Páginas

domingo, 26 de fevereiro de 2023

Opinião




A Água Benta da Arena 


Faz tempo que esta postagem estava "engatilhada". Esperei por segurança do conteúdo delicado, mas a situação não mudou, pelo contrário, ela se solidifica com o passar do tempo.

A safra excelente de juniores não confirmou a expectativa fora do Tricolor. Wallace, Jaílson, Matheus Henrique, Arthur, Luan, Éverton, Pedro Rocha e Pepê surgiram de forma espetacular, alguns, decisivos nos títulos mais relevantes nesta retomada de vitórias dos últimos 7 anos. Luan, campeão olímpico, Rei da América, Arthur indo direto para o Barcelona, algo que nem Ronaldinho Moreira conseguiu; outros, com grandes performances e conquistas indo para mercados de primeira linha na Europa, casos de Wallace e Matheus Henrique.

Com exceção de Pepê (até o momento, em alta), mesmo com boas condições financeiras, as carreiras dos demais deram um retrocesso, em especial, Luan e Pedro Rocha, que não acertam em clube nenhum. Cebolinha e Jaílson amargam banco de reservas, inclusive. Wallace e Matheus Henrique tem desempenhos medianos em seus clubes e Arthur embora, atuando em instituições poderosas, não convence.

Nenhum deles dá para classificar de "enganação", por isso, o mistério aumenta, afinal, tiveram êxitos em memoráveis jornadas internacionais pelo Grêmio. Não brilharam apenas em Gauchões.

O que será? não é apenas a água do Humaitá.


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023

Opinião




Grêmio goleia um Nóia amarelado

O que que dá para dizer sobre esse jogo? O tradicional Anilado do Vale dos Sinos atuando com o uniforme do Pelotas. Bah! quando liguei a tevê e vi essa "modernidade" do antigo Floriano, me deu uma tristeza. O surpreendente campeão gaúcho de 2017 se descaracterizando no seu maior momento de visibilidade no Gauchão. Uma Pena! Pensando bem; problema dele e de sua torcida.

Ficou para a massa gremista, uma vitória consistente, avassaladora pelo tempo que foi construída, um 5 a 0  antes de 30 minutos, com destaque para Bitello e Vina, que ingressaram na área com muito oportunismo. Também valeu pelo quinto gol de Kannemann em 8 temporadas de Grêmio. Uma raridade.

O que não gostei? Reinaldo segue mal. Diego Souza, salvo ideia precipitada, é ex-jogador, parece estar acima do peso e Gustavinho, um avante de apenas uma jogada, aliás, bem previsível. Por ser novo, merece tolerância da torcida, mas...

O Grêmio evoluiu; teve boa troca de passes, porém, a verticalidade apareceu e o resultado também passa por isso. Quando tirou o pé do acelerador na etapa final, ficou evidente, que quando quer, o time retoma o sonolento e improdutivo tico-tico de passes. Só foi ambicionar alguma coisa, depois do gol solitário de Mateus Lagoa; aliás, uma bênção para o jovem arqueiro gremista, porque estava virando notícia em cada texto, a sua invencibilidade. Tomou gol numa partida com escore folgado. O ideal para essas situações.

No mais, mais um exemplo de como se arremata a gol no tento de Suárez. 

Já se comenta um Grenal de reservas. À princípio, uma precaução interessante para o Tricolor; um mau resultado (clássico é clássico) poderá trazer um "atrapalho" na construção do time de Renato.



terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

Opinião




O Jogo particular de Renato 

Aqui, eu exercito o gosto pela opinião, deixo claro no título da postagem acima da foto, mas esta de hoje, mais do que opinião, é uma impressão, portanto, com maior margem de risco de erro ainda.

Desconfio que, além da busca por títulos e de reconhecimento ao possível trabalho competente, a permanência de Renato junto a nova direção tem um componente muito pessoal, uma "batalha" que ele faz questão de travar. Qual seja: comprovar que estava certo, quando "brigou" com parte do staff de Romildo Bolzan por contratações de peso, mesmo que a balança financeira gremista fosse afetada. O tal superávit cantado em verso e prosa. Renato parece ter perdido aquela disputa.

Hoje, ele tem o aval de Alberto Guerra e seus pares para voos mais arrojados, enfim, provar que antes de despesas, certas contratações são investimentos como ocorre com Luizito Suárez. Com criatividade e bom gerenciamento, o sucesso está vindo.

Nessa linha, a luta travada para ter Michael ou um plano B é parte deste objetivo profissional e, suponho eu; pessoal, justamente para dar uma resposta à queda de braço que teve no passado recente.

Se os "tiros" forem bem dados, é vantagem para todo mundo: instituição, treinador e massa torcedora.

É ver para crer.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

Opinião

 



Jovens Goleiros

A imprensa começa a comentar sobre as qualidades de Adriel, o que é real, mas precisa confirmar. Eu estou entre aqueles que viu seu talento bem cedo, assim como fiquei entusiasmado com Felipe Scheibig e acreditei no sucesso de Brenno e Gabriel Grando.

Diante disso, postei há dois meses exatos sobre a possibilidade de negociação dos jovens mais antigos (Brenno e Grando), não porque são ruins; afirmo que ambos chegarão ao selecionado brasileiro, mas pelo (bom) inchaço de goleiros com potencial no elenco. Como eles tem mais nome no mercado, hora de ganhar uma grana. Vide Vendas

Será necessária a aquisição de um goleiro mais experiente para a transição até a afirmação completa de Adriel ou Scheibig. O que o Grêmio não pode repetir é o ocorreu no início de 2007, quando vendeu o melhor goleiro oriundo da base (Cássio), tinha dois nessa condição; fez a avaliação equivocada em quem liberar e teve que ir ao mercado, primeiro Saja e mais tarde, Victor. Cássio virou campeão Mundial de clubes e disputou a Copa da Rússia. Segue em alta performance pelo Corinthians.

Aliás, a imprensa intencionalmente ou não, começa a botar um "detalhe" nas costas de Adriel, ou seja, o de não tomar gols. Trata-se de um extrato bem pequeno, quatro ou cinco jogos; basta recordar que Saja ficou os cinco primeiros jogos sem sofrer gols (até pênalti defendeu na estreia da Libertadores no Paraguai) e mais recentemente, o arqueiro reserva Júlio Cesar também levou um bom tempo para sofrer gols pelo Grêmio. Mais do que este número do jovem goleiro baiano do Grêmio. 

Não sei onde a imprensa está querendo chegar com isso. Não é exatamente um grande feito esse de Adriel para tanto destaque. Quando a esmola é grande, o santo desconfia.




domingo, 19 de fevereiro de 2023

Opinião




Um Texto sobre o Jogo que não vi 

Ontem, Sábado de Carnaval, não consegui assistir a partida realizada em Ijuí. Ouvi o "pré-jogo" da rádio Guaíba e o "pós" (um pedacinho) na Gaúcha. Na primeira, o comentarista Carlos Guimarães, conformado, tanto, quanto à maioria dos gremistas, viu na colocação da faixa de capitão para Thiago Santos, um "pista" de que Renato vai utilizá-lo quase sempre. Na segunda emissora, Leonardo Oliveira batia na tecla, que certas insistências (e ele se referia a Thiago Santos) não necessitavam mais de confirmação, tal eram as provas irrefutáveis das limitações do volante para jogar num clube grande.

Quando pude, assisti aos melhores momentos e vi algumas coisas boas como a participação ofensiva de Vina, a ousadia de Gabriel Silva na tentativa do drible e a boa (e decisiva) atuação do goleiro Adriel, aliás, porte semelhante ao grande arqueiro Dida. Deve residir aí, a ideia de negociar Brenno e Gabriel Grando, isto é, a fábrica de bons goleiros da base.

Talvez a falta de entrosamento do time levou ao empate, mas pela curta amostragem, ele foi soberano, mesmo jogando diante de um São Luiz fechadinho e disputando a sua "copa do mundo" particular: ficar na Série A. Uma e outra falta de atenção da zaga gremista, que permitiu a perfomance positiva de Adriel.

Contra o Novo Hamburgo na Arena, o Tricolor deve confirmar o primeiro lugar, matematicamente.



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Pequenas Histórias

Pequenas Histórias (281) - Ano - 1954 - 2013

O Quereres da Infância 

Fonte: https://www.tripadvisor.com.br/

Na segunda metade da década de 60, eu, em plena infância, via o meu time ganhar sempre o campeonato gaúcho, 66, 67, 68; penta, hexa, hepta, com isso, aumentou a minha admiração pelos ídolos tricolores e pela casa onde davam memoráveis espetáculos.

 Uma hora, eu queria ser o goleiro Alberto; seleção brasileira, emérito pegador de penalidades, que brigava por uma vaga à Copa de 1970; noutra, queria ser o capitão Áureo, grande líder, têmpera de campeão, exemplo de vencedor. Também, queria ser Everaldo, o mais qualificado do time, mais que passista, ele era o mestre-sala que desfilava a sua exuberância técnica nas laterais e no meio de campo; aliás, neste setor, queria ser Sérgio Lopes, o camisa 10, o “Fita Métrica”, apelidado assim pelos lançamentos certeiros para os atacantes. O engenheiro do Expresso da Vitória.

 Otimista e presunçoso, eu queria ser de todos eles, aquele que ocupava o lugar de luxo: o comando do ataque. Queria ser o Bugre, camisa 9, Alcindo, um centroavante, cujo suor, suas gotas, transpiravam gols, muitos gols; tantos que disputou a Copa do Mundo de 1966, fazendo parceria com Pelé, porém, a bagunça administrativa do Selecionado impediu o tri campeonato naquela edição.

 Com a vocação irrefreável para balançar as redes das mais variadas formas (pé esquerdo, direito, de cabeça, batendo faltas, cobrando pênaltis), Alcindo virou o maior goleador da história Tricolor.

 Vieram os vacilos das gestões seguintes, aí, o Tricolor foi cedendo terreno para o Coirmão; jogadores envelheceram, perderam o viço, outros, o brilho; e vi, com tristeza, a saída de Alcindo para o Santos nos primeiros anos de 70. Do Peixe para o México, o retorno às origens, no ano da graça de 1977, ele, pensando em parar, voltou a Porto Alegre, começando a treinar no Olímpico, sem compromisso, apenas para manter a forma. A notícia correu e a massa exigiu uma chance para o veterano ídolo, já próximo dos 32 anos.

 Telê acolheu o pedido dos torcedores e deu oportunidade para o Bugre. Sua reestreia se deu diante do San Lorenzo de Almagro no dia 23 de Março, amistoso acordado para quitar a negociação que trouxe Ortiz para o Imortal no ano anterior. Alcindo fez o que sabia, gol, aliás, gol de falta em La Volpe, que assim como Ortiz, na Copa da Argentina (1978), levantaria a taça para os Hermanos. 1 a 0.

No mês seguinte, o primeiro clássico e adivinhem? 3 a 0, dois de Tadeu e um do Bugre; de cabeça.

Na quebra da hegemonia vermelha, o famoso 1 a 0, de 25 de Setembro, quem substituiu André, o centroavante do voo dramático do mal sucedido salto mortal? Ele mesmo, Alcindo. Botou faixa e deu volta olímpica como nos velhos tempos.

O Bugre, ele, o que eu queria ser, mas pensando bem, o verdadeiro quereres daqueles tenros anos era pisar no sagrado gramado do Olímpico ao lado deles; de Alberto, de Áureo, de Everaldo, de Sérgio Lopes e de Alcindo. Lá, em fila indiana, esperando para ser o último no túnel; me agachar e tocar levemente a grama, fazer o sinal da cruz, acenar para a massa, ouvir meu nome gritado, olhar e quase cegar pela potência dos refletores e me perfilar para acompanhar o hino riograndense executado pela banda da Brigada Militar, quem sabe, posar para a tradicional foto em pé, com os braços cruzados ou, talvez, agachado com a mão na bola, olhando para os flashes da ação dos fotógrafos ou vislumbrar no alto da marquise, ao fundo do monumental casarão da Azenha, a frase: nada pode ser maior.

Hoje, 17 de Fevereiro de 2023, 10 anos do último encontro feérico com o nosso Olímpico Monumental. Uma saudade imensa.

O verdadeiro Imortal no coração e mente da Nação Tricolor.

Quereres: "o querer é um impulso vivenciado emocionalmente. Nossas necessidades são apenas humanas, mas nossos quereres são essencialmente nossos." 

Fonte:  Arquivo pessoal do amigo Alvirubro

             Zero Hora

             https://gremio1983.wordpress.com

             










quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

Opinião




Vina 


Atleta recém chegado, uma biografia errática, porque, depois de andar pelo Fluminense e Atlético Mineiro, neste último, passagem quase desconhecida para mim, atuou em instituições menores; Vina desembarca e está pronto para encarar o São Luiz. É jogador do técnico. 

De cara, ele provoca uma discussão: onde deverá ser aproveitado? Bom, se veio com a bênção do comandante técnico, existe uma ideia de forma e lugar de como aproveitá-lo entre os 11.

Não tenho uma conclusão, se é boa ou ruim a sua contratação. Desconsiderando os valores e fama, Vina me parece entre a vinda de Nildo e Kléber Gladiador. Duas situações extremas, o primeiro, veio, viu e venceu, já o segundo, considero o "maior equívoco" das últimas décadas, pela expectativa criada em face do atleta "com a cara do Grêmio", "um Gladiador para a Arena".

Fico na torcida pelo seu êxito.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

Opinião


 



Reciprocidade (Tite)

 

Que treinador está precisando ser “acarinhado”, neste momento, no Brasil? Qual aquele que sofreu o maior revés esportivo, frustrando os seus planos e o de parte dos torcedores da Seleção Brasileira? Tite.

Ele está precisando de compreensão e aceitação imediata, talvez, sem restrições aos seus métodos pela massa e pela Imprensa.

Antes de voos maiores (leia-se Europa), Tite deve se fortalecer emocionalmente e eu vejo apenas dois clubes no Brasil com “atmosfera” para  recebê-lo sem restrições; até com entusiasmo.

Qual clube investiu pesado para a sua realidade financeira em 2023? Aquele que contratou o mais importante reforço em solo nacional? O Grêmio.

O que seria mais difícil para o Imortal concretizar na virada do ano, trazer Luizito ou o seu ex-treinador, campeão da Copa do Brasil de 2001? acho que ninguém tem dúvidas sobre a maior empreitada: a vinda do uruguaio, com certeza.

Então, Tite e Tricolor podem se unir, se fortalecer, mutuamente.

Hora do Presidente Alberto Guerra! ou seja, Renato tem que ter prazo para dar uma contribuição decisiva às ambições do Tricolor.

Finalizando: a outra agremiação que traria uma salutar recuperação anímica a Tite seria o Guarani, de Garibaldi; porém, por razões óbvias, este seria o “plano B”.

 

domingo, 12 de fevereiro de 2023

Opinião




Grêmio vence, mas não convence 


Sétima vitória em sete jogos, 100%, melhor ataque, melhor defesa, consequentemente, uma campanha irrepreensível. Será? será que parte das causas não está na qualidade dos adversários?

Sobre a partida de hoje, um meio de campo com pouca criatividade, um ataque que deixa órfão o seu principal jogador. E era o Avenida, que merece respeito, porém, com ambições que não passam de se manter na Série A do Gauchão.

Eu sigo com uma convicção: time de clube grande, que tem muitos jogadores atuando aquém de suas possibilidades, podem apostar, o problema não está dentro das quatro linhas.

Quem se destaca no Tricolor? apenas aqueles que se evidenciam por suas atuações, suas qualidades individuais: Kannemann, Villasanti, Bitello e Suárez. 

Os laterais não vem atuando bem, no meio, Pepê deve ganhar um descanso para o técnico fazer o que discursa, isto é, rodar o grupo; Gabriel Silva merece mais chances, porque é novo; portanto, natural que oscile.

A constatação é simples: a estatística esconde uma realidade que está ali, bem próxima. Até o Campinense deve ser temido, neste momento.

O maior mérito da tarde foi estar "ligado" na hora da cobrança da falta que originou o primeiro gol, mesmo assim, pode ter sido uma iniciativa pessoal de Luizito.

Nessa hora, a gente desconfia de tudo.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

Opinião

 


O Destino de Suárez

 

Que Suárez é extra classe, poucos duvidam; mas isso que é uma grande qualidade, pode ser o fato motivador para o uruguaio “pedir o boné” no final do ano. Explico:

Há situações no clube, fora e dentro das quatro linhas, que podem ir, aos poucos, desagradando o centro avante; uma delas é a carência técnica do time, em especial, do meio e dos demais atacantes.

Luizito é uma ilha de exuberância técnica cercado (ele) por um universo de atletas insuficientes ou mal treinados.

A primeira hipótese é mais visível; a segunda tem a ver com movimentação coletiva, ou seja, a mecânica de jogo.

Os mais antigos haverão de lembrar de expressões como: “toca para o Rei, que ele resolve’; “toca para o Galinho de Quintino, que ele resolve”, “toca para o Dinamite, que ele resolve”, “toca para o Baixinho, que ele resolve” e até: “toca para o Jardel, que ele resolve”.

Estamos tratando de grandes jogadores, que tinham um poder avassalador de conclusão a gol. O que ocorre no Grêmio? Suárez não recebe uma bola à feição, quando isso deveria ser a “tônica” dos movimentos gremistas; a missão de todos os demais atletas, já que o mundo esportivo brasileiro clama por um especialista na arte de botar a bola para as redes.

Aí, o paradoxo; o Tricolor tem, mas não sabe como utilizar.

Suárez vai “encher o saco” e poderá pedir para sair no final do ano; algo do tipo “foi bom, enquanto durou”, porque ele é competitivo e perfeccionista: não gosta de perder; aliás, nem sabe o que é isto. 

 

Outro assunto:

Nenhum torcedor gosta de passar por trouxa; a entrevista de Renato, ontem, após a partida é para humilhar a massa gremista. Dizer que está rodando o elenco para conhecer, justificando a ausência de Villasanti, mas então, ele não conhece o Thiago Santos que chegou antes do paraguaio? Precisa testá-lo todo jogo? E Lucas Silva não será testado? E Pepê não terá um descanso para experimentar outro jogador ou mesmo, outra formação?

Não ficou só nisso; aí aparece a minha ironia na frase sobre a “estabilidade do setor” com o atual camisa 5, porque isso nunca ocorre, aliás, ocorrem dois fatos: o time sofrer gols e o volante tomar cartões. Dizer que entrou, pois é melhor na bola aérea e mais rápido do que Villa é outro escárnio à inteligência da torcida, pois o antigo titular atuou serena e eficientemente as disputas da Série B com Roger e Renato, com bola aérea ou rasteira, pelas laterais ou pelo meio. Villa, ele sim, deu estabilidade ao setor do meio de campo.

Essas escolhas protecionistas, preconceituosas, minam o elenco e dentro dele está Suárez, que não deve ser afeito a esse comportamento; se participou alguma vez, a panela tinha Gerrard, Touré, Sterling, Neymar, Messi, Lucas Leiva, etc… é outro mundo.

Renato parece ter “estacionado” como técnico e de quebra, manteve certas atitudes que sempre atrapalharam a sua carreira.