Páginas

quinta-feira, 21 de março de 2019

Opinião



Um Passeio na Boca do Lobo

Estava com receio deste jogo em Pelotas; desconfiava que a invencibilidade seria muito difícil de ser preservada pelo Imortal. Me enganei, o Grêmio jogou muito bem e o mérito começa por uma mudança técnica: Sai Rômulo, entra Thaciano. Ali, a grande diferença positiva para o time de Renato/Signorelli.

Com uma defesa improvisada, inicialmente atrapalhada, o Tricolor, aos poucos, foi se assenhorando da partida, especialmente pelo ingresso de Thaciano que deu mobilidade ao meio, isto é, um rodízio de movimentações com Jean Pyerre e Matheus Henrique, crescimento técnico e melhor chegada à frente. 

Com o crescimento de Thaciano, a boa surpresa que foi Darlan (em sua estreia em jogo anterior), o espaço de Rômulo ficou mais acanhado no elenco. Deverá ir para o final da fila.

Outra excelente novidade foi a reestreia de Rafael Galhardo; dada as condições, uma volta excelente. Continuando assim, periga virar titular.

Gostei mais do primeiro tempo, quando o Pelotas ofereceu resistência física, infelizmente, faltou o gol. 

Na etapa final, outra vez apareceu a jogada que eu reclamava: A passagem de alguém do meio, ingressando à frente dos avantes, neste caso, Thaciano que fuzilou o arqueiro auri-cerúleo. 1 a 0.

Depois disso, o Tricolor desacelerou; nada grave que entusiasmasse o adversário e foi "cozinhando" o Pelotas. 

Nos acréscimos, um contra-ataque de almanaque definiu o placar; Jean Pyerre arrancou da intermediária e escolheu Thonny Anderson (que iniciara a jogada) para receber o passe. Novo chute de esquerda***, a bola bateu na trave esquerda, correu para o lado oposto e entrou. 2 a 0.

Individualmente, os melhores em mesmo estágio estiveram Matheus Henrique e Thaciano, que foram bem acompanhados por Jean Pyerre e Galhardo.

Brenno parece ser um goleiro tranquilo, Marcelo Oliveira bem, Juninho Capixaba controlou o seu lado e pode apoiar como de costume. Michel, pela improvisação, deu uma resposta muito boa.

Estiveram um pouco abaixo dos demais, Montoya, Pepê e Vizeu, mas não dá para dizer que foram mal.

Ainda entraram Alisson que perdeu um gol incrível no último lance do jogo, Thonny Anderson, autor do segundo e Rômulo, que não apareceu.

O Tricolor completou 11 jogos de forma invicta, sofreu apenas 1 gol (de falta) e igualou marca histórica, 9 jogos consecutivos sem sofrer gols em uma edição de campeonato gaúcho.

Agora  o campeonato muda e o Tricolor tem ampla vantagem técnica sobre os demais. Lembrando o Sr. Michel Temer:  "Precisa manter isso". 

PS: *** Errei, Thaciano fez com o pé direito.

  


quarta-feira, 20 de março de 2019

Opinião



As Dificuldades para formar a Zaga

A motivação gremista para enfrentar o Pelotas fora de casa amanhã, certamente, será manter a invencibilidade no Gauchão e num segundo plano, fechar nove partidas consecutivas sem tomar gol.

Ouvindo o noticiário, notei que o clube levará apenas dezoito atletas; fui investigar e vi que os titulares já estava programada a preservação, inclusive da comissão técnica, mas não foi só isso; Paulo Miranda também está fora.

Como o grupo de transição está na Europa, aliás, indo muito bem, vide Invicto, não existem zagueiros disponíveis para encarar o Pelotas; resultado: Michel e Marcelo Oliveira (dois canhotos) serão a dupla central defensiva. 

Haja coração!




segunda-feira, 18 de março de 2019

Opinião



O Profissional Renato Portaluppi

Conheço Renato desde 1979, quando jogou o Gauchão pelo Esportivo. Mais tarde, na Baixada Melancólica, ele jogou numa preliminar pelos juniores, já em 80, 81. Foram as primeiras notícias que tive dele.

No entanto, não é deste Renato que quero comentar aqui, mas do treinador; este que na terceira passagem pelo Imortal, experimenta um dos maiores crescimentos profissionais nesta década. Não vejo no Brasil alguém que tenha ganho tantos títulos em tão pouco tempo, nem  o de imprimir um estilo de jogo ou revelar novos jovens como ele fez no Grêmio de 2016 para cá.

Renato sonha e é o maior candidato para a vaga de treinador do Selecionado Brasileiro. Mas por que ele sofre resistência por parte de uma parcela da torcida e uma maior ainda da imprensa gaúcha?

Porque cometeu erros que chamo de "administrativos", quando optou por times alternativos em momentos que se revelaram definidores nas recentes edições do Brasileiro, além, óbvio de equívocos dentro das quatro linhas. Poucos, eu diria, mas superdimensionados se comparados com outros técnicos gremistas.

Além destes erros absolutamente humanos, Renato provoca um ciúme danado (ou seria inveja?), isso numa parte da imprensa esportiva, que, às vezes ignora o seu trabalho ou credita a outros os acertos do time (no caso, Roger), noutras, busca valorizar movimentos acessórios do treinador, colocando-os como fatos relevantes, sempre no sentido de depreciar a imagem dele, como no episódio do curso da CBF ou suas opções em não acompanhar o time no interior gaúcho.

Para exemplificar, ontem, um decadente integrante da mídia esportiva local, como se já não bastasse protagonizar o estúpido e preconceituoso episódio envolvendo Miller Bolaños, quando este já se encontrava a milhares de quilômetros de Porto Alegre; ironizou a virose que se abateu no grupo gremista, inclusive sobre o treinador que não deixou por menos e prontamente, o colocou no seu devido lugar.

Infelizmente, alguns profissionais não sabem a hora de parar; para utilizar outra expressão conhecida, "agonizam em praça pública".

Com alguns defeitos, natural para quem está evoluindo, Renato caminha para o auge de sua carreira.

domingo, 17 de março de 2019

Opinião



Grêmio vence o Clássico

Vitória do Expressinho sobre o Rolinho com gol do único titular, Leonardo Gomes numa jogada sensacional pelo pouco entrosamento: Leonardo para Montoya, Montoya para Leonardo, Leonardo para André, André para Leonardo e o lateral ficou na cara do arqueiro vermelho; resultado: Gol.

Quantas vezes escrevi que o time (o titular) não tinha a verticalidade, a ultrapassagem dos jogadores do meio sobre os avantes, o lance surpresa. Estava coberto de razão.

A entrada dos reservas deu condições para o menino Breno estrear, Paulo Miranda rebentar novamente; salvou um gol de dentro da pequena área no final e confirmar o crescimento de Leonardo Gomes e a dupla de guris do meio.

Serviu para, infelizmente, confirmar que Marcelo Oliveira não inspira confiança (antes de mais nada, não tenho nada contra ele, nada pessoal).

O meio do Grêmio ganhou o jogo no primeiro tempo, auxiliado pela imaturidade de Nonato. Na etapa final, apenas Matheus Henrique seguiu no mesmo nível de atuação. Jean Pyerre tem a bola parada como forte qualidade e Montoya pode ser titular na vaga de Ramiro, mas, futuramente.

André foi o destaque na frente, mesmo depois das entradas de Éverton e Tardelli. 

Logo que acabou o jogo, resolvi ouvir a Rádio Guaíba como sempre e me revoltei com o comentarista que disse ser este Grenal, o clássico do medo. Tudo bem, tudo certo, até pode ser, mas fica a questão: Por que só depois que o Grêmio confirmou time alternativo? Por que antes nos dias que antecederam, ele não mencionou que o Inter estava com medo?

Lembro que no Grenal do primeiro turno do Brasileiro/18, aquele dos três pênaltis não assinalados pelo Hilton P. Sampaio, que o Inter jogou num retrancão, não foi dito que estava com medo? Disseram que ele fora "estratégico".

É lamentável que esse tipo de profissional só se "agiganta" nas críticas, quando elas servem para bater em ambos os clubes ao mesmo tempo. Falta coragem, não teria "medo" para criticar apenas uma agremiação às vésperas do Grenal?

O clássico para o Grêmio, além de ampliar a distância em pontos, chegar ao oitavo jogo sem sofrer gols, também serviu para confirmar o que já se sabia: Temos um elenco bem melhor do que nos anos anteriores.

Por fim: Os melhores foram Leonardo Gomes, Matheus Henrique e Paulo Miranda.




sábado, 16 de março de 2019

Opinião




Torcedor é palpiteiro

A associação mais importante no futebol é a do clube + torcida; os demais segmentos vem depois. São desdobramentos. E o maior momento desta união ocorre justamente quando (ela) se depara com o seu clássico maior, aquele que mexe com todos os sentidos.
No caso de Grêmio e Inter, obviamente é o Grenal. Domingo será dia de clássico na Arena; então, como todo bom torcedor, arrisco uma escalação para o Tricolor.
Renato vai mandar a campo: Júlio Cesar ou Paulo Victor; Leonardo Gomes, Pedro Geromel, Walter Kannemann e Bruno Cortez; Michel, Matheus Henrique, Jean Pyerre ou Luan e Marinho; Felipe Vizeu e Éverton.
Se Maicon for mantido, haverá maiores chances para Jean Pyerre, caso contrário, Luan no time, aumenta a alternativa de Matheus Henrique sair jogando.
Durante a partida, Renato irá aproveitar Diego Tardelli e Alisson ou Montoya.
Pronto! Está dado o palpite.

sexta-feira, 15 de março de 2019

Opinião



Retaliação. Retaliação?

Estava com a postagem pronta para hoje que intitulei de "Torcedor palpiteiro", porém, diante da informação que o Coirmão irá utilizar time reserva no clássico, mudei o assunto.

O que se sabe é que o fato foi motivado pela pena de quatro jogos imposta ao atleta Nico López e assim, inconformada, a Direção colorada como forma de retaliação, diminuiria o valor do Grenal.

Curioso, eu, embora sabendo o significado mais comum de "retaliação", fui ao dicionário para ver se o termo estava sendo bem utilizado. Encontrei além do que sabia; represália ou desforra, outras como por exemplo, aplicação da pena de Talião, aquela do dente por dente, olho por olho, ato de revidar uma injúria.

Em todas as definições não compreendi o alvo de tal ação. Não consigo imaginar que a utilização de time reserva ou misto poderá representar uma desforra, revide ou represália ao tribunal ou federação gaúcha. Muito menos ao Grêmio que não tem nada com o acontecido.

Parece mais uma aposta, uma estratégia, numa (duvidosa) ação para auferir "dividendos" em futuras dissensões com a Federação ou até com o Tricolor, isso, lá na frente, nas fases críticas do campeonato. Um vitimismo calculado.

Entretanto, é a situação chamada "faca de dois gumes", pois se o resultado do clássico for um verdadeiro desastre para o lado vermelho, nem o argumento de ter entrado em campo com reservas poderá apagar o resultado da estatística, da história dos Grenais, muito menos amainar a gozação pós-jogo.

Enfim, para o Tricolor muda pouco; ele precisa reverter a desconfiança que os dois jogos da Libertadores colocaram na cabeça da massa torcedora e nada vai importar se uma provável vitória sobre o tradicional rival foi sobre os suplentes.

Se não ganhar; bom, aí vira drama.  

quinta-feira, 14 de março de 2019

Opinião





Ter Atitude

O time do Grêmio é superior ao do Inter, isto não significa que seja favorito no clássico; clássicos não possuem favoritos.
Onde está a diferença que faz uma verdade quase "absoluta", qual seja, a do Grêmio estar superior ao Coirmão, ser confrontada?
Está na atitude dentro de campo.
Patrick, meio-campista do Inter, utilizando uma expressão exagerada de torcedor, "não joga nada".
Patrick é jogador de Caxias, talvez, Náutico, quem sabe América Mineiro. Não será nunca cogitado para vestir a Amarelinha do Selecionado Nacional. Depois que sair do Inter, ele vai passar por um grande decadente do futebol brasileiro, tipo Vasco ou Botafogo, mais tarde, clubes da Série B. Todos sabemos disso.
Ele olha a majestade do Gigante da Beira-Rio, visita o Museu do Inter, ouve histórias dos torcedores sobre Figueroa, Tesourinha, Falcão ... Aí, pensa: - Como é que eu estou aqui? Isto não me pertence.
Por tudo isso, Patrick joga cada partida como se fosse a última, disputa cada lance como se fosse o único prato de comida existente; então, ele vira útil, vira atleta de grande clube, jogador imprescindível.
Patrick numa mesa toma a sopa do peão com colher de pau, levando a cumbuca aos "beiços", fazendo "schlep, schlep" observado pelos seus adversários tradicionais que vestem azul, que levam à boca uma xícara de chá, tendo o cuidado de posicionar corretamente o dedo mínimo, fazendo a mesura que a etiqueta recomenda.
O sucesso recente do Tricolor teve sua superioridade técnica, tática e individual, aliada a uma imposição anímica e física. Se empatar nestes dois últimos quesitos, ele desequilibra favoravelmente os confrontos por ter, exatamente, mais técnica, tática e individualidade na maioria dos jogos.
Se Renato não conseguir recuperar a atitude, a imposição anímica, de nada importará o presidente lhe dar a mão-de-obra solicitada.
Hora do gestor de grupos, sem dúvidas.


quarta-feira, 13 de março de 2019

Opinião





O Jogo Perfeito

Boa parcela do êxito paraguaio ontem está na própria equipe. Quem diria? Chamot, um ex-lateral esquerdo forte na marcação, barrou Renato, um ex-ponta direita ofensivo.
Raras vezes vi um time chegar em Porto Alegre e fazer "o jogo perfeito"; isto é, nada deu errado para o Libertad.
Chamot ao marcar o Grêmio no campo tricolor, evitou os famosos sufocos de início de jogos da Libertadores; citando três: Rosario Central em 2016 e semana passada mais Estudiantes de La Plata em 2018, todos na Argentina. Ao Imortal, não foi concedida esta chance.
Nos primeiros 15 minutos, o Grêmio não assustou uma única vez. Também, Chamot marcou forte as principais estrelas (Éverton e Luan), "asfixiou" Vizeu na frente e deixou órfão o avante Marinho. Acabou o poder de fogo azul.
O técnico do Libertad contou com o apoio ineficaz de Bruno Cortez e jogou às costas de Leonardo Gomes que, assim, ficou no meio do caminho entre apoiar bem ou cuidar da lateral defensiva.
No entanto, o grande mérito de Chamot foi utilizar uma prática antiga, porém eficiente em muitos casos, ou seja, deixar a bola com a dupla de volantes adversária. Não é o caso gremista, mas esta prática deve ser adotada quando o oponente tem jogadores toscos como volantes. Chamot percebeu que os dois (Michel e Maicon) não fazem a ultrapassagem de seus meias. Nunca chegam na área como elemento surpresa, não arrematam com frequência, seus movimentos são previsíveis, sem verticalidade.
Esta dupla passeou no meio da cancha; bola para esquerda, para a direita, atraso para os beques, enfim, nenhuma profundidade, nem aceleramento, nem contundência na bola ofensiva. Uma posse de bola estéril. Uma festa para o Libertad.
Para coroar o grande nó tático paraguaio, o gol é uma réplica daquele sofrido pelo Grêmio na Copa do Brasil diante do Flamengo, obra do garoto Lincoln vide Lincoln. Até na hora e na goleira; apenas mudou a etapa de jogo. O Libertad sabia que deveria tirar Geromel da área.
Dia 11 último, parte dos comentários, respondendo ao Nelson, eu escrevi que o setor que terá novidades ao longo do ano no time será o meio de campo. Mantenho isso, porque a defesa vem bem e o ataque tem munição, por isso, Jean Pyerre e Matheus Henrique são os nomes da vez.
Para encerrar: Renato tem uma relação de lealdade com o grupo, é seu maior trunfo, desta forma, seria um balde de água fria no ânimo de Paulo Victor não ganhar a titularidade imediata, porém, desconfio que Júlio Cesar está melhor e vai merecer sequência em seguida. Se este fracassar, bom aí é retomar a minha ideia antiga: Trazer um goleiro inquestionável.
São quatro posições que devem ser olhadas com carinho: Lateral esquerda, as duas de volantes e o arco.


Opinião



Derrota é quase Adeus na Libertadores

Gigantesca, frustrante, quase definitiva; esta derrota gremista na Arena, além de decepcionante pela bola que jogou, surpreende pela expectativa que estava criada na participação do Imortal na LA.

Olhando apenas a partida de hoje dá para dizer que Paulo Victor é mais do mesmo; Kannemann a exemplo de Rosario, novamente marcou a bola, esquecendo o avante paraguaio que marcou com muita liberdade.

Geromel foi batido no mano a mano no gol do Libertad, Bruno Cortez segue repetindo o ano anterior; seus cruzamentos nunca resultam em algo positivo. Sobrou Leonardo Gomes que foi o melhor, apesar do contra-ataque mortal tenha sido pelo seu lado.

Chegando ao  meio de campo, pergunto: Qual foi o grande diferencial de Michel para Rômulo? Se Rômulo não merece ser titular (acho que é consenso), porque pouco produziu, a atuação do camisa 5 gremista pouco acrescentou nesta noite. 

Maicon, um dos que chamei de falso brilhante, é aquele que joga "de mão", distribui o jogo, centraliza as ações do time, mas se "espremer" bem, se formos olhar com mais cuidado; sua movimentação é o que os adversários sonham para um "jogo perfeito"; isto é, dá tempo para ser reagruparem defensivamente, enquanto ele gira a pelota no meio; se tiverem a competência de roubar uma bola, vira um abraço.

Na frente, analisando com se fossem quatro avantes (Luan, Marinho, Vizeu e Éverton) no setor, o Grêmio inexistiu. Um fiasco, pois Martin Silva não fez uma única defesa na primeira fase.

As mexidas de Renato melhoraram o time, mas, convenhamos, não havia como piorar. André quase marcou num cabeceio, Jean Pyerre deu velocidade ao meio, sem cair o acerto de passes, Luan cresceu com ele e Diego Tardelli está visivelmente sem embocadura. 

A sensação de que não faria gol a noite toda ficou mais evidente à medida que o tempo passava.

Em 6 pontos, o Tricolor tem 1 ponto, qualquer vacilo daqui para frente, é certeza de desclassificação na fase de grupos.

Resumindo: O Grêmio se complicou sozinho e vai suar sangue para, provavelmente, ser segundo no grupo.


segunda-feira, 11 de março de 2019

Opinião




Comissão de Frente

Este início de ano apresentou uma novidade para os gremistas: A boa quantidade de atacantes de qualidade. Lá estão Marinho, Luan, Felipe Vizeu, Diego Tardelli, Éverton e Pepê.
Não incluí Alisson em recuperação física e André, recuperação anímica, além de Montoya, que é mais do meio do campo do que do setor mais avançado, embora esteja fazendo gols como atacante.
Esta novo momento  possibilitou desmentir a clássica situação do cobertor curto, porque os pés (a defesa) não ficaram destapados, tanto que o time sofreu apenas 2 gols em 10 jogos (9 Gauchão e 1 Libertadores), fazendo 27 ( 26 Gauchão e 1 Libertadores).
É de se esperar um número maior de vitórias e escassas derrotas em 2019.
Esse desempenho em um campeonato de pontos corridos como é o caso do Brasileiro, vira o passaporte para a sua conquista. Basta o Grêmio não ignorar a competição como em vezes anteriores.