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quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Especial

Feliz Ano Novo 

A todos os amigos do blog, que este 2026 seja, acima de tudo, um período de celebração da paz e da harmonia em nosso planeta, nossa casa. Que as conquistas sejam muitas e bem-vindas, acompanhadas de proteção e equilíbrio.

Feliz Ano-Novo!

quarta-feira, 11 de junho de 2025

Especial

 Como adquirir o livro Pequenas Histórias:

Um bom número de amigos estranhou a forma para adquirir o Pequenas Histórias (ebook) pela Hotmart. Infomo que após utilizarem o link https://go.hotmart.com/V100006689H basta apenas dar o clique no local indicado. O texto em latim é adotado em algumas plataformas de vendas, podem desconsiderá-lo para efetivar a compra. Basta o clique no "Buy Now-Compre agora", conforme o exemplo.

Abraços



sexta-feira, 6 de junho de 2025

Especial

Pequenas Histórias, o livro 

"Eu "fechava uma mesa", ainda assim, vi Paulo César Lima, o Caju, esticar uma bola para Renato, que enveredou e entortou o alemão como se estivesse jogando no estádio da Montanha, em Bento Gonçalves. Bateu entre o goleiro Stein e a trave. O arqueiro petrificou (com o perdão do trocadilho; para quem não sabe, Stein = Pedra, na língua de Goethe). Golaço!!!"

(O Jogo da Noite Eterna)

"Perguntado se não teve medo daqueles enfrentamentos, respondeu: - Não sei o que é isso. Sou de uma terra, onde as pessoas, se têm que fazer alguma coisa, vão e fazem."

(Vamos "Caciar", Telê?)

"Fora do campo, uma organização terrorista havia comprado 7.000 ingressos para o jogo e estava planejando fazer um protesto durante a partida. Mujahedin Khalq era um grupo baseado no Iraque financiado por Saddam Hussein, cujo principal objetivo era desestabilizar o regime iraniano.

Então, temia-se tudo naquele confronto pelo Grupo F, integrado também, por Iugoslávia e Alemanha, programado para o dia 21 de junho na cidade de Lyon."

(Uma Chance à Paz)

Estou apresentando o meu primeiro ebook, que é a quarta obra que produzo, o primeiro de crônicas, mais exatamente, crônicas esportivas. Acima, trechos de três delas que integram o livro sobre o Mundial em Tóquio em 1983, a vinda de Cassiá, jovem da fronteira do Rio Grande, que substituiu o capitão Ancheta (lesionado) nas finais do Gauchão de 1977 e o tenso confronto entre Irã e EUA na Copa da França, 1998, devido às suas relações políticas e diplomáticas.

São mais de 70 que mostram a minha relação de vida com o Tricolor e passagens curiosas presentes nas diversas edições do Campeonato Mundial de Seleções (Copa do Mundo).

Há 12 anos escrevendo neste blog, resolvi registrar parte das postagens dele (algumas são inéditas) neste livro digital, que disponibilizo para venda em dois formatos: Epub através da Amazon (é fácil fazer a busca nesta plataforma online, pelo título e/ou autor) e em PDF, neste caso, pela Hotmart, usando este link:  https://go.hotmart.com/V100006689H

É uma forma de lembrar do blog, quando ele encerrar "suas atividades". Espero que leve um bom tempo ainda.

Se gostarem, por favor, divulguem. 

Abraços.

bruxo niederauer




sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Opinião




A Rotina do Campo provoca textos iguais 


Começo a olhar as postagens anteriores e fico triste por aquilo que concluí: são chatas, porque são repetitivas. Dá até para fazer um "Manual Prático para Análise do Grêmio nos gramados", pois é mais do mesmo.

Neste Manual, a rotina da falta de consequência dos períodos de treinamentos, o espaçamento do meio de campo, a frouxidão na marcação, a transição lenta e o mais grave, a insuperável vocação para levar gols, mais de uma centena até agora nos Brasileiros de 23 e 24 são pontos indispensáveis. Nem menciono a indefinição dos titulares e a ausência de bons jogos em toda a temporada.

Aí, eu me tranquilizei, os textos são chatos e repetitivos, porque refletem o que se vê dentro das quatro linhas. É uma triste relação sado-masoquista, onde a pior parte (se é que uma é menos doentia do que a outra) cabe aos torcedores.

Para variar um pouco, eu recordo que um veterano jornalista gaúcho postou em 2022, que a febre de treinadores estrangeiros havia passado, algo que discordei no ato.

 Pois passados quase dois anos do texto dele, temos dois clubes brasileiros com treinadores estrangeiros decidindo a LA, três, o Brasileirão e a Copa do Brasil ganha por um técnico catarinense, mas que ficou 15 temporadas na Europa como jogador, onde conviveu quase uma década com Diego Simeone no Atlético de Madrid.

Essa febre de treinador estrangeiro "expandiu" como demonstro, logo a seguir nas 10 seleções sulamericanas que disputam as Eliminatórias para a Copa de 2026. Vejam a lista:

Uruguai,  o argentino Marcelo Bielsa, Venezuela, o argentino Ariel Batista, Colômbia, o argentino Néstor Lorenzo, Chile, o argentino Ricardo Gareca, Equador, o argentino Sebastian Beccacecce, Paraguai, o argentino Gustavo Alfaro, além, é claro da Argentina com Leonel Scaloni + Peru com o uruguaio Jorge Fossatti.

Sobram o Brasil que procurou Ancellotti e está com Dorival Jr. e a Bolívia com o boliviano Oscar Villegas.

Esta febre está mais forte e intensa com o passar do tempo. 

Esses países estão errados?


domingo, 31 de dezembro de 2023

Especial


Feliz 2024 


Desejo a todos os amigos do blog e aos seus familiares um ano novo repleto de saúde, paz, harmonia e prosperidade. Que essas palavras sejam lidas e vividas em 2024 em sua mais completa representação, cada uma delas exercitadas em sua plenitude.

E que valha a frase do lendário treinador  italiano Arrigo Sacchi: "O Futebol é a coisa mais importante dentre as coisas menos importantes." Apenas isso.

Feliz 2024.


domingo, 24 de dezembro de 2023

Especial


Feliz Natal 



Aos amigos que valorizam este blog com suas visitas e participações, desejo um Feliz Natal; que esse período de mais tolerância, amorosidade e amizade se estenda pelo maior tempo possível neste final de ano e em todo o 2024. Só nessa forma, o mundo ficará mais tolerante e humano. Vale a pena tentar.

Abraços a todos!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

Especial


Parabéns, Campeão do Mundo 

Foto: Masahide Tomikoshi

Antes, apenas o maior do todos, Pelé e a maior de todas as torcidas, a do Flamengo. E só! Apenas dois clubes brasileiros tinham o gostinho de gritar: Campeão do Mundo!

Naquele ano mágico para nós, torcedores, o Grêmio pintou de azul o planeta. Koff, Galia, Verardi, Espinosa, Ithon, De León & Cia com dois notáveis protagonistas naquela tarde em Tóquio: Renato e Mário Sérgio. Eles concretizaram o sonho de toda e qualquer instituição esportiva.

Lá se foram 40 anos. Aqui no Brasil, 10 para 11 de Dezembro, a massa Tricolor viveu uma Noite Eterna.

Parabéns, Imortal! Feliz Aniversário.

quinta-feira, 27 de julho de 2023

Especial


Quarenta Anos de Supremacia Tricolor 


28 de Julho de 1983! Uma data inesquecível para a Nação Tricolor. Quarenta anos nesta Sexta-feira. Depois daquele Inverno, o Rio Grande conheceu um novo Papão de Conquistas.

Fica o link da postagem dos 30 anos:

Descobrimento ou Conquista da América?

quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

Especial

 

ETERNO

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sábado, 2 de maio de 2020

Opinião


Especial


As Feras de Saldanha


Fonte: https://exame.abril.com.br/

Peço licença aos amigos do blog, acostumados a ler apenas notícias sobre o nosso clube, mas hoje, eu preciso exorcizar minha alma, tentar amenizar (imagino, parcialmente) a injustiça que se comete com um gaúcho de Alegrete, João Alves Jobim Saldanha, o homem que ajeitou os trilhos para que a Seleção Brasileira chegasse tão bem na Copa do México em 1970 e, a partir, do que seu viu neste período de "recuerdos" da mídia brasileira, tempos de Pandemia, alguns fatos chegaram sonegados ou incompletos; certeza que tive, quando busquei não confiar apenas na minha memória que para ela, estes fatos de 69 e 70 estão muitos vivos ainda, mas pesquisar nos órgãos da época.

Observem o que se disse recentemente, desta Seleção, seus méritos, suas virtudes e, aí, eu fui buscar o construtor dessa máquina de jogar futebol. Vamos aos fatos presentes nela com João Saldanha à frente do comando técnico:

- Era um time equilibrado, muito ofensivo, mas que sabia se defender. Nas eliminatórias, o Brasil jogou seis vezes, obteve seis vitórias, marcou 23, tomou apenas 2
- Sete tricampeões mundiais eram titulares na fase classificatória: Félix, Carlos Alberto, Wilson Piazza, Gérson, Jairzinho, Tostão e Pelé (vide foto acima)
- Uma das novidades era a ausência de um centro avante rompedor, Tostão ocupou o lugar de forma magistral, provou que ambos, ele e Pelé, poderiam jogar juntos. O "Mineirinho de Ouro" fez 10 gols nas Eliminatórias. Vale lembrar que o sucessor de Saldanha, deu uma declaração a Revista Placar número 2, datada de 27 de Março de 1970, página 7: - "Falta um Vavá na Seleção, um homem de choque que enfrente de igual para igual os gigantescos beques europeus... um ponta de lança capaz de aproveitar as bolas cruzadas na área". Aí, a justificativa para as convocações de Roberto e Dario
- A Seleção conseguiu acomodar vários camisas 10 entre os titulares; lá estavam eles: Gérson, Jairzinho, Pelé e Tostão. Mais tarde, o outro treinador incluiu mais um, Rivellino, mas a ideia de aproveitamento de craques juntos tem paternidade anterior

Além disso, Saldanha caiu em 17 de Março, setenta e oito dias antes da estreia, e se formos olhar os 22 convocados que foram ao México, 20 nomes estavam na lista de Saldanha. Entraram Roberto, Dario (uma solicitação do General Médici) e Félix (afastado por Saldanha, porém, seu goleiro em 69). Leão cortado posteriormente à saída do "João sem Medo", retorna com a lesão do ponta Rogério, isso, já em solo mexicano.

Finalizando: É indubitável, inegável, muitos dos méritos da Seleção campeã em 1970 tem sua origem nas ideias do jornalista e eventual treinador, João Saldanha.

A História é implacável, mesmo que queiram ignorá-la.