficou a nova lambança da defesa, o lado esquerdo vacilou, Maxwell se antecipou à zaga e Marcelo Grohe ficou no meio do caminho. O alagoano fez o tento de dentro da pequena área. Lamentável.

De positivo, a fatura liquidada e a luz de esperança que acendeu com a presença de Pedro Rocha com a 9. Merece mais chances.


terça-feira, 12 de maio de 2015

Opinião



As laterais 

Todos sabemos que uma das posições mais carentes este ano é a do comando de ataque. Não temos um centro-avante inquestionável. Yuri Mamute é a esperança da vez, mas já não está disponível por um mês. Talvez Pedro Rocha "abrace a causa" amanhã e vire uma boa alternativa.

Entretanto, existem outras posições que dão dores de cabeça  nos torcedores; as laterais. 

Com as modificações do futebol, as laterais acabaram se tornando uma das posições mais importantes, especialmente na parte ofensiva. O Grêmio tem esses laterais; Raul e Júnior. Mais dia, menos dia, eles estarão na equipe titular.

Por motivos que fogem ao olhar e compreensão dos torcedores, Júnior não entrou na lateral esquerda, a vaga é de Marcelo Oliveira, pelo menos na cabeça de Luiz Felipe Scolari.

A busca por Hélder ou Lucas Ramon, pelo menos, sinaliza que a Direção está vendo que a carência na lateral direita (sem apostar em Raul) é uma realidade. Resta saber se esses nomes são uma convicção da Comissão Técnica ou uma busca sem critério, apenas pela disponibilidade de mercado. Se for, então estamos revendo e revivendo um filme sem final feliz.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Opinião



Dois temas

Dividirei em dois assuntos esta crônica:

a) Marcelo Oliveira não é lateral

 Está claro que o atleta contratado junto ao Palmeiras, não é lateral. Tem o cacoete, apenas isso. 

A certeza vem de seu histórico. Lá no Parque Antárctica era banco do meio de campo, o lateral esquerdo era Juninho, que revezava com o excelente Victor Luís.

No Grêmio não convence pela falta de velocidade, embora a raça e uma relativa técnica. Aliás, essas qualidades ficam mais evidentes, quando atuou na zona central do gramado. Na lateral, perda de tempo e qualidade do time.

b) Boca de Siri é um grande negócio neste momento

O Tricolor está pecando pela ansiedade e vontade de ficar de bem com a massa torcedora. Uma hora é Marcelo Grohe que diz que o Gauchão é Copa do Mundo, noutra, o capitão Rhodolfo revela que sonha se vendo erguer a taça do campeonato gaúcho, mais recentemente, o presidente diz que a falta de títulos é constrangedora.

Ora! Com uma Imprensa predominantemente predadora, ansiosa por vender e lucrar com a desgraça dos outros, qualquer revelação ingênua e/ou posta numa hora errada, só vai entornar o caldo gremista.

Está na hora de darem menos explicações.

domingo, 10 de maio de 2015

Opinião



Um nó na cabeça

Chamem um psicólogo ou pai de santo; ou melhor, chamem ambos. O problema do Grêmio antes de ser falta de futebol, é de cabeça, de falta de confiança, de ansiedade, de "medo de ser feliz".

Luiz Felipe disse que há 6 a 7 clubes com elencos superiores ao do Grêmio. Verdade, porém, o grupo da Ponte Preta certamente não é um deles. Um time onde aparecem Pablo, Gílson, Josimar e Renato Cajá, um quarteto que passou pela Dupla Grenal sem deixar a mínima saudade, treinado por Guto Ferreira, um técnico sem as credenciais de Luiz Felipe, não pode chegar na Arena, na estreia do Brasileiro com o adversário tendo uma semana para se preparar para o jogo, tomar 2 a 0, buscar o empate, tomar o gol que deveria determinar o placar definitivo, ficar com 10 jogadores, dar um calor no adversário e arrancar o empate no último segundo do confronto. 

Não senhores, o mérito não é exclusivo da Ponte Preta. O Grêmio ajudou como nunca este empate. A maré anda tão ruim que se colocarem o Cajá no Tricolor e o Douglas  na Macaca (macaca pode?) o craque da partida não seria Renato Cajá.

Ouvi pela Guaíba, assando um churrasco, olho na carne, ouvido no radinho; o narrador Marcelo Cardoso descrevendo escanteios após escanteios para a Ponte no final da partida e eu certo, absolutamente convicto que o Tricolor não ia segurar a vitória, porque (e aliás, já escrevi nesta semana que terminou) tem jogador que veste o manto gremista e não sabe a história dele. Não dá para ficar atrás, aguardando o clube campineiro apertar e (ele) dar balão para a lateral, para escanteio, cerrar os punhos, movimentar freneticamente os braços, vibrar como um louco como se fizesse um gol a cada bago para fora do campo, encurralado na sua grande área. É o Grêmio versus Ponte Preta na Arena. Esta cena jamais poderia ter ocorrido.

A hora era de prender a bola nas zonas mortas do campo, soltar a bola nos pés de Douglas que deveria ser o comandante desse anti-jogo, desse amorcegamento tão necessário naquele momento.

Um cenário totalmente incongruente, incoerente com o tamanho dos dois clubes, especialmente se o visitante é menor e ainda conta com um jogador a menos. Um Grêmio lá atrás, esperando pelo apito final numa jornada épica.

Cheguei a pouco à minha cidade e vi o final do jogo do Coirmão, consegui assistir a reprise dos gols no final da jornada esportiva e o Walter estraçalhando pelo Atlético Paranaense; também li que o Avaí contratou o lateral ex-Vitória Nino Paraíba, ambos indicado por este torcedor para o Grêmio.

 O que esses clubes menores tem que o Imortal não consegue ter? Concluo que, além de competência dos mandatários e da comissão técnica, a confiança imprescindível nos grupos vencedores.

sábado, 9 de maio de 2015

Opinião



Arrancar bem para afastar a maré contrária


A maré anda tão ruim, que mesmo o horário das 11:00 h que considero bom, justamente coube ao Grêmio jogar no Domingo mais inadequado para experimentá-lo; o do dia das Mães. Eu mesmo, talvez não assista o jogo, porque estou saindo agora para outra cidade, visitar a sogra com a minha turma. Paciência!

A semana foi repleta de más notícias, segue o nosso presidente Koff na CTI, Cristian Rodriguez pegou o boné, as especulações de contratações, as boas (Ricardo Oliveira e Alecsandro) são sonhos de uma noite outonal, as ruins (outros estrangeiros "meia-boca") são pesadelos rondando a Arena e tirando o sono da massa torcedora, o equívoco monumental chamado Kléber mostrando a cara dos dirigentes da época de sua contratação. Enfim, está complicado.

De qualquer maneira, parece que os ex-juniores entrarão à fórceps na equipe, depois do fracasso dos "cascudos" no Grenal, dando presentes varzeanos nos gols do adversário.

 Para amanhã, estão anunciados Wallace e Yuri Mamute, tenho certeza que Lincoln entrará no decorrer da partida. Raul e Júnior, questão de tempo. Basta que os meninos que ingressarem neste Domingo, confirmem e indiquem o caminho a ser trilhado pela Comissão Técnica.

A Ponte Preta não assusta, mesmo que assustasse, é ponto de honra vencer na estreia.


sexta-feira, 8 de maio de 2015

Opinião



A família Rodriguez

Máxi, Matías, Braian e Cristian, todos Rodriguez fracassaram rotundamente no Tricolor; alguém terá saudades deles? Não, acho que não.

Para cada um desses negócios, as diversas Direções gremistas tem explicações; o problema é que existem muitos "Rodriguez" nestas décadas: Herrera, Máxi Lopez, Marcelo Moreno, Miralles, Vargas, Riveros, etc... Talvez, escape Hernán Barcos, mas ainda assim, a sua aprovação, antes deve passar pelo crivo do famoso custo/benefício.

Desconfio que a atual administração azul deveria dar um tempo e descartar o mercado sulamericano ou hermanos que estão em outros continentes. É muito arriscado; o histórico recente não recomenda.

O próprio Coirmão coleciona alguns equívocos deste gênero: Cavenaghi, Scocco, Forlán, Luque, Nico Freitas, etc ..., então, não é exclusividade do nosso clube.

Para uma agremiação que lamenta quase que diariamente a falta de recursos financeiros, insistir nestas alternativas, além de ser arriscado, demonstra irresponsabilidade e desconhecimento dos sinais que o mercado está emitindo.

PS: Tive que acrescentar esse, porque passou duas vezes pelo Tricolor: Bertoglio. Alguém lembra da bola que jogava?

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Opinião



O centro-avante Luis Felipe

Tudo bem; a gente mora a 300 quilômetros da capital, da Arena, do CT Luiz Carvalho, é um déficit para a compreensão, mas a favor, temos a condição de torcedor sem interesses a não ser torcer. 

Então, quando lemos notícias que o promissor centro-avante Luis Felipe (promissor sim, senão não teria assinado contrato até 2017) está desistindo do Grêmio é uma surpresa; surpresa desagradável, especialmente porque já manifestei minha satisfação com a bola que ele joga, vide ( Grêmio goleia na estreia) lá em Janeiro deste ano.

Será que o garoto não é melhor do que Braian? Lembro que o uruguaio fez um único gol em 12 jogos, será que Luis Felipe não merece 6 jogos consecutivos?

À principio, à distância, parece que tem coisa muito errada no aproveitamento de juniores. Foi-se o discurso.

A teoria na prática é outra. 


quarta-feira, 6 de maio de 2015

Opinião



Daqui para frente - Última parte

Encerrando o desabafo, reservo a derradeira parte para a missão importantíssima que deve ser desempenhada pelo treinador Luiz Felipe Scolari, a de repensar o seu objetivo frente ao Tricolor.

Poucos duvidam que ele seja o mais indicado técnico para conduzir o nosso clube ao lugar onde se encontram os caminhos para o sucesso, no entanto, Luiz Felipe precisa rever a sua função dentro do Grêmio. Ele sabe que hoje, a visibilidade sua, é maior do que a do Tricolor na esfera mundial, isto tem como decorrência, que à exceção de Fábio Koff, nenhum dirigente tem o arrojo necessário para trocar ideias com o comandante técnico, sem recear contrariá-lo, então, caberá ao próprio treinador "descer" um pouco e facilitar o diálogo com a Direção. Propor a troca de ideias, ouvir e refletir, refletir muito sobre a condução e formação do elenco.

A equipe atualmente não possui a jogada de flanco, seja pelos laterais, seja através dos meias, a transição da defesa para o ataque com rapidez não existe, também. Isso decorre da característica do grupo, quem poderá fazê-la? Na minha opinião, Lincoln. Pelos lados, Júnior e Raul. 

Utilizei este último parágrafo como ilustração de que parte dos problemas azuis não decorrem de carências do elenco, mas do excesso de zelo, da desconfiança qualitativa nos comandados ou, pior, por falta de convicção no modelo bem sucedido de outros clubes como por exemplo, os times mineiros.

 Parte do problema gremista reside na visão e ação de nosso comandante. 

terça-feira, 5 de maio de 2015

Opinião



Daqui para frente - Parte 2

Sem desmerecer a vitória do Inter, reforço o que escrevi; o Grêmio perdeu para ele mesmo. Dois vacilos, dois gols e depois, um jogo equilibrado de poucas ações contra Alisson e Marcelo Grohe, especialmente na segunda fase da partida.

Diante disso, nada de terra arrasada. Tem muita coisa a ser feita, mas tem uma base boa. A perda do campeonato e a grande parcela interesseira da Imprensa mascaram a realidade. Querem ver?

Bastava uma arbitragem correta em Inter  x  Cruzeiro, quartas-de-final e a história de Diego Aguirre no Coirmão estaria na página do epílogo ou ainda um gol achado, um lance fortuito no Domingo, um 2 a 2 e muitas das verdades tingidas de vermelho pela mídia, teriam outras cores.

Cito apenas uma "verdade" desta parcela da mídia: O Inter tem elenco. O que? Tem elenco porque os medalhões fracassaram e agora alguém diz: - Basta olhar para o banco e lá estão, fulano, beltrano e cicrano.

Que falácia! Léo, Rever, Juan, Fabrício, Nico Freitas, Anderson, Vitinho e Lisandro López estão/estavam no grupo para ser reservas de William, Alan Costa, Geferson, Rodrigo Dourado, Sasha e Valdívia? Ocorre porque afundaram até o momento. É como olhar para 2007 e dizer que o banco do Grêmio tinha Amoroso, craque de Seleção.

Antes da afirmação destes garotos, ninguém da Imprensa diria que William, Rodrigo Dourado ou Geferson seriam um bom banco. O fracasso dos medalhões e suas biografias formam "um bom elenco".

Agora, o que interessa; se o Tricolor investir em Raul ou outro jovem para a lateral direita, Júnior, Wallace, Lincoln, Luan, Yuri Mamute e Pedro Rocha, firmando estes nomes; em seguida a Mídia oportunista olhará para o banco/elenco do Grêmio e dirá que Luiz Felipe tem alternativas, tem elenco: Bruno Grassi, Matias, Erazo, Marcelo Oliveira, Ramiro, Fellipe Bastos, Douglas e até Braian Rodriguez.

Portanto, a derrota passa muito mais pelos erros do Grêmio como um tudo do que uma disparidade imensa na comparação com seu maior rival. O bicho não é tão feio, nem o Inter é tão bonito assim, o Cruzeirinho que o diga.

Antes do Gauchão ser um campeonato engana-bobo, é muito mais terreno fértil para a imprensa oportunista, baseada em resultados sem verificação das causas.

Temos que melhorar, porque temos que melhorar, não porque o histórico rival nos impingiu uma derrota indiscutível. Muito mais, perdemos pela nossa incapacidade de lidar com a nossa realidade, nosso time incompleto, do que de uma diferença oceânica entre Grêmio e Inter.

Investir nos jovens, rever conceitos e isso implica deixar o time mais veloz, contratar de forma cirúrgica com o auxílio de parceiros; a receita para brigar pelos títulos nacionais.



segunda-feira, 4 de maio de 2015

Álbum Tricolor (07)

ÂNDERSON LIMA


FONTE: http://www.gremio.net/

ÂNDERSON LIMA VEIGA – (2000 a 2003)

Apelido: Ânderson Lima
Posição: Lateral Direito
Data de Nascimento: 18 de março de 1973, em São Paulo - SP

*Estreia no Grêmio:
13/02/2000 – Grêmio 3x0 Atlético (MG) - Copa Sul-Minas

*Última partida pelo Grêmio:
14/12/2003 – Grêmio 3x0 Corinthians (SP) - Campeonato Brasileiro - 1ª Divisão

*Jogos: 193 (93 vitórias; 45 empates; e 55 derrotas)
*Gols: 35

(*) Os dados dizem respeito às informações contidas no arquivo do autor.

CARREIRA

Juventus - SP (1992 a 1995); Guarani – SP (1995); Juventus – SP (1996); Santos - SP (1997 a 1999); São Paulo – SP (1999); Grêmio - RS (2000 a 2003); São Caetano – SP (2004); Albirex Niigata – JAP (2005); São Caetano – SP (2006 e 2007); Coritiba - PR (2007); Ituano – SP (2008); Operário-MS (2008); Bragantino –SP (2008); e Chapecoense –SC (2009).

Ano a ano no Grêmio:

2000 – 47 Jogos; 23 vitórias; 12 empates; e 12 derrotas – marcou 4 gols.
2001 – 45 Jogos; 28 vitórias; 09 empates; e 08 derrotas – marcou 5 gols.
2002 – 51 Jogos; 28 vitórias; 11 empates; e 12 derrotas – marcou 11 gols.
2003 – 50 Jogos; 14 vitórias; 13 empates; e 23 derrotas – marcou 15 gols.

No Campeonato Brasileiro, pelo Grêmio, entrou em campo 89 vezes, com 33 vitórias, 23 empates e 33 derrotas. Marcou 17 gols.

Títulos pelo Grêmio: Campeão da Copa do Brasil de 2001 e Campeão Gaúcho de 2001.


Por Alvirrubro

FONTES:
- http://www.gremio.net/
- Revista “PLACAR”
- Jornal "Zero Hora"
- Jornal "Correio do Povo"
- Arquivo Pessoal