Grêmio goleia o frágil Pelotas
Por um distração e a informação equivocada de que a partida seria às 22 h, eu não vi o primeiro tempo. Perdi nada pelo o que ouvi.
O segundo tempo mostrou um placar irreal pelo desenvolvimento do jogo. Começou pela penalidade não marcada para o Pelotas que poderia alterar o rumo do confronto, embora isso fosse difícil pelas limitações do clube do Sul, que trocou o treinador, teve jogadores impedidos de escalar e algumas lesões, além da diferença brutal de recursos humanos. Seus atletas são muito limitados.
Ainda assim, ele resistiu bem a primeira metade da etapa final, mas em 12 minutos (22 a 34), a casa do visitante caiu. Portanto, em 3/4 do embate, ele ficou empatado.
O primeiro mostrou o faro de gol de Ricardinho; primeiro toque na bola acabou no fundo da rede. O segundo é uma falha grosseira defensiva entre os Gabriel (Leite e Silva) e Alisson empurrou para o arco vazio. O terceiro foi de falta, Diego Souza bateu mal, que desviou na barreira, mas, mais uma vez, Gabriel Leite teve participação determinante ao arrumar de forma deficiente a sua barragem. O quarto, Ferreira empurra o lateral, o juiz interpretou como lance legal e o camisa 11 bateu muito bem, encerrando a goleada. 4 a 0.
Individualmente: uma bela defesa de Brenno, a zaga andou atrapalhada (Heitor cometeu penalidade), Rodrigues apareceu mais nos lances em que reclamou de Brenno. Vanderson, o melhor e Diogo Barbosa atuou bem avançado, mas sem nada de produtivo.
No meio, incrivelmente, o melhor foi Thaciano que entrou no intervalo, Matheus Henrique, um carimbador, como se dizia antigamente; "um carbono, uma cópia" da movimentação de Maicon, esse que repetiu aquela movimentação horizontal fez a bola passar da esquerda para direita, da direita para a esquerda e ... nada de relevante.
Alisson fez o gol e iniciou o lance do primeiro, Diego Souza, o mérito da cobrança de falta e só. Ricardinho tem o faro de gol, cada vez me convenço que é o atacante do último toque. Está à frente de Churín. Pelo menos, o Churín de 2020.
Deixo para o final, o grande destaque: Ferreira. O mais acionado, o mais produtivo e, desta vez, o chute feliz em curva com efeito procurante que tanto ele tenta.
Um derradeiro parágrafo: enquanto escrevo, ouço uma entrevista constrangedora de Romildo Bolzan, tentando explicar a sua mudança de comportamento com relação ao episódio Rafinha e Renato dando muitas explicações, tentando evidenciar a pseudo importância do presidente na contratação do veterano lateral.
Conta outra!