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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Opinião



O Pior treinador da Série A 

"O Grêmio não é o pior time do campeonato, porém está entre os quatro ou cinco piores, mas uma coisa e certa tem o pior treinador entre todos os times da série A."

Comentário feito às 7:09 h de hoje, presente na última postagem. É o resumo deste Grêmio de 2026.

Esqueçam a biografia de Luís Castro; ela veio para o Rio Grande, porém não desembarcou na Arena. Esqueçam os gestores; alguns são omissos, outros, apenas falastrões adestradores de alguns interesseiros de parte da imprensa esportiva (ou pior do que isso).

Lembrem que isso é mais do mesmo há anos, diria que desde 2019, depois dos 0 x 5 para o Flamengo, de Jorge Jesus, que escancararam as deficiências de grupo e, especialmente, de "jóquei".

Há na história dos Brasileirões (1971 até agora) dois momentos de seis derrotas consecutivas (dados que recebi do Alvirubro): uma com Cuca e Cláudio Duarte, quatro + dois, em 2004, e, exatamente 20 anos depois, seis com Renato.

 Confesso que temo que este triste recorde seja igualado este ano, se as providências urgentes (aqui na sua derivação de "urge", que diz ser inadiável) não sejam adotadas.

O time regride jogo a jogo, os setores permanecem isolados. Entre o meio e a defesa existe um oceano de águas tenebrosas, onde os adversários "deitam e rolam". No meio e no ataque, há um abismo, cuja tática envolve Weverton como o principal "armador", enquanto Carlos Vinícius é o "tour de force": ele deve receber o "bago", aguentar o tranco do zagueiro às suas costas, girar e tentar encontrar alguém pelos lados do campo. Tudo isso em fração de segundos.

A melhor sequência de passes gremista é quando Weverton passa para Wallace, que passa para Gustavo Martins, que passa para Weverton, que passa para Pedro Gabriel, que devolve para Weverton...

O técnico diz ter variações táticas ao longo dos jogos e até dentro de cada um deles. É um tal de 4-1-4-1, 4-2-1-3, mas o que eu vejo tão somente é 4.....3.....3, completamente espaçado, sem conexões entre si.

Quando afirmo que o time regride, não me refiro apenas ao placar de 0 a 3 de ontem, mas também ao fato de que, tanto o time quanto suas substituições, não apresentaram um jogador em destaque; na verdade, o único destaque, apesar da falha no primeiro gol, é o responsável por evitar uma derrota ainda maior, mantendo o placar em 0 a 3.

Até Pavón, notório pela sua dedicação e entrega, se apresentou apático, desconectado da partida, sendo substituído no intervalo. Ele pode ser criticado por diversos aspectos, mas nunca pela sua falta de dedicação e entrega em campo. O que houve na Arena do Galo?

A direção, por meio de seu gerente de futebol, põe a culpa na gestão anterior, mas torrou valor semelhante no início deste 2026 com contratações que não são titulares. A única indiscutível veio sem desembolso a terceiros, o goleiro.

Repito o que escrevi ontem: caindo para a Série B, o projeto a longo prazo com Castro se manterá? Afinal, futebol se faz com convicção, frase preferida do gerente de futebol, aquele amado pela banda podre da mídia tradicional e a outra, a fala do míster; "não sou de desistir".

"Se", repito, "se" Castro reverter esse quadro tão desfavorável (isso implica vencer fora de casa) e segurar o clube na Série A, ocorrendo isso, o mundo esportivo gaúcho estará mais uma vez bradando a expressão "inacreditável" e louvando a "imortalidade gremista", que para mim é sinônimo de incompetência no futebol.


domingo, 16 de agosto de 2026

Opinião



Grêmio muito perdido é goleado em Minas 

Começo por este link,  No sufoco em que coloquei o meu pessimismo, apesar da vitória e hoje à tarde, o meu receio se materializou. O time involui jogo a jogo e não é por falta de tempo para treinar.

Após as duas vitórias, olhei algumas manifestações nas redes sociais e na mídia tradicional; numas, a revolta pelas críticas da torcida, porque o time estava vencendo, e, na segunda, a banda podre do jornalismo esportivo já corria para elogiar Pelaipe pelo acerto nas vindas de Wallace e Diego Caito. Claro, estes elogios estavam represados pela "confraria". Numa primeira oportunidade, os vivas ao diretor técnico viriam, apenas não revelam a "paternidade" de Leonel Perez, Caio Paulista, Nardoni, Enamorado, etc... Aí, vale a omissão.

O Grêmio não enfrentou um adversário poderoso; o Atlético se aproveitou da ruindade tática e de erros individuais (Weverton e Caito) no primeiro gol e de toda a defesa nos tentos de Cuello. A derrota só não foi maior porque o goleiro gremista foi notável no segundo tempo.

Se não houver surpresas nos jogos restantes da rodada, o Grêmio vai para o Z4 e não será uma "surpresa".

Neste momento em que escrevo, Pelaipe chora as dificuldades herdadas da antiga direção. Tudo bem! Mas, em 8 meses, Castro não buscou esquemas diferentes, insiste nos erros táticos, insiste em jogadores que não dão retorno. Isso não tem a ver com gestões anteriores.

Segue reclamando da direção anterior que "doou" Cuiabano e Nathan Fernandes, porque é o Botafogo, mas quanto vieram para o Grêmio, nessa lógica, "doados"?

Estamos ferrados com esse tipo de comando no futebol.

Castro veio para fazer diferente, por isso recebeu aprovação da maioria da torcida; no entanto, nada do que fez em 8 meses difere de antigos treinadores gaúchos muito contestados.

Enfim, serão mais 7 dias para treinar, e o sentimento que tenho é que nada vai mudar em termos de resultados.

O que mais dizer? Os resultados não veem e a corda está apertando. 

Por fim, uma pergunta: Caindo para Série B, o trabalho a longo prazo previsto com Castro, ele se manterá para 2027?

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Opinião



O que que há? 

Essa história do Grêmio não ganhar fora da Arena não está sendo conduzida com a importância que este fator merece pela direção.

Não é aceitável que o clube da grandeza do Tricolor passe um turno inteiro do Brasileirão sem conquistar três pontos fora de casa.

Será o psicológico? Talvez, porque as dimensões dos gramados são as mesmas, as regras de arbitragem (em tese), idem, "calor" da torcida adversária? Bom, e quando o oponente bota três mil torcedores apenas, ou está em má campanha e a massa desiste dele? Ou é falta de bola (não creio, tem time pior)? Será esquema tático (é possível, como exemplo, vide o vexame da Inglaterra diante da Argentina na Copa)?

Quais sejam os elementos causadores, o importante é que não se está dando a devida importância dentro da instituição, e o perigo aumenta quando se sabe que, nas duas derradeiras rodadas, o Grêmio (se não mudar o calendário) encara Santos e Corinthians na Vila e em Itaquera.

Ou o Tricolor trata de vencer fora, ou o risco de rebaixamento aumentará e uma tarefa factível virará um dos doze trabalhos de Hércules.

Melhor começar a vencer já neste domingo.


terça-feira, 11 de agosto de 2026

Opinião



As Lições que o Campo justifica

Inicialmente, vou torcer pela boa ventura neste sorteio da Copa do Brasil. No estágio atual, toda a ajuda é bem-vinda, mas o assunto hoje será outro: as lições dentro dos gramados que o Grêmio cometeu, que coincidem com o pensamento deste que escreve:

- Há soluções nas séries B, C, etc. Wallace e Diego Caito, até o momento, justificam. 

- Beques pelo lado esquerdo da zaga, não necessariamente devem ser canhotos: Oberdan, De Léon, Edinho, Adilson Batista, Agnaldo, Mauro Galvão, etc., comprovam isso. Wallace é destro.

- Um goleiro extra-classe e um grande centroavante garantem várias vitórias ou empates preciosos.

- Ponteiros direitos pela direita e esquerdos pela esquerda apresentam melhores resultados, em especial para times que têm um camisa 9 de qualidade; o cruzamento vem de frente para o atacante, pegando os defensores "tortos". O fato de "uma vez na vida, outra na morte", o atacante de lado fazer gol, não justifica esta escolha pelos treinadores. Pavón cresceu na sua posição. 

Falta uma das minhas premissas, qual seja, um time precisa de um articulador, um meia. Se não querem utilizar Gabriel Mec, Castro vai ter que colocar Krovinovic, afinal, o croata não vai cruzar o Atlântico para disputar posição. Não será "carteiraço", mas tem que comprovar; caso contrário, vai para o banco, como foram Willian, Marcos Rocha, Braithwaite e outros.

sábado, 8 de agosto de 2026

Opinião



Vitória com muito sufoco 

Quem acompanha regularmente o blog sabe que eu fiquei muito feliz com a contratação de Luís Castro e imaginava uma revolução no modo de atuar e na gestão de futebol.

No entanto, hoje, contraditoriamente, eu temi pela real possibilidade de queda para a Série B até mais do que em momentos anteriores. A vitória desta tarde tem muito do apoio da torcida, da dedicação da maioria dos atletas, mas também das limitações do São Paulo e pela presença de um goleiro muito acima da média dos arqueiros brasileiros (para mim, nunca escondi, o melhor do Brasil).

A saída do Z-4 (só uma combinação maluca o conduz de volta), que deve ser comemorada, traz, da mesma forma, uma série de sobressaltos; o maior deles segue sendo o meio de campo insuficiente, que não apresenta a famosa "mecânica de jogo". 

A manutenção dos três volantes pode ser uma tentativa de estabilizar o time; no entanto, a perspectiva da presença de Gabriel Mec evidencia que a gestão do elenco, tanto pelo treinador quanto pela diretoria, está prejudicando o time, pois vitórias como essa poderiam ser mais tranquilas se, entre os "11", houvesse um jogador capaz de fazer a transição da bola para os atacantes com mais eficiência. Com ele, o time se transforma para "mais".

Onde anda o trabalho do míster?

Outro questionamento: quais substituições melhoraram o que se viu em campo? Amuzu?  Braithwaite? Léo Perez? Dodi ou Kannnemann?

Como pode recuar como se fosse um Olaria versus Barcelona?

Resumindo o meu sentimento: A vitória só foi garantida pela atuação de Weverton. Mais até do que Pavón e Wallace.

Será um longo caminho até a barreira dos 45 pontos.

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Opinião



Desassombrados 

Claro que o primeiro fator de sucesso de um time de futebol é a qualidade. Sem ela, se anda para frente, mas não se vai muito longe.

Porém, há outros que estão na maioria dos títulos dos clubes. Raramente, se vê numa conquista um grupo sem sangue ou dessasombrado. Tem que haver no elenco e nos 11, principalmente, jogadores de forte personalidade, o que não quer dizer "valentões explícitos", mas gente sem medo de ser feliz. Como já disse o Cássiá, quando veio de São Borja para o Imortal: "se tem que fazer, vai lá e faz".

Este Grêmio atual tem pelo menos quatro atletas com uma personalidade férrea, inabalável, mesmo diante de suas limitações ou do "entorno". São eles: Weverton, Marlon, Carlos Vinícius e Pavón.

Estão dando indicações de que podem chegar lá, Diego Caito e Wallace, que, aparentemente, não sentiram o peso do manto azul.

Se considerarmos que Villasanti não é capitão por acaso, nós temos, então, um número bem considerável de titulares que não se afrouxam diante dos obstáculos. 

É um ponto positivo.

Outro assunto: Mec não quis ir para a Ucrânia. É natural, quem iria para um país periférico do mundo futebolístico com o agravante de estar em guerra? 

Para relembrar: em 2017, Luan recusou ir para o leste europeu; o clube já o havia negociado. O craque recuou, Pedro Rocha aceitou ir e Luan se tornou campeão da Libertadores e Rei da América para o bem de todos e felicidade geral da Nação Tricolor.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Opinião



Classificado 

Resumo: venceu e está classificado.

O primeiro tempo do Tricolor só não foi superior ao Grenal dos 3 x 0. O time mordeu, pegou e resultou eficiente numa cobrança de falta memorável de Pavón, porque lembrou os melhores batedores em que alguns gênios batiam pelo lado da barreira, no oposto do arqueiro. Tacada de mestre.

Viu-se uma entrega acima da média (a média dos últimos jogos, bem explicado!), em que Villasanti e Pavón se sobressaíram, mas que teve uma bela atuação de Diego Caito, Nardoni e Noriega.

Na etapa final, o problema gravíssimo de preparação física. Não pode ser apenas resultante da grande aplicação tática dos 45 minutos iniciais, que afetou Amuzu, Diego Caito, Nardoni, Villasanti, Noriega e até Marlon, apesar do esforço descomunal que apresentou até o final. Algo há.

Castro acertou ao apostar no camisa 7, mas, se ele (o Mister) teve implicação na postura de recuo exagerado, abrindo mão de uma bola mais trabalhada, quando da recuperação dela, ele é merecedor de críticas. Não dá para tomar sufoco do Mirassol na Arena com a massa apoiando.

Em toda a partida (os 90 minutos), os destaques foram Villasanti, Pavón, Marlon e Wallace. Outros oscilaram, alguns até saíram "babando na gravata".

A lamentar, a postura de alguns dirigentes que não deram a cara nas derrotas e agora buscam os holofotes.

Tomara que a pegada seja mantida diante do São Paulo e que o croata esteja apto para atuar, pois a bola precisa chegar mais vezes até o centroavante. Diria mais, e em melhores condições.


domingo, 2 de agosto de 2026

Opinião



Empate reforça o mau momento gremista 

O olhar poderia ser de otimismo, porque passou invicto pelo jogo de ida na casa do adversário. Normalmente é isso, mas eu não consigo ver algo positivo a não ser sair "vivo" para a decisão da volta. Só isso.

Por quê?

- Porque, excetuando Weverton e Carlos Vinícius, Gabriel Mec é o melhor jogador do elenco. Pelo menos, a amostragem e a expectativa indicam isso, e ele é banco.

- Porque o time sofre gols em todos os jogos e ultimamente está marcando poucos, então a tendência é de ter de marcar dois para não encarar os tiros livres. Ou alguém imagina sair quarta-feira sem ser vazado?

- Porque Castro não muda o esquema, desprezando todos os indicativos que o gramado aponta. 

Sobre a partida desta noite: 

- Diego Caito fez uma partida igual ou superior à de Pavon. Merece sequência.

- Wallace, idem. Ele não ficou devendo ao atual Kannemann, porém, mais jovem.

- O meio de campo só tem uma vaga garantida, a de Villasanti, isso, em função da lentidão de Noriega e Nardoni.

- Amuzu e Tetê foram decisivos para o empate, mas estiveram longe de fazer um jogo bom.

- Não houve "abastecimento" ao centro avante. Na que foi, ele acertou um chute magistral, mas encontrou Walter numa defesa iluminada.

- Jovane Cabral não acertou nada. Tomara que seja só a fase de adaptação.

Então, praticamente, foi mais do mesmo.



sexta-feira, 31 de julho de 2026

Opinião



A Direção tem a maior fatia do Fracasso 

Critica-se muito o treinador que tem errado "pra caramba", em especial quando não abre mão de um esquema que tem se mostrado ineficaz e, mais grave, pernicioso para o time. 

Ter três atacantes, quando o meio de campo não se impõe com um trio de volantes, é uma desinteligência incompatível com a biografia do mister, que surpreende negativamente até os jogadores do grupo. 

E aí entra ou deveria entrar a direção. Não se trata de se intrometer no trabalho do treinador, mas de cobrar um funcionário do clube que é muito bem remunerado para não apresentar um desempenho minimamente satisfatório. Será que ela, a direção, se sente refém do treinador pelo contrato "predador" que fechou com Castro? Será que não pode sugerir mudanças no "coração" de um clube de futebol, isto é, o que ele apresenta nos gramados?

E essa conversa de herança maldita de gestões anteriores? Mas quem contratou Perez, Nardoni, Tetê, Enamorado, Caio Paulista, etc.?

Lógico, tem alguns estrangulamentos, como ter que liberar Arthur (2.800 milhões mensais) e a necessidade de vender Viery, que são ações inevitáveis. Então, antes de ser uma crítica, o que fica é uma constatação: O time enfraqueceu.

O que fica de positivo até agora? O título do Gauchão e a vinda de Weverton. Se mantiver Carlos Vinícius, eu também vou considerar um acerto espetacular. Será que ele fica?

Finalizando, recebi de um amigo, um gremista dos "quatro costados", uma crônica do jornalista Moisés Mendes, que não vou postar o link aqui para não dar margem a interpretações de cunho político ao blog, mas recomendo que pesquisem nos sites (de busca) o artigo dele intitulado "O aparelhamento de um clube de futebol".

Façam isso e entenderão por que o Grêmio de Luiz Carvalho, Foguinho, Telêmaco, Gessy, Renato, Tarciso, Adilson Baptista e principalmente, nosso clube, está à beira de ficar apenas na lembrança, pois irá se transformar noutra "coisa".


quinta-feira, 30 de julho de 2026

Opinião



Castro não cai, por enquanto 

Tenho uma frase nos esportes que eu acredito que é: a surpresa só se apresenta de surpresa. 

Mas, desta vez, eu, que sempre fico com um pé atrás diante de uma (pseudo) barbada, caí do cavalo. Não acreditava em eliminação em casa, mesmo diante do fraco, porém organizado, Bolívar.  Pelo que ocorreu no gramado, é injusto dizer que foi zebra.

Ao contrário de outras derrotas, hoje eu não "envaretei" com o resultado. Talvez, como li num comentário na postagem anterior, com meia hora de partida, a esperança tenha desaparecido. O Tricolor não venceria nem por decreto, e eu me convenci disso antes do final da primeira etapa.

Castro tem muita responsabilidade na desclassificação. Se nesta citada postagem anterior eu elogiava uma (suposta) escalação equilibrada do meio para frente, logo que vi a nominata de três volantes muito parecidos e meio time reserva, não entendi onde o treinador queria chegar. Ele tinha que atacar e deixou a posição de armador de fora. Se não quisesse Mec, que entrasse com Monsalve, Riquelme ou até Jefinho, enfim, alguém com características mais ofensivas do que Dodi, para citar um do trio escalado.

O jogo foi comprovando os erros do técnico, a decadência de Kannemann, que, sem o viço da juventude, vira um zagueiro batível a qualquer momento, como ocorreu no tento único da partida.

No mesmo lance que mostrou uma limitação de Grando, que a maioria dos goleiros gigantes e pesados tem, qual seja, a bola rasteira e rápida; a resposta (reação) deste tipo de arqueiro é lenta (caso de Lucas Perri). 

Braithwaite não é Carlos Vinícius. Ponto final. Matheus Nascimento é mais jogador que André Henrique, outro ponto final. E Amuzu? Bah! Indiquem o caminho do Salgado Filho para ele, que quer renovar por 1,5 milhão por mês. Uma nulidade.

Tetê, Enamorado, Pavón, Gustavo Martins, Nardoni, Marlon, etc... Ninguém se salvou esta noite.

Se existe algo de positivo nesta derrota, é o alívio no calendário em detrimento ao interesse financeiro e a alegria da massa torcedora. Só.

Luís Castro precisava de tempo para mostrar o trabalho; aí, ele teve a parada da Copa.

Só não sai pela multa rescisória que informam ser de milhões de reais.

A gente se apega em qualquer coisa, nestas situações. Noutro momento, nós, torcedores, pedimos a saída de Mano na derrota em casa para o Sport. Ele ficou e segurou a bronca, e o time permaneceu na Série A.  Será que vai funcionar com o português?

Pior é ouvir uma parcela da torcida pedir por Renato, sem se dar conta de que ele é um dos engenheiros do estado de coisas que grassa no Humaitá, desde 2019. É como tomar analgésico para combater câncer.


Opinião



Dia de passar de Fase 

Hoje, a convicção de que o 2 x 3 na altitude foi um resultado "prático" será posta em prova. Se passar, apaga o revés e o olhar é para a próxima fase.

A escalação provável indica um time coerente com dois volantes "híbridos", em tese,  atacam e defendem: Villasanti e Nardoni, e um meia de articulação, Mec, na frente, dois pontas e um centroavante (Braithwaite).

Dá, e deve, passar de fase.

Outra situação: a presença no Z-4 é péssima, porém, com um jogo a menos, quando ele começar a cumprir este atrasado, no trilar inicial da partida, ele já estará fora desta turma. É ruim, mas não desesperador.

Aliás, escrevi que, se o nosso objetivo é apenas escapar do rebaixamento, o negócio era enxugar a folha. (23 milhões de reais) e buscar um novo elenco, vide: Folha, terceiro parágrafo.

A Direção está indo ao encontro deste pensamento.

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Opiniao



Um pouco de otimismo

O ano de 2026 é de muita (justificada) crítica da torcida ao clube. Excetua-se o título gaúcho, cujas causas têm a "mão" do principal concorrente, que rateou num único jogo e abriu o caminho para o Tricolor botar faixa no peito e taça no armário.

Porém, hoje, olhando os últimos movimentos da direção, dá para encontrar chances de darem certas as contratações mais recentes. Usando de otimismo, vejam:

- Diego Caito estreou muito bem. Tudo bem, houve um lateral-direito trazido por Luxemburgo chamado Toni, que na estreia "rebentou a boca do balão", mas...

- Matheus Nascimento, eu o vi ser o destaque em mais de uma partida do Glorioso; oscilou, mas pode renascer no Imortal.

- Wallace é para grupo.

- Jovane Cabral disputou a Copa do Mundo com uma seleção sensação do torneio. É "cascudo", não vai tremer.

- Krovinovic é experiente, sem ser um veterano. Conhece o idioma, não custou nada além do salário, que será de R$ 400 mil ao mês. Para se ter ideia do bom negócio em números, Maripan, o chileno contratado pelo Coirmão, um zagueiro lento que lembra Rogel, veio por 1 milhão a cada 30 dd, vide Maripan.

Lógico, essa é uma expectativa positiva, a realidade poderá confirmar ou não.

Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.


domingo, 26 de julho de 2026

Opinião



Empate num jogo ruim 

Assistir a jogos como o do Inter e do Tricolor neste final de semana frustra a quem gosta do bom futebol, em especial depois de alguns confrontos na última Copa do Mundo, onde até países sem tradição na competição jogaram bem.

Então, quando eu leio/ouço que Grêmio e Fluminense fizeram um bom enfrentamento, eu vejo que algo está muito errado: eu ou o futebol.

O Tricolor trouxe um trio de volantes, o que, à princípio, mostrava uma intenção de mudar o estado de coisas das mais recentes apresentações; no entanto, acontece que Noriega, Nardoni e Villasanti deixaram o meio gremista muito lento, em especial o peruano.

Tetê e Amuzu, pelo que mostraram esta noitinha, estão "usurpando" o lugar de Enamorado, por mais limitado que este seja. Pelo menos, a entrega do colombiano é muito maior e, assim, o resultado prático para o time é levemente superior.

Pavón compromete defensivamente, mesmo com toda a transpiração. Aliás, tratando de comprometer, por favor, direção, preserve Walter Kannemann, proteja o ídolo, ele está num processo de final de carreira. Cada partida sua é risco para o time.

 Hoje, além da penalidade de amador, noutro lance, o recuo para o goleiro é digno de Werley ou Bressan, e Grando, que fazia boa partida, mostrou que, num sufoco, não tem o "cacoete" de usar bem os pés. Era bola para rifar para a lateral. Tocar com as mãos só não foi a pior tomada de decisão, porque contou a má jornada (mais uma) da árbitra.

Entre os aspectos positivos, destacam-se o retorno de Marlon, apesar da falta de ritmo, as boas estreias de Caito e Jovane Cabral, além da sorte que parece não ter abandonado o Tricolor.

No fim, o empate foi um prêmio, porque o Grêmio correu atrás no placar. Se a ordem dos gols fosse contrária, a massa estaria mais decepcionada ainda.

sábado, 25 de julho de 2026

Opinião



Jeito de Decisão 

Dá para dizer que este jogo de amanhã é o mais importante na caminhada do time e tem jeito de pedreira, basta ver a escalação do clube carioca. Vejam: Fábio, Thiago Silva, Guilherme Arana, Hércules, Acosta, Hulk, Cannobbio; é muita gente talentosa. E tem um treinador que está tirando muito mais do que o anterior.

É momento de superação, concentração e contar muito com Werverton e Carlos Vinícius. Os demais, coadjuvantes na prática, precisam transpirar muito para não colocar o Tricolor no Z-4.

Há novidades no banco, Cabral, Caito, Matheus Nascimento, mas não dá para colocar nos ombros deles sair de imediato desta situação que persiste nas mais recentes performances do clube no Brasileirão.

Confronto de prognóstico complexo.


quinta-feira, 23 de julho de 2026

Opinião



Uma Derrota "peleada" 

Pelo que eu esperava, o desempenho físico e anímico gremista me satisfez. Embora nunca seja bom perder, um jogo fora de casa em um ambiente inusual, em que se sai derrotado por uma diferença mínima, consegue voltar "vivo" e trazer a decisão para o seu campo, pode ser considerado um resultado aceitável.

Houve erros grosseiros, alguns do conhecimento geral, como a inaptidão de Pavón para a marcação (na frente, ele foi muito bem); Perez errou o posicionamento no início do confronto, e isso promoveu o 0 a 1, gol de cabeça. No segundo, novamente, o lateral argentino improvisado foi batido.

O que surpreendeu? O poder de reação, isto é, por duas vezes (Villasanti e Tetê), o Grêmio buscou o empate, além de jogar mais verticalmente em relação às jornadas anteriores.

Na etapa final, a altitude deu o tom do sufoco e aí apareceu o grande goleiro. Weverton garantiu o placar acanhado para o Bolívar e, no segundo gol sofrido, ele ainda conseguiu tocar na bola, algo que outros goleiros de menor envergadura não chegariam no lance, portanto, não considero falha.

Além do arqueiro, gostei do Pavón, parte "ofensiva" e Villasanti, mostrando que o Tricolor ganhou um titular no meio.

Para encerrar, essa derrota só se fará palatável, se na disputa da semana que vem, o Imortal conseguir avançar para a próxima fase.


terça-feira, 21 de julho de 2026

Opinião



Diagnóstico 

Esta semana, mais do que em outras, as notícias, opiniões e palpites sobre o que o Grêmio precisa pipocaram na mídia e nas redes sociais. Aqui mesmo, eu dei meus pitacos; não teve como não esconder o sentimento de tristeza sobre o momento Tricolor e, mais ainda, sobre as consequências para o clube, se a situação se mantiver nesta "toada".

E o tiroteio atinge direção, comissão técnica e jogadores. Todos, em maior ou menor grau, são eleitos os responsáveis pelo quadro atual.

Neste caso, o presidente, mais do que ninguém, deve buscar, dentro de todos esses elementos (seus pares eleitos no final de 2025, comissão técnica e jogadores), quem são os causadores do baixo desempenho do time ao longo de 2026.

Tem omissão dos companheiros do primeiro mandatário? É a comissão técnica insuficiente ou incapaz? São os jogadores dominando o vestiário e dando as cartas do que pode ou não pode dentro do campo?

De certeza: o futebol não vai aparecer por mágica, os resultados, idem. Não, as melancias não vão se ajeitar no andar da carreta.

As direções anteriores apostaram na inércia e deixaram o barco afundar. De tudo que houve de ruim, algo bom pode ser extraído destes fracassos: O que deve ser evitado neste ano.

O exemplo está na recente biografia da instituição. 

domingo, 19 de julho de 2026

Opinião


 

Convicção nova

Ouvi as entrevistas de final de jogo do presidente Odorico, do técnico Castro e de Pelaipe, responsáveis pela condução do futebol gremista nesta gestão. Fui surpreendido pelo último, que deu uma guinada impressionante nas suas convicções, quando se pronunciou que mudanças de treinador não surtem efeito, citando as saídas de Roger, Renato, Mano e, portanto, Castro deve continuar.

Pelaipe é um daqueles fenômenos cuja biografia no Grêmio é recheada de, digamos, azares na condução do futebol gremista. É ele quem traz e demite Vagner Mancini, sem derrotas, e contrata para o seu lugar.... Celso Roth (2008).

Outra lembrança que tenho de seu trabalho diz respeito às vindas de Fábio Aurélio, Sorondo, Amoroso, Kelly e Rodrigo Mendes (sua quarta passagem), todos, sem exceção, sem condições físicas. Não conseguiram jogar ou estrear.

Em 2011, para substituir Julinho Camargo, novamente, ele traz... Celso Roth.

Além disso, há as contratações de Léo Gago e Marco Antônio (ex-Lusa) para formar o meio de campo titular do Tricolor, situação só corrigida com a vinda de Luxemburgo, que indicou Elano e Zé Roberto.

Outra situação que me faz reforçar o sentimento com relação ao trabalho de Pelaipe é que Fábio Koff nunca o teve no departamento de futebol dos profissionais.  Pergunto: Koff não entendia de futebol?

Portanto, fico surpreso com a mudança de comportamento em relação à visão dos desempenhos de técnicos. Para ele, neste momento, trocar o treinador é algo que não se admite num planejamento de um clube. Está errado hoje ou esteve no passado?

Parece que a multa de Castro, que informam ser de 40 milhões de reais nada tem a ver com a alteração do modus operandi do dirigente gremista. É convicção.

De qualque forma, para conhecer um pouco do trabalho dele, momentos bons e ruins, deixo um link Ge Globo - Pelaipe.

Sugiro que leiam até o fim, o texto do GE Globo.

Será que o Tricolor vai se manter na Série A com essa trinca?

Obs: Frase sobre Brandão retirada do texto, porque a acusação não resultou em condenação.






sexta-feira, 17 de julho de 2026

Opinião



Grêmio retornou pior 


Se havia dúvidas quanto à necessidade de mudanças radicais no Tricolor, o retorno nos amistosos e no Brasileirão, evidenciado pelo que se viu esta noite, confirma que nada vai mudar dentro de campo em decorrência do que se viu esta noite. Serve para confirmar que nada vai mudar dentro de campo a partir do trabalho da Comissão Técnica e do desempenho das "estrelas" do elenco.

O Grêmio caminha a passos rápidos para o Z-4 e, em consequência, para a Série B em 2027. Não há comprometimento de alguns jogadores, há um desrespeito à figura do treinador, e ele fez por merecer esta "indiferença" do grupo às suas ideias. Resultado: o Grêmio é quem perde.

Para ganhar 21 pontos em 19 rodadas, não ficar na liderança no grupo da Sul-Americana, não se pode gastar 23 milhões de reais por mês. Para cumprir esse caminho, dá para pegar jogadores com menor nome e uma comissão técnica "comum", sem grife.

Serve também para Pelaipe, Luiz Felipe e outros menos conhecidos. Repito, para essa performance, para o objetivo de fugir do Z-4, dá para formar o elenco com metade destes valores.

Castro está errando muito. A vida é assim: Na década de 70, Roberto Dinamite ficou um mês no Barcelona e este o devolveu para o Vasco. Dinamite era ruim? Maior artilheiro da história do Brasileirão. Castro tem uma biografia respeitável, assim como Paulo Autuori, mas não deu certo. Deu para ele. Paciência. Vida que segue.

O treinador recebeu a aprovação e o incentivo maior do que seus anteriores pela massa torcedora, mas isso ficou lá atrás. É história. Agora, o que justifica a escalação de Caio Paulista ou a manutenção do esquema 4-3-3? E o Leonel Perez? A utilização de Kannemann, um ex-jogador, lenda gremista que deve ser preservada.

Continuando: ingressam Willian, Marcos Rocha para mudar o jogo? O que fizeram Braithwaite e Riquelme (eles não têm culpa) sem função em campo. O dinamarquês ainda começou a melhor jogada que resultou em gol.

E a entrevista do Pelaipe? Sem comentários. "Só a morte não tem solução." Confirma o que penso sobre suas passagens anteriores.

Olha, o melhor "reforço" gremista é a ruindade dos adversários. 

Paro por aqui, porque estou de cabeça quente e o melhor nessa hora é fechar a boca e organizar as ideias. 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Opinião



Telê e os outros 

Está certo, Telê perdeu uma Copa quase ganha, perderia outra, caindo invicto nos tiros livres, sofrendo apenas 1 gol, mas ele era arrojado, seus times jogavam bola e se mostravam estruturados. Arrisco a dizer que, quando perdeu, o material humano falhou individualmente dentro dos gramados em ambas as Copas.

Assisti na íntegra Argentina vs. Inglaterra (ontem) e não tem como avaliar positivamente o trabalho do treinador alemão do English Team. A queda tem sua assinatura. 

Ele plasmou a antítese do pensamento do técnico mineiro. Um horror. Servirá para demonstrar o que não deve ser realizado numa disputa de semifinal, em que, em tese, a disparidade, se houver nesta fase da Copa, jamais justificará a atitude (alguns chamarão de estratégia) de abdicar por completo de uma das três possibilidades de um confronto (vitória, empate e derrota).

Gordon marcou aos 10 minutos do segundo tempo e, a partir dali, como se fosse possível numa disputa que leva para a final da Copa, o comandante técnico britânico colocou "dois caminhões" à frente de sua meta por quase 45 minutos (considerados os acréscimos) diante de um adversário que estava vitaminado pelos embates "épicos" das oitavas e quartas de final. 

Uma "desinteligência" semelhante à que nós, gaúchos, rotineiramente presenciamos em ação por retranqueiros clássicos do futebol daqui. 

Alguns até incensados pelas confrarias predatórias, que minimizam seus fracassos.

Fechar-se como se fechou a Inglaterra tem consequências imediatas:

- Traz o desafiante qualificado para o seu campo.

- Sem atacantes agudos (pelo menos, um), o gol a seu favor só viria pelo bafejo da sorte.

- Incute nos seus jogadores a ideia de inferioridade, porque a vantagem passa a significar algo fantástico e imerecido, desconsiderando que a Argentina em 7 jogos sofreu 7 gols.

- Após empilhar zagueiros e volantes, desprezou a hipótese de sofrer o gol de empate na "finaleira" dos 90 minutos e teria que mudar novamente o esquema de jogo para a prorrogação.

- Por fim, na alternativa de sofrer o empate, como ficaria o estado anímico de seus jogadores? E se houvesse tempo para uma virada, suportariam? Respondo: Não, não suportariam.

A Copa do Mundo está apresentando acontecimentos que devem servir para todos os "professores", místeres do universo futebolístico.

terça-feira, 14 de julho de 2026

Opinião



Vinde a mim

No dia de decisão antecipada da Copa do Mundo, eu prefiro postar sobre o nosso Tricolor, um assunto sobre o qual tenho opinião consolidada, qual seja, clubes da primeira divisão brasileira recebem ofertas de jogadores diariamente.

E nesse universo, se o dirigente for diligente e conhecedor, ele poderá trazer jogadores de qualidade oriundos das séries "de baixo".

Alguém poderá "resmungar": — Bruxo, lá vem tu sugerindo jogador "pequeno" para nós sairmos desta inhaca.

Bom, aí eu respondo: há bons exemplos de atletas que tiveram formação na base de grandes instituições, que, por não terem oportunidades ou paciência, rumaram para outros "mares". Exemplos? Muitos. Vou citar alguns: Roger Guedes no Criciúma, Marlon Freitas no Atlético Goianiense, o goleiro Lucas Perri no Náutico, Léo Jardim no Vasco, Raphinha (atual Barcelona) no Avaí, Roberto Firmino no Figueirense, mais no passado, Fernando Prass no Coritiba.

Então, a questão é a prospecção correta, independente da origem do atleta, isto é, sempre entra a competência de quem avalia o que é melhor para o clube.