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quinta-feira, 30 de junho de 2022

Opinião

 





Uma Ótima Ideia 


Acho que se aproxima da unanimidade o descontentamento com os resultados da ação do VAR. O que era para ser um avanço muito grande, acaba frustrando pelos resultados, independente das causas: dolo, despreparo, má interpretação ou outro fator; na prática, uma calamidade, porque os erros estão aumentando, contraditoriamente com o que ocorre em experiências semelhantes, quando à medida que o tempo passa, as correções reduzem os efeitos ruins ou de imperfeições.

 O jornalista Hiltor Mombach na coluna de hoje no Correio do Povo, parece entregar os pontos e se render aos críticos desta “tecnologia”. Vide Nosso Sentimento.

 Acho que não é para tanto; diante de tantas críticas, apareceu uma grande sugestão do meu amigo e colega de colégio na década de 70, João Henrique (participante do blog) que há tempos vem apresentando uma ideia que, uma vez adotada, ajudará muito a reduzir os equívocos, caindo também o “choro” dos perdedores e aumentando as “notas” dos árbitros.

 Qual é? que ambos os times tenham um determinado número de solicitação de consulta ao VAR durante a partida, imagino três, no máximo; aliás, medida vista em outras modalidades esportivas há tempos. Além  dessas consultas, o árbitro seguiria tendo autonomia para interromper e dirimir dúvidas, utilizando essa ferramenta, sempre que julgasse necessário.

 Isso reduziria os erros, daria maior transparência ao sistema (VAR), minoraria as reclamações e compartilharia a busca pela realidade nua e crua dos confrontos.

 Para exemplificar, eu trago um lance que mudou o destino de um Grenal, o 429, vide Pênalti Janeiro de 2021, vencido pelo Coirmão, gol marcado nos acréscimos da etapa final, um pênalti (discutível), depois de poucos minutos de um lance de penalidade máxima (clara) em cima de Ferreira para o Tricolor, onde o juiz Luiz Flávio de Oliveira, ignorou “olimpicamente”, o VAR, algo que, com a chance do prejudicado requerer a consulta desse instrumento de avaliação, poderia mudar o resultado do clássico.

 Aceita essa sugestão, com certeza, o futebol ganharia mais credibilidade, aumentaria a  sensação de justiça dentro de campo e a lisura da competição.

Veja o lance:



 

 

 




terça-feira, 28 de junho de 2022

Opinião


 

Vitória com a "Cara de Série B"

Quem acompanha o meu pensamento sobre o futebol do Grêmio desconfia que o título da postagem é uma ironia. E é mesmo! 

Aquela história de "saber sofrer", que cada partida deste certame é uma "copa do mundo", não passa de engabelação/engambelação; uma fraude para mascarar a incompetência do Grêmio escancarada jogo a jogo. Este confronto recém finalizado é uma prova cabal do que escrevo neste instante.

Eu preciso por na cabeça que vai ser assim, não porque é assim, mas porque os gestores azuis, por estratégia ou incapacidade de discernir o que correto, o que é mais adequado para o time neste 2022, geram esta situação. Aí, aparece a "sofrência" de jogo em casa contra o modestíssimo Londrina; tendo que saudar uma vitória heroica que garante a posição de quarto colocado. Resumindo: necessito me policiar. É isso aí.

A partida apresentou uma péssima jornada de Gabriel Grando; inexplicavelmente, muito nervoso, errando tudo e todos sabemos, goleiro em crise, é um perigo permanente. Menos mal, que parece ter estrela, quando a falha tinha tudo para ser trágica, vieram os detalhes de infração nos lances em que a bola parou nas suas redes. Como tem potencial, pode se recuperar num duelo importante como o da próxima rodada.

Hoje, a defesa seguiu bem, uma surpresa agradável; a postura defensiva de Rodrigo Ferreira. Cumpriu um bom jogo. Geromel e Bruno Alves, eficientes, Nicolas, discreto.

O meio apresentou Villasanti com altos e baixos, Bitello, idem. Faltou a essa dupla uma imposição técnica, que pudesse liberar Campaz para se aproximar de Diego Souza.

Biel e Janderson se repetiram; o primeiro, pelo menos dessa vez, acertou um arremate perfeito em ótima jogada de Diego Souza. Muita transpiração, pouca inspiração.

Dos que entraram, Elias se deu melhor, mas nada que entusiasme.

Agora é o Bahia num famoso jogos de 6 pontos. Pelo andar da carruagem, um empate é para soltar foguetes.

 

segunda-feira, 27 de junho de 2022

Pequenas Histórias

Pequenas Histórias (271) - Ano - 1979


Londrina e a Força do Passarinho 

Fonte: gremiopedia.com

Londrina é uma cidade que simpatizo, mesmo sem conhecer; talvez, porque tenho uma sobrinha morando em Maringá, cerca de 100 quilômetros de distância dela, que gosta demais de toda aquela região ou muito pela obra-prima Terra Vermelha, autor, Domingos Pellegrini Júnior, uma espécie de "O Tempo e o Vento" londrinense; com certeza, o melhor livro que li nestas últimas décadas, extremamente prazeroso que colaborou para essa minha admiração pela história da terra do café.

Pois de lá, surgiu um clube alviazul que fez grandes campanhas na segunda metade da década de 70, chegando, inclusive, em quarto lugar no Brasileirão de 77, caindo nas semifinais apenas. Nada comparável com o estágio atual, um coadjuvante na Série B, cuja missão é se manter nesta divisão e, quem sabe, atrapalhar a vida dos gigantes caídos neste ano de 2022. Uma possibilidade ele terá na Arena diante do um Imortal opaco, desequilibrado, vacilante, sem uma identidade com a sua  massa torcedora.

No distante ano de 1979, Estádio Olímpico, mais exatamente, em 28 de Novembro, o Londrina encarou o Grêmio, flamante campeão gaúcho treinado pelo ex-craque dos dois Palestras brasileiros (Cruzeiro e Palmeiras) e da Lazio romana, Orlando Fantoni, que mandou a campo: Manga; Eurico, Ancheta, Vantuir e Dirceu; Vitor Hugo, Yúra e Leandro; Tarciso, Baltazar e Jésum. Entraram no decorrer da partida, Vilson Cereja e Éder, o ponteiro esquerdo.

O Londrina também tinha um ex-craque na casamata, o antigo centro avante Jair Bala, que escalou o Tubarão paranaense com: Alexandre; Arenghi, Machado, Marinho e Zé Antônio; Claudinho, Nivaldo e Zé Roberto; Alcione, Éverton e Ademir Vicente. Atuaram ainda, Luizinho e Paulinho Sartori. Era um time forte com alguns jogadores que se destacaram no futebol brasileiro como Arenghi (Portuguesa de Desportos), Marinho, em seguida, campeão brasileiro e mundial pelo Flamengo, Zé Antônio (Internacional), Éverton (estava na final do Brasileirão de 81 pelo São Paulo, vencido pelo Grêmio) e Ademir Vicente (Botafogo). 

O Tricolor possuía um time muito forte, experiente e contava nesta década com um "atleta-torcedor", um guerreiro dentro de campo, embora sua aparência frágil pela magreza que lhe rendeu o apelido de Passarinho, ele era um gigante no gramado: Yúra; jogador símbolo por representar a indignação diante de um revés, um resistente dos anos de sofrimento diante da hegemonia vermelha, com um item em sua biografia raro e interessante; fazer gols em momentos decisivos. Muitos empates importantes ou o gol definitivo em placares apertados tiveram a assinatura dele.

E foi Yúra, o Passarinho, que aos 26 minutos da etapa final, marcou o gol isolado que deu a vitória aos gaúchos sobre os paranaenses. 1 a 0.

Hoje, quando se olha para o meio de campo "saárico" gremista, bate uma saudade, pois falta aquele jogador "pulmão", que sempre se multiplicou em campo, fazendo com que o seu time parecesse atuar com doze atletas dentro das quatro linhas.

Com Yúra em campo, a torcida se sentia representada sempre.

Fonte: Arquivo pessoal do amigo Alvirubro






Opinião




Difícil se quiser 

Sou um dos muitos que acham que o Grêmio se atrapalha sozinho (até dá para desconfiar que isso é estratégico para a busca do "épico", da "imortalidade"), pois a ruindade impera nesta Série B, tanto que apenas cinco clubes atingiram 50% ou mais dos possíveis 42 pontos destas 14 rodadas. Um grande fiasco, um atestado de mediocridade.

É sabido que o Tricolor quer e precisa de reforços; trouxe Lucas Leiva que pode ser um acréscimo pela sua qualidade e experiência; contra, ele tem a idade avançada e o processo de readaptação.

Pensa em Guilherme Castilho (Atlético Mineiro) e Callegari (Fluminense); acho grandes sugestões para esta empreitada (subir para a A). Acerta quando pensa num centro avante (na contramão, é o reconhecimento que perdeu a crença em Elkeson), sua lesão é apenas uma "desculpa" para remendar o equívoco. O mesmo serve para o retorno frustrante de Edílson.

Também penso que abrir mão de três zagueiros, uma ideia que deu certo, é um retrocesso. O furo está na mecânica dos alas, dos volantes e na insuficiência dos "ponteiros". Não é desmanchando o que está dando certo que haverá progressos imediatos no time.

Para corroborar o que escrevo, deixo o texto do jornalista Mário Marcos, vide Calma, torcedor que é exatamente o que está exposto nas primeiras linhas desta postagem e em postagens mais recentes nossas.

Minha convicção é que o Grêmio deveria estar "voando" nestas catorze rodadas, no entanto, ele se enrola solitariamente. O que era para ser "mamão com açúcar", virou um trabalho para Hércules; um daqueles doze da mitologia grega.

domingo, 26 de junho de 2022

Opinião




Calvário para o Torcedor 

Clube grande na Série B é dose para mamute para o torcedor. Não precisava, mas mesmo assim, andei pesquisando os anos de 1992 e 2005 do Grêmio, escalações e partidas ruins, situações constrangedoras como jogar no Beira-Rio, perder para clubes inexpressivos como locatário, vitórias consideradas épicas, parindo uma bigorna contra Náuticos e Portuguesas da vida, etc... um horror!

Não é privilégio gremista; vejam que por diferentes causas, entre os cinco mais bem classificados, três já trocaram de técnico em 2022, o que se pode esperar dos demais competidores? repito: um horror!

Assistir partidas como Sport versus Brusque é um exercício de penitência, assim como foram CSA x Grêmio e Vasco da Gama contra Cruzeiro. Ninguém escapa do rótulo de mediocridade total.

Então, quando uma instituição do tamanho, da tradição, da grandeza de um Grêmio, começa a vacilar na competição (Série A) é para levar muito a sério a hipótese de cair. Não dá para achar que o "campeonato está apenas no início", que "muitas equipes irão oscilar", "que o torcedor é passional e ansioso" e outras asneiras que ouvimos e que custaram caro ao clube e sua massa torcedora.

2021- o ano que não terminou, infelizmente. A melhor coisa que o torcedor precisa ter no final desta gestão é exercitar a memória, lembrar tudo que viveu e ainda vive de decepcionante.


sábado, 25 de junho de 2022

Opinião



O Palco está se armando

Bastou o Tricolor atingir a última vaga do G4 e o circo começa a tomar forma: ontem, 24, saiu reportagem sobre a sucessão de Bolzan Jr (Simon Bianchini em ZH); são citados inicialmente, Alberto Guerra e Odorico Roman, por enquanto, apenas especulações. Até aí, tudo bem, são pessoas que tem passagens relativamente recentes e vencedoras. O que chama a atenção é a terceira possibilidade levantada pelo jornal: Dênis Abrahão. Sim, senhores! ele mesmo. Espero que seja apenas especulação ou um balão de ensaio para ver como será a reação da massa torcedora. Só pode ser isso. 

Como nem todos são assinantes, colocar apenas o link, não iria resolver, então, reproduzo a parte que abala os gremistas que desejam o melhor para o clube. A assustadora hipótese deste nome que dá calafrios. Vejam o texto parcial:

"...O terceiro candidato apontado nos bastidores para suceder Bolzan pode ser o atual vice de futebol Denis Abrahão. No entanto, a viabilização de sua candidatura passaria diretamente pelos resultados de campo. Em caso de retorno à Série A de forma antecipada e com bom desempenho da equipe de Roger Machado na Série B, o ambiente político seria favorável para que o empresário entrasse na disputa pela sucessão de Bolzan. Hipótese que Abrahão, em função do momento atribulado do Tricolor na temporada, garante que ainda não cogita.

— O meu objetivo é ajudar a trazer o Grêmio de volta para a primeira divisão. Não posso ter outro foco. Sozinho não consigo nada e o futuro a Deus pertence. Não me passa pela cabeça concorrer a absolutamente nada — salientou Abrahão.

Em caso de bom desempenho em campo, o respaldo político a Abrahão seria referendado por conselheiros da atual gestão e por nomes históricos, que se intitulam independentes, bloco com quase 50 conselheiros, entre eles, Luiz Carlos Silveira Martins, o Cacalo. A eles poderia ainda se somar o movimento Grêmio Unido, de Romildo Bolzan, que tem 49 conselheiros e ainda não declarou apoio a nenhum candidato..." 

Sinceramente, se como uma só semana na zona de classificados, esta notícia ganha corpo, imaginem se o Tricolor estivesse fazendo a campanha que deveria fazer. Quem sabe se se classificar com as calças na mão, mesmo que seja um turbilhão de emoções fortes para os torcedores, no futuro, não será melhor? pelo menos, nos livraríamos destes ...


sexta-feira, 24 de junho de 2022

Opinião



Grêmio segue decepcionando 

Está virando rotina: os jogos do Tricolor conservam uma regularidade "por baixo" que desanimam o torcedor e decepcionam o espectador "distraído" que liga a telinha para assistir aleatoriamente, um joguinho de futebol. Que ruindade!

Dentro de campo continua mal escalado e nesta altura do campeonato, décima quarta rodada (5 V, 7 E e 2 D), eu já desisti de ver uma mudança no comando técnico gremista. Vai ser assim, emoção na briga pela quarta e última vaga do acesso à Série A até a rodada derradeira, imagino.

 Roger vai ganhar alguns reforços, que, primeiro não sabemos se efetivamente são reforços, segundo, quem garante que o atual técnico gremista vai saber aproveitá-los bem? É muita incógnita dispensável, a massa não merece passar por isso!

Sobre a partida: Gabriel sofrendo com o jogo com os pés, ainda assim, evitou a derrota. Geromel proibido de falhar, quando errou, gol dos alagoanos. Rodrigo Ferreira muito discreto, um bom cruzamento para Diego Souza que perdeu uma chance rara. Mérito do Carné. 

Bruno Alves e Natã, seguros; Nicolas, um primeiro tempo muito bom, mas mal acompanhado por Bitello e Biel, aliás, ambos numa péssima noite.  O segundo teve a atenuante de cruzar a bola que desviou no zagueiro, matando a ação do arqueiro, movimento que beneficiou o "lépido" Janderson na igualdade no placar. 

Lucas Silva foi o destaque (se é que houve algum), enquanto teve preparo físico. Difícil entender a sua preterição por Villasanti e Thiago Santos na primeira função do meio. Marca forte, erra poucos passes e chega bem no ataque para quem é primeiro volante.

Com Campaz entrando no intervalo, ficou claro o equívoco da escalação inicial. Ele ou Gabriel Silva (talvez Pedro Lucas), um desses deveria sair jogando.

O resumo da ópera: o Grêmio conseguiu empatar sete partidas em quatorze na Série B. Tem apenas uma vitória fora, com isso, a campanha é de 52 % no total, 22 pontos em possíveis 42. É constrangedor. Melhor elenco e maior folha salarial, instituição com a quinta maior torcida do país.

A ruindade desta segunda divisão é tão grande, que se o Sport não vencer o Brusque, a tabela apontará que um clube com  50%(arredondando) , estará na zona de classificação, ou seja, dezesseis ou quase isso, em vinte agremiações terão pontuação inferior a metade.

Assistir partidas da Série B é desafio para "fortes", sem dúvida. 



quarta-feira, 22 de junho de 2022

Opinião




É apenas o CSA 

Tudo bem que é em Maceió, que é uma viagem semelhante a que fez o Sampaio Correa na semana passada, porém, o Grêmio tem a chance de se manter na zona de classificação pelas suas próprias pernas e não pode deixar escapar. Fazia uma data que isso não ocorria.

Os afastamentos de Villasanti e Thiago Santos podem se transformar numa chance de fazer o time se tornar mais ofensivo, sem perder a qualidade de se defender, porque os zagueiros são de muito boa qualidade: Geromel, o melhor atleta do certame, Bruno Alves é muito regular e o jovem Natã não vem comprometendo.

Se Roger incluir no meio de campo Lucas Silva e Bitello, ele poderá promover a entrada de um dos meninos da base, Gabriel Silva ou Pedro Lucas. Também, se achar que a hora ainda não é conveniente para incluir um deles pela pouca experiência, há outra boa opção; Campaz. 

Enfim, alternativas para tornar o time com cara de clube grande, isto é, apenas"um estranho no ninho" da Série B, o treinador tem.

É para conferir o que Roger pensa e executa sobre o ofício de comandar um clube com a grandeza do Grêmio.


terça-feira, 21 de junho de 2022

Opinião

 




Desaforo (ou "Sem Noção") 

Como escrevi na postagem após a vitória de Sábado, eu não assisti o final da partida, nem as entrevistas do pós-jogo; fui saber das bobagens ditas sobre a torcida e sua “falta de carinho” através de um comentário de um colega de serviço; aí, busquei na internet me inteirar do assunto.

Uma única e triste conclusão: - É um desaforo! Até o Roger se queixou. Sem noção, essa turma!

Então, os dirigentes e comissão técnica desde 2021 vem praticando “violências” contra a torcida; vale lembrar que ficaram 38 rodadas (isso mesmo!, um recorde) na zona de rebaixamento (não venham me dizer que na primeira, ele ficou fora pelo saldo de gols; é muita imoralidade ou cara de pau), prometem e não cumprem, promovem um apequenamento vergonhoso diante do Cruzeiro, disputam um “pentagonal” nesta Série B (Cruzeiro, Bahia, Sport, Vasco da Gama e ele), onde 75% dos participantes, esse percentual é de figurantes, isto é, precisam chegar em quarto dentro desse quinteto de postulantes, dentro do gramado promovem  um “fosso” entre o meio de campo e o ataque que até o mais ingênuo dos mortais percebe a má escalação; dando a nítida impressão que querem transformar o ascenso num fato épico, algo justificador de  “imortalidade”, senha que traduzo como oportunismo para mascarar a  incompetência.

Que anunciam como reforço a devolução de um atleta seu, dispensado pelo futebol periférico da Europa (Thaciano). É zombar do torcedor.

Já havia tratado de falta de sinergia, vide o texto de 06/06 Credibilidade …. e a culpa não é da torcida.

Essa massa torcedora que consegue, aí sim, um acontecimento épico, ser a quinta maior torcida do país, atrás apenas de Flamengo, Corinthians, São Paulo e Palmeiras, clubes do eixo  Rio-S.Paulo (eles que tem uma penetração impensável nas demais regiões do Brasil), à frente de Cruzeiro, Atlético Mineiro e, principalmente, Vasco da Gama, maior rival do Rubro-negro carioca.

Que, enquanto o Coirmão num Domingo à tarde, com chances de chegar à vice liderança da Série A, coloca um público de 26 mil, o Tricolor num horário horrível, Sábado às 11 h da manhã, com os administradores da Arena Grêmio atrapalhando o mais que puderam, pois bem, mete mais de 31 mil almas para ver Grêmio e Sampaio Correa, uma partida sofrível.

Nós, gremistas, estamos muito mal representados. E ainda somos os culpados pelos resultados em campo e as trapalhadas gerenciais de outras áreas. 

É uma sacanagem com o torcedor.

 

 

 


segunda-feira, 20 de junho de 2022

Opinião




O Perigo na Janela 

As atenções dos torcedores gremistas estão voltadas para as possíveis chegadas de Lucas Leiva e, menos, bem menos, Thaciano e Guilherme. São "reforços" para sair dessa inhaca que começou a feder desde o ano passado e parece que tão cedo não vai aliviar o ar dos torcedores.

Fala-se sempre que o Grêmio espera pela janela de Julho/Agosto, aí, sim, dizem, entrará na briga por uma das vagas de acesso. A Janela é uma aliada para estes cartolas.

No entanto, sabe-se que no planejamento azul está um item que é a venda de atletas para equilibrar financeiramente a balança do clube. É fato; é do conhecimento de todos, essa intenção.

Aí, reside o perigo. Basta olhar para o elenco e se pode pinçar escassos nomes: Brenno ou Gabriel Grando, Villasanti e Campaz, estes pela singela condição de atletas de Seleção; talvez, Bitello por ser jovem e ter aparecido bem no meio deste semestre e quem mais? Pois é, tem um nome que pode deprimir a massa gremista: Walter Kannemann.

A Direção tem na ponta da língua a "desculpa" para negociar o argentino: o tempo. A tal história dos seis meses antes do fim do contrato e a possibilidade dele negociar a sua saída de graça no final do ano, então, "para perder pouco", os dirigentes "houveram por bem", transacioná-lo.

Quem duvida?