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segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Opinião




Boas Chances 

Olhei a tabela de jogos do Imortal e também, a do São Paulo. O primeiro tem 12 jogos, o outro, 11.

A diferença é de 11 pontos ou menos de 4 vitórias; é claro que está bem difícil sonhar com o título, mas sendo otimista, se o Grêmio ganhar a partida que tem a mais (Flamengo em casa), a diferença cai para 8 pontos. Ele receberá o São Paulo na Arena. 

Quais os adversários? 

- Grêmio: Bahia (c), Fortaleza (f), Palmeiras (f), Atlético Mineiro (c), Inter (f), Flamengo (c), Coritiba (f), Santos (c), Botafogo (f), São Paulo (c), Atlético Paranaense (c) e Bragantino (f). 

- São Paulo: Bragantino (f), Santos (c), Atlético Paranaense (f), Inter (c), Coritiba (f), Atlético Goianense (f), Palmeiras (c), Ceará (c), Grêmio (f), Botafogo (f) e Flamengo (c).

Se o Tricolor gaúcho pensar jogo a jogo, rodada a rodada, poderá ser a surpresa desta reta final de campeonato.

***: Postagem corrigida, pois havia erro na diferença de pontos.

domingo, 3 de janeiro de 2021

Opinião




Enfim, uma bela abordagem 

Renato está na quinta temporada como treinador do Grêmio; já é recordista no cargo, superando a lenda Foguinho, ganhando vários títulos, mesmo assim, existem reparos quanto ao seu trabalho. Aqui mesmo, um espaço moderado nas críticas se compararmos com outros blogs, houve pedidos de saída do comandante técnico; por que isso ocorre, se os números parecem favoráveis?

Respondendo por mim: o Tricolor rateou nos momentos em que eles eram francamente favoráveis ao time, casos casos da semifinais da LA  em 2018, quando vencia até os 70 minutos, precisando de um empate apenas, e mais recentemente, diante do Santos, um clube com muitas dificuldades de administração e com elenco reduzido numérica e qualitativamente na comparação com o Imortal. O Grêmio jogou fora uma Libertadores fácil.

Há também as tomadas de decisão equivocadas nos Brasileiros e aí vem numa sequência, 2017/18/19 e 20. Poupando, quando não era necessário, mexendo mal durante as partidas, enfim, resumindo: botando o título fora.

Quase não se vê, lê , ouve, nada parecido na imprensa; isto é, só depois, meses ou anos passados é que ela se habilita em tratar o assunto, transformando o impacto da crítica numa brisa; então, quando se tem um texto como esse que segue, vide Abordagem, temos que saudá-lo.

Não conheço o trabalho deste jornalista (Rodrigo Coutinho), não sei se estava "de aniversário", quando fez a postagem, a verdade é que ela "bate" com o que eu penso desta bronca da torcida com o treinador gremista, mesmo com todas as suas conquistas recentes.

sábado, 2 de janeiro de 2021

Opinião




Arriscando 

Assisti parte de Corinthians 1 x 0 São Paulo e obviamente, os dois confrontos entre os Tricolores que deram ao Grêmio a classificação para a final da Copa do Brasil.

Saí com uma convicção que me autoriza a arriscar que o São Paulo corre séria ameaça de frustrar seus torcedores na reta final do Brasileirão.

Nestas disputas citadas por mim aí acima, o São Paulo não conseguiu marcar gol, perdendo dois jogos e empatando um, casualmente, o resultado mais frustrante, pois deu adeus ao torneio.

Por que isso ocorreu? Porque seus adversários souberam enfrentá-lo, buscando anular seus pontos fortes e Fernando Diniz não saiu das armadilhas.

O Galo de Sampaoli resolveu ser o que sempre foi em suas partidas anteriores; acabou levando 3 a 0. Talvez, se esperasse o São Paulo em seu campo e tentasse contra-ataques, o resultado não lhe seria tão adverso.

Se a receita adotada por Corinthians e Grêmio for posta em prática por times do meio e de cima da tabela nos enfrentamentos com o Tricolor paulista, o resultado será uma queda profunda do atual ponteiro do campeonato. Acredito que os do rodapé da tabela poderão tentar, mas terão obstáculos pela baixa qualidade de seus plantéis.

O São Paulo está numa encruzilhada. Pena que o Grêmio se atrasou muito, fruto do alto número de empates e da insensibilidade da Direção/Comissão Técnica que não ouviu/ouviram os apelos da torcida que condenava a preservação de titulares logo na segunda rodada.


sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Opinião

 



Reviravolta 

Aos amigos do blog e familiares, desejo uma bela entrada de 2021; que ele seja uma ano repleto de Saúde, Paz, Harmonia, União e Prosperidade para todo o "Mundo".

E ele vem com uma informação que se se confirmar, não será nenhuma tragédia para o Grêmio, isto é, o desacerto com o Cruzeiro pela aquisição de Orejuela. 

O lateral colombiano é cobiçado por muitos clubes, inclusive de fora do país, mas o que pode parecer um percalço, um fracasso, sua impossibilidade de contratação,  será na verdade, com a recuperação de Leonardo Gomes, a aprovação de Victor Ferraz e, especialmente, pela expectativa do surgimento de um lateral da estirpe de Paulo Roberto, Raul, Arce, Anderson Lima e mais antigamente, de Eurico e Alfinete, caso do jovem Vanderson, o fato (a não vinda de Panita) talvez seja até benéfico para o clube, ou seja, tem em casa, a solução para a lateral direita.

O Grêmio acerta em não forçar a vinda de Orejuela.


quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Opinião



Grêmio conquista a vaga com autoridade 

 O empate sem gols levou o Grêmio à decisão contra o Palmeiras. 

Foi justo o resultado, foi justa a classificação. O São Paulo comprovou que é ruim de mata-mata.

Ficou para mim, uma dúvida, o Grêmio soube controlar o São Paulo por seus méritos ou seu adversário, realmente, se sente incomodado com esta modalidade de disputa.

Olhando como torcedor (que enxerga mais o seu clube), houve muita qualidade defensiva com destaque para Kannemann; absoluto, soberano, exemplo de atleta. Está na história do clube com muita justiça. Um orgulho para a massa torcedora.

O segundo destaque foi Pepê; faltou o gol. Ele se multiplicou em campo, achei que até sairia mais cedo pelo cansaço. Uma joia de jogador.

Com exceção de Jean Pyerre que ficou abaixo do que se espera, nesta noite, todos os jogadores tiveram desempenhos acima da média, alguns, a melhor partida com a camisa gremista; casos de Diogo Barbosa e Lucas Silva.

Renato pensou bem a partida, mas acredito que a diferença nem está no ingresso de Lucas Silva e Alisson, mas principalmente, na mudança de postura, que já foi verificada no confronto de ida.

Mesmo neste momento de alegria pela classificação, não tem como não lembrar da grande oportunidade que o Grêmio deixou escapar diante do Santos (que é bem menos time) que enfrentará o "meia"-Boca Jrs.

Finalizando: preferia encarar o América Mineiro, mas final é final, não dá para escolher o oponente.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Opinião




Amargo 

Este post não diz respeito ao nosso Tricolor, mas é um desabafo que eu preciso fazer. Peço a compreensão.

Se fosse apenas a divergência democrática de opiniões, eu não teria razão, porém, fica nas manifestações, a impressão que a demagogia entrou em campo no teclado, no texto, nas colunas de alguns analistas esportivos da grande mídia, quando tratam de maneira oportunista, a incompetência de grandes clubes como Vasco da Gama, Botafogo e na Série B, o Cruzeiro.

É um tal de "esses clubes não merecem estar onde estão". Certo; no entanto, se existe o Não merece, deve existir o Sim merece. Quem são os que merecem estar na zona do rebaixamento? O Bragantino que se organizou? ou o Ceará, Fortaleza e  Goianense que sobreviveram à defecções de profissionais durante a competição e fazem boas campanhas? e se o Cruzeiro merece subir pela sua tradição, quem não deve subir? Chapecoense e América Mineiro que dão show de competência, o Cuiabá que está colocando Mato Grosso no mapa do futebol? Juventude e Guarani que já ganharam títulos nacionais e brigam acirradamente pelas duas últimas vagas?

É uma vergonha este tipo de postagem. Entretanto, elas, as postagens, tem um lado positivo; escancaram a índole de certos jornalistas.


terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Opinião




Grêmio entra menor nesta Decisão

Em poucos confrontos, o Grêmio entra em desvantagem numa análise preliminar. Foi assim com o Flamengo e quem mais? contra o Santos não foi, com certeza; ou seja, pouco vale ser favorito ou estar em "igualdade de condições". Então, amanhã, o Tricolor gaúcho mesmo com a vantagem do empate, é apontado pela maioria como o menos provável a chegar ao enfrentamento contra América Mineiro ou Palmeiras, o que nada ou pouco representa.

A lesão de Geromel é um elemento que diminui o  prognóstico favorável; as tomadas de decisão do treinador e sua dificuldade de mudar o comportamento da equipe nos intervalos das partidas, são os verdadeiros obstáculos que embasam a minha escolha para o título da postagem.

O recente histórico de fiascos em momentos cruciais é mais um fator que realça o aspecto de "menor" do nosso Tricolor nesta decisão.

Acrescento: o poder político do São Paulo que assusta; afinal, quem é Bruno Arleu de Araújo, o árbitro de amanhã?

São estes os reais perigos no Morumbi. Eles não estão  no São Paulo das quatro linhas.


domingo, 27 de dezembro de 2020

Opinião



Vitória sofrida era previsível 

O 2 a 1 com direito a sufoco de final de jogo está dentro do esperado, porque o Goianense é um time organizado, vinha de duas vitórias, mas principalmente pelos 10 jogadores (exceção do goleiro) reservas,  que apresentaram duas características adversas: desentrosamento e falta de preparo físico para 90 minutos.

Além da vitória, outro fato positivo apareceu nesta noite; o menino Vanderson. Embora tenha falhado no gol dos goianos, o primeiro tempo dele foi de luxo. Mostrou técnica, velocidade, precisão nos cruzamentos, bom sentido de marcação. Natural, ele é de Seleção de base. Já dá para pensar em não investir grana na aquisição de Orejuela.

Com a grande atuação de Vanderson, a boa estreia (desde o início) de Ruan ficou escondida. Zagueiro alto e de ótima velocidade. É outra boa notícia. Paulo Miranda e Cortez não comprometeram. Vanderlei, uma grande defesa, sem culpa no gol do Atlético.

No meio, Lucas Silva pode ser aproveitado na Quarta-feira, o melhor do setor, aliás, quando saiu (para ser preservado), a defesa sentiu, pois ficou mais exposta. Darlan, um bom coadjuvante e Pinares, uma decepção. Precisará de muita paciência da torcida.

Alisson, bem no primeiro tempo, discretíssimo na etapa final; deve ter sentido a longa parada. Ferreira jogou no lado esquerdo, mas fez menos do que quando pela direita. Uma surpresa, porque parecia ficar mais à vontade pela esquerda.

Churín, muito esforço, muita transpiração, pareceu atrapalhado, porém, teve participação decisiva nos dois gols gremistas. 

Os que entraram, Pepê, Thaciano, Matheus Henrique, Éverton Cardoso e Rodrigues, destaco Thaciano por ter entrado na fogueira, improvisado na lateral direita, apesar das dificuldades, conseguir dar conta do recado.

Imaginando o que se passa na cabeça do treinador e o que apresentaram hoje, desconfio que dois jogadores estão cotados para iniciar contra o São Paulo, Alisson e Lucas Silva.




Opinião




Um Jogo para ver Alisson 

De todas as posições do time, o lado direito ofensivo, o "quarto homem" do meio de campo ou outra denominação, é a que há anos, eu vejo uma interinidade; pelo menos, a sensação. Algo semelhante ocorre na posição de goleiro.

Voltando; nem com Giuliano, Ramiro e Alisson, muito menos com Negueba e William Schuster, estes, indicados por Roger Machado. Sempre fiquei com este sentimento que não é fruto de tempo de titularidade, pois em outras posições, caso da esquerda, não tenho esta sensação.

Hoje, diante do Goianense, volta Alisson, depois de longa parada. Nesse período, rondaram por ali, Pinares, Ferreira, Luiz Fernando e Thaciano. A impressão pela rotatividade é que ela foi forçada para que o lugar ficasse sem dono, isto é, à espera de Alisson. Ferreira deveria ter sido fixado, assim como aconteceu com Pepê, que mesmo oscilando, é incontestável no lado esquerdo.

Não estou entre os que acham Alisson mau jogador, porém, sempre deixei claro que, embora muito útil, é insuficiente para ser "indiscutível" entre os 11.

Fico com a impressão que se tiver uma atuação "meia-boca" esta noite, isto será suficiente para Renato optar por ele na Quarta-feira.

Alisson é da confiança do treinador.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Opinião




O Exemplo está aí 

Fonte: https://globoesporte.globo.com/

O Grêmio perdeu para o Santos e ganhou do São Paulo; para mim, o Tricolor paulista é muito superior ao clube de Pelé e o Grêmio é melhor do que o Santos e se equipara ao São Paulo.

A diferença das atuações do Imortal se resume a uma palavra: Atitude. Ela, logicamente é insuficiente, as conquistas passam por outros elementos, a qualidade do grupo, o maior deles. Só que na minha longa experiência de acompanhar futebol, não conheci campeões que possuíssem apenas técnica e uma boa tática. Nem a Seleção de 70 era só "futebol"; havia muita doação dentro de campo. Todos, sem exceção, eram comprometidos com a transpiração, até Gérson, o mais lento, sabia ser mais vigoroso, quando isso era necessário. Os Grêmios de 83, 95, 2017 e de outras conquistas, sempre tiveram atletas que contagiavam os demais com esses ingredientes decisivos, sem que isso implicasse truculência ou falta de qualidade. Um grande exemplo é Tita em 83, jogador extremamente técnico que não fugia do pau, nem abdicava da luta o tempo todo. Mário Sérgio era outro que sem dar carrinhos, sem ser desleal, trazia o dna do atleta irresignado diante das adversidades, dos obstáculos.

Resumindo: Não precisa ser brucutu para se "etiquetado" como raçudo, pegador. 

O Grêmio com todo o envolvimento, concentração, raça, pegada, etc... na Quarta-feira passada, poderia ter perdido; pelo menos três chances reais aconteceram para o clube paulistano, entretanto, se entrasse como entrou contra o Santos, aí, a derrota não seria uma possibilidade, mas uma certeza. Na incapacidade paulista de converter em gols as chances, a vitória se descortinou para o Tricolor dos Pampas.

Escolhi uma foto emblemática de Walter Kannemann (contra o Corinthians), porque não encontrei aquela dele "cabeceando a bola rente a grama" neste duelo mais recente.

Se Kannemann faz o que faz, porque outros jogadores não conseguem? - É questão de característica, dirão. Eu rebato: é balela. A volúpia, a vontade, a gana de vencer é fator indissociável da juventude. Às vezes, até prejudica.

Pepê, Jean Pyerre, Darlan, Luiz Fernando, Matheus Henrique, Ferreira (este até que não), Rodrigues, tem obrigação de rever os dois jogos (Santos e São Paulo) e focar no que fizeram Diego Souza, Churín, Pedro Geromel e muito principalmente, Walter Kannemann (este, apenas num jogo).

Um clube para disputar títulos não pode abrir mão da transpiração. Senão, vai trocar a possibilidade de seguir sonhando com as taças pela certeza da desclassificação como exemplifica a queda na LA.

O Tricolor encontrou a forma/fórmula. É só repeti-la a cada disputa.