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terça-feira, 13 de março de 2018

Opinião


Geromel na Seleção

Leio que parte da Direção gremista cogita pedir a desconvocação de Pedro Geromel para utilizá-lo nas quartas-de-final do Gauchão. Custo a acreditar que isso passou pela cabeça dos dirigentes. Seria uma violência inominável com o maior zagueiro do planeta, atleta de conduta profissional (ao que parece) ilibada, no maior momento de sua carreira e já passado dos 30 anos.

Todos sabemos que o treinador da Seleção resistiu o que pode para convocá-lo; agora mesmo, por que convocar mais do que 4 zagueiros? Simples; porque Geromel é o intruso, o indesejado, que está se interpondo entre a vaga e o bruxinho Rodrigo Caio. Por que cinco zagueiros chamados?

Desconvocar Pedro Geromel é dar ao técnico Canarinho todas as armas para defenestrá-lo de vez da sua última oportunidade de disputar uma Copa do Mundo. Um absurdo.

Não serão apenas amistosos, mas o gargalo, o funil, por onde se definirão os derradeiros eleitos para as 23 vagas para a Rússia. Como já disse Elvis Presley: É agora ou nunca! No caso do camisa 3 gremista.

Além disso, o campeonato que o Tricolor disputa não merece tremendo esforço. É apenas o regional, que ganhando ou perdendo, não irá afetar o futuro azul em 2018, como ocorreu ano passado. Perdeu e daí?

Também, se ocorrer isso, o Grêmio passará o "recibo" que o esforço para contratar Paulo Miranda foi um erro, o que não é verdadeiro. Se Miranda não assusta a titularidade de Geromel e Kannemann, não é verdade que se trata de um mau defensor. Miranda ainda não teve a chance de jogar no meio dos titulares; para ser exato, atuou uma única vez pela lateral direita e não comprometeu, levando em consideração que entrou na fogueira no lugar de Leonardo Moura, que saiu lesionado.

Deixem Geromel na Seleção.

Para encerrar, peço licença para tocar noutro assunto: O passamento de Bebeto de Freitas, o cara que "inventou o vôlei vencedor do Brasil". Em minha adolescência, um dos esportes que mais praticávamos era justamente este em que Bebeto foi determinante.

Bebeto tem lugar no topo deste esporte no cenário mundial. 

segunda-feira, 12 de março de 2018

Opinião




Tite poupou o Grêmio


Para um jogador que veio de lesão, Luan “rebentou”. Aproveitou o Beira-Rio para dar seu show.

As principais incidências da partida tem a sua assinatura; ele lança Jael na cara de Lomba, mas o "9" isola a chance de gol, botando na arquibancada; também, fecha para o meio no cruzamento de Cortez e bate forte, abrindo o marcador.

 Igualmente, ele está presente na trama que originou a penalidade máxima em cima de Éverton pelo limitado Cuesta. Bate e amplia, 2 a 0. Por fim, pifa Éverton no último minuto da etapa inicial, situação que determinaria uma hecatombe no Pinheiro Borda, se o avante não errasse o arco vermelho.

Pois este craque, o “Clássico Moscão” (na visão de importante jornalista gaúcho) não está na lista de Tite. Nela há excentricidades como Rodrigo Caio, Taison, Talisca e William José.

A ausência de Luan se torna mais incompreensível num primeiro momento, pelo fato de Neymar Júnior está “fora de combate”. Escrevo “num primeiro momento”, porque Tite está ciente da importância do período de convocação, ele coincide com as fases decisivas dos regionais, então, o treinador do Selecionado “quebraria” o Imortal que está envolvido precocemente em Grenais decisivos, já nas quartas-de-final. Como Geromel era “pule de dez”, Luan fica para as próximas convocações.

Jogando assim, Luan impõe sua condição de selecionável natural para a Copa da Rússia.

domingo, 11 de março de 2018

Opinião


Grêmio leva a melhor no Clássico: 2 a 1

O Grenal vencido pelo Tricolor (2 gols de Luan e Dourado), não pude assistir, mas por um motivo especial: Aniversário de 80 de anos de uma amiga em Caçapava do Sul. Apenas ouvi pelo rádio na estrada.

Acabei de ver os melhores lances. Juntando tudo, acho que tive uma boa amostragem para poder opinar. Aí vai:

Foram dois tempos distintos, onde a categoria dos atletas gremistas fez a balança pender para o lado azul. Luan estava no lugar certo, Geromel estava no lugar certo, Cuesta atravessou o samba e "matou" o Colorado, ainda no primeiro tempo. Antes do coletivo, acho que ações individuais definiram a vitória.

Éverton poderia ter transformada a vitória magra num começo de goleada, se aos 46 minutos da etapa inicial, tivesse fechado a tampa do caixão. Erro relevante.

Na etapa final veio aquilo que me deixa indignado; o Grêmio tem poucas bolas chutadas contra o seu arco, portanto, pela produção ofensiva adversária é preocupante o número de gols que sofre. O zero no placar deveria ser mais assíduo nos jogos do Imortal. Outro ponto preocupante. O Inter só não empatou, porque Geromel, mais uma vez, funcionou como o anjo da guarda gremista. Gol de escanteio numa zaga curtida do goleiro ao lateral esquerdo é dose. Mais ainda, quando ele ocorre antes dos 5 minutos de uma etapa.

Renato errou ao retirar Madson. Por que? Estou errado? Ele vinha mal? Saliento que não vi o jogo. 

Agora são mais dois clássicos; dificilmente o Tricolor ganhará 3 em sequência, então que garanta a vaga no próximo Domingo na Arena.


sábado, 10 de março de 2018

Pequenas Histórias



Pequenas Histórias (188) – Ano – 1986

A Revanche de China



Em Março de 1986, o Brasil ainda estava em transe, surpreendido por um plano econômico que “congelou” os preços e apresentou mais uma moeda na história brasileira, desta vez, o Cruzado. No timão da economia, o ministro Dilson Funaro ditara novas regras em 28 de Fevereiro para domar a inflação que começou a declinar, depois de ter alcançado mais de 100 % ao ano em Junho de 82, permanecer sempre na ascendente no estertor do período da ditadura militar, chegando a mais de 200 % em Novembro de 84 e 256% em Fevereiro/86. Só quem viveu sabe como era duro comprar um produto num dia e no seguinte, o preço já não era mais o mesmo.

Apesar destes solavancos no bolso, a vida prosseguia e nem tudo era tristeza e apreensão, especialmente para nós, gremistas, que havíamos retomado a hegemonia regional no ano anterior e sem saber à época, que um hexacampeonato estava por chegar (85,86,87,88,89 e 90).

Naquele mês, assisti o meu primeiro Grenal no estádio Beira-Rio. Eu e mais de 35 mil pessoas numa tarde de Domingo. O Tricolor liderava o campeonato e poderia ampliar a vantagem.

Valdir Espinosa mandou a campo: Mazaropi; Raul, Baidek, Luís Eduardo e Casemiro; Paulo Bonamigo, Osvaldo e Luís Carlos Martins; Caio Júnior, Albeneir e Valdo. China, o grande personagem do clássico, entraria no lugar do atacante recentemente falecido, Caio Júnior.

O Inter de Otacílio Gonçalves da Silva Júnior compôs com: Cláudio Taffarel; Luís Carlos Winck, Pinga, Aloísio e Marco Aurélio; Marquinhos, Airton e Tita; Sílvio, Sabará e Balalo. Silvio deu lugar a Robertinho na única troca vermelha.

Para os mais jovens é de estranhar a ausência de dois nomes nesta escalação; Renato e China. O primeiro estava impossibilitado de jogar e o segundo vinha sendo contestado pela torcida e seu futebol sempre útil estava sendo atropelado por uma dupla de centro-médios de muitíssima qualidade, Bonamigo e especialmente, Luís Carlos Martins; então o volante formado no 14 de Julho de Passo Fundo, amargava uma inédita reserva naquele ano. O que fazer? O time engrenara sem ele; estava líder e invicto, o jeito era esperar uma brecha.

Para este clássico em que estava 3 pontos à frente (cada vitória valia 2 pontos),  jogando na casa do adversário, Espinosa recheou o meio fazendo Caio Júnior e Valdo atuarem na mesma linha de Osvaldo, à frente dos dois volantes, deixando isolado o “socrático” Albeneir na briga contra os defensores colorados.

A estratégia deu certo e o Inter não conseguiu furar o bloqueio azul. O 0 a 0 do primeiro tempo escancarou a escassez de oportunidades de gol.

Na etapa final, o Coirmão teve duas chances de marcar; numa Luís Eduardo, considerado o melhor em campo, travou chute de Sabará. Na segunda, Mazaropi brilhou em chute do ex-gremista Tita.

Espinosa resolveu fechar mais o time, promovendo a entrada de um especialista na marcação: China, retirando o avante Caio Júnior. Um empate no Grenal faltando 8 partidas, sendo 4 em casa, não era nada desprezível (sempre lembrando que vitória valia 2 pontos).

Aí, ocorre o lance quase único de ataque gremista na etapa derradeira: China usando o pé esquerdo, desfere um petardo do “meio da rua” e vence Taffarel. Golaço. Decorrem 36 minutos. O Grêmio havia chutado uma vez apenas, Osvaldo aos 26 minutos com o goleiro pegando.

Era a redenção do volante campeão do mundo. O jornal chegou a utilizar a expressão o “marginalizado” para definir sua situação. Exagero, certamente, porém, China deu uma bela resposta às vaias e pedidos de seu afastamento dos onze.

Com o 1 a O definitivo, o Imortal disparou naquele primeiro turno; foi a 17 pontos com 8 vitórias, 1 empate e zero derrotas, portanto, 1 ponto perdido.

Ele garantiu o título da primeira fase e mais adiante meteu a mão no caneco, virando bicampeão em 86.

Ele ainda jogaria no Grêmio até 1987, novamente titular com o jovem treinador Luiz Felipe Scolari.

 China foi o herói do meu primeiro Grenal em estádio. Curiosamente, eu não havia visto um clássico sequer com quase 27 anos.

Fonte: Arquivo pessoal do amigo Alvirubro


sexta-feira, 9 de março de 2018

Opinião


Grenal ao natural

Renato deu a sua entrevista sem o chato "politicamente correto"; não faltou respeito em seu pronunciamento, mas tratou de dar a dimensão exata à situação. Nem mais, nem menos.

Sinceramente, alguém se preocupa com uma eventual desclassificação; fica uma decepção, porém, isso gerará crise, mudanças radicais, terra arrasada ou muita corneta? Claro que não!

Para quem não acredita na IVI (Imprensa Vermelha Isenta), basta dar uma zapeada por aí para ver que ampliaram a possibilidade remotíssima de rebaixamento gremista.Não levaram. Agora tratam de ampliar as consequências de uma desclassificação neste final de semana. Pergunto: No que a campanha de 2017 foi afetada pela colocação gremista no Gauchão? Vale lembrar que nem chegou às finais.

Exagero na questão IVI? Então, eu faço uma pergunta mortífera: Se fosse Renato que tivesse levado 5 a 0, placar que havia ocorrido pela última vez a favor do Grêmio em 1910, a Imprensa não estaria trazendo à lembrança em cada entrevista que ele daria. Voltando para a realidade: Alguém ouviu este questionamento? Odair Hellmann teve que dar alguma explicação, alguma declaração sobre encarar o Imortal depois daquele clássico histórico? Nada, nadica de nada.

Por isso, Renato age muito bem; vai tranquilo e deverá passar isso para o elenco. Apenas um fiasco gigantesco poderá abalar o momento gremista. 

Pouco provável. 

quinta-feira, 8 de março de 2018

Opinião



Hora de desarquivar Michel

 Certos treinadores utilizam como argumento a boa performance anterior à lesões de determinados jogadores para fazê-los voltar imediatamente ao time titular, após a recuperação.

É questionável; mais ainda quando isso é seletivo, ou seja, vale para uns, não para todos. Não sei se Renato pertence a essa "turma", porém, acredito que essa medida sirva para Michel. Está mais do que na hora de fazer o volante retornar à primeira posição do meio de campo. Hoje, desconfio que não há dúvidas de quem está melhor; Jaílson ou Michel? Michel; diria sem medo de errar.

A Comissão Técnica precisa entender que o ataque não está funcionando não apenas pela sua carência, mas pela ausência de "fornecedores" que permitam a bola chegar "redonda" à frente.

Quando a partida "encarde", Renato toma as mesmas providências: Ingresso de avantes e o saque de Jaílson, fazendo uma reformulação no meio de campo, trocando posições de Maicon,  Cícero e recuando Ramiro para a lateral. Com Michel isso não seria necessário,  porque a bola sai mais qualificada de seus pés.

Com os retornos de Arthur e Luan, vide Arthur e Luan + o reaproveitamento de Michel, o meio de campo gremista muda a fotografia para melhor e Renato sabe disso.

Ele precisa entender que este ano, o Tricolor dificilmente pegará uma sequência como a de 2017, quando teve na fase de mata-matas, Godoy Cruz (com direito a falha grosseira no gol sofrido), Botafogo (gol no sufoco de Lucas Barrios), Barcelona do Equador (com sua aversão ao confronto mais pegado) e Lanús (um neófito em decisões).

 Então, hora de minimizar os erros. Michel no time é uma imposição.



Opinião


Penalidade máxima salvadora

Desconfio que os assistentes do encontro que não tenham envolvimento emocional/afetivo com Grêmio ou São Paulo, gostaram da partida, apesar da escassez de lances de gol. Foi um jogo "vistoso", bola rolando o tempo todo, nenhuma jogada desleal, raríssimos chutões, muita troca de passes.

Trazendo para o lado de torcedor Tricolor, o desempenho foi preocupante. Por que? Porque o São Paulo estava bem arrumadinho defensivamente, mas é o lanterna jogando na casa do adversário;  repetindo, sem apelar, não tentou o anti-jogo, nada de catimba, nenhum expediente abominável que às vezes, permite não sair derrotado. Tornou-se o "adversário dos sonhos" para esta penúltima rodada.

O Grêmio parece abrir mão de um tempo (quase sempre o primeiro), quando utiliza os titulares. Segue mal escalado, dando a impressão que o treinador tem a certeza dos bons efeitos das mudanças no intervalo, ou seja, ele vai com os bruxos e no aperto, ele conserta o time para o segundo tempo. Uma hora, isso não dará certo.

Se o Imortal não correu riscos, também não assustou o seu oponente.O resumo da etapa final, período de melhora sensível é de um pênalti salvador, praticado de forma infantil por um avante verdoengo que estava recuado no lance e uma defesa providencial de Nícolas, quase no final. Só isso. Era para ser 0 a 0.

Maicon fez o gol e foi o grande destaque do time, especialmente no segundo tempo; porém, o camisa 8 teve imensas facilidades no momento em que mais luziu no gramado, momento este de profundo "bagaço" do time riograndino. Os caras estavam "mortinhos".

Gostei do primeiro tempo do Ramiro e das entradas de Thonny Anderson, Alisson e Arthur, que aceleram o ritmo do time e aumentaram a posse de bola. 

Fica a dúvida: O que é mérito gremista? O que é decorrente da estafa são-paulina?

Finalizando: Hernane ficou devendo, embora o nítido desentrosamento seu com os demais.

De ruim, sobrou a carência ofensiva, novamente; começa a ficar crônica. De bom; a tal sorte de campeão: O pênalti bem assinalado, caiu do Céu.


terça-feira, 6 de março de 2018

Opinião


Encarando com seriedade

Determinados clube deixam a gente traumatizada; às vezes, o bicho não é tão feio, mas uma derrota inesperada, uma jornada épica da modesta agremiação do interior, um confronto tipo Davi versus Golias; pronto! A nossa memória afetiva (ou seletiva) guarda às vezes, uma partícula do histórico dos confrontos e isso vira lenda, o imaginário com o passar dos anos só faz aumentar de tamanho a façanha do eventual Davi.

O São Paulo de Rio Grande é assim para mim. Alguns estragos na década de 70 (80??) com esse mesmo comandante técnico atual: Ernesto Guedes, e o receio de uma zebra vem à mente.

Por isso, quando leio que Renato vai com força máxima  (o que era de se esperar), eu fico mais tranquilo. A seriedade neste jogo de quarta-feira é a melhor receita para não quebrar a escala ascendente do time no Gauchão, depois das vitórias dos titulares sobre Brasil e Juventude + o surpreendente 3 a 0 sobre o Nóia, utilizando a baba.

Até o jovem Arthur pode entrar nessa partida, vide Arthur relacionado, o que poria por água abaixo quaisquer resquícios de uma onda conspiratória fora das 4 linhas pela sua ausência neste início de temporada.

Grande chance para Madson reverter de vez, a má impressão das primeiras apresentações e também para Hernane, cujos movimentos dentro da área caxiense foram aceitáveis.

Falta a colocação de Thonny Anderson no time para dar um toque de classe ao meio, além de mais produtivo, já que com Maicon e Cícero o trote é arrastado; isto é, ver o Tricolor com eles parece um "revival" de Cléo e Sérgio Lopes ou Torino e Gaspar, isto é, excelente técnica, mas  jogando em outra rotação; uma em desuso atualmente. 

segunda-feira, 5 de março de 2018





Álbum Tricolor (115)
GABRIEL AMATO
Almanaque Esportivo
Nome: Gabriel Omar Amato.
Apelido: Amato; Gabriel Amato.
Posição: Atacante.
Data de nascimento: 22 de Setembro de 1970, Mar Del Plata, Argentina.

JOGOS PELO TIME PRINCIPAL DO GRÊMIO
26 jogos (14 vitórias; 8 empates; e 4 derrotas). Marcou 9 (nove) gols.

ESTREIA NO GRÊMIO
05.02.2000 - Grêmio 1x1 Paraná C - Copa Sul-Minas
GFBPA: Danrlei; Alex Xavier (Rodrigo Costa), Marinho, Nenê e Róger; Astrada, Pansera, Hernani (Tinga) e Zinho; Paulo Nunes (Guilherme) e Gabriel Amato.
Técnico: Emerson Leão.

ÚLTIMO JOGO PELO GRÊMIO
02.09.2000 - Grêmio 2x2 AA Ponte Preta - Campeonato Brasileiro
GFBPA: Danrlei; Anderson Lima, Marinho, Fabrício e Sandro Neves; Anderson Polga, Gavião, Itaqui e Zinho; Paulo Nunes (Adão) e Gabriel Amato.
Técnico: Celso Juarez Roth

CARREIRA
Aldosivi-ARG (1989/90); Gimnasia La Plata-ARG (1990/91); Boca Juniors-ARG (1991/92); Independiente-ARG (1992/93); Huracán-ARG (1993/94); River Plate-ARG (1994/96); Hércules-ESP (1996/97); Mallorca-ESP (1997/98); Rangers-ING (1998/00); Grêmio-RS (2000); Real Betis-ESP (2000/02); Levante-ESP (2002/03); Albacete-ESP (2003/04); Banfield-ARG (2004/05).

 (*) Os dados aqui publicados não são oficiais. Dizem respeito às informações contidas no arquivo do autor.

Por Alvirrubro.

FONTES:
- Jornal “Correio do Povo”.
- Jornal “Zero Hora”.
- Arquivo Pessoal.