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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Opinião


Fora como se fosse em Casa

Nos critérios, o Tricolor gaúcho está em vantagem contra o homônimo paulista. Mais vitórias e se fosse preciso, melhor saldo de gols, isto remete à situação de ter o empate como um "bom negócio"; um resultado aceitável; porém, historicamente quem se fecha demais, praticamente abdica de um dos resultados possíveis, a vitória; sobram empate e derrota (Aí, Dino Sani!!!).

O exemplo mais recente (fresquinho) foi o recém finalizado Vasco 1 x 1 Atlético Paranaense; o castigo veio faltando 30 segundos para o encerramento dos acréscimos de 5 minutos. Um crime? Não, o Vasco pediu.

O Grêmio há um certo tempo não tão distante, dava gosto de ver o seu comportamento em casa ou fora; acerto de passes, controle do jogo, maior posse de bola, consequentemente, redução de risco de sofrer gols e os três pontos, uma realidade.

Com a saída de Arthur, aos poucos, o time foi fazendo concessões, retornando a um estilo que pensava eu, estar superado. Cícero de muitas características positivas, talvez seja, o introdutor da bola longa, a estratégia do contra-ataque; Maicon e Ramiro não são refratários ao estilo novo; ao contrário, são signatários. Então, o meio como um todo, mudou o estilo. Uma pena.

Para retomar as antigas performances, entendo que o ingresso de Matheus Henrique seja imperioso, aliás, ele e Jean Pyerre.

Desta forma, dentro das alternativas do elenco para amanhã, sugiro: Paulo Victor; Madson, Pedro Geromel, Paulo Miranda e Bruno Cortez; Michel, Matheus Henrique, Jean Pyerre e Ramiro ou Alisson; Jael e Éverton.

Não devem ser estes os escolhidos de Renato, mas, talvez seja o time da segundo tempo. 




terça-feira, 13 de novembro de 2018

Opinião



A Solução para Zaga

Os titulares Kannemann e Geromel formam uma das melhores zagas do planeta. O bom desempenho de Paulo Miranda, atleta cascudo com passagens pela Europa e São Paulo F.C., dão uma tranquilidade para uma emergência. É suplente com status de efetivo.

A experiência na manutenção de Bressan é negativa; produziu um efeito destrutivo brutal, comprometendo definitivamente a participação do Tricolor em sua principal competição, a Libertadores. Certamente, ele sairá do clube em 2019. Nenhum absurdo pensar isso.

Aí, o Grêmio precisa suprir a necessidade em setor tão importante do time. Como acho que zagueiros com boa biografia não se sujeitariam a ser o quarto zagueiro na hierarquia das escolhas do treinador, penso que a solução deverá ser buscada nas categorias de base.

Pode parecer precipitado, mas hoje a base não é composta de atletas "verdes"; são jovens que já possuem um currículo muito bom, casos de Derlan, ex-Fluminense, que jogava a Série B no Paysandu de Belém ou Rodrigues (Tonhão), que atuou pelos profissionais do ABC de Natal; Denílson que veio do PSTC de Londrina, cujo objetivo é ser formador de jogadores.

Há ainda, Rafael Thyere, que voltará mais experiente da Chapecoense.

O Tricolor teve Pablo, zagueiro hoje no Bordeaux, que antes formou com Balbuena, paraguaio, uma zaga de muita eficiência no Corinthians de Tite; pois ele aos 21 anos passou "batido" pelo clube, atuando uma única vez, de forma infeliz; sequer teve outra chance. Um grande erro de avaliação.

É isso. Antes de ir ao mercado, seria interessante ver o que a base e a "transição" tem a oferecer.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Opinião



 Foco Total

O Tricolor parece que detectou a falta de atenção no início dos jogos, o que custou vários pontos e muito esforço para tentar reverter o placar. Estava mais do que na hora. Vide O Foco.

E a Comissão Técnica está coberta de razão, pois basta ver que o descuido se deu diante de clubes da parte debaixo da tabela, Ceará, Bahia e Vasco; o que denota um erro de avaliação dos jogadores, desatenção ou menosprezo?

Além desse fator, desse cuidado, Renato poderá ajudar o time, se promover o ingresso dos meninos no meio de campo, rejuvenescendo o setor e "calejando" os dois (Matheus Henrique e Jean Pyerre) na "parada torta" de Quinta-feira.

Por fim, os titulares lesionados começam a voltar, Michel e Éverton vão recuperar o ritmo de jogo, Luan já tem condições de, pelo menos, ficar no banco como alternativa e Paulo Miranda está dando conta do recado na vaga de Kannemann.

A semana começa bem.




domingo, 11 de novembro de 2018

Opinião



Vitória veio com falha de Martin Silva

No final, nos acréscimos, a justiça chegou num chute de Mateus Henrique de fora da área que pegou desatento o arqueiro uruguaio Martin Silva. 

Justiça, porque o Grêmio procurou a vitória até o apito derradeiro de Rafael Klaus, mas o Tricolor apresentou erros "tradicionais" originários da má escalação de Renato.

Sexta-feira esbocei uma formação que em momento algum colocava juntos Maicon e Cícero no meio de campo. O Passado abona a preterição desta Dupla ao mesmo tempo. Ela não funciona; não dá.

Além disso, outra dupla, esta dos meninos Mateus Henrique e Jean Pyerre, deu resposta positiva lá em Minas Gerais, onde sempre é difícil jogar ( o líder Palmeiras penou para empatar hoje), portanto, era natural acreditar que, pelo menos um destes jovens sairia jogando. Aí, o grande furo do treinador azul.

Outro elemento presente na partida desta tarde e que me irrita demais é aquele que aponta que a zaga titular gremista dá três a quatro chances de arremates para os adversários por jogo, destas escassas oportunidades, uma ou no máximo, duas, são de dentro da área e entra goleiro, sai goleiro, o oponente acaba fazendo gol. Paulo Victor caiu inexplicavelmente antes do chute de Galhardo, facilitando a vida do camisa 8 cruz-maltino. Se o segundo gol gremista caiu do Céu, este único do Vasco é daqueles "mamão com açúcar". Alguma coisa está errada.

Apesar do sufoco, o Grêmio cumpriu o objetivo; venceu. Faltam cinco jogos e eu sigo achando que é possível, olhando jogo a jogo, vencer estas sete partidas (duas já passaram).

Os melhores foram Leonardo Moura, Pedro Geromel, os meninos que entraram (Jean Pyerre e Mateus Henrique) e o dentro de suas limitações, o envolvimento de Jael com a partida.

Segue compacto:




sábado, 10 de novembro de 2018

Pequenas Histórias



Pequenas Histórias (203) - Ano - 1967


A Primeira Lembrança

Fonte: Diário Gaúcho

Tenho certeza que todo o torcedor quando se descobriu nessa condição na infância, acabou memorizando para o resto da vida a escalação de seu time. Comigo não foi diferente. 

Claro! Era uma época (décadas de 60 e 70) em que os onze titulares sofriam pequenas variações, os jogadores eram "da casa", sair de seus clubes (os grandes) era algo distante.

Há mais de cinquenta anos, eu tomei consciência do que era torcer para o Imortal  cuja formação sofria pequenas variações: Alberto ou Arlindo; Altemir, Airton ou Paulo Souza ou ainda, Ari Hercílio, Áureo e Ortunho ou Everaldo; Cléo e Sérgio Lopes (Jadir mais Paíca) e o ataque dos sonhos; Babá, Joãozinho, Alcindo e Volmir soava como John, Paul, George e Ringo. 

O ponta esquerda Loivo chegava de mansinho; também Beto, reserva imediato para o setor ofensivo. Desta forma, alguns iam sendo substituídos em decorrência da chegada do final da carreira, mas a essência seguia firme, assimilando as trocas. Foram doze títulos em treze anos. 

Pois no meu oitavo aniversário, 30 de Abril, este Grêmio encarou o Vasco da Gama no Olímpico pelo primeiro campeonato com jeito de Brasileirão, o Roberto Gomes Pedrosa.

Carlos Froner mandou a campo: Alberto; Altemir, Ari Hercílio, Áureo e Everaldo; Cléo e Sérgio Lopes; Babá, Joãozinho, Alcindo e Volmir. Ainda usou Ortunho, Paíca e Beto, um para cada setor do time.

Zizinho, craque da Copa de 1950, agora treinador escalou o Vasco com: Franz (Valdir); Jorge Luiz, Ananias, Fontana e Oldair; Maranhão e Danilo Menezes; Zezinho (Nilton Paquetá), Nei (Bianchini), Adílson (Nado) e Moraes.

O Vasco surpreendeu atacando no início da partida; Moraes driblou dois adversários e arrematou, Alberto fez defesa espetacular e mandou para escanteio a pelota logo aos dois minutos.

A toada continuou até os quinze minutos quando os locatários equilibraram a contenda e aos 17 minutos, Babá marcou cara a cara com Franz, completando excelente trama entre Joãozinho (João Severiano) e Alcindo. 1 a 0.

Aos 31, o imprevisível Volmir surpreendeu mais uma vez ao bater de longe e encobrir o arqueiro cruz-maltino. 2 a 0.

O Vasco possuidor de uma zaga violenta, utilizou desse expediente para segurar o ataque gremista. Aos 26 minutos, Fontana foi expulso, Zizinho teve que fazer uma troca forçada, sacando o ponteiro Zezinho.

Na segunda etapa, aos 12 minutos, Sérgio Lopes aparou centro de Altemir e ampliou para 3 a 0.

Aos 36 minutos, o craque da partida, Alcindo, deixou a sua marca em alto estilo. 4 a 0, placar final.

Fonte: Arquivo pessoal do amigo Alvirubro

PS: Foto acima: Arlindo, Everaldo, Cléo, Paulo Souza, Altemir e Áureo (em pé). Agachados; Babá, Joãozinho, Alcindo, Sérgio Lopes e Volmir. 


sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Opinião





A Segunda das Sete Batalhas

Domingo, o Tricolor encara a segunda partida pós desclassificação da Libertadores. Na primeira, uma vitória consistente fora de casa no sempre difícil Estádio Independência, Belo Horizonte.
Ele deverá encarar jogo a jogo estes seis restantes; o próximo terá três vantagens, primeira: É na Arena, segunda, pega um adversário mais fraco do que o Galo, terceira, o time vai sendo engrossado com a volta dos titulares, também, porque os meninos da base começam a ganhar sequência.
Renato deve conservar o meio com Michel, Mateus Henrique e Jean Pyerre + Ramiro (se se recuperar). Maicon, por coerência do treinador, como volta de lesão, lustrará o banco de reservas, inicialmente. Foi assim com Éverton.
Os onze que provavelmente iniciarão o confronto: Paulo Victor; Leonardo (Moura ou Gomes), Pedro Geromel, Paulo Miranda e Bruno Cortez; Michel, Mateus Henrique, Jean Pyerre e Ramiro (Alisson); Jael e Éverton.
Luan deverá retornar contra o São Paulo lá na frente, imagino.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Opinião



A Escassez de gols dos Atacantes

Olhando os últimos trinta dias; 06 de Outubro a 04 de Novembro, o Tricolor jogou sete partidas e marcou nove gols.

Destes, apenas dois foram marcados por atacantes, um de Jael de penalidade máxima (Bahia) e Thonny Anderson (Sport Recife). Aliás, o camisa 9 gremista nos últimos sete meses marcou sete gols, incluindo alguns de penalidade máxima.

Aí, eu leio que o Tricolor está interessado em renovar o seu contrato. Não sei se é uma "boa". Alguém poderá dizer (com razão) que Jael produziu mais do que Marinho e André, porém, ele está na segunda temporada e na função de botar a bola para dentro do arco, Jael está devendo.

Se o Grêmio conseguir negociar esse trio, André, Marinho e Jael, a soma arrecadada nele (o trio) será suficiente para buscar dois bons atacantes que somados a Éverton e Luan, poderão resolver este problema que está virando crônico.


quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Opinião



Bem Natural

Restam seis rodadas, seis jogos e o Brasileirão 2018 será página virada. Ele para o Grêmio, só tem um objetivo; chegar no G-4.

Se desde o início do ano o Imortal estava entre os favoritos de todas as competições que participou, é natural que nesta reta derradeira de campeonato nacional onde as suas atenções estão voltadas exclusivamente para ficar entre os quatro primeiros do certame, que alcançar seis vitórias  (18 pontos) não seja considerada uma meta absurda.

Se ele pensar jogo a jogo, voltando seus atacantes, rejuvenescendo o meio de campo, até um segundo lugar pode virar objetivo real.

terça-feira, 6 de novembro de 2018


Álbum Tricolor (131)
CUCA
Revista Placar
Nome: Alexi Stival.
Apelido: Cuca.
Posição: Meia-atacante.
Data de nascimento: 7 de Junho de 1963, Curitiba,PR.

JOGOS PELO TIME PRINCIPAL DO GRÊMIO
182 jogos (90 vitórias; 55 empates; e 37 derrotas). 66 gols.

ESTREIA NO GRÊMIO
29.07.1987 - Grêmio 2x1 SL Benfica - Torneio de Berna
GFBPA: Mazaropi; Alfinete, Astengo, Luís Eduardo e Casemiro; China, Cristóvão (João Antonio) e Bonamigo; Fernando (Cuca), Lima e Jorge Veras (Henrique).
Técnico: Luiz Felipe Scolari.

ÚLTIMO JOGO PELO GRÊMIO
20.05.1992 - Grêmio 1x2 Paraná Clube - Campeonato Brasileiro - Série B
GFBPA: Emerson; Caçapa, Vílson, Wagner Fernandes e Xará; Jandir, Juninho, Caio e Cuca; Alcindo (Luciano) e Carlinhos (Marcos Severo).
Técnico: Ernesto Guedes.

CARREIRA
Pinheiros-(PR) (1983 e 1984), Santa Cruz-(RS) (1984 e 1985), Juventude-(RS) (1985 a 1987), Grêmio-(RS) (1987 a 1990), Real Valladolid-(ESP) (1990), Internacional-(RS) (1991), Grêmio-(RS) (1992), Palmeiras-(SP) (1992), Santos-(SP) (1993), Portuguesa-(SP) (1994), Remo-(PA) (1994), Juventude-(RS) (1995), Chapecoense-(SC) (1996), Coritiba-(PR) (1996).

GRENAL ATUANDO PELO GRÊMIO
15 jogos (7 vitórias; 4 empates; e 4 derrotas). 1 gol.

TÍTULOS PELO GRÊMIO
Copa do Brasil – 1989.
Campeonato Gaúcho – 1988.
Campeonato Gaúcho – 1989.
Campeonato Gaúcho – 1990.

COMO TÉCNICO DO GRÊMIO
11 jogos (3 vitórias; 1 empate; e 7 derrotas).

(*) Os dados aqui publicados não são oficiais. Dizem respeito às informações contidas no arquivo do autor.

Por Alvirrubro.

FONTES:
- Jornal “Correio do Povo”.
- Jornal “Zero Hora”.
- Revista Placar.
- Arquivo Pessoal.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Opinião



É Incômodo, mas é necessário

O Tricolor tem seis jogos decisivos pelo Brasileirão, porque eles vão conformar o planejamento do clube em 2019. É G-4, G-6 ou mais remotamente, sem Libertadores, então, o foco deveria ser total nesta missão.

Escrevi deveria, porque a Direção precisa resolver algumas "paradas tortas" como por exemplo, qualificar o elenco, aprendendo com os erros deste ano, quando as contratações de peso não vingaram, também avaliar as reais possibilidades de veteranos (que já eram veteranos em 18) para novamente apostar neles.

O elenco deve estar pronto em Janeiro, não porque será preciso dele naquele mês, mas pela disponibilidade do mercado, vale o adágio "Boi lerdo bebe água suja". Quanto mais cedo, mais alternativas o Tricolor encontrará.

Agora, o pontapé inicial gremista é a viabilização da permanência de Renato ou profissionalmente tratando, ter um plano B, pois o treinador que mais títulos conquistou nestes dois últimos anos no Brasil, é fonte de cobiça pelo Flamengo, vide Renato no Flamengo e de outros clubes que "correm por fora".

É uma situação incomodativa, porém, quem lida com planejamento e administra um estrutura tão importante como é o Grêmio tem que lutar para não deixar cair a peteca de 2018 e igualmente, alinhavar um 2019 vigoroso.