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quinta-feira, 19 de julho de 2018

Opinião



Vitória sem contestação

Hoje, a partida do Tricolor só não foi irrepreensível, porque Luan bateu a penalidade máxima na trave. Uma pena.

Desta vez, ele chutou forte, rasteiro, canto direito do goleiro. Victor foi, mas não pegaria. O murmúrio de parte da torcida fica pelo histórico ruim do camisa 7 nestas cobranças, porém, esta foi diferente das demais.

De resto, um jogo excelente do Tricolor; não deu espaços para o Atlético, Grohe virou novamente um assistente, Bressan se destacou por jogar firme e mais tranquilo. Geromel perfeito. Todas as intervenções suas, completamente exitosas. Os laterais estiveram mais contidos nos movimentos ofensivos, o que não impediu que Leonardo Moura colocasse a bola na cabeça de André no segundo gol. Bola de bilhar.

No meio, Maicon jogou demais; ele e Geromel, os melhores, uma vantagem para o capitão, porque atuou de "área a área". Cícero e Luan, os mais discretos.

Ramiro, incansável. Nesta noite esteve mais à frente, mais ambicioso e isso trouxe vantagens para o time, pois prendeu uma saída interessante do Galo (Fábio Santos), além de bons arremates.

André desencantou; mesmo com todas as más jornadas anteriores, incrivelmente já tem três gols no campeonato. Éverton segue sendo nosso avante mais perigoso.

Renato mexeu muito bem: Jaílson trancou mais a porta defensiva azul, Marinho, uma impetuosidade, uma fome pelo arremate, que me deixou esperançoso. Atacante tem que gostar de fazer gols. Ele parece que gosta.

Por último, Douglas. O Maestro Pifador, malandro, esperto e consequente, não prendeu a bola; deu vários "tapas" de primeira, evitando o choque e a condução, o que demonstra que sua inteligência para jogar seguiu intacta nesta parada de quase um ano e meio.

O Grêmio colou no grupo de cima; ficou muito próximo do Flamengo e tem um adversário batível no Rio de Janeiro, o Vasco da Gama. Tem que confirmar.






terça-feira, 17 de julho de 2018

Opinião






O Desmanche, será?


A) Marcelo; Edílson, Geromel, Kannemann e Bruno Cortez; Jaílson (na falta de Maicon), Arthur, Ramiro e Luan; Lucas Barrios e Fernandinho. Os onze da Libertadores.

Passados menos de sete meses o time campeão, se confirmadas as especulações, se tornará apenas lembrança para os torcedores gremistas, pois não terá Edílson, Lucas Barrios e Fernandinho, com certeza e possibilidade de saídas de Kannemann e Luan. Nem vou tratar de Éverton que era reserva e hoje é o mais rutilante dos avantes gremistas, nem de Jaílson que o Santos “deu para trás” na negociação.

É muito para o torcedor. O pior é que as vendas acontecem e as dívidas nunca batem no zero. É incrível.

Sinceramente, se tem notícia que não quero ouvir é que o Grêmio possui o ônibus mais confortável entre os grandes clubes, nem que o site é o mais moderno do planeta.

Se retornar a esse estágio, que ele chame também o diretor de futebol, aquele que diz que “futebol se faz com convicção”, cuja principal providência é trazer o treinador “top de linha”, aquele do bordão “é difícil; é complicado”.

Receita para o retrocesso.

B) Uma postagem menos depressiva e desanimadora. Vamos lá: Fernandinho é inferior a Éverton, Lucas Barrios, seus últimos jogos pelo Imortal, não entusiasmaram ninguém, seja por lesão ou má fase, a relação custo/benefício lhe foi desfavorável. André pode desencantar e Marinho é uma boa alternativa.

Leonardo Moura e Edílson, apesar de características diferentes, dá para afirmar que a perda não foi tão grande, principalmente, se o antigo lateral gremista repetisse a mesma performance de 2018 no Imortal. Lá em Minas, o Edílson não jogou o que imaginavam que jogaria. 

Jaílson se saísse pela grana que o Santos se arrependeu de dar, seria um "negócio da China" para o Imortal. Nesse caso, o problema foi não ter sido negociado.

A ida de Arthur, certamente, a maior perda e, individualmente insubstituível. A solução será encontrar novo formato tático com alguém que faça algo parecido. Adotar apenas a política de "redução de danos".

A situação poderá ficar dramática se Kannemann for negociado, porque, além do entrosamento, da eficiência defensiva, o argentino determina para o resto do time, uma atitude de irresignação, de inconformidade com as adversidades, algo que funcionou na Croácia com o seu zagueiro Vida, o Kannemann deles. 

Alguém poderá dizer que a França não tinha um Kannemann; verdade ! Porém, para o Grêmio (e Croácia),  um defensor com tais qualidades demonstrou ser imprescindível.

Então, resumindo: Geromel, Kannemann e Luan, esse trio, o clube não encontrará similar no mercado nacional ou internacional. Se encontrar, pagará igual ou maior valor e correrá o risco da falta de adaptação deles. Melhor será segurá-los, assim, não repetindo os erros dos dirigentes anteriores.

Ah! E olhar a base do clube.





segunda-feira, 16 de julho de 2018

Opinião



O Sexto Título que não veio


Por força dos horários dos jogos que colidiram com o do meu trabalho; assisti a Copa esparsamente, salvo uma ou outra partida completa. Ainda assim, por força da leitura, análises posteriores e vídeos, posso dizer que tenho condições de comentar os principais fatos ocorridos na Copa da Rússia.

 Conclusão minha, sujeita a chuvas e trovoadas: O Brasil na teoria é superior a quase todas as Seleções, diria que ela (a Seleção) mais uma vez perdeu para si própria. Parece uma afirmação despropositada; principalmente se a comparação for com as finalistas, mas eu vejo um superdimensionamento de determinados jogadores das demais Seleções; nós temos na maioria das posições, elenco mais qualificado.

 O caso, a crise, o nó, foi não ter feito a ponte entre a teoria e o futebol praticado nos gramados da Rússia. E isso encontra similaridade em 66 na Inglaterra, 78 na Argentina, 90 na Itália, 06 na Alemanha e 14 no Brasil. Em todas essas edições,  existem erros estupendos nos selecionados brasileiros que inviabilizaram, pelo menos, “dando um desconto”, mais dois títulos.

O despreparo de todos os setores da Seleção (dentro e fora das quatro linhas) para lidar com situações idênticas, vividas pelas concorrentes, me parece o maior obstáculo; exemplificando: Os contratos, os compromissos que Neymar possui não são maiores ou mais pesados dos que possuem Messi e Cristiano Ronaldo; esta dupla não foi bem, porque nas parcerias argentina e portuguesa, eles não encontraram ressonância para suas jogadas. 

O camisa 10 do Brasil afundou individualmente, sucumbiu a excessiva exposição; dentre as causas do seu fracasso, a companhia dentro dos gramados tem baixa relevância; ninguém o atrapalhou diretamente. Talvez, ele não tenha encontrado o ponto de equilíbrio entre o principal (o futebol) e o acessório (os ganhos decorrentes dele). O acessório virou o principal, aí, a galinha dos ovos de ouro (seu futebol) adoece.

As escolhas de Tite e sua irrestrita confiança em certos nomes discutíveis, casos de Fernandinho, Paulinho, Willian e até a insistência com Gabriel Jesus em má fase ou mal aproveitado, aliada a má formação do elenco (Taison, Danilo e Fred), terminaram por erguer o muro de dificuldades que o Brasil encontrou diante da Suíça, Costa Rica e Bélgica, restando vitórias medianas contra a fraca Sérvia e o freguês em Copas do Mundo, o México.

A mídia, aquela hegemônica por força de sua exclusividade na cobertura, tem imensa importância nesta derrocada (e nas anteriores), porque cria um ambiente de oba-oba tão pertinente aos seus interesses comerciais, no entanto, impacta na mesma dimensão; é tão prejudicial ao que se espera e deseja dentro de campo. Viu-se que há até contrato limitando ou proibindo criticar determinados atletas. Um absurdo antiético.

Resumindo: Com a “mão-de-obra” abundante brasileira e um técnico, em tese, capacitado para comandar o elenco, o Hexa ficou mais distante por avaliações equivocadas, quase sempre, as mesmas do passado.

Ah! E a França que não tem nada com isso, botou a mão no caneco com a maior justiça e, lógico, competência.



domingo, 15 de julho de 2018


O Bicampeonato Mundial da França

Em um jogo que teve o elástico placar de 4 a 2, a França venceu a Croácia, na final da Copa de 2018, na Rússia.

Os croatas, que vinham de três jogos com 120 minutos de duração cada um, apesar do domínio e da maior posse de bola, sucumbiram diante dos franceses, que atuaram esperando a oportunidade de atacar em melhores condições.

A atuação do goleiro Subasic deixou a desejar. Nos demais jogadores da Croácia pesou o cansaço das sucessivas prorrogações, e nem a grande dificuldade do time francês, até por volta dos 15 minutos do primeiro tempo, ajudou o time de Modric e Rakitic a saltar na frente do marcador.

Aos 17min, Mandzukic marcou contra. França 1 a 0. O lance deixou a impressão que o goleiro croata poderia ter defendido a bola, porém Subasic não esboçou movimento para a defesa. Aos 27min, Perisic empatou. França e Croácia, 1 a 1.

Aos 33min, um lance polêmico. O VAR protagonista apareceu e confirmou a reclamação dos franceses. No lance do “toque do VAR”, Griezmann bateu pênalti aos 38min e colocou a França na frente outra vez: 2 a 1. Assim terminou o 1º tempo.

No 2º tempo, logo no início, Rebic bateu e Loris salvou. A Croácia começou melhor, como na primeira etapa. A França postada na sua intermediária somente partiu para o ataque quando teve a certeza que poderia definir o jogo.

Aos 14min, Pogba marcou, deixando Subasic sem reação. França 3 a 1. Aos 20min, Mbappé marcou. Subasic mais uma vez não esboçou defesa. França 4 a 1. Aos 24min, uma brincadeira do goleiro Loris, acabou retribuindo o gol contra marcado por Mandzukic. Ao tentar driblar o atacante croata, o goleiro francês sofreu um gol cômico. Vai levar no currículo de campeão do mundo o gol sofrido na final. França 4 a 2.

Os últimos 20 minutos de jogo foram apenas de manutenção do placar. Os croatas, cansados, sucumbiram diante de uma França que apenas administrou o largo placar.

A Copa do Mundo na Rússia provavelmente não terá grandes lembranças de mudanças técnicas e táticas ou inovações. Tivemos um torneio recheado de craques que não mostraram o brilho que os caracteriza em seus clubes de origem. A França, que chegou à final tendo méritos, alcançou o seu segundo título, 20 anos após sua última conquista.

sábado, 14 de julho de 2018

Memórias


Memórias (14) - Ano - 2002


O Homem que veio de Longe

Fonte:http://botoesparasempre.blogspot.com
Minha última postagem da série Memórias; ela que foi programada para ser postada neste final de semana, coincidindo com o provável Hexa do Brasil. Não deu certo. Não foi culpa minha. Eu estou aqui, a Seleção é que falhou comigo. Uma pena.

Em 2002, eu voltei a torcer para o Brasil, o grande responsável foi o treinador Luiz Felipe Scolari, que sofreu no começo (lembram daquele Honduras 2 x 0?), no entanto, como em outras fases de sua vitoriosa carreira, o ex-beque, cuja minha primeira lembrança era a desta foto acima. Logo em seguida, ele e o centro-médio Maurício (quarto e quinto em pé) estariam na antiga Associação Caxias e no time de botões do meu irmão, lá na virada dos anos 70; venceu.

O Brasil chegou desacreditado para a Copa do Japão e Coréia do Sul. Havia sofrido para se classificar; teve três treinadores antes de Luiz Felipe, a saber: Luxemburgo, o interino Candinho e Émerson Leão.

Houve também a perda de confiança do técnico gaúcho na maior estrela do grupo, Romário, novamente cortado, assim como em 1998.

Aos poucos, Felipão foi encontrando os nomes para as 23 vagas, perdeu o capitão Émerson às vésperas da estreia; introduziu um sistema de três zagueiros, mudando assim, uma tradição na Seleção e fez desaparecer o estigma desta formação tática, que Lazzaroni havia tentado em 90.

Luiz Felipe conseguiu fechar o grupo no que se convencionou chamar de Família Scolari. Dentro dessas ações exitosas, a maior foi recuperar Ronaldo para o futebol, tarefa tão bem sucedida que o Fenômeno se tornou goleador do certame e fundamental em dois jogos principalmente, Turquia e Alemanha. Além disso, formou dois alas de grande desenvoltura ofensiva, Cafu e Roberto Carlos, para isso encontrou dois volantes que sabiam jogar, Gilberto Silva e Kléberson, que contavam com um "curinga", Anderson Polga ou Edmílson, ambos com afinidade para a zaga e meio de campo. Dois zagueiros jogando em altíssimo nível, Lúcio e Roque Júnior, dois craques apoiando o centroavante: Ronaldinho Moreira e Rivaldo. No gol, o seu arqueiro de confiança; "São" Marcos.

A Seleção sem ter a mesma qualidade e brilho daquela de 1970, repetiu o seu feito, ganhando todos as partidas no tempo normal.

Penso que o maior mérito da conquista do quinto título pertence ao comandante técnico, porque conseguiu naquele curto espaço de tempo, naquelas sete partidas, extrair do elenco, titulares e reservas, respostas corretas para os obstáculos que um torneio dessas características exige.

Sem Luiz Felipe, o "penta" não viria em 2002. Olhando o início de sua carreira como atleta, poucos que estavam no Japão naquele dia 30 de Junho, imaginavam o longo caminho que o treinador trilhou.

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br


sexta-feira, 13 de julho de 2018

Memórias



Memórias (13) – Ano – 1998

A “Letra” Escandinava

Fonte:https://vejario.abril.com.br

Esta Copa realizada na França, com certeza, aquela que eu mais desejei que o Brasil não conquistasse, seguiu o padrão de pobreza técnica das duas últimas edições.

Meu sentimento decorreu da profunda aversão que tenho ao profissional Mário Zagallo, de sua injusta atitude com o craque Everaldo, lá em 1972. Um “crime” perpetrado contra o nosso lateral tricampeão, companheiro de Pelé, Tostão & Cia. Também pela minha eterna desconfiança quanto à sua responsabilidade, seu mérito pela conquista nos campos mexicanos.
Em 74, suas declarações antes e especialmente pós Copa, atestaram que o alagoano não havia entendido nada da revolução holandesa comandada por Rinus Michels e seus pupilos.

Depois veio a conquista do tetra na loteria dos tiros livres e lá estava ele como “assessor técnico” de Parreira. Pergunto: Faria falta?

Essa credencial, em parte “apagou” o seu mau desempenho  na edição sediada pela Alemanha Ocidental, vinte anos passados; resultado: Herdou o cargo de treinador para a Copa da França. Assim sendo, Zagallo teve nova chance para tapar a boca de seus críticos. Não foi isso que se sucedeu.
Seu começo em 98 apresentou uma convocação recheada de nomes nada convincentes, casos dos defensores Zé Carlos, Júnior Baiano, Gonçalves e a novidade Leonardo, ex-lateral, como meio-campista numa tentativa de reedição de Júnior (86) e Mazinho (94). Acrescente-se a isso, o agonizante desgaste do corte de Romário, cujo rancor escancarou-se.

A condução do time suscitou desconfianças, mas dentro de um grupo “mamão com açúcar”, as duas vitórias iniciais contra Escócia e Marrocos, entusiasmaram os otimistas de plantão, os mesmos ufanistas de sempre na mídia esportiva nacional.

Desse jeito, o Selecionado Canarinho chegou para o seu terceiro compromisso frente  a Noruega, um país sem tradição no futebol, mas com uma marca muito interessante:

Mantinha-se invicta contra o Brasil. Já na Copa conquistara apenas dois empates, por isso, precisava bater o atual campeão mundial, aliás, tetra. Um feito praticamente impossível. Um milagre! Como pensavam os noruegueses.

A equipe nórdica saiu perdendo; Bebeto aos 33 minutos da etapa final abriu o marcador. O artilheiro Tore Andre Flo deixou igual aos 38,  numa vitória pessoal sobre Júnior Baiano.

Aos 43 minutos, o lance capital: Pênalti convertido por Rekdal. Ninguém viu o porquê de tal marcação. Um escândalo! O Brasil estava sendo garfado à vista de todos.

O juiz norte-americano Esfandiar Baharmastr foi crucificado. Virou inimigo público. Uma conhecida dupla da televisão, um analista de arbitragem e outro, patético animador de torcidas, detonou o pobre árbitro.

Passados dois dias, a televisão sueca, portanto, neutra, apresentou o puxão escandaloso de Júnior Baiano em Tore Flo (vide foto acima). Penalidade máxima indiscutível. Resultado justo e acima de tudo, honesto.

Aquela derrota deu pistas; a Noruega dera a “letra”: O Selecionado Canarinho estava mal preparado para levantar o caneco.

Entretanto, a Copa era composta por um amontoado de ruindades e o Brasil seguiu respirando o “penta”.

Passou bem pelo fragilíssimo Chile, sofreu contra a Dinamarca, superou a Holanda numa decisão dramática, onde brilhou Taffarel até chegar à final.

Ao cruzar com a França de Zidane, o Brasil caiu na real e foi goleado impiedosamente, 3 a 0, naquela que se tornou a mais tranquila das decisões. Parecia ficção.  Uma Argentina x Peru, duas décadas depois.

Apesar da derrota cristalina, o “professor” Zagallo saiu de campo sem entender nada do que acontecera.

Para mim, aquela derrota para a Noruega indicou que o Brasil ainda não estava preparado para uma nova conquista tão cedo. Precisava rever conceitos.

Fonte: https://esporte.uol.com.br
            http://esportes.terra.com.br



quinta-feira, 12 de julho de 2018

Opinião



Grenal decepcionante para o Tricolor 

Assisti ontem o clássico pelo Esporte Interativo; antes não o fizesse.

Não me senti preparado para escrever, porque fiquei muito decepcionado com o que vi.

O Grêmio entrou em campo com Madson, Kaio, Pepê, Isaque, Mateus Henrique, Vico e Hernane Brocador; todos com passagem pelo elenco principal. 

Eles + o goleiro Breno e os defensores Denilson, Derlan e Baiano, enfrentaram uma baba de adversário; acho que um zagueiro (Fábio Alemão) jogaria no Grêmio, os demais são de chorar.

O Tricolor empilhou chances, fez um gol legal (Hernane marcou), mal anulado, depois marcou com Isaque numa das piores saídas de gol que eu já vi. E assim encerrou o primeiro tempo.

Foram permitidas cinco substituições para cada time: Kaio se machucou cedo e Rodrigo Ancheta entrou em seu lugar, coincidência ou não, o time melhorou e chegou ao gol de vantagem. Os demais foram Ferreira, Jean Pyerre, Mateus (Tetê) e Lucas Araújo.

Os melhores foram Mateus Henrique, Jean Pyerre e Rodrigo Ancheta. Jean Pyerre é um mistério; jogador lúcido, boa passada, sequer saiu jogando.

Incrivelmente, mesmo o treinador gremista mandando o time para frente, para cima, os jogadores resolveram "administrar" o jogo, abdicaram de atacar e o castigo veio aos 45 minutos. Tomaram um gol de peito de Edson Carvalho num cruzamento da esquerda.

As grandes decepções foram Madson e Hernane Brocador, além dessa irrefreável vocação para "garantir" a vantagem que a gurizada e aí era só gurizada mesmo, demonstrou na metade da etapa final até sofrer o baque.

Não foi fácil assistir esse clássico.