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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Opinião




A saída de Marcelo Moreno

Fiz questão de colocar o marcador deste espaço como "Opinião", porque na maioria das vezes, ele é, embora, tenha um pouco de informações. Por isso, fico à vontade para expressar aqui, minha indiferença quanto à saída de Moreno do Grêmio. Se a proposta for boa para o clube, por que não?

O atual camisa 9 nunca me inspirou confiança; jogador dependente da bola à sua frente, para sua estatura, cabeceia mal, enfim, funciona num time ajeitado como o do Cruzeiro.

Além das questões técnicas, mostrou-se pouco à vontade no clube, o que é normal, dada a forma com que saiu do Grêmio. Isso, também contribui para o meu pequeno entusiasmo pela permanência do boliviano.

Fica a pergunta: Sem Barcos e Moreno, com quem fica a camisa 9?

Eu buscaria um centro-avante experiente, final de carreira, barato, mas com biografia, para ensinar os novos Lucas Coelho, Luiz Fellipe, Everaldo a arte de fazer gols. Ainda, testaria uma formação com Éverton como centro-avante num esquema em que Lincoln e Luan tivessem mais liberdade para a criação. Neste caso, promoveria a volta de 3 volantes com Douglas no banco.

Repito; como é apenas opinião, nada impede de eu quebrar a cara e Moreno arrebentar, mesmo que seja contra o fraquíssimo Avenida, pior time do certame, virtual rebaixado.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Pequenas Histórias



Pequenas Histórias (78) - Ano - 1975


O Dono da chave do cofre

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/


Há exatos 40 anos, o ex-craque Luiz Carvalho, centro-avante do Imortal e da Seleção Brasileira dos anos 20 e 30, no último ano de sua gestão como presidente, resolveu dar uma guinada na condução financeira do clube. Trancou as torneiras por onde vazavam a grana da instituição e os sonhos distantes da torcida tricolor e cumpriu um ano de investimentos modestos no elenco, que via o Coirmão fechar 6 títulos consecutivos no Gauchão. Algo semelhante (mas não igual) ao que vive o Grêmio em 2015.

Até o final dos anos 60, Grêmio e Inter raramente buscavam reforçar suas equipes com jogadores de fora do Rio Grande; uma pequena parte vinha do Prata e outra de Santa Catarina, no mais, juvenis (não existia a categoria júnior) e no "celeiro" do interior gaúcho.

Na década de 70 passaram a trazer atletas de outros centros e aqui desembarcaram Benê, Lula, Marinho, Sérgio Lima, Dario, Land, João Ribeiro, Cao, Carlos Alberto Rodrigues, Negreiros, Humberto Ramos, Júlio Amaral, Mazinho, Carlinhos, Tarciso, Nenê, entre outros.

Não sei se foi só por isso, mas também por isso, o Grêmio comprometeu suas finanças e Luis Carvalho em 1975, apertou o cinto e  investiu em jogadores de menos expressão, quase todos do interior do Rio Grande mais os pratas da casa, que se juntaram a remanescentes, egressos igualmente dos clubes pequenos do nosso estado como Jorge Tabajara, ex-Novo Hamburgo, João Carlos, ex-Santa Cruz, Luiz Freire, ex- Gaúcho de Passo Fundo.

Trouxe o promissor técnico do Esportivo, Ênio Andrade, que indicou o lateral Celso do Atlético de Carazinho, o goleiro Gasperin, o centro-médio Cacau e o ponta de lança Neca, todos de seu clube de Bento Gonçalves. O maior investimento foi Nenê, ponta-esquerda do Botafogo de Ribeirão Preto, São Paulo. 

Além deles, Ênio contaria naquele ano com vários juvenis, o goleiro Alexandre, o lateral Vilson Cereja, o então ponta esquerda Bolívar (o original), Celso Freitas, volante, Luis Carlos, meio esquerda, Claudinho, centro-avante, Chico Spina, ponta direita, entre outros, que se somaram a Cláudio Radar, Beto Bacarmate, Beto Fuscão, Iúra, Tarciso, Loivo e especialmente, Picasso, Ancheta e Zequinha, os astros do elenco.

Não foi um ano bom, porém, nada diferente dos anos anteriores, até conseguiu levar para a prorrogação a decisão do Gaúcho contra um time muito superior, que no final do ano conquistaria o Brasil com seu futebol de entrega, organização e qualidade.

Conseguiu quebrar a invencibilidade no famoso Grenal de Zequinha, que fez 3 gols no jogo noturno no Beira-Rio. 3 anos e meio, 17 clássicos de seca. Uma das maiores partidas que vi meu time jogar.

Luiz Carvalho entregou ao seu sucessor, Hélio Dourado, um Grêmio mais sadio, que permitiu grandes investimentos em 76 e a volta dos títulos nos anos seguintes.

Na foto com a camisa celeste, uma bela invenção daquele ano, aparecem pela ordem, em pé: Vilson Cereja, Ancheta, Cacau, Beto Bacamarte, Jorge Tabajara e Gasperin; agachados: Zequinha, Iúra, Tarciso, Neca e Nenê.

Fica aqui o meu agradecimento especialíssimo ao amigo Alvirubro pelas informações de seu arquivo fantástico.

Seguem os gols deste Grenal inesquecível:

http://youtu.be/C8q9b5yjMY8

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Opinião



Em busca da formação ideal 

Ressalvando a falta de alternativas, esta formação que Luiz Felipe treinou hoje à tarde, parece ser a ideal para o momento.

Erazo tem a credencial de ter disputado uma Copa do Mundo, então, não dá para dizer  que é inexperiente; entra na zaga ao lado de Rhodolfo, além de boa rodagem, o equatoriano, também eleva a altura da dupla de defensores.

Galhardo precisa de sequência, assim como o jovem Júnior pelo lado esquerdo. Marcelo Oliveira ou Arthur, um deles deverá substituir Araújo, que já supria a ausência de Wallace. Juntamente com Fellipe Bastos, (eles) serão os volantes de contenção.

Agora! A grande modificação será compor o meio com Luan, Douglas + Éverton, que considero mais atacante do que meia armador.

Marcelo Moreno tem mais uma chance para comprovar a sua efetividade como camisa 9 e Lucas Coelho será preservado, pois estava pouco ou nada à vontade fazendo a função ao lado do boliviano.

O treinador está tentando e isso é muito mais vontade de acertar do que falta de convicção.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Opinião




A estreia de Arthur

Ontem em São Leopoldo, o Grêmio fez estrear Júnior e Arthur, ambos recém saídos do time que disputou a Copinha em São Paulo. São duas grandes promessas ao lado de Raul, lateral direito e Luiz Fellipe, centro-avante.

Júnior foi quase unanimidade; seu desempenho pareceu o de um veterano e, olha, que tem apenas 18 anos. Forte, perna esquerda habilidosa e muita personalidade. Um achado para o lugar de Zé Roberto. Pelo menos, ontem.

Mas eu quero tratar de Arthur, o segundo volante, que fez seu primeiro jogo numa função mais recuada, a de Wallace e Araújo. E aí a gente vê que o futebol é fascinante. Gostei do desempenho dele, acerto de passes, personalidade também, pela minha ótica, um dos raros atletas que se salvaram no primeiro tempo.

Pois, olhando e ouvindo os comentários da mídia especializada, me surpreendi com as avaliações negativas de seu jogo, talvez pela troca ( ao meu ver, tática) promovida no intervalo, quando deu lugar a Galhardo no meio, entrando Matías na lateral.

Apesar das opiniões discordantes, mantenho o meu entusiasmo pelo futebol do garoto. Não é craque, mas é mais atleta do que Ramiro e talvez, Fellipe Bastos.´

É ver para crer.


Opinião



Grêmio não superou o Índio Capilé

Vacilos fatais inviabilizaram os 3 pontos do hoje à noite. Um minuto e 51 segundos, Luan está atravessando uma bola que nem na várzea se vê mais, resultado; contra-ataque veloz, um chute forte que contou com a sorte. Isso determinou que a partida começasse 1 a 0 para o Aimoré, gol de Mikael.

Quase ao final da primeira fase, Renan acertou uma bola que me pareceu defensável e o Tricolor foi com um 0 a 2 para intervalo. Quase nada de bom se viu nesta fase, talvez Júnior, o lateral esquerdo e Galhardo na parte ofensiva. Luan, Marcelo Moreno e Lucas Coelho pouco produziram.

Na segunda fase era natural que o Grêmio pressionasse mais. As entradas de Éverton e Matias nos lugares de Lucas Coelho e Artur, não causaram uma melhora sensível, mas quando Lincoln foi para o lugar de Douglas, a bola passou a ser mais acelerada e o Tricolor tomou conta do jogo. As expulsões de Mikael e Viana tornaram a partida dramática para o Aimoré, que conseguiu resistir.

Individualmente, gostei de Rhodolfo, Júnior, Luan nos últimos 30 minutos, Lincoln entrou muito bem e Fellipe Bastos alternou bons momentos técnicos e uma raça durante toda a partida.

Luis Felipe vai ter muito trabalho, mas tem a seu favor as possíveis voltas para Março de Geromel, Wallace e Giuliano, além de um melhor entrosamento de Moreno e alguns meninos.

O Gauchão servirá para isso.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Opinião

Eu acredito é na rapaziada ...


“... que segue em frente e segura o rojão; eu ponho fé é na fé da moçada, que não foge da fera, enfrenta o leão ...” Versos imortais de Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, muito apropriados para o momento azul, especialmente numa posição: a de Centro-avante.

Após apresentar a listagem de "9s" que passaram pelo Imortal e ler um comentário (de anônimo) no mesmo post sobre a escassez produtiva das categorias de base para essa posição, vi que era necessário tratar do momento de boa expectativa que vivemos com os guris centro-avantes que estão surgindo.

Nunca antes na sua história centenária, o Tricolor teve um grupo de alto potencial para “acontecer”, "deslanchar", nesta posição com atletas pratas da casa.

Marcos Paulo, Luis Fellipe, talvez Everaldo, mas principalmente Lucas Coelho; (eles) poderão dar uma resposta satisfatória nesta temporada e nos próximos anos, já que alguns estão fora do clube para a obtenção de experiência, tornarem-se calejados na arte de circular pela grande área.

Talvez a situação do novo titular, Marcelo Moreno, não seja tão tranquila assim. Vai ter que mostrar serviço, porque essa turma que citei acima, tem tudo para buscar “um lugar ao Sol” em pequeno lapso de tempo.


Bom para o clube; ótimo para nós, torcedores.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Opinião



A mediocridade grassando na Mídia

Desculpem-me, mas é difícil ouvir essa turma da imprensa gaúcha. Onde foram parar os grandes repórteres? 

Barcos ao confirmar a sua ida para a China, ouve uma jornalista esportiva perguntar se não era estranho a troca do Brasil pelo futebol da China; surpreso, ele responde que já jogara na China. O despreparo da repórter ficou evidente. Não conhecia a biografia do Pirata.

Hoje, Anderson passou a entrevista inteira pronunciando Manchester com a sílaba tônica em "ches". Os entrevistadores forçando em Mânchester.

Caramba! Ninguém é obrigado a saber inglês, mas quem está nesse ramo, pode ouvir no Google a pronúncia certa. O Google não é confiável, tudo bem! Há outras formas de buscar a pronúncia certa, afinal, temos vários jornalistas/repórteres que se dizem roqueiros. A música nos ensina muito.

Que tal ouvir Smiths que é uma banda de Manchester em Suffer Little Children, onde se ouve Morrissey pronunciar o nome de sua cidade? É tão simples. 



Há poucos anos, uma onda de Defênsor para a pronúncia de Defensor, clube uruguaio, terceiro em grandeza por lá; até que um dia, um jornalista hermano ao ouvir esta pronúncia esdrúxula, disse que em espanhol era defensor, isto é, com a sílaba tônica em "sor". 

Errar é da vida, persistir no erro é burrice.




Opinião

Elementar, meu caro Watson!

Barcos saiu de cena. O maior artilheiro estrangeiro da história centenária do Grêmio está retornando para a China, onde jogou em 2009. Deixa o Tricolor com 45 gols em 108 ou 113 jogos (encontrei dados diferentes) em dois anos. Marca só inferior ao seu período na LDU, quando balançou as redes 53 vezes entre 2010 e 2011.
Acusado por uns, em especial, um dos jornalistas do grupo pertencente ao blog Tricolor no grupo RBS, de ser um centro-avante que não faz gols em jogos decisivos; como se existisse um jogo apenas decisivo num campeonato de pontos corridos, mas, tudo bem. Admitamos que não fez gols em momentos cruciais de decisão.
É elementar que para fazer gols decisivos é necessário participar de jogos decisivos e que a sua defesa ajude também. De nada vale fazer gol (decisivo) como no Grenal do Gauchão-14 na Arena e o centro-avante adversário até se agacha sozinho no meio da pequena área azul; livre, leve e solto para empurrar para as redes. Barcos fez o gol decisivo, a defesa não confirmou, infelizmente.
Sem títulos, nenhum centro-avante no mundo faz gol decisivo, especialmente no Grêmio e eu provo.
Há 14 anos que o Tricolor não ganha nada relevante, vamos ver que camisa 9 fez gol decisivo neste período. Segue lista, ano a ano, antes de Barcos:
2002 – Grafite, Luizão e Adriano Chuva
2003 – Cristian, Flávio Pantufa e Adriano Chuva
2004 – Cristian, Roberto Santos e Zulu
2005 – Lipatin, Osmar, Pedro Júnior e Samuel
2006 – Pedro Júnior, Lipatin, Rômulo e Reinaldo
2007 – Tuta, Douglas e Marcel
2008 – Marcel, Richard Morales, Reinaldo e Tadeu
2009 – Alex Mineiro, Máxi Lopez e Reinaldo
2010 – Júnior Viçosa, André Lima, Borges e William Batoré
2011 – Borges, Brandão, André Lima e Júnior Viçosa
2012 – André Lima, Marcelo Moreno e Júnior Viçosa
E então? Quem desses ilustres camisa 9 fazia gols decisivos e era confiável?
Outra perguntinha: Cláudio Pitbull e Jonas, sem serem centro-avantes empilharam gols nos Brasileiros de 2004 e 2010, certames de pontos corridos, pela ótica do jornalista do blog citado, não fizeram gols decisivos; não serviram ou serviriam? 
Qual a diferença dos gols de Jonas para os de Barcos? Qual gol decisivo Jonas marcou? E olha, que eu tenho saudades do Jonas. Me serve como atacante.
Aí, eu tenho que ler que o Barcos não faz gols decisivos, metendo 45 gols em 2 anos. 

Obs: Foi proposital a utilização demasiada do termo decisivo no texto.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Opinião



“Eu sou você amanhã”


Uma constatação; o Tricolor é hoje o que foi o Palmeiras no final de 2012. Explico: Basta uma rápida pesquisa e constata-se o desespero que o clube palestrino tinha para vender Barcos, porque estava numa crise financeira imensa. O Pirata, praticamente, recebia apelos para aceitar a proposta gremista, mesmo que isso implicasse perda de uma referência no comando do ataque verde mais a difícil escolha entre os “atletas” que o Imortal disponibilizava para compor o pacote de compra.

Lá foi o Palmeiras escolher: Leandro, Léo Gago, Vilson, Rondinelli e ... Marcelo Moreno. O último, ajuizadamente, não topou e o Grêmio teve que refazer o negócio, botando mais grana na parada.

A saída de Barcos deve ter ajudado apenas momentaneamente, porque o sufoco acompanhou o clube paulistano no ano seguinte, 2013, quando quase caiu para a segunda divisão.

Pois bem, 2015 chega e a história se repete, Barcos aguentou meses de atrasos salariais, jogou, desempenhou, liderou o time azul dentro de campo; agora vira a salvação da pátria Tricolor. O presidente, praticamente, implora para que os chineses e Barcos não fujam da raia do acerto.

Novamente, o troco da transação vai virar pó. Em poucos dias não teremos Barcos, nem o dinheiro de sua venda. Ele servirá para pagar Edinho, Kléber, talvez Dagoberto e/ou outros “achados geniais” da cartolagem. Assim como viraram pó, as granas dos passes de Gabriel Silva, Matheus Biteco e a saída de Pará no episódio, não menos “genial” da quarta, eu escrevi, da quarta passagem de Rodrigo Mendes pelo Olímpico. Convém recordar, que essa última vinda, já era uma “conta de chegar”, pois a dívida já existia.

O Palmeiras depois de 24 meses deste fato, acena com mudanças positivas; o Grêmio está atrasado nesse (e)feito. Será que precisará desses 24 meses para o ajuste? Se bobear, fica na fila duas décadas.

É mole?



domingo, 1 de fevereiro de 2015

Opinião




Domingueiras

- A saída de Barcos (se ocorrer) para a China é um processo natural, pois se saíram Conca, Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart, para citar apenas 3 bons e valorizados jogadores, não é nenhuma injustiça, nem absurda. Além de um salário caro, em Abril (ele) fecha 31 anos. O ruim é que Barcos está entre os 3 melhores centro-avantes do Brasil (Fred + Luis Fabiano)

- Batendo na mesma tecla; não dá para um clube como o Grêmio, centenário, campeão do mundo, 8 milhões de torcedores no planeta, ficar 15 anos em crise financeira. Sem dúvida, ela é planejada. O que deve ser feito, além da correção de rumo, proibir a entrada destes gestores nos conselhos do Tricolor; no máximo, a chance de possuírem cadeiras na Arena. Nada de pitacos nos assuntos azuis

- Li a coluna de um afamado jornalista que passou o tempo inteiro detonando o Barcos; chegou a compará-lo com Sandro Sotilli, agora está cobrindo o Pirata de elogios

- Assisti parte do jogo do Coirmão; RBS na tevê e áudio na rádio Guaíba. Quando da penalidade máxima e expulsão do lateral vermelho, o comentarista da Guaíba detonou com o juiz  Daronco. Fez um discurso contra o árbitro, aí veio a repetição das imagens e viu-se que a expulsão nada teve a ver com a falta máxima. A repetição das reclamações foi a causa do segundo amarelo e consequente vermelho. Constatado o erro de avaliação pelo comentarista, ele veio seguido de uma correção, de um reparo, de uma retificação de seu comentário muito tímida, desproporcional ao estardalhaço inicial. Uma pena

- Na hora dos tiros livres, deixei o áudio na RBS, porque tinha a certeza da vitória do Lajeadense; pois não é que o narrador, um histórico vermelho, acabou tão decepcionado, que não percebeu a definição no quarto chute do time de Lageado; se engasgou e demorou para anunciar o título do clube do interior

O Domingo ainda não acabou, mas aprendi muito hoje; aliás, hoje também é meu último dia de férias. Depois do mar transparente da Barra da Tijuca, entre outras praias, encaro o calor torrencial de minha terrinha.