No dia de decisão antecipada da Copa do Mundo, eu prefiro postar sobre o nosso Tricolor, um assunto sobre o qual tenho opinião consolidada, qual seja, clubes da primeira divisão brasileira recebem ofertas de jogadores diariamente.
E nesse universo, se o dirigente for diligente e conhecedor, ele poderá trazer jogadores de qualidade oriundos das séries "de baixo".
Alguém poderá "resmungar": — Bruxo, lá vem tu sugerindo jogador "pequeno" para nós sairmos desta inhaca.
Bom, aí eu respondo: há bons exemplos de atletas que tiveram formação na base de grandes instituições, que, por não terem oportunidades ou paciência, rumaram para outros "mares". Exemplos? Muitos. Vou citar alguns: Roger Guedes no Criciúma, Marlon Freitas no Atlético Goianiense, o goleiro Lucas Perri no Náutico, Léo Jardim no Vasco, Raphinha (atual Barcelona) no Avaí, Roberto Firmino no Figueirense, mais no passado, Fernando Prass no Coritiba.
Então, a questão é a prospecção correta, independente da origem do atleta, isto é, sempre entra a competência de quem avalia o que é melhor para o clube.

Grêmio aceita negociar Gabriel Mec por 12 milhões de Euros, sendo que Viery saiu por 17 milhões. Como liberar um meia extremamente promissor por 5 milhões a menos em relação a um zagueiro? Um meia nunca, JAMAIS, poderia ser negociado por um valor menor que um defensor. Coisas de Grêmio!!! É por essas e outras que, as vezes, dá vontade de parar de torcer para esse clube.
ResponderExcluirConcordo. É a mais antiga da Economia. Um meia é raro, atualmente.
ResponderExcluirQuis dizer a mais antiga lei..
ResponderExcluirGrêmio estaria acertando com o zagueiro Nicolás Valentim, argentino, da Fiorentina e que estava emprestado para o Herta Verona que, inclusive, foi rebaixado no campeonato italiano, salvo engano. Jogador, segundo informações, com histórico de lesão muscular e extremamente comprometedor defensivamente. Se esta contratação se confirmar, aí é realmente o fim da picada.
ResponderExcluirComo nunca tinha ouvido falar desse jogador, fui fazer uma pesquisa aprofundada sobre ele. Vou deixar aqui um resumo do que encontrei:
ExcluirAtuando emprestado ao Hellas Verona na Série A, o zagueiro alternou entre a titularidade e o papel de reserva imediato. Ele fez parte de um sistema defensivo bastante exigido em uma liga de forte imposição física
Jogos Disputados21 partidas (15 como titular)
Minutos em Campo1.410 minutos
Gols / Assistências 0/0
Desarmes Certos20 (Total de 24 tentativas)
Cortes / Rebatidas132 ações defensivas
Precisão nos Passes77% de acerto (336 passes certos)
Cartões Recebidos7 Amarelos / 1 Vermelho
O jogador demonstrou excelente eficiência em combates pelo chão e alto volume de rebatidas (cortes), mas o número elevado de cartões evidencia seu estilo de jogo agressivo e viril.
O histórico de lesões de Nicolás Valentini exige atenção do departamento médico, especialmente por conta do padrão físico apresentado durante a sua última temporada na Europa. Enquanto esteve no futebol sul-americano defendendo o Boca Juniors, o jogador apresentou uma sólida durabilidade, sofrendo apenas problemas menores (como um traumatismo na perna esquerda que gerou um susto rápido antes da final da Libertadores de 2023).
No entanto, o panorama mudou consideravelmente com a transição para a intensidade do futebol italiano.
Resumo do Histórico Clínico (Hellas Verona — Temporada 2025/2026)De acordo com os boletins médicos de portais como o Transfermarkt e comunicados oficiais do Hellas Verona, o defensor enfrentou problemas musculares recorrentes em sua passagem pela Série A:
Lesão de Segundo Grau no Bíceps Femoral (Agosto/Outubro de 2025): Sua lesão mais séria na Europa ocorreu logo no início da temporada, durante uma partida da Copa Itália contra o Audace Cerignola. Ele sofreu uma ruptura de segundo grau no músculo posterior da coxa esquerda, desfalcando a equipe por 44 dias (perdeu 6 jogos).
ExcluirFadiga / Lesão Muscular na Coxa (Janeiro de 2026): Afastado por 12 a 13 dias, desfalcando o elenco por 2 partidas.
Problemas Musculares Reincidentes (Fevereiro de 2026): Nova baixa que o retirou dos gramados por mais 21 a 22 dias, fazendo-o perder mais 3 partidas.
A avaliação de Nicolás Valentini na Itália variou entre a expectativa de um "achado" promissor e as duras críticas à sua falta de disciplina tática em uma liga altamente rigorosa. Por ter jogado no Hellas Verona — uma equipe que enfrentou enorme instabilidade e acabou rebaixada para a Série B —, o zagueiro esteve constantemente sob os holofotes, tanto pelos seus pontos fortes quanto pelas suas falhas.
Os principais jornais e portais italianos (como La Gazzetta dello Sport e Tuttomercatoweb) enxergaram Valentini como um jogador de duas faces:Elogios à Imposição Física: A imprensa destacou sua capacidade de resistir à pressão e o alto volume de rebatidas (cortes) dentro da área. Em jogos contra times que usavam muito o jogo aéreo, ele frequentemente recebia notas positivas (médias entre 6,5 e 7) por "limpar a área".
Críticas à "Ingenuidade" e Impulsividade: Os analistas táticos italianos foram rigorosos com os seus erros de julgamento. Ele foi muito criticado por cometer pênaltis bobos por toque de mão e por sua abordagem agressiva demais no combate, o que resultou em cartões frequentes. Na sua última partida da temporada, contra a Roma, o jornalismo local não poupou críticas à sua expulsão por duplo amarelo, que selou uma nota baixa (5.0) em suas avaliações de rendimento.
O sentimento da torcida dividiu-se entre os dois clubes que detinham seus direitos:1. Torcida da Fiorentina (Clube Detentor)Decepção e Desapego: Os torcedores da Viola criaram grande expectativa quando ele foi contratado a custo zero junto ao Boca Juniors. No entanto, ao vê-lo ser repassado imediatamente por empréstimo e não se consolidar como um zagueiro de elite na Série A, a torcida passou a apoiar sua venda definitiva. Na visão dos torcedores de Florença, recuperar o investimento vendendo-o ao futebol brasileiro é considerado um bom negócio para o clube.
ExcluirTorcida do Hellas Verona (Onde jogou)Relação de Amor e Ódio: Para os torcedores do Verona, Valentini representava o espírito de luta que o time precisava para tentar fugir do rebaixamento. Ele era adorado pela raça argentina e pelos desarmes viscerais. Por outro lado, a torcida sofria com a sua falta de controle emocional, já que o time, que já era limitado tecnicamente, frequentemente ficava exposto devido aos cartões e suspensões que ele acumulava na reta final do campeonato.
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Minha opinião: vão gastar pólvora em chimango!
Seria uma espécie de Rodrigo Ely?
ResponderExcluirPelo visto, bem pior!
ExcluirA direção do Grêmio realmente parece não aprender com os próprios erros. LAMENTÁVEL!!!
ExcluirNa Copa do Mundo confirmou-se a minha opinião sobre as favoritas p/ a Copa e a Inglaterra estava como última colocada. Hoje acabou perdendo p/ uma seleção de mais refino técnico e que acima de tudo possui um diferencial chamado Lionel Messi. Vitória da garra e da persistência. Torci contra a Argentina mas devo reconhecer que foi superior, principalmente na 2a. etapa. Sobre a Inglaterra uma constatação: uma seleção que jogou no limite e que se acovardou no 2° tempo, jogando todo o time para trás. Times covardes invariavelmente se dão mal.
ResponderExcluirE é um "vírus" universal. O que tem de retranqueiro!!!!
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