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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Opinião



O Que é isso, Companheiro?

A novela Thiago Neves deve estar dando índices baixos na audiência; aí, o script necessitou de mais emoções, emoções fortes, mesmo que o enredo se torne inverossímil, houve necessidade de radicalizar.

Thiago, agora vale um Luan, Rei das Américas. Verdade que necessita de um bônus, ou melhor, dois: Os poderosos Raniel, reserva de Sassá que é reserva de Barcos (ele mesmo, Hernán Barcos) que é reserva de Fred mais Murilo, uma "promessa" que está atrás de Manoel que é a opção imediata para a dupla da zaga, Dedé e Léo. Aí temos os gregos mineiros pensando em presentear os gaúchos troianos, ou seriam "trouxianos"?

Alguém poderia dizer: Edílson foi e vieram Alisson + Thonny Anderson. Beleza! Só que não. Luan não é Edílson.

Também há o exemplo de Barcos por Vilson, Léo Gago, Leandro CNH, Rondinelly e Marcelo Moreno (que desistiu). Dizem que os dirigentes palmeirenses que realizaram este negócio, ainda não saíram do freezer. Isso que o argentino não é (era) nenhuma Brastemp.

Bolzan Jr. não vai pagar idêntico mico.

Outros poderão defender: Raniel pode repetir Paulo Nunes e/ou Jardel. Só que não, novamente.

Flamengo e Vasco da Gama são pródigos em produzir grandes juniores, mas igualmente, pródigos em ignorá-los e desperdiçá-los. Mano Menezes é uma velha raposa (trocadilho infame com o clube mineiro) que não cometeria esse erro de deixar uma "jovem promessa" acontecer fora de seus domínios, correndo o risco de levar essa pecha de "marcão". Raniel não repetirá Jardel. Não, senhores!

A temperatura do efeito duma negociação dessas dá para ser medida pela reação da torcida cruzeirense. É um referencial; eles estão babando, querem a troca no ato. Para ontem.

Finalizando; se Luan por qualquer razão, não quer ou não pode ficar em Porto Alegre, existem inúmeros interessados em qualquer mercado. Interno ou Externo. Basta anunciar no "Mercado Livre".

De qualquer forma, saindo Luan e inevitavelmente mais adiante, Éverton, neste caso, daria para dizer que o Grêmio virou uma geleia. Um exército de uma dupla só: Geromel e Kannemann. Isso quando a CBF e AFA deixarem.

Eu, esperançoso, credito essa notícia como sendo tal qual as manchetes de revistas que tratam de telenovelas.




quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Opinião



Ansiedade X Estratégia

Olhando as notícias pelos diversos periódicos e assemelhados esportivos do Brasil, percebe-se que as movimentações (as concretizadas) são raras; apenas o Palmeiras está mais à frente, contratando Zé Rafael, Arthur Cabral e Carlos Eduardo. 

Pelo perfil de seus contratados, jovens e promissores, o clube do antigo Parque Antártica é o único com grana para chegar e levar. Os demais, independente de tradição e grandeza, utilizam de engenharias para contratar apostas; diria que é uma usina para acender um pau de fósforo. Exemplificando: Bruno Cesar/Vasco e Diego Cavalieri/Botafogo. A grande exceção é Pablo/São Paulo, mas eu não cravo este atacante como inquestionável. Lembro que Leandro Damião surgiu com mais evidência no Coirmão; foi para o Peixe e soçobrou. Um fiasco.

O Grêmio que diz ir às compras (5 ou 6 novidades), está com o freio de mão puxado, desconfio que seja menos inação e mais estratégia; não acredito que perca atleta por "lerdeza". Trata-se, provavelmente, de preservar bem as negociações; isto é, não vaza nada.

A massa torcedora, sua cota, a parte amarga deste processo; ou seja, ansiosa para ver logo o elenco formado para 2019, situação agravada pelas saídas de alguns nomes, inclusive do responsável pelas negociações, André Zanotta. Normal.

De minha parte, imagino que até a primeira quinzena de Janeiro, o Tricolor estará com o elenco quase montado. 


quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Opinião


Volto ao Assunto: "Fotografias"

Utilizo duas fotos para melhor explicar o assunto do título:




A de cima, a formação bicampeão da América, abaixo dela, a da Copa do Brasil de 1994, um ano antes, mesmo presidente, mesma comissão técnica. São 8 trocas; ficaram apenas três juniores: Danrlei, Roger e Carlos Miguel. Verdade que Émerson, outro júnior, se machucou gravemente e parou por um ano.

A história comprovou que os movimentos executados na formação do elenco campeão da CB, dois anos apenas passados após a experiência ruim do rebaixamento, foram exitosos, mas o Grêmio deu um salto imenso dentro da década a partir da reformulação em 1995.

Trago este assunto, porque depois de quatro títulos importantes, CB, LA, Recopa Sul americana e, pelo atraso, a conquista do Gauchão, a fotografia gremista está para ser modificada em várias posições e o segredo está na recomposição qualificada e eficiente dos nomes, alguns até podem ser menos fulgurantes do que os substituídos, porém, a resposta tem que ser superior, senão a massa fica saudosa do antigo titular.

Embora confiante, eu fico sestroso (para usar uma palavra do pago), quando leio que o Tricolor está em busca de Marquinhos Gabriel, vide O Acerto com o Jogador, atleta rodado que não fez sucesso nos diversos clubes em que atuou.

Está com 28 anos, pode ser que atinja a maturidade da carreira agora; o fato de ser gaúcho pode ajudar, mas, sinceramente, o vejo apenas com jogador de grupo e aí, o esforço financeiro fica com uma grande interrogação: Vale a pena "torrar" uma grana elevada para lustrar o banco e ainda atrasar a ascensão dos juniores?

As fotos foram retiradas de: 1994 (www.cbf.com.br) e 1995 (www.imortaisdofutebol.com)


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Opinião



Os Gremistas estão com Sorte

Se a Direção não toma o rumo imaginado por parte de sua torcida, o destino parece conspirar a favor da massa nos casos de Cícero e Marinho, atletas que por diferentes razões, não entusiasmam a torcida.

Antes de qualquer conclusão, escrevo que não tenho nada contra nenhum deles, apenas acho que são insuficientes para as ambições tricolores.

Cícero desapareceu, segundo texto da Zero Hora de hoje e Marinho, que além de apresentar um futebol sofrível, adicionou a isso declaração inoportuna, inconsequente e como escrevi anteriormente, desprovida de "massa cinzenta". Ele não tem ambiente para continuar no clube.

Cícero ao desaparecer, dá esperanças aos torcedores, pois o seu aparente desinteresse em permanecer em Porto Alegre é tudo o que a massa (boa parte dela) deseja.

Marinho que parecia ser um "elefante branco", já desperta o interesse de dois clubes que estão na pré-Libertadores, o que dá para ler como: "Ter muita pressa" para a formação do elenco para 2019. São eles, São Paulo e Atlético Mineiro.

Se a Direção gremista vacila em se desfazer de imediato desses dois indesejados, a sorte parece estar andando ao lado do clube.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Opinião



O Sorteio

Pois o meu desejo de um grupo fácil; cheguei a esboçar aqui na postagem do dia 10 deste mês com Huracan, Zamora e Emelec, ficou para o Cruzeiro com pequena variação (Lara em vez de Zamora). Uma papinha. 

Coube ao Grêmio o Grupo H, clubes de certa tradição; Rosário Central, Universidad Católica e o que sairá da pré-Libertadores, muito provavelmente, Libertad do Paraguai ou Atlético Nacional da Colômbia (se não houver surpresa). VideG-6.

Não é um grupo fácil; lógico, o Tricolor é favorito, mas para buscar a melhor campanha fica praticamente impossível diante do que se apresenta em outros grupos. Claro! Tudo isso em tese.

De bom, escapar de grandes altitudes. 

domingo, 16 de dezembro de 2018

Opinião



"Massa Cinzenta"

A notícia mais comentada neste Domingo foi a infeliz manifestação do Marinho, atacante do Grêmio que custou os tubos.

O avante me enganou. Cheguei a me entusiasmar com as grandes performances pelo Vitória que (in) diretamente empurraram o Colorado para a Série B em 2016.

Veio para o Tricolor e escancarou a sua limitação para escolher a melhor resolução das jogadas. Pareceu sempre escolher a alternativa mais inviável e assim, ele chegou ao final do ano devendo muito, mas muito mesmo.

A declaração dele (sonhando com o Flamengo) não é diferente das que deram Renato e Leonardo Moura; o problema dele é que não tem crédito, não tem "poupança" acumulada no Grêmio que o blindasse de falas equivocadas. Aí, o bicho pega e se a Direção o passar adiante, ninguém sentirá saudades.

No meu caso, sua declaração não é o que definiu minha opção pela dispensa dele; é a sua, digamos, má interpretação do jogo, a leitura que faz em campo, enfim, suas escolhas técnicas (nos lances individuais ou passes) e táticas (enveredando sempre pelo mau caminho, aqui no sentido restrito as quatro linhas).

Tenho certeza que as equipes que tiveram grandes conquistas, sempre possuíram jogadores inteligentes, líderes com discernimento para escolherem a melhor saída, ainda que alguns não fossem possuidores de grande técnica para alcançar o objetivo, as vitórias, os títulos, o topo.

É óbvio! Nem todos os atletas são donos deste perfil, porém, quando um clube tem uma política de contenção de despesas, de escolhas rigorosamente acessíveis aos cofres e definições quase únicas para investir em um ou dois acima dos valores médios praticados pela Direção, não basta olhar apenas para o que o profissional faz dentro das quatro linhas.

Agora é redução de danos. Passar adiante é uma obrigação dos dirigentes.


sábado, 15 de dezembro de 2018

Opinião


O Grupo de Transição

2018 começou com uma turbulência dentro das quatro linhas para o Imortal; verdadeiro deleite para uma parcela da imprensa gaúcha que solertemente, acenava com a possibilidade do clube ficar fora da fase seguinte da competição.

Lembro que Renato "entrou em campo", dizendo que o time iria se classificar, fato que ocorreu; todos sabem como o Regional terminou. Faixa no peito, caneco no armário. 

Entretanto, não dá para ignorar que houve turbulência e um certo despreparo no planejamento, umas derrapadas que para 2019 certamente, não ocorrerão. Exemplificando: Este treinador atual (Thiago Gomes) me parece melhor preparado do que Cesar Bueno.

Outros fatores como a segunda participação de alguns atletas como Guilherme Guedes,  Isaque, Rodrigo Ancheta, Pepê, Tetê, Brenno, o goleiro, trarão mais estabilidade ao grupo de transição, algo que me remete à distante década de 60, quando havia os chamados "times de aspirantes", formatados a partir da mescla de reservas dos profissionais com juvenis (não existia a fase juniores), fórmula que deu muito certo.




sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Opinião



A Chance de Melhorar

As manchetes mais recentes dos grandes periódicos gaúchos enveredam para o terrorismo de um provável desmanche da equipe vencedora gremista, analisando o copo multicampeão pela metade vazia da água triunfante. Mas será que não dá para preencher esta metade com mais qualidade ainda ? Exemplos de trocas, reposições bem sucedidas existem aos montes:

Em 1983, o Grêmio da Libertadores perdeu o seu maestro, Tita; na dúvida, foi buscar dois jogadores renomados para o Mundial, a ideia era que pelo menos um "rebentasse" em Tóquio: Paulo Cesar Caju e Mário Sérgio. O segundo só não superou Renato naquele dia.

Às vezes, a solução está em casa; De Leon foi embora para o Corinthians, o menino Luiz Eduardo assumiu e foi titular por meia década e levantou muito caneco.

O Internacional perdeu Alisson e hoje sabemos que ele é um dos cinco maiores goleiros do mundo dito por feras com Buffon, Guardiola e Jurgen Klopp. Não deixou saudades porque Danilo Fernandes segurou a onda e seu reserva Marcelo Lomba jogou tanto que se tornou o melhor goleiro do Brasileiro. 

Lomba é o melhor em atividade no Rio Grande, atualmente.

A revolução promovida pelo Cruzeiro de Marcelo Oliveira em 2013 foi tão intensa e consequente que buscou o bicampeonato do Brasil, fácil, fácil. Reformulou o elenco em mais de 80 por cento.

Por tudo isso, acho que o Tricolor tem uma chance de ouro para qualificar o seu elenco a partir do pseudo desmanche, digo pseudo, porque Douglas, Leonardo Moura, Cícero não são exatamente efetivos indubitáveis. 

Além disso, Ramiro e outros, só farão falta se mal substituídos. Se os novos possuírem qualificação e resposta superiores, em breve, o torcedor deixará de chorar pelo antigo titular.

Fico imaginando um Dream Team: Gatito Fernandez ou Vanderlei; Buffarini, Geromel, Kannemann e Airton Lucas; Rodrigo Caio, Matheus Henrique, Soteldo e Thiago Neves ou Luan; Pedro ou Luan e Éverton; bem entrosados, com gana, pergunto: Não seria favorito em qualquer certame? Lógico, Luan seria certo, a interrogação é apenas pela possibilidade de Pedro ou Thiago Neves, um deles não vestir a camiseta gremista.

Encerrando: A Direção tem toda a chance de consagrar novos ídolos buscados no mercado e na base ou, errando, aumentar o número de descontentes.



quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Opinião




As Fotografias

Marcelo Grohe; Edílson, Geromel, Kannemann e Marcelo Oliveira; Wallace, Maicon, Ramiro e Douglas; Luan e Pedro Rocha; estes, os onze da Copa do Brasil/16.
Libertadores/17: Grohe; Edilson, Geromel, Kannemann e Cortez; Maicon, Arthur, Ramiro e Luan; Barrios e Fernandinho.
Final de ano de 2018: Grohe; Leonardo Moura, Geromel, Kannemann e Cortez; Michel, Maicon, Ramiro e Luan; Jael e Éverton. Lógico, desconsiderando as lesões.
Já se sabe das saídas de Douglas e possivelmente, Leonardo Moura e Ramiro, além de Cícero que era uma alternativa atuante para o time principal.
Com exceção de Geromel e Kannemann, todos os demais velhos titulares  tiveram um decréscimo de desempenho em relação aos anos anteriores. As boas novas foram Éverton, muito superior a Fernandinho e Pedro Rocha mais Leonardo Moura, pois sempre que teve condições físicas plenas para aguentar uma partida inteira, foi bem. O problema que isso cada vez mais é exceção.
O resumo, observando esses “instatâneos” acima, é que a Direção vai ter que se virar daqui para frente.
 Há históricas deficiências no comando do ataque e na armação (meio de campo), Ramiro (um dos quatro falsos diamantes dos 11) vai necessitar reposição imediata, porque ele funcionou como o viabilizador do meio para que outros brilhassem; agora, além dessa qualidade do camisa 17, existe necessidade de uma saída mais ofensiva pelo lado direito (Giuliano, lembram?), algo carente na movimentação dele, que deve ser considerada nas alternativas que a Direção buscar. Penso que o baixinho Yeferson Soteldo, que me encantou no único jogo que vi, pode ser a reposição. Excelente impressão me deixou. Merece ser melhor observado.
Então, já são quatro contratações: Um lateral direito, um 10, um 9 e a vaga de Ramiro, isto, tomando a referência de titularidade. Nem trato de formação de elenco.
Para o meu gosto faltariam melhor concorrência para os outros três falsos diamantes: Grohe, Cortez e Maicon.  O primeiro viu Paulo Victor demonstrar que jogar com Geromel e Kannemann não se trata de “mistério”, os números até melhoraram com o ex-flamenguista. O segundo, Cortez, teve com Juninho Capixaba “aulas” de efetividade ofensiva. O moço do Espírito Santo marcou três gols nas raras vezes que atuou; finalmente Maicon: O capitão vive lesionado e demora muito a pegar ritmo de jogo. Na balança do custo/benefício, ele está perdendo feio. Sorte que vem gente boa da base.
Se a torcida sabe o que precisa sem ter as informações detalhadas do vestiário e do agitado mercado desta época , imaginem o que chega para a Direção.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018


Álbum Tricolor (134)
PAULO CÉZAR MAGALHÃES
Grêmio FBPA
Nome: Paulo Cézar Magalhães.
Apelido: Paulo Cézar.
Posição: Lateral-esquerdo.
Data de nascimento: 5 de Junho de 1963, Santana do Livramento, RS.

JOGOS PELO TIME PRINCIPAL DO GRÊMIO
157 jogos (79 vitórias; 51 empates; e 27 derrotas). 3 gols.

JOGOS NO ESTÁDIO OLÍMPICO
66 jogos (38 vitórias; 14 empates; e 14 derrotas). 2 gols.

CERTAMES PRINCIPAIS EM QUE PARTICIPOU PELO GRÊMIO
1 jogo pelo Mundial Interclubes.
13 jogos pela Libertadores da América.
29 jogos pelo Campeonato Brasileiro.
71 jogos pelo Campeonato Gaúcho.
16 jogos Amistosos Estaduais/Nacionais.
33 jogos Internacionais.

ESTREIA NO GRÊMIO
08.11.1981 - Grêmio 1x3 EC Internacional, em Santa Maria-RS, Campeonato Gaúcho.

ÚLTIMO JOGO PELO GRÊMIO
14.07.1985 - Grêmio 3x0 SC Guarany, em Cruz Alta-RS, Amistoso.

CARREIRA
Grêmio-RS (1981 a 1985); Vasco da Gama-RJ (1985 a 1986); Internacional-RS (1986); XV de Jau-SP (1987); Cruzeiro-MG (1987); Goiás-GO (1988); Vitória-BA (1989); Remo-PA (1990); Goiânia-GO (1991); Remo-PA (1992); Goiânia-GO (1992 a 1993); São Paulo-RS (1994); 15 de Novembro-RS (1995); Novo Hamburgo-RS (1996 a 1997).

GRENAL ATUANDO PELO GRÊMIO
7 jogos (2 vitórias; 3 empates; e 2 derrotas). 1 gol.

PRINCIPAIS TÍTULOS PELO GRÊMIO
Mundial Interclubes – 1983.
Libertadores da América – 1983.

(*) Os dados aqui publicados não são oficiais. Dizem respeito às informações contidas no arquivo do autor.

Por Alvirrubro.

PRINCIPAIS FONTES:
- Jornal “Correio do Povo”.
- Jornal “Zero Hora”.
- Revista “Placar”.
- Arquivo Pessoal.