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sábado, 15 de outubro de 2022

Pequenas Histórias


Pequenas Histórias (276) - Ano - 2005

Que Time foi esse? 

Fonte: Correio do Povo

Essa geração de jovens na faixa dos meus filhos (20, 22 anos) não havia passado por tremenda frustração com o seu clube; o rebaixamento é a grande decepção no plano esportivo dela, com certeza, ela classifica este elenco como o mais fraco do Tricolor,  mas quem tem mais rodagem na "estrada da vida", já foi "testemunha ocular" de várias formações sofríveis. Qual seria a mais provável? que time foi esse? o do triênio 2003/04/05, com ênfase para o do segundo ano. Não tenho a menor dúvida. O atual tem dois goleiros de seleção mais Geromel, Bruno Alves, Kannemann, Nicolas, Villasanti, Diego Souza e Lucas Leiva, mas e aquele?

Para corroborar as minhas palavras, lembro do jogo da Copa do Brasil de 2005, dia 02 de Março no estádio Olímpico Monumental que recebeu 22 mil pessoas para prestigiar o renascimento do clube. 

Com um novo patrocinador esportivo estreando (Puma), o treinador Hugo De León mandou a campo: Márcio, Luiz Felipe, Alessandro Lopes, Thiago Prado e Gustavo; Marcus Vinícius, Nunes, Ênio e Anderson; Marcelinho e Somália. Ainda participaram, Marcinho, Samuel e Márcio Oliveira.

O Bahia de Hélio dos Anjos atuou com: Márcio; Paulinho, Neto, Alysson e Cícero; Fernando Miguel, Magnum, Luiz Alberto e Guaru; Dill e Viola. Entraram, também: Neto Potiguar e Ernâni.

Um menino de 16 anos, Anderson (13/04/88), deu indícios que se tornaria um craque. Desde cedo tomou conta da partida, mas não encontrou parceria; seus maiores momentos foram quando tentou as jogadas individuais., pois Marcelinho era improdutivo e Somália não conseguia vantagem sobre a zaga baiana. O primeiro tempo encerrou com o placar zerado.

Na etapa final, De León lançou mão de outro jovem, o centro avante Samuel e foi ele que acertou as redes do Bahia, isso, aos 33 minutos. Luiz Felipe alçou uma bola para a área, o beque rebateu parcialmente e Samuel aparou o rebote. 1 a 0 e a classificação para a segunda fase, comemorada como se fosse um título.

Foi um ano árduo para a torcida gremista; houve muita incerteza, quanto ao acesso. E desta partida de 02 de Março até aquele histórico 26 de Novembro nos Aflitos, apenas Nunes e Anderson resistiram aos percalços da Série B.

Fonte: Arquivo pessoal do amigo Alvirubro

Fica o gol de Samuel:



sexta-feira, 14 de outubro de 2022

Opinião




Grêmio, um refém 


O Tricolor é o clube ideal para Renato treinar; a recíproca não é verdadeira e isso é altamente tóxico para a instituição. Ela vira refém do técnico, ante a ideia de ser ele o maior jogador da sua história, por isso, tudo pode.

Renato deita e rola, pinta e borda; repete erros grosseiros como aproveitar nulidades provadas e comprovadas, expõe o time, arrisca uma classificação fácil, sorte que é abençoada (a classificação) pela mediocridade que assola a Série B brasileira.

No Flamengo, ele sem essa condição de ídolo máximo; desnecessário lembrar de Zico, Zizinho, Evaristo de Macedo, Dida e Doval, dois camisas 10 excepcionais, Índio, Leandro, Júnior, Carlinhos, etc... Renato tropeçou com um time qualificado e milionário, já estruturado, e ao não mudar seus métodos e comportamento, não conquistou títulos e inviabilizou uma quase certeira indicação para substituir Tite. Seu jeito "boleirão" não resistiu ao antes malemolente estado carioca de jogar; hoje, artigo de museu.

Agora, quando volta ao Tricolor, ele confirma o velho estilo de desautorizar a lógica e mostrar "quem manda" no clube. Bolzan virou refém, depois que seus últimos anos de gestão do futebol soçobraram e os presidenciáveis parecem ir pelo mesmo caminho.

O Grêmio que pode e deve vencer o Bahia na Arena, assim, dando um passo irreversível para o acesso, contraditoriamente, pode viver dias de turbulência dentro de campo pela incapacidade de visualização (e ambição) no mercado de um profissional que possa reorganizar o elenco e torná-lo efetivamente, competitivo.


quarta-feira, 12 de outubro de 2022

Opinião




O Bom Técnico 

Pesquisando informalmente sobre o ano de 2005, quando o Grêmio disputou e venceu a Série B, acabei olhando a construção que o jovem treinador Mano Menezes realizou em três temporadas, cujo o ponto mais elevado foi decidir uma Libertadores da América em 2007, tendo no ano anterior ficado no terceiro lugar no Brasileirão. Tudo isso, apesar do grupo limitadíssimo, qualitativa e quantitativamente.

Mano alcançou o topo da carreira, quando treinador da Seleção Brasileira, mas recentemente realizou trabalhos contestados como no Bahia. Deu um tempo e voltou, formando novamente um time como se fosse formado por unidades de um quebra-cabeças.

Assisti pedaços de Flamengo 0 x 0 Inter, lá no Maracanã e como bom secador, "temi" pela sorte do "mais querido do Brasil" pela estratégia montada pelo comandante técnico gaúcho. Não ganhou por detalhes.

Aí, a minha reflexão deste feriado que deixo para os amigos: Alexandre Alemão, Pedro Henrique, Renê e Maurício, como estaria este quarteto titular, se atuasse no Grêmio de agora? Minha opinião: seria duramente criticado, pois é bem limitado, no entanto, o treinador consegue extrair desses quatro, um futebol produtivo para a equipe que muito provavelmente, eles não conseguiriam ou conseguirão em outras agremiações.

É trabalho da casamata.


domingo, 9 de outubro de 2022

Opinião




O Diagnóstico 

Ia escrever ontem, mas me segurei, porque havia o texto do jogo, recém produzido. Aconteceu de ler algumas ideias ou "teses" nas diversas mídias sobre esse enrosco que o Grêmio teima em criar para si, que é protelar o seu acesso e eu compreendo que as causas elencadas no que eu li ou ouvi são discordantes do que penso. Então, vão algumas linhas sobre isso:

As semelhanças de campanhas entre  Renato e Roger podem induzir o pensamento a conclusão simples que o problema é o elenco ruim, afinal, muda-se o comandante técnico e as dificuldades continuam. E eu não concordo. Roger e Renato** (corrigi a ordem) beiram o aproveitamento de pouco mais de 50% por fatores diferentes, o primeiro, pela dificuldade de armar um time competitivo, o segundo, pela sua auto suficiência que beira a desinteligência.

Atendo-me ao momento do comandante técnico; Renato treinou a equipe em seis oportunidades, 3 vitórias em casa, duas derrotas e um empate fora. 11 pontos em 18 possíveis, aproveitamento de 61%. Percentual que parece bom, porém, uma armadilha, pois, basta tropeçar uma única vez em casa nos próximos e derradeiros confrontos, que o acesso pode virar uma nova Batalha dos Aflitos, A média é 61%, fora de seus domínios vira 11%; um ponto em nove.

Se o elenco é o mesmo, trocados os treinadores e o "trote" é o mesmo, não parece correto concluir que o grupo é fraco? Sim e não. Sim, ele é fraco. Não, porque está muito acima dos seus concorrentes. Serve para subir com relativa tranquilidade.

O furo está aqui, na minha humilde análise: Renato, em seis partidas, ganhou apenas um segundo tempo, o 3 a 0 diante do Sport Recife na Arena; nas etapas finais, o Tricolor empatou com Vasco, Novo Horizontino, Sampaio Correia, CSA e perdeu para o Londrina. Repito: analisando apenas os seus 45 minutos finais. Nos segundos tempos, o Grêmio fez apenas sete pontos em dezoito.

Por que isso acontece? pela postura medrosa do time, pelas mexidas equivocadas do treinador e, muito principalmente, pelas más escolhas para as tais mexidas. 

Existe uma máxima inquestionável no futebol, qual seja, "jogador ruim tem que sair do elenco, senão acaba jogando". Verdade "pétrea". Thiago Santos atuou em todos os jogos, Lucas Silva ficou de fora de apenas um, Diogo Barbosa, idem (por suspensão); ou seja, atuou em cinco oportunidades.

Cada vez que Thiago Santos entra, ele "obriga" o técnico a deslocar Villasanti de posição e como diz Cristiano Oliveira (Rádio Guaíba), Thiago passa a falsa impressão de dar mais proteção à zaga. Na prática, se sabe que não é isso. Resultado, perde-se um primeiro volante, também, um segundo. O meio de campo se desmancha.

Mais do que errar, Renato comete uma injustiça, mais do que injustiça, ele comete uma deslealdade com o grupo, porque Nicolas, que é a melhor contratação do clube em 2022, certamente, assim como todo o mundo, não vê razões táticas e técnicas para ser preterido pelo técnico. São razões desprovidas de "razão", essa escolha.

Finalizando (o texto ficou grande): Renato pede o apoio incondicional para a massa torcedora, no entanto, ele não transige, ele não abre mão de suas escolhas equivocadas, quando escala ou quando mexe nos 11. A relação técnico e torcida é uma via de duas mãos, ele tem que entender que muitas vezes, aliás, na maioria das vezes, a massa está completamente ao lado da realidade.

Hoje, quando se especula quem será o substituto de Tite; fala-se absurdamente em Dorival Jr. ou Fernando Diniz, fico pensando, que oportunidade Renato perdeu ao se atrapalhar no comando do melhor elenco do Brasil em 2021, o Flamengo; muito disso, pela falta de humildade em rever os seus conceitos.

Espero apenas que essa postura não impeça a subida do clube ao convívio da Série A. 

Ainda dá tempo para reconsiderar certas decisões.


sábado, 8 de outubro de 2022

Opinião

 



Empate medíocre é obra do Técnico

Por que eu quero um treinador estrangeiro, de preferência, argentino? Por essas "coisas" que ocorreram/ocorrem neste 2022 dentro dos gramados. Essa partida diante do Londrina é um atentado contra o clube; é consequência de ações "predatórias" ocorridas dentro das quatro linhas, que tem autoria: Renato. Lógico! há treinadores e treinadores, mas o que se tem, o que se vê do "produto made in Brazil", vale a pena arriscar em ares novos para a casamata da Arena.

Com pequenas variações, o que Mancini, Roger e o atual comandante tricolor fizeram/faz é passar atestado de incapacidade profissional para treinar o Grêmio dentro da realidade desta Série B.

Pegando Roger e Renato, a diferença principal é que o primeiro admitia preparar o time para se apequenar nos compromissos fora da Arena e o outro, mascara com um discurso completamente apartado da realidade dos gramados com o agravante de demonstrar nas etapas iniciais que pode vencer e depois, desintegrar, desestruturar o time nos 45 minutos finais em prol de uma perniciosa acomodação de jogadores lentos, pesados, desentrosados, com passado recente de insuficiência para vestir a camiseta gremista. O resultado é sempre o mesmo com apenas 2 exceções (Operário e Guarani); isto é, empate ou derrota fora.

Sobre o jogo em si, o que deve ser destacado: a volta do velho estilo Kannemann de atuar, a boa performance de Geromel, o futebol eficiente e discreto de Villasanti e a inteligência de Diego Souza, um avante frustrado pela péssima companhia dos demais parceiros ofensivos.

O Grêmio já deveria ter subido há duas rodadas, pelo menos, mas o "pragmatismo" de Roger e a atitude medrosa mais recente, onde os dirigentes e comissão técnica não conseguem entender que é menos danoso, por exemplo, perder 5 partidas e ganhar 3 em 8, do que conservar uma sequência invicta de 8, protela o acesso rodada a rodada. 

Está difícil assistir o Tricolor atuar; é um exercício mental que resulta em profunda irritação.

Parabéns aos amigos que optaram por outro programa nesta tarde de Sábado.

sexta-feira, 7 de outubro de 2022

Opinião



Renato acerta na escalação 

O treinador gremista parece que fará uma importante alteração no desenho tático e nominal da equipe para encarar o Londrina: sai Guilherme, entre Thaciano na direita e Biel assume o lado esquerdo do ataque.

Outra "novidade" em 2022, pela primeira vez na Série B, a zaga será de Geromel e Kannemann.

Com essas novidades, desconfio que o Tricolor ficará mais perto de uma vitória consistente neste Sábado, assim, ele estará classificado com seus 59 pontos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Opinião






Todos os Homens do Presidente

E Bolzan Jr. ficou com um pequeno círculo de apoiadores, seu prestígio desidratou, depois que ele resolveu ouvir a voz "sábia" de quem o cercou e sugeriu, por exemplo, Tiago Nunes para substituir Renato ou trazer Denis Abrahão para manter o clube na Série A. E a massa aguentando.

Bolzan não decidiu pela sua cabeça e consentiu (aí, o maior erro) que outros tomassem as rédeas do futebol Tricolor;surgiram ideias fantásticas como a de compreender que o elenco rebaixado não era tão ruim, que Mancini deveria permanecer, que Janderson, Orejuela, Benítez eram reforços e mais, muito mais. E a massa aguentando. 

Até o retorno de Roger, que para alguns, havia montado o time vencedor (Renato seria um mero distribuidor de camisetas), que introduziu o "futebol pragmático" e outras firulas, virou um erro monumental. E a massa aguentando, suportando pessoas intragáveis no timão do vestiário, dando o rumo (rumo?) em direção ao buraco, filosofando que a "Série B era outro campeonato". Empilhando nabas no grupo. E a massa...

Tiago Nunes, Dênis Abrahão, Mancini, Roger e até Luiz Felipe, que ironicamente, revelou-se  um peixe fora d'água dentro do seu Grêmio.

 Esses nomes, as causas de Romildo adiar o sonho de voos maiores na política.



terça-feira, 4 de outubro de 2022

Opinião



 Vitória tranquila

Uma receita abençoada: jogo em casa, adversário na zona do rebaixamento que decide poupar seis titulares, gols na primeira metade da etapa inicial, todo o time jogando bem. Uma vitória serena e a sedimentação no segundo lugar. Parece um cenário perfeito. Perfeito para que?

É momento de reflexão; reflexão necessária, porque há menos de 1 ano, o presidente Romildo foi convencido pelo seu vice, que o "elenco era bom", que Mancini era o técnico ideal para a temporada atípica, que jogar a Série B era diferente, exigia se parecer com os ruins e outras bobagens que lhe custou o adeus ao sonho de concorrer ao senado ou ao governo do estado. Nessa linha, não descarto que o acesso gere um convencimento que Diogo Barbosa serve, Thiago Santos era um injustiçado, quando vaiado e que a experiência do trio Diego Souza, Lucas Leiva e Edílson (nem trato de outros veteranos como Kannemann e Geromel) pode ser importante em 2023. E os novos dirigentes podem sucumbir a mais um canto de sereia.

Esse Grêmio versus CSA  pode se transformar num "jogo-cilada", que mascara a realidade de toda uma campanha sofrível cercada por adversários medíocres. 

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Opinião




Chance para ganhar bem 

Vendo os jogos do Grêmio de Renato, eles se parecem muito com os de Roger; uma leve vantagem para o atual comandante técnico, mas nada que entusiasme, no entanto, o destino é parceiro do Tricolor neste momento, basta ver que consegue se manter em segundo lugar, seu melhor na competição sem mostrar bons desempenhos.

Nesta onda, não é exagero esperar uma goleada amanhã diante do CSA, um dos três clubes na zona do rebaixamento, que o Grêmio vai encarar nesta reta de fim de certame. Os outros são Brusque e Náutico

Não espero grandes resistências do clube alagoano. Chance para um placar elástico.

domingo, 2 de outubro de 2022

Pequenas Histórias


Pequenas Histórias (275) - Ano 2008-2012

Futebol e Política 

Fonte: uol.com.br

Esses dias, eu fiquei pensando: são 14 anos debatendo futebol, comecei nos blogs do Mário Marcos (Clic RBS e o dele próprio) em 2008, depois 2011 e 12, no do Guto e do Alfredo e, por fim, aqui, desde 2013 e a maior polêmica (saudável), a mais duradoura foi a questão do arqueiro Victor. De um lado Paulo Santana em sua defesa, do outro, David Coimbra, metendo pau no goleiro e eu não entendia como questionavam os seus desempenhos no arco gremista. Me posicionei, claro. E a discussão foi aumentando, algo parecido com o que sucede atualmente com Edenílson no Inter. Sem julgamentos; é culpado e ponto final para boa parte da torcida.

Para não ficar apenas confiando na minha memória, pedi apoio ao amigo Alvirubro que me forneceu alguns dados: Atuou 263 vezes em 4 anos e meio. Durante os jogos, o Grêmio sofreu 32 penalidades e em 8 não foi vazado (7 defesas de Victor e 1 que bateu no travessão). Na foto, ele está defendendo o quinto pênalti dos sete, que pegou com bola rolando. A média é: em cada 4 sofridos, 1 não foi convertido pelos adversários. 

Pela Seleção, sobrou na convocação, uma das maiores injustiças em 2010 (Dunga levou Júlio César, Gomes e Doni), mas em 2014 esteve na Copa do Mundo.

 Então, quando Alexandre Kalil, presidente do Atlético Mineiro, pressionado pela falta de conquistas, em 2012 fez a seguinte pergunta: quem é o melhor goleiro do Brasil? recebeu a resposta; está no Grêmio e parte da torcida não o quer no time. Aí, ele vem, contrata e como bom negociante; conseguiu abater o valor da operação, incluindo Werley. Observem o tipo de negócio: vai Victor, vem Werley. Junho de 2012. Até hoje, eu fico pensando na insanidade que assolou os dirigentes gremistas. Foram incapazes de detectar que o time era muito ruim, mas eles necessitavam de um Judas para acalmar a massa. Victor saiu, ainda assim, os títulos não chegaram. Levaria quase meia década para o jejum ser quebrado.

No ano seguinte, 2013, quartas-de-final da Libertadores, jogo no ocaso, pênalti contra o Galo: o clube mineiro vai ficar no meio do caminho como em tantas vezes desde 1971? Victor pega a penalidade. Uma loucura! Pegaria mais alguns nas semifinais e outros na final, levando o clube mineiro a sua primeira Libertadores e o elevando de patamar na hierarquia do futebol continental, reescrevendo a história do Galo.

Alexandre Kalil, empresário e filho de um ex-presidente do próprio Atlético, caiu nas graças da torcida, concorreu a prefeito; foi eleito, reeleito e hoje, 02 de Outubro, concorre a governador do estado de Minas Gerais.

Fico pensando, qual seria o seu destino, se naquela noite de profunda irritação, não tomasse a decisão de buscar o melhor goleiro em atividade no futebol brasileiro?

São os caminhos do futebol influenciando a política nacional.

Fonte: Arquivo pessoal do amigo Alvirubro