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domingo, 11 de agosto de 2019

Opinião



O Grande Equívoco

O maior problema do Grêmio é o discurso explícito de relegação, de preterição da competição mais tradicional do calendário brasileiro, o Campeonato Nacional. Vide Desdém. 

A torcida recebe com indignação este papo, esta conversa, a Direção erra se tem responsabilidade na decisão ou se se submete a imprudência de subordinados. Por coerência, ela não pode apelar para os torcedores irem ao estádio acompanhar o time (Lógico, se não é prioridade, o produto ofertado é de " segunda", consequentemente, deveria ser mais barato, inclusive).

De nada adiante formar um elenco forte e caro, se o recado dado é de menosprezo ao certame. Há naturalmente um relaxamento que faz o grupo promover resultados esdrúxulos e decepcionantes com transformar um 3 a 0 contra o fraco Fluminense num horroroso 4 x 5 ou ainda, um 3 a 3 contra a não menos fraca, Chapecoense, ambos fracassos dentro da Arena. Vale lembrar que o Ceará acaba de meter 4 a 1 nos catarinenses neste final de semana.

Se a intenção da Comissão Técnica é distensionar o elenco suplente, aliviá-lo de responsabilidades, o equívoco está concretizado, porque o que se obtém é a frouxidão que só interessa aos adversários, especialmente os mais fracos que entram fazendo "copa do mundo" e não tem a oposição dentro do gramado que imaginavam encarar.

Além disso, inversamente, os maus resultados no Brasileirão botam "uma faca no peito" do grupo titular nos mata-matas. É um peso adicional no psicológico.

Posso estar enganado, mas imagino que o correto era valorizar muito o Brasileiro, ainda que usando reservas, "vender" o discurso que é a grande chance para quem está eventualmente no banco ou subindo da base.

Opinião



O Pôquer Gremista Segue Arriscado

Acompanhei apenas o primeiro tempo do jogo; o segundo, apenas imagens à distância num barzinho confraternizando com a família.

Dos primeiros 45 minutos, a ideia mais forte é a da repetição do erro de escalar Rafael Galhardo no meio; um desastre, pois não fez nada de relevante no plano ofensivo, nem se constituiu na bengala projetada para amparar o veterano Leonardo Moura.

Fez o gol gremista. Seu único mérito. Erro crasso de Renato que poderia colocar Vico ou Patric no começo da partida.

Pois com toda as dificuldades gremistas, o Flamengo foi um arremedo de time com o afamado Diego Alves batendo roupa, a zaga cometendo erros infantis e o ataque vivendo de esporádicos rompantes de criatividade de D'Arrascaeta e das arrancadas de Bruno Henrique. O empate foi justo, embora o placar devesse ficar no 0 a 0.

Se permanecer jogando essa bolinha curta, o Flamengo não superará o Coirmão na Libertadores.

Já o Grêmio parece jogar um pôquer muito perigoso, arriscando tudo, "pagando para ver", apostando até os fios de cabelos nos mata-matas, escanteando o Brasileiro. Um aventura dramática que desconfio, não tem o aval da maioria dos torcedores.

Paciência, tomara que eles, os definidores dos caminhos gremistas estejam certos; depois não adianta chorar.

Seguem os gols:







sábado, 10 de agosto de 2019

Pequenas Histórias



Pequenas Histórias (220) - Ano - 1999


O Mestiço de São Borja

Fonte: Correio do Povo

Tomo emprestado o título do magnífico êxito literário do não menos magnífico autor gaúcho, Alcy Cheuiche, cujo personagem principal é um "resumo" multirracial tão presente em nosso povo, além de ser um retrato de 50 anos do Brasil do Século XX. 

Pois de São Borja surgiu o filho do ex-goleiro Alcino (nome inicial daquela escalação que tirava o sono dos atacantes gaúchos: ele no gol; Patrício, Cassiá, Aguiar e Paulinho) do Internacional de São Borja, o menino apareceu para o mundo futebolístico, primeiro no Coirmão, que não teve grana para comprá-lo, depois no Tricolor, onde marcou definitivamente o seu nome na história gremista.

Zé Alcino, um atacante de uma personalidade discreta, calma (aí, outra lembrança literária, ele parece com Pedro Missioneiro de Érico Veríssimo no O Continente de O Tempo e o Vento); se transformava dentro das quatro linhas. Nunca desistia do lance e, quem diria, um protótipo do avante moderno; era ponta direita, mas também podia fazer o outro lado, o esquerdo, igualmente, o cara do centro que trocava de posição com quem vinha do meio.

Em 1996, mesmo com características distintas, ocupou a vaga de Jardel e foi fundamental na conquista do Bi brasileiro, tendo papel preponderante na ascensão de Paulo Nunes, goleador do campeonato.

De todos os seus jogos, aquele em que mais ele brilhou individualmente ocorreu no histórico palco do Maracanã, diante do Flamengo de Romário. Zé Alcino marcou três gols na vitória de 4 a 3 naquele 29 de Agosto de 1999.

Celso Roth escalou o Imortal com: Darnley; Zé Carlos, Émerson, Scheidt e Éder; Capitão, Fabinho, Itaqui e Cleison; Ronaldinho e Zé Alcino. Usou ainda, Alex Xavier, Luis Carlos Goiano e Macedo.

O ídolo do Flamengo, Carlinhos mandou a campo: Clemer; Pimentel, Fabão, Luiz Alberto e Athirson; Jorginho, Leandro Ávila, Beto e Fábio Baiano; Leandro Machado e Romário. Entraram também, Rodrigo Mendes, Caio e Iranildo.

Mal escalado, o meio de campo gremista era um deserto de criatividade, sendo inicialmente, dominado pelos locatários que cedo, abriram o placar quando Cleison se confundiu, Romário fez o corta luz e Fábio Baiano bateu de fora da área, pegando Danrley adiantado. 1 a 0. 

Aos 22 minutos, o volante Fabinho entra na área, cruza e acha Zé Alcino livre. 1 a 1.

Aos 39, o Tricolor foi surpreendido por um contra-ataque pela esquerda de sua defesa, o lançamento aéreo veio e Beto cumprimentou de cabeça. Final da etapa inicial. 2 a 1, Flamengo na frente.

Logo aos 3 minutos, o zagueiro Émerson apara um escanteio batido por Itaqui e empata. 2 a 2.

O mesmo Émerson comete penalidade máxima aos 21 minutos que Romário converteu. 3 a 2.

Neste instante, uma luz de sabedoria recai sobre o treinador gremista e ele coloca Macedo, recuando Ronaldinho, modificação que fez crescer o futebol do menino, camisa 10 do Tricolor. A entrada de Goiano ajudou em muito o toque de bola vertical do meio de campo.

Aos 25 minutos, Ronaldinho lança Macedo que encontra Zé Alcino que empata novamente. 3 a 3.

Zé Alcino iria virar o " Zé do Maraca" aos 39 minutos, quando viu Fabinho tentar o drible em Clemer e a bola sobrar para ele quase caído. 4 a 3.

Ainda houve tempo para o árbitro Francisco Dalcido Mourão Albuquerque expulsar o zagueiro improvisado na lateral, Éder.

O Tricolor calou mais de 32 mil pessoas que assistiram uma jornada maravilhosa de Zé Alcino que acabou ofuscando Romário e Ronaldinho Moreira numa tacada só. 

Aliás, três.

Fonte: Arquivo Pessoal do amigo Alvirubro

Segue o compacto:










quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Opinião



O Teste para o Elenco

Se o time principal ainda provoca discussões em algumas posições, o grupo de reservas deste 2019 está mais reforçado do que em temporadas anteriores.

A escalação especulada para encarar o Flamengo no próximo final de semana mostra um "11" fortíssimo para ser considerado "alternativo". Vamos a ela: Júlio César; Galhardo, Paulo Miranda, David Braz e Juninho Capixaba; Darlan, Thaciano e  Luan; Diego Tardelli, Luciano e Pepê.

Mesmo que o Flamengo venha com seus titulares, dá para encarar e fazer bonito no Maracanã.


quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Opinião



A Cabeça de Éverton

O tempo passa e a negociação brasileira  "mais apostada", Éverton, segue em compasso de espera. 

Noticia-se que os principais mercados da Premier League estão quase na hora do fechamento e nada de propostas condizentes pelo Cebolinha.

Desconfio na redução das facilidades do mercado europeu, seus mecanismos predatórios,  especialmente.

Outro elemento inibidor: o comportamento de algumas estrelas brasileiras pouco recomendável no Velho Continente escanteia os brasileiros; aí, sobram poucas opções, a "segunda divisão", não exatamente pela grana, mas pela incipiência no esporte bretão, como a China.

Nós, os gremistas, temos um exemplo recente de queda de produção de um craque, após uma frustração, aliás, duas; a não participação na Copa do Mundo de 2018 e a ausência de uma transação para o Exterior; trato de Luan, hoje, reserva no Grêmio.

A curiosidade é do quanto esta ansiosidade, até angústia do momento, poderá afetar o comportamento e rendimento de Éverton, se permanecer na Arena.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Opinião



A Metade dos Falsos Diamantes

Há tempos, eu escrevi sobre o time campeão da Libertadores/17; eram 4 jogadores acima da média, 3 que funcionaram num grupo azeitado e 4 superestimados; entre este quarteto final, 2 bons e 2 muito bons, porém, com uma avaliação equivocada, superdimensionada. Atletas que jamais vão confirmar fora do Grêmio o cartaz que foram agraciados no Tricolor. O tempo se encarrega de comprovar tal impressão. 

A metade destes falsos diamantes ainda está no elenco e segue dividindo opiniões; uma certeza, eu tenho: fora do Tricolor, não manterá nem a fama, nem o salário que recebe. Só o Grêmio para recuperar o futebol dela, fato positivo, mas elevá-la à condição inimaginável antes e depois da passagem em Porto Alegre, de craques, fato negativo. Contratos longos e grana polpuda no contracheque.

Cortez, equivocadamente é lembrado pela força ofensiva, a prática mostra que é muito bom marcador. Visão distorcida da realidade.

Maicon, sua situação é mais grave. Excelente jogador com a bola no pé, inteligente, acha buracos nas defesas adversárias, no entanto, para o atual futebol, sua prática, dá para dizer que é quase ex-atleta. Não segura a onda.

À medida que o Grêmio ultrapassa etapas dos mata-matas, o óbvio acontece, isto é, as dificuldades aumentam. Basta um oponente colocar um jogador habilidoso às costas do meio de campo gremista; exemplificando: Zé Rafael, Gustavo Scarpa ou Lucas Lima, até Dudu, qualquer um desses, fará um estrago na defesa gremista. Um trio "marcador" formado por Maicon, Matheus Henrique e Jean Pyerre, eventualmente se dará bem, porém, para botar a faixa, dar volta Olímpica e levantar a taça, não poderá ser "eventualmente".

Ontem, a modesta Chapecoense com Gustavo Campanhara e Camilo, deitou e rolou, deu um rolê (passeio) na intermediária gremista.

Lógico! Cortez e Maicon não são os únicos problemas azuis, mas o preocupante é que são titulares incontestáveis. No caso do primeiro, porque seu reserva se enreda demais com ... a bola, já Maicon, sua investidura de capitão, de líder do grupo, parece intimidar o treinador e comissão técnica, mesmo diante da evidente queda física apresentada.

Ainda dá tempo para uma mudança decisiva. 





segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Opinião



Rotina de tropeços mantida

Mudam os personagens, mas o script e o final infeliz segue mantido. O Grêmio ganhou 3 pontos nos 12 possíveis contra Fluminense, Avaí, CSA e Chapecoense; quatro dos cinco piores classificados no Brasileirão.

O cardápio servido é variado: dois jogos na Arena, dois como visitante, time reserva, time titular, zaga improvisada, melhor zaga do mundo, poucos atacantes ou muitos empilhados.

O menu apresentado esta noite mostrou um prato indigesto para o miolo da zaga gremista, mas também para os laterais, além de um buraco à frente dos beques. Gols sofridos que assistimos geralmente em partidas de Série B. Então, devemos crucificar os zagueiros? Claro que não. Tiveram uma jornada muito ruim. Foi pontual no caso de Kannemann e Geromel.

Porém, ficar apenas nesta explicação é ser simplista, correndo o risco de uma análise superficial  e equivocada. Sigo na afirmação que falta um primeiro meio-campista como Walace. Talvez estes gols sofridos hoje, não ocorreram em confrontos anteriores pela falta de ousadia dos adversários gremistas. Maicon é excelente com a bola no pé, no entanto, é incapaz de acompanhar um oponente que tome à frente do lance, situação corriqueira para times que tem menos posse de bola e explorem o contra-ataque e Jean Pyerre não é afeito para esta tarefa. Sobra apenas Matheusinho.

Outro ponto a ser questionado. Que raios de precisão possuem estes avantes da Chapecoense que tiveram quase 100% de aproveitamento nos arremates? E os do Grêmio? Quantos chutes deu André, o herói paraguaio? E Alisson? Jean Pyerre? Quantos cruzamentos bem-feitos realizou Bruno Cortez? 

Mais um questionamento neste empate desta Segunda-Feira: o que foi a arbitragem? Atrasou o que pode a partida; dá até para desconfiar que o pênalti tenha sido uma manobra conspiratória muito bem urdida, pois o Grêmio estava numa pressão terrível, muito provavelmente faria o quarto gol, aí, ele marca a falta capital. Interrompe a partida, vai ao VAR, lá se vão mais de três minutos, esfria o jogo, decide por não confirmar o pênalti e dá apenas mais um minuto. É estrategicamente maquiavélica a sequência.

Se houve algo de bom pela parte azul foi o preparo físico, todos correram até o final e individualmente, Matheus Henrique, de novo, o melhor em campo pelo lado gremista. 

O time evoluiu depois da Copa América, entretanto, alguns defeitos insistem em se manter.

Deixo o compacto, infelizmente, sem o lance da penalidade máxima:




domingo, 4 de agosto de 2019

Opinião



Mata - Mata, o Céu ou Inferno num Instante

O Tricolor joga amanhã, Segunda-Feira, diante da Chapecoense. O que terá de público? Quem arrisca palpitar.

Acho a fórmula por pontos corridos a mais justa, porém, é difícil para os torcedores não se renderem ao sistema de mata-mata. Um fato de cara já se verifica; não serão num início de semana os confrontos.

A mídia e nós, torcedores, quase só falamos na Libertadores ou nas semifinais da Copa do Brasil. Este confronto contra o clube de Santa Catarina é quase invisível. Aí, o perigo reside.

Os valores na Copa do Brasil são espetaculares; li que o campeão leva 52 milhões de reais de prêmio. Imaginem! É um belo apelo para uma competição que está abaixo da Libertadores e Brasileirão na hierarquia da torcida.

Mas o mata-mata leva um time do Céu ao Inferno num instante. Mesmo que seja do conhecimento geral que em cada ida-volta, apenas um passe de fase, quem fica no meio do caminho pode entrar numa "depressão" irreversível no resto do ano.

Conclusão: O Brasileirão, o patinho feio da hora, poderá ser muito importante na reta final de 2019. Nem que seja para garantir vaga para prosseguir sonhando com a Libertadores em 2020, se a conquista não vier neste ano.

Jogar um jogo por vez, o segredo. Então, olho no confronto de amanhã.

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Opinião



Grêmio, o único sem levar Nocaute

Com todas as críticas, algumas justas, outras exageradas, além das "sob encomenda", o Tricolor ostenta neste início de Agosto, o posto de único clube de ponta do futebol brasileiro que não levou um revés nas competições que disputou ou disputa.

Ganhou as taças disponíveis até aqui e segue vivo nas três disputas que participa: Libertadores, Copa do Brasil e Brasileiro.

Como afirmei anteriormente, será quase impossível faturar duas destas três; todas, aí, eu afirmo; impensável. Aliás, impensável até para o Santos de Pelé ou o Botafogo de Garrincha. 

Agora (e é um pensamento muito pessoal meu), a única frustração, aquilo que estará fora do script, é não superar o Atlético Paranaense na semifinal. De resto, Cruzeiro ou Inter na decisão da Copa do Brasil ou os demais degraus da Libertadores, achar que cair fora é motivo para criticar o clube, (eu) só aceito, porque há em vários clubes, os "profissionais torcedores" que criticam até conquista da Libertadores. Duvidam? Pois eu li um dia desses uma frase que achei que estava errada, escrita numa dessas oscilações do time. Vai a pérola: - Eu disse que esse negócio de ganhar o tri da Libertadores ia dar merda.

O Tricolor está num estágio privilegiado, tanto que Luciano, novo atacante azul, mesmo que seja um lance de marketing, afirmou algo que concordo plenamente, isto é, jogar no Grêmio é um grande negócio para jogadores, vide Chega Sempre.

O Imortal é um "big rider". Surfa em grandes ondas.

Opinião



Goleada Incontestável dá a Classificação na LA

Nós, gremistas, fomos condicionados a expressão " a Imortalidade Tricolor", quase sempre mal utilizada, quando presenciamos viradas "históricas" contra clubes do interior  ou da Série B, isso; esperteza de dirigentes ladinos. Verdade que há momentos em que ela surgiu corretamente na centenária história da instituição como no jogo de ida em Porto Alegre, semana passada, o 2 a 0 com 10.

Tudo isso escrito acima para dizer que uma vitória tranquila sobre um adversário aguerrido, mas comprovadamente menor, ainda pode pegar algum torcedor de surpresa, uma estranheza de comportamento. Não deveria. É assim que tem que ser. Aliás, manifestei aqui, vide Copeiro.

O Grêmio passeou no Defensores del Chaco (antigo Puerto Sajonia de muitas batalhas), parafraseando o grande escritor gaúcho, Sérgio Faraco, o Tricolor "dançou uma Guarânia em Assuncion". Não tomou conhecimento. Renato assim como deu um nó tático no Pep Roger, fez o mesmo com José Chamot. Foi para cima desde o início e contou com a volta da boa performance de Éverton; aí, meio caminho andado.

Com o futebol maravilhoso do trio, Éverton, Jean Pyerre e Matheus Henrique, bem acompanhado por Maicon e Alisson e uma partida excelente de Paulo Victor, a vitória veio sem sustos, sem sobressaltos. 

David Braz e Kannemnan formaram uma dupla eficientíssima, em especial, pela seriedade com que encararam o jogo.

E André? Aquele que muito gente não queria, inclusive eu? Bom, analisando a partida: excelente, duas buchas no primeiro tempo. Se fosse sempre assim, poucos reclamariam dele. André deu motivos para as reclamações, basta ver o histórico, hoje, depois de mais de 18 meses, ele chegou ao seu oitavo gol pelo Imortal. Difícil dizer se outro atleta com a insistência de Renato nas chances, não faria melhor. Da Silva, por exemplo.

O Grêmio está vivo em todas as competições que disputa; vale lembrar que o outro com essa façanha, é o Coirmão, porém, a favor de Renato: o título do Gauchão em cima de Odair Hellmann.

É muito relevante e não é ocasional ou sorte, é talento e competência. O treinador gremista comete alguns equívocos, mas os números demonstram que tem muito mais acertos na sua passagem atual pelo clube.

Vai perder? Óbvio; vencer a Libertadores e Copa do Brasil ao mesmo tempo é feito para erguer uma estátua para o cara. 

Talvez o clube tenha se antecipado ao que pode ser o futuro Azul. 

Segue um compacto: