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domingo, 31 de outubro de 2021

Opinião



Vergonha!

Olha! quando a gente pensa que não tem como piorar a situação do Grêmio, vem essa entregada no momento em que o Palmeiras dava os primeiros sinais de instabilidade, pois a desvantagem no placar ia para o seu intervalo e no final do jogo para todo o Brasil, a cena estúpida que vai condenar o clube nesta reta final ou no ano que vem na Série B.

A partida passa a ser assunto secundário à medida em que fatos mais antigos e decisivos ficaram consagrados neste Brasileirão. É a consagração de frases repetidas que volta e meia, reaparecem com novos atores. A primeira atribuída equivocadamente, ora a Einstein, ora a Benjamin Franklin, qual seja: - Insanidade é fazer sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes. Como escrevi, vide Rumo ao Rebaixamento. Usei letras maiúsculas ou Caixa Alta para demonstrar, porque não acreditava na reversão da queda. Existe convicção que Thiago Santos é o melhor volante do elenco e Alisson, o da importância tática. Isso com o apoio de parte da torcida que é implacável com Fernando Henrique, Darlan ou Bobsin e incompreensivelmente, não vê a nulidade que são estes dois jogadores num setor crucial do time, portanto, só sairão, após a perda da esperança da manutenção na Série A, aí, a bomba vai para os meninos da base. Caberá a eles, o fechamento da tampa do caixão.

A outra frase diz respeito ao pensamento do ministro de Propaganda de Hitler, Goebbels, que afirmava que uma mentira repetida várias vezes, vira verdade, ou seja, desde que chegou, Thiago Santos encontrou apoio de quase toda mídia e parte dos torcedores, pois "deu estabilidade ao setor", "dava proteção à zaga". Mentira deslavada, porque nunca conseguiu isso; postei números aqui que desmascaram esta realidade. Nunca foi, nem será assim. O comentarista Oliveira, rádio Guaíba, na falta de humildade ante ao arremedo de atuação e sendo admirador do camisa 5, chegou a dizer que Thiago Santos está atrapalhado, porque a zaga gremista muda muito em sua formação. Conta outra, né!

Time que tem no meio, Thiago Santos e Alisson cai. Faz por merecer.

Claro que não são esses os únicos problemas, mas, a manutenção deles apesar de todo o comprometimento em resultados, dá visibilidade a incompetência da Direção e dos comandantes técnicos que se sucederam no cargo. Se não enxergam o óbvio, o que esperar de questões mais complexas?

A cereja do Sundae é esse dirigente pré-histórico, um clone do comandante da Swat colorada com frases feitas que vão engrossar o anedotário do futebol brasileiro. Só falta ameaçar pastar.

Pobre de nós, simples torcedores.






Opinião



O Estranho Caso da Preterição de Bobsin 

"Sem ser relacionado há seis rodadas, Victor Bobsin segue sendo uma das melhores opções para o meio-campo gremista. Em comparação com Thiago Santos e Mathias Villasanti, que dividem posição com ele, o camisa 50 é melhor em cruzamentos, lançamentos, passes no meio e eficiência por partida, além de ter uma assistência na Série A.

Além de liderar nas estatísticas, Bobsin também recebeu menos cartões amarelos por jogo, com dois em dez partidas e 16 faltas cometidas. Nos confrontos que atuou, o volante soma 88% de precisão nos passes e eficiência por partida. Ele ainda tem 91% de eficiência no meio-campo."

Fonte - Vide: Esquecido

Acho que estas atitudes dos diversos comandos técnicos explicam estar morando, residindo e domiciliado na Zona do Rebaixamento.


Pequenas Histórias


 

Pequenas Histórias  (259) –  Ano – 1965

 

A Academia Não Resistiu

Fonte:Correio do Povo

 A Sociedade Esportiva Palmeiras tem uma clássica identificação, o fato de ter uma forma de jogar futebol predominante ao longo da maioria das décadas de sua existência: toque de bola refinado em todos os seus setores, defesa, meio e ataque. Há também, a  histórica formação de grandes quadros, recheados de craques de seleção, muito antes dos eventos Parmalat e Crefisa. Na metade da década de 60 era rotina dar shows.

Em Fevereiro de 1965, o Palmeiras assim como as demais equipes do Rio e São Paulo, saiu em excursão; ele e o Fluminense escolheram o Sul do Brasil, enquanto o Santos enfrentava clubes argentinos e chilenos e o Botafogo excursionava pela América do Norte.

A Academia do Parque vinha de jogos invictos contra o Internacional e Brasil de Pelotas, quando encarou o Grêmio na noite do dia 02. Para honrar a tradução, entre os onze havia sete atletas que vestiram a camiseta do selecionado brasileiro. Parada dura para o Imortal de Carlos Froner.

O Tricolor naquela noite utilizou: Arlindo; Altemir, Airton, Áureo e Ortunho; Cléo e Sérgio Lopes; Jorginho (Marino), João Severiano, Alcindo e Vieira. Mário Travaglini formou o Palmeiras com: Valdir; Djalma Santos (Nelson), Waldemar Carabina, Djalma Dias e Ferrari; Zequinha (Júlio Amaral) e Ademir da Guia; Gildo, Servílio (Ademar), Tupanzinho (Caravetti) e Rinaldo.

Logos aos três minutos, o bageense Tupanzinho, primeiro brasileiro a ser goleador de uma Libertadores, abriu o placar para o clube de Parque Antárctica, de pé esquerdo arrematou, aproveitando cruzada de Ademir da Guia.

Aos vinte e dois do primeiro tempo, Airton Pavilhão (foto acima) aparou cruzamento de escanteio batido por Vieira, deixando empatado o prélio; placar que foi para o intervalo.

Aos onze da etapa final, Cléo na mesma posição em que o rival cruzara a pelota, o fez, encontrando Alcindo que, de peito, desviou do arqueiro Valdir Moraes, decretando a virada gremista. Dois a Um, resultado final.

A partida se desenvolveu num ritmo forte com as duas equipes demonstrando alta técnica, bom entrosamento e grande envolvimento apesar do caráter amistoso do encontro.

José Luiz Barreto foi o árbitro com boa atuação, auxiliado por Guilherme Sroka e Osmar Machado. O público compareceu em grande número com uma renda considerada excelente (Cr$ 6.404,00)

Vinte e nove anos depois do primeiro confronto, o Imortal conquistava a sua primeira vitória sobre o Verdão paulista naquele que foi considerado pelo jornalista Ataíde Ferreira: - o mais brilhante jogo dos últimos tempos -.

Fonte:  - Arquivo pessoal do amigo Alvirubro

             - Correio do Povo (Arquivo Histórico de Santa Maria)

             - https://www.gremiopedia.com

             - https://www.palmeiras.com.br




 

sábado, 30 de outubro de 2021

Opinião



Goleiro de Seleção 

A base gremista está de parabéns; formou dois goleiros de seleção, Brenno e Gabriel Chapecó, jovens com longo futuro no futebol. A lamentar; um deles não ficará na Arena.

Bastou dar chances aos meninos, sequências no time e a qualidade deles apareceu de uma forma incontestável, provas de fogo como foram Grenais (ambos já jogaram 1, pelo menos) e defesas/meio de campo desarrumados, só aumentaram o brilho de cada um.

O Grêmio está numa fase importante do fortalecimento da base com jogadores importantes na passagem para o elenco principal ou sendo vendidos prematuramente para o exterior. Falta o clube compreender melhor esse processo. Tomara que não seja necessário cair para a Série B para entender o que deve ser feito com estes garotos. 


sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Opinião



Quando a Fase não é Boa 

Repetindo: quando a fase é boa, o ruim vira mediano, o mediano vira bom, o bom se torna craque e o craque, extra-classe. O contrário serve, também.

Leio que o Grêmio terá cinco desfalques para Domingo: Rafinha, Paulo Miranda, Luiz Fernando, Borja e Ferreira. Verdade. Só que não! Paulo Miranda e Luiz Fernando é consenso que deveriam estar já pensando em que clubes deverão atuar em 2022. Borja vem de um mês de parada, portanto, o time não contava com a sua presença em boa parte dos últimos compromissos. Restam Rafinha que está se sobressaindo mais pelas confusões que se envolve com adversários e arbitragem do que propriamente, do futebol que sua biografia recomendava e Ferreira.

Ferreira. Bom! Os técnicos parecem não acreditar no futebol dele. Se existe algo a mais na decisão de deixá-lo no banco, não sei. O que temos de concreto é que os torcedores pouco estão se importando com a formação do time, sua composição, porque muito foi tentado e de prático, a permanência na zona do rebaixamento há cinco longos meses.

Para ilustrar: cogita-se um time com três volantes de contenção, algo que foi repudiado por parte do elenco no tempo de Luiz Felipe ou o retorno do banido Bruno Cortez; até a permanência dos ineficientes Alisson e Diego Souza; quem sabe dar uma oportunidade para Diogo Barbosa.

Quem se importa?

quinta-feira, 28 de outubro de 2021

Opinião




Grêmio é campeão brasileiro de aspirantes 

No meio de um período terrível do Grêmio dentro dos gramados, uma notícia ótima; ele conquista o título brasileiro de aspirantes. Bom frisar isso; aspirantes. É uma categoria que se mescla com o grupo principal de atletas. Não são guris "verdes".

Com o vice-campeonato "maroto" da Copinha (merecia ganhar e perdeu nas penalidades com um atletas a menos), o trabalho da base, além de ser relevante na promoção de jogadores de qualidade, já ganha ou belisca taças nacionais. Isso não pode ser ignorado pela Direção.

O discurso do comandante até foi bom, vide A Base, mas ficou no meio do caminho. Uma pena.


terça-feira, 26 de outubro de 2021

Opinião



Se Ficar ... Se Correr... 

A lógica indica o rebaixamento; a longa permanência no Z-4, um número de derrotas constrangedor; aqui uma ressalva, melhor perder e ganhar algumas do que ter essa pontuação com vários empates (os critérios podem salvar o Imortal), além de um show de equívocos monumentais.

Esse brete em que se meteu, tem momentos de profunda incompetência bem sinalizados como afastar Éverton Cardoso e, de uma hora para outra, ele virar alternativa, arquivar juniores que davam dentro de campo, melhores resultados (só olhar a estatística), ressuscitar Paulo Miranda e Luiz Fernando, excluir do time o melhor atacante, Ferreira, manter Diego Souza e, pior, recuá-lo do ataque para uma posição que exige mais movimentação, ontem. Por fim, se o DM está vazio, onde foi parar Churín, que não ficou no banco nesta Segunda-feira, onde até Leonardo Gomes estava entre os reservas? 

Se tem um fato emblemático para caracterizar este período desastrado, eu ilustro agora: 2016, o meio era Walace, Maicon, Douglas e ... Ramiro. Ano seguinte: Jaílson, Arthur, Luan e ... Ramiro. Pergunto, se houvesse lugar para Alisson, com quem ele se assemelharia em qualidade técnica nesses dois quartetos? Certamente, ao mais discreto deles, Ramiro. Então, vamos a 2021, quem é o "responsável" pela criação num "quadrado" formado por Thiago Santos, Lucas Silva, Villasanti e Alisson? Não preciso explicar mais nada sobre o fraco desempenho do time e sua colocação na tabela. Em terra de cego...

 Por que acho que cai? Porque os gênios que assumiram a bronca nestes últimos dias olharão para a sequência de três pedreiras e concluirão: - o time tá  uma naba, mas não dá para mudar agora. Vamos manter Thiago Santos, Alisson, Diego Souza, Rafinha.

Sabe quando mudarão, colocando os garotos? No final do campeonato, já pensando no aproveitamento deles para a volta a Série A em 2022.

Contra o Palmeiras o meio terá Thiago Santos ou Lucas Silva, Villasanti, Jean Pyerre e Alisson. Na frente, Douglas Costa e Diego Souza. Novamente questiono: - Mudará alguma coisa? E na lateral esquerda, o afastado Bruno Cortez voltará do exílio e assumirá o lugar, porque os outros não são confiáveis. Mais um exemplo da incapacidade desse pessoal. 

Mancini tem mais uma semana para mudar, mas como diz Dênis "Sangue nos Olhos" Abraão: Nessas horas, os homens tem que ter coragem. 

Será que isso não vale para o comandante técnico?


segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Opinião




Rumo ao Rebaixamento 

Dificilmente alguma outra partida mostrará a realidade gremista tão clara quanto essa que recém finalizou, em especial, a etapa complementar. E a conclusão é única: o Grêmio está rebaixado. Só um milagre altera esse destino.

O que se viu hoje foi um atentado à inteligência. Tudo bem! o primeiro gol é falha individual do lateral Vanderson, mas o que o treinador Mancini fez esta noite é caso para demissão. Só não ocorrerá, porque está na segunda partida. Ele sacou os melhores (ou menos ruins) do meio para frente; Jean Pyerre, Villasanti e Douglas Costa. É incrível!

Escrevi bem antes, sem nominar ninguém em especial, a seguinte situação: quando um treinador chega num clube, a tendência é manter a formação anterior e/ou ressuscitar atletas que tem mais biografia do elenco, ainda que o presente deles seja desabonador. Mancini seguiu a regra em todas as suas características. Agora, exemplificando: entre o jovem Ruan e Paulo Miranda, escolheu o segundo, entre Guilherme Guedes e Diogo Barbosa, mesmo que sejam bancários, optou pelo segundo, Thiago Santos e Alisson são titularíssimos, Luiz Fernando que estava arquivado voltou a ser uma das primeiras alternativas para o ataque; então, o passaporte para a Série B está na mão, pronto para ser usado. Diego Souza caminhando em campo, não foi sacado antes de Douglas Costa e Jean Pyerre. Isso mina o grupo. Será que os jovens não sentem o baque? a preterição?

Alguém poderá dizer; entra treinador, sai treinador e a gurizada não é aproveitada, então, eles não estão apresentando nada. Afirmo: esta é uma conclusão absurda, porque essa "assertiva" valida a escalação das nabas, ou seja, se elas sempre estão entre os onze é porque são bons jogadores? Nós sabemos que um meio de campo que tem Thiago Santos, Lucas Silva (hoje, fora) e Alisson é algo constrangedor e insuficiente. E eles seguem no time, independente de quem é o treinador, mas para mim, não serve e o mais grave: NÃO SAIRÃO DO TIME.

O Grêmio dificilmente (olha essa palavra de novo no texto) ganhará uma partida marcando 1 único gol, pois ele sempre toma 1 pelo menos, mesmo com dois volantes. Aliás, a partida teve um aspecto bizarro, qual seja, com dois volantes, os zagueiros estavam batendo direto com os avantes a ponto de tomarem cartões bem cedo na etapa inicial. Não se trata de ter poucos volantes, é questão de qualidade individual e mecânica de jogo e isso o Grêmio não vai conseguir num passe de mágica, sejam cascudos ou jovens, os escolhidos.

É isso aí! não vou me alongar mais, porque os fatos e causas estão escancarados. Só resta para nós, torcedores, juntar os cacos.




Opinião



Novos Atores 

Em boa parte do campeonato, a zona de rebaixamento contou com um quarteto habitual: América Mineiro, Sport Recife, Grêmio e Chapecoense. Uns chegaram a botar a cabeça para fora d'água em uma ou duas rodadas, exceção feita a Grêmio e Chapecoense, estes com morada fixa no Z-4. O clube de Santa Catarina está condenado ao rebaixamento. É fato consumado, irreversível.

À medida que o certame evoluiu em seu andamento, alguns clubes acertaram o prumo e rumaram para o meio da tabela, casos de América (já citado), Cuiabá, Fluminense e São Paulo, os três últimos também tiveram o desprazer de em um dado instante, flertar com a possibilidade de jogar a Série B em 2022.

Com a reta final se aproximando, novos candidatos ao rebaixamento vem com grandes chances de queda: Juventude, Santos, Bahia e Ceará. Talvez resida aí, uma nesga de possibilidade para Sport e Grêmio evitarem o fatídico grupo de condenados ao rebaixamento neste ano. Claro! eles precisam se ajudar.


sábado, 23 de outubro de 2021

Opinião




O Rumo 

Esta distância entre o jogo contra o Juventude e o próximo (Goianiense) me permitiu dar uma viajada no tempo e ler o que se dizia do Grêmio em 2015, 16 até 2019, quando a fórmula de jogar do Tricolor sofreu uma descontinuidade.

Quem é mais antigo, mais velho, deve lembrar de dois times que tinham um "dna" (não se usava esta expressão à época) no jeito de jogar, algo imutável, casualmente, dois ex-Palestra Itália, Palmeiras que era chamado de Academia, muito em função de seu maior jogador de todos os tempos, Ademir da Guia e o Cruzeiro, consagrado como o time de toques, aí, mais de uma geração, a de Piazza, Tostão, Zé Carlos, Dirceu Lopes e outras como a campeã da Libertadores de 76 com Palhinha (o primeiro), Jairzinho, Eduardo, Joãozinho, Roberto Batata, Piazza. Era marca registrada dessas instituições.

Voltando para as minhas leituras da semana; Roger começou a transformação. Na verdade, um rascunho, que ele nunca mais conseguiu sequer esboçar os primeiros rabiscos no Palmeiras, Atlético Mineiro, Bahia e muito menos, no Fluminense. Renato pegou o que era saudável naquele organismo e fez uma máquina de jogar futebol entre 2016 e 17. Os gremistas estavam vendo um time vitorioso com um futebol de encher os olhos com toques precisos, raros erros de passe, posse de bola "autoritária", chegadas na frente com individualidades se destacando num coletivo afinado, casos de Geromel, Kannemann, Walace, Douglas, Maicon, Giuliano, Pedro Rocha e Luan. E a base abastecendo com força e talento nos meses seguintes com o surgimento de Jaílson, Arthur e Éverton Cebolinha que se juntaram a Ramiro, este, de uma "fornada" anterior. 

As aquisições (algumas) vingaram como Edílson, Bruno Cortez, Michel e Lucas Barrios, isso, com a condição de se adaptarem ao novo jeito do Tricolor atuar. Foi tão exitosa a campanha que a proposta de jogo foi pensada para ser um modelo gremista de atuar, decorrendo disso, a implantação do estilo às categorias de base. O Grêmio estava fazendo história fora e dentro do seu universo.

De repente, talvez, nem tão de repente, essa fotografia foi ficando esmaecida, o time perdeu qualidade individual e o coletivo viu-se arruinado. Com certeza, começou com Renato os primeiros sintomas, mas, aí, como ocorre às vezes na Medicina, a Direção errou, houve prescrição equivocada e o paciente teve um choque anafilático, veio a uti e a receita foi buscar um tratamento antigo, muito conservador, o quadro teve pouca alteração. Nova mudança, renovam-se as esperanças, no entanto, o rumo daquilo que era para ser um dogma para o presente e futuro de geração em geração no estilo de atuar dentro das quatro linhas, ficou encaixotado num limite cronológico que não superou meia década.

É pena, entretanto, ficando na Série A ou na B, o Grêmio precisa retomar essa identidade, esse rumo que se perdeu, mesmo que demande um pouco mais de tempo, porém, precisa de convicção e coragem de quem dirige mais a paciência dos que torcem.