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quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Opinião

 



As Semelhanças

 

Assisti os dois jogos (Grêmio e Inter); vi semelhanças entre eles: Santos e Inter fizeram o jogo da vida deles para aquele momento. Muito foco, concentração, doação ao extremo e ainda assim, isso tudo foi insuficiente para a classificação vermelha e para o triunfo santista.

No caso do Inter; o fim. O Peixe, creio que ficou o sentimento que a passagem para as semifinais escapou entre os dedos, questão de centímetros, isto é, um passo à frente do defensor santista e a penalidade não seria a “máxima”; viraria uma falta próxima da grande área ou como se dizia antigamente; “um escanteio de mangas curtas” e o 0 a 1, uma realidade.

Também encontrei similaridades nos comportamentos de Boca e Grêmio, uma espécie de jogo protocolar, pretensamente predestinado na imaginação deles, mesmo sem implicar desprezo ou subestimação do adversário. Apenas não entraram com a responsabilidade que a situação urgia, mas como se viu, os locatários tiveram mais sorte do que juízo. Mereciam ser os fracassados da noite, se o futebol tivesse uma lógica enérgica, sem distrações, até punitiva. Saíram comemorando, depois que o pano caiu, que as cortinas foram cerradas.

 Pareceu luta de boxe, onde um dos contendores aplicou uma surra histórica em todos os rounds e por uma falta grave no fim,  sua conquista virou pó.

O Tricolor não vai repetir performance tão ruim como a de ontem; aliás, eu errei  ao escrever que havia tempos que o time não ia tão mal na Libertadores. Em 2019, diante do Flamengo na mesma Arena, Renato tomou um chocolate inesquecível, com três gols anulados pelo var a favor dos cariocas. O que atenuou o totó daquela jornada: a abissal diferença de elenco e até, de comando técnico.  No Maracanã, “a abissal diferença” não “dormiu” e se fez presente num massacrante e humilhante 5 a 0.

Para o confronto da volta (e decisivo), desconfio que o Santos não terá como repetir o nível de concentração, de doação, se o Imortal for minimamente bem escalado e pensado. O Grêmio passará.

Tenho a lembrança do Palmeiras entregando a rapadura em pleno Parque Antártica, igualmente em 2019, quando o Grêmio saiu perdendo, virou para 2 a 1 e passou de fase nos critérios.

Quem sabe ...

 

 

 

 

 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Opinião




              Jornada Constrangedora 

Poucas vezes, eu fiquei tão constrangido vendo o Grêmio na Libertadores como ocorreu esta noite. Um fiasco.

 Pior! Um nó tático do Cuca no "melhor futebol do Brasil". Isso, com um time muito inferior que tem quatro bons jogadores e um deles não atuou (Pituca, Marinho e Veríssimo menos Soteldo). Um time bem arrumado, que pecou nas conclusões. Uma injustiça, pois aos 71 minutos marcando na tela da tevê, havia 12 arremates dos visitantes contra 6 do Grêmio. O dado 6 foi bondade dos analistas. 

Se recém postei algo tratando de uma possível saída de Renato; aí está um bom nome: Alex Stival, o Cuca.

Também escrevi na vitória de 4 a 0 sobre o Vasco que o time estava mal escalado no meio de campo. Hoje, a confirmação veio à galope. Ou seria num trote cansado? Maicon é ex-jogador. Ponto final. Foi bom enquanto durou. O camisa 8 não desarmou, não armou, não passou, não concluiu. O pior em campo e olha que havia muita concorrência para ganhar esta eleição.

No gol sofrido vi que as rádios elegeram por unanimidade a falha de Vanderlei. Verdade, mas também é verdadeiro que o soco dele projetou a bola para fora da área e três defensores tiveram chance de brecar o lance e ela acabou na rede azul. Erro coletivo.

Kannemann  esteve irreconhecível, os laterais foram medíocres. Geromel sobreviveu a derrocada defensiva. Uma andorinha perdida.

O meio horrível com Pinares e o já citado Maicon. Matheus Henrique, um resistente diante da mediocridade dos parceiros. A preterição de Darlan é crime lesa-pátria. Um atentado ao bom senso. Começou ali o nocaute.

Pinares era a lógica na falta de Jean Pyerre, mas não realizou um bom jogo.

Luiz Fernando, sua atuação ruim reforçou a ideia de titularidade de Ferreira. Diego Souza fez o gol. Neste caso, nem dá para dizer "só fez o gol". Postergou a desclassificação.

Pepê afundou. Sua pior partida nos últimos meses. Se fosse substituído, não seria injustiça.

Dos que entraram, David Braz atrapalhado. Nesta noite, incrivelmente valeu a expressão "seis por meia dúzia" na comparação com Kannemann.

Darlan e Ferreira entraram muito bem em relação aos substituídos (Maicon e Luiz Fernando).

Éverton e Diego Churín, trocas no desespero. Estão isentos nesta catástrofe.

Depois do que eu vi hoje, acho que os deuses estão do lado gremista, porque o que se viu esta noite pode ser chamado de "crime". O sobrenatural de Almeida jogou muito a favor do Imortal.

Impossível jogar tão mal na Vila Belmiro. 

Será que o treinador gremista vai recolher ensinamentos desta péssima jornada?


Opinião



O Maior Jogo do Ano. Por Enquanto 

E chegamos ao momento que os torcedores desejam sempre; aquele em que todo confronto tem ares de decisão.

Escrevi no período de forte instabilidade gremista, que os méritos vistos pela Direção e Comissão Técnica, não eram assim tão relevantes. "Estar vivo" nas três competições não era mérito, era obrigação, isto é; para mim, pela grandeza do clube e seu recente histórico, Copa do Brasil começaria pelas semifinais e Libertadores, quartas-de-final. O Grêmio chegou lá.

Hoje, o primeiro enfrentamento diante do Santos. O presente pega o Imortal em seu melhor estágio, provavelmente, com a força máxima, dando ao treinador uma série de alternativas que desde a sua chegada em 2016, não possuía.

Como Renato esconde a escalação, arrisco esta, que é mais um desejo do que possibilidade real: Vanderlei; Victor Ferraz, Geromel, Kannemann e Diogo; Darlan, Matheus Henrique e Jean Pyerre; Ferreira, Diego Souza e Pepê.

Acho que o treinador vai optar por Maicon e Luiz Fernando, ficando de fora, os meninos Darlan e Ferreira. 

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Opinião




O Primeiro Fundamento 

Terça-feira, 8 de Dezembro, 40 anos da morte de John Lennon, feriado na minha terra; Nossa Senhora da Conceição, padroeira da cidade, final de umas pequenas férias de 10 dias, confinado e aliviado pelo quarto resultado negativo da Covid-19.

Recluso na maior parte do tempo, resolvi ver algumas postagens antigas para ver quantas "furadas" eu cometi. Algumas pelo caminho, realmente, mas também tem alguns acertos como este, vide Cultural, em especial, o último parágrafo.

Pois troca-se o goleiro, muda-se a zaga, renovam-se os laterais, revezam-se volante de características distintas, mas a "cultura" de tomar poucos gols se mantém há décadas, confirmando que antes de atacar, um time precisa saber se defender.

Com isso, o Tricolor ao ajeitar os setores de meio-de-campo e ataque, o tão falado, propalado e, às vezes, banalizado (em bocas perdedoras) equilíbrio, o Grêmio o está conseguindo.

Com a ótima performance recente de Diego Souza e dois craques como companheiros (Pepê e Ferreira), uma mecânica exemplar com os guris do meio, o Imortal só não ganhará um campeonato por pontos corridos, por absoluta falta de planejamento no início da competição, pois até o momento perdeu apenas três vezes.

Não falo em títulos certos em mata-matas, porque o imponderável, de vez em quando, costuma dar as caras.

Mas não está proibido sonhar com as três taças.


segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Opinião

 



Estamos chegando lá!

Andei correndo os olhos em postagens anteriores e encontrei essa: vide É só gostar, onde eu manifestava a minha convicção quanto ao investimento na base e tudo indica que o Tricolor tomou essa estrada sem volta com mais ênfase, basta ver que o time atual está prestes a ser conformado com Darlan, Matheus Henrique, Jean Pyerre, Ferreira e Pepê. Uns que são protagonistas, outros que serão brevemente.

É um processo "retroalimentador", isto é, a gurizada está na origem da evolução do time nestes 16 jogos invictos que por conta disso, pavimenta com segurança a estrada que permitirá o ingresso de novos juniores e também de jovens contratados como Rodrigues e Luiz Fernando sem a pressa e pressão que atrasam o sucesso neste tipo de empreitada, ou seja, o lançamento da gurizada.

O momento é tão bom que, como escrevo há tempos: num time "azeitado", o ruim vira médio, o médio vira bom, o bom vira craque e o craque vira extra-classe.

Como não acredito na renovação do contrato de Renato em Fev/21, acho que o Imortal deve pensar mais seriamente no aproveitamento de Thiago Gomes, treinador do time de transição para qualquer emergência no ano que vem.

Embora seja diferente lançar juniores e técnico, Romildo que já inovou em tantos setores do clube, pode pensar em mais um desafio: apostar  num treinador da base.


domingo, 6 de dezembro de 2020




Passeio Tricolor foi comandado por Diego Souza 

Uma atuação de luxo, onde tudo deu certo (ou quase). O Grêmio amassou o Vasco da Gama com atuações destacadíssimas de Diego Souza, o melhor + David Braz, simplesmente não perdeu nenhum lance e Ferreira (por favor, Renato! dá uma sequência para o piá).

Na primeira fase, o Vasco ainda conseguiu se segurar, embora já merecesse perder. Na segunda etapa, a organização tática e preparo físico deram as caras e o 4 a 0 foi pouco.

Pode parecer implicância, mas não é; é convicção minha o que segue: o Grêmio foi mal escalado. Explico: Acho que é consenso que a melhoria do desempenho nestes 16 jogos invictos, passa pela presença no time do quarteto Pepê, Jean Pyerre, Matheus Henrique e Darlan. Ora! com a preservação de Jean Pyerre, o recomendável era mexer o mínimo possível, isto é; ficar com 75 % desses titulares, então, com o ingresso de Maicon, a velocidade e qualidade caíram pela metade (MH e Pepê). E o ex-capitão não produziu nada que Darlan com menos tempo apresentou, inclusive com o acréscimo da bola longa (lançamento) que encontrou Pepê frente à frente com o arqueiro luso, algo que Maicon não faz há tempos.

O triunfo era para deixar o torcedor tranquilo e "faceiro", porém, a titularidade de Maicon, o ingresso de Robinho, isso começa a dar pistas sinistras do que poderá impedir alguma conquista destas competições. Felizmente, Lucas Silva que entrou muito bem, teve personalidade para arrancar a bola da mãos de Robinho na hora da penalidade máxima, senão, o ex-jogador do Avaí, Palmeiras e Cruzeiro poderia "crescer na foto", se convertesse a bola parada.

Pinares apesar de algumas enfeitadas, mostrou que conhece do riscado, quando bateu com extrema categoria no terceiro tento.

Renato achou o time. Se quiser ganhar alguma coisa, terá que arquivar o bruxismo.

 

sábado, 5 de dezembro de 2020

Pequenas Histórias

Pequenas Histórias (244) - Ano - 1970

Flecha, um nome inesquecível 


Quando eu tinha 8 para 9 anos, à família, foi acrescida um filhote da raça pequinês; meu pai fez uma placa de cimento, embaixo da parreira com a data de sua chegada. Cresceu, jogando bola conosco, era "goleiro". Voava e pegava a bola com a boca, amadureceu sem nunca ter superado o trauma de foguetório. 

Dizem que os animais ficam parecidos com os humanos e ele teve um ataque cardíaco fatal no dia 03 de Maio de 1981, no momento em que o Imortal comemorava o primeiro título brasileiro no Morumbi, três** meses antes do meu pai ter o seu, igualmente fatal em Agosto. Eu tinha 22 anos, portanto, o pequinês me acompanhou no final da infância, toda a minha adolescência e início da fase adulta. Chamava-se Flecha, o mesmo de um ponta direita notável do Grêmio. Nunca soube se o nosso cachorrinho recebeu o nome influenciado pelo rápido, agudo e mortal ponteiro direito gremista; nem nunca saberei. Foram 14 anos de intensa parceria.

De qualquer maneira, restou uma certeza: ficamos todos fãs de Gilberto Alves de Souza, o Flecha. O fato é que ele era bom, chegou à Seleção com Zico, Rivellino, Roberto Dinamite e Leão, entre outras feras. Era um dos fortes candidatos à Copa da Argentina, mas ficou no meio do caminho pelo que fazia fora das quatro linhas. Uma pena.

Parece mentira que já se passou meio século que Flecha zunia pelo ataque gremista. 

Uma tarde dessas foi contra o Vasco da Gama, mais exatamente no dia 29 de Novembro de 1970 no estádio Olímpico pelo Brasileiro daquele ano, o último a ser chamado de Robertão (Roberto Gomes Pedrosa).

Carlos Froner, o técnico azul mandou a campo os onze da foto acima; pela ordem: Arlindo, Espinosa, Di, Jadir, Beto Bacamarte e Jamir, agachados: Flecha, Caio Cabeça, Volmir, Gaspar e Loivo ao lado do saudoso massagista Banha (Alvaci Almeida). Ainda entraram Joãozinho (João Severiano) e Paíca.

Elba de Pádua Lima, o Tim, notável craque da Copa do Mundo de 1938 escalou o Vasco assim: Élcio, Fidélis, Altivo, Renê e Eberval; Alcir e Buglê; Jaílson, Silva, Dé e Gilson Nunes. Também participaram os atacantes Kosilek e Zé Dias.

O Tricolor entrou avassalador, aproveitando o cansaço do time carioca que fizera dois amistosos caça-niqueis durante a semana, no entanto, o gol teimava em não sair. A velocidade de Flecha, Volmir e Loivo botava em polvorosa a lenta defesa carioca, mas o 0 a 0 resistia.

Aos poucos, o Vasco foi equilibrando as ações e o Grêmio foi perdendo terreno. Ironicamente, nesse período saiu o gol único da partida. Aos 32 minutos, Flecha foi derrubado pelo lateral Eberval. Espinosa executou a cobrança fechada demais, Élcio deu um tapa na bola que caiu no lado oposto, onde Loivo aproveitou e como era característico, deu um "balaço" que encontrou a trave direita, a bola voltou para o centro da área; Flecha chegou rapidamente e bateu para o fundo das redes.

Na segunda etapa, Froner recuou o seu time, após a vantagem no placar. Esperava pelos contra ataques; resultado: o Tricolor passou a tomar um sufoco e Arlindo saiu como um dos destaques do confronto, garantindo a vitória de seu time. 1 a 0. 

Mantinha assim, as esperanças para alcançar o líder do grupo A, o Palmeiras.

O árbitro foi Oscar Scolfaro que deixou de marcar uma penalidade máxima em Flecha aos 18 minutos da primeira etapa.

Flecha saiu do Imortal em 1972 com uma trajetória marcante, vide Álbum Tricolor. 

Para mim, além da idolatria natural de gremista, o nome de Flecha deixou uma marca familiar inesquecível.

Fontes: Arquivo pessoal do amigo Alvirubro, inclusive a foto

              Revista Placar

**: corrigido








sexta-feira, 4 de dezembro de 2020




Quando poupar é a melhor decisão

É quase certo que o Tricolor irá escalar time misto ou reserva diante do Vasco da Gama, Domingo, confronto pelo Brasileirão.

Acho que é sensato, compreensível e recomendável esta decisão (a ser) tomada pela Direção gremista. São vários os fatores que ancoram a escolha:

- Tem uma partida decisiva de quartas-de-final pela Libertadores

- O local da disputa é a Arena

- O adversário é frágil, embora tradicional

- O elenco azul se mostra motivado e homogêneo em quase todas as posições

- Perder Vanderlei, Geromel, Jean Pyerre ou Pepê neste momento seria um desastre

Portanto, uma escalação como essa: Paulo Victor; Orijuela, David Braz, Rodrigues e Cortez; Lucas Silva, Maicon, Isaque e Pinares; Churín e Ferreira; pode dar uma boa resposta, inclusive, permitindo pensar nos três pontos.

Nem se trata de desrespeito, mas sim, de planejamento.


Opinião



Jogo seguro garante a classificação

O Grêmio não deu "mole". Entrou concentrado, marcou firme e teve o "plus" de ter feito o gol no início da partida; isso deu a tranquilidade pela ampliação da vantagem no agregado dos confrontos. 

Vanderlei fez duas grandes defesas, mostrando que está recuperando a velha forma. A defesa que pode ser considerada completamente reserva, pois não estavam Ferraz, Geromel, Kannemann e Diogo, se saiu muito bem. 

O meio de campo também foi preservado em parte (sem Matheusinho desde o início e Jean Pyerre saindo cedo na segunda etapa), isso causou uma queda de qualidade com Lucas Silva e Isaque, este que ficou devendo muito. Gostaria de ter visto o chileno Pinares por ali.

Na frente, Ferreira é uma boa alternativa pela briga pela  titularidade (Alisson, Luiz Fernando e Pinares); hoje, aproveitou a oportunidade, fez gol, teve bastante movimentação, deu combatividade. Churín, ao contrário do que ouço agora nos pós-jogo, acho que foi bem, faltou o gol. Com ele, a exemplo de Ferreira, o time ficou mais combativo na frente, a marcação começou por eles. Pepê tem essa característica, nesta noite, encontrou parceria para pressionar  a saída de bola do adversário.

Os destaques foram Vanderlei, Jean Pyerre e Pepê. Convém lembrar o bom jogo de Rodrigues, que teve o mérito adicional de fazer o segundo gol, gostei também de Pinares que teve boa movimentação.

Há muito tempo, não via o Grêmio poupar atletas em confronto de Libertadores. A qualidade do elenco atual e a boa vantagem do jogo de ida proporcionaram esta decisão sem sobressaltos.

Contra o Vasco, desconfio que o time vai entrar de novo "balanceado", pois as quartas-de-final diante do Santos começam daqui há sete dias. O clube paulista, talvez, não tenha essa oportunidade, porque encara o Palmeiras e seu plantel é reduzido no quesito qualidade. Sem Marinho e Soltedo, no máximo, brigaria por vaga na Sul americana.



quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Opinião



                                         Todo o Cuidado é ... 

Os jogos de volta da Libertadores mostraram que as dificuldades aumentam, isto é, os times se equiparam na disputa.

Até mesmo o do River Plate não foi a barbada que se supunha; o resultado magro prevaleceu: 1 a 0.

O Santos marchou em casa para a LDU e o detalhe do gol a mais marcado fora, deu a vaga aos brasileiros.

Pior fez o Flamengo de Rogério Ceni. Precisando de um empate em zero para passar nos 90 minutos, só conseguiu levar a partida para a disputa dos tiros livres, apenas no final do confronto. Perdeu por 5 a 3.

O Grêmio deverá passar, porém, tenho em mente o confronto diante do Barcelona de Guayaquil na Libertadores de 2017. O jogo da volta deu 0 x 1, tento de Jonathan Alves, o uruguaio.

Fica o alerta.