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domingo, 31 de janeiro de 2021

Opinião




Sem alma, sem ânimo, sem futebol 

Mais um empate; mais um com sabor amargo, pois a vitória escapou na cobrança mal-sucedida de Jean Pyerre diante de um time limitadíssimo, quase convencido de seu rebaixamento.

O Grêmio sinalizou para todo mundo, aí, incluindo o seu elenco, que o Brasileiro virou estorvo, que se pudesse perder as demais partidas por WO sem punição, seria uma bênção, independente de desrespeitar a sua imensa torcida, que é a razão de sua existência.

Meteu nove reservas, castigou Jean Pyerre e deu mais uma chance para que todos se convencessem de sua "utilidade".

Alguns aproveitaram e se deram bem, caso de Paulo Miranda e David Braz, mas aqui, uma ressalva: isso não tem a ver com a fragilidade do adversário? Fiquei com essa dúvida.

No meio de campo, mesmo com alguns vacilos (prender demais a bola), Darlan demonstrou que está à frente de Thaciano nas alternativas de reposição.

Na frente, Isaque afundou, porém, novamente coloco uma interrogação: é ali o lugar dele? Não sei. Não sei se tem futebol para integrar o elenco gremista. Eu teria iniciado com Luiz Fernando, apesar das características distintas entre eles.

Ferreira começa a demonstrar uma fragilidade física que não é exatamente por cansaço. Os seus duelos individuais me passam a impressão de faltar massa, corpo para a superação nesses enfrentamentos.

Não queria usar esta expressão, no entanto, ela é a que melhor sintetiza esse momento: parece final de festa.

O presidente tem que agir, senão, o clube vai chegar desmontado, dilacerado no ponto mais alto da disputa da Copa do Brasil.

sábado, 30 de janeiro de 2021

Opinião



 Mejor no hablar de ciertas cosas

A postagem deveria ser intitulada "Histórias mínimas sobre comentaristas de Arbitragem", mas como estou ouvindo Sumo, uma grande banda argentina do falecido Luca Prodan, pesquei o nome de uma de suas músicas, porque tem a ver com o texto.

Corria o ano de 2001, Tite no Grêmio, Hélio dos Anjos no Juventude, campeonato gaúcho, dois jogos, ambos no Alfredo Jaconi, como se sabe, reduto caxiense, o primeiro, 1 a 0 para o Juventude, gol de pênalti de Dauri (ex-Grêmio), o segundo, 3 a 2 para o Tricolor. No primeiro, Carlos Simon no apito, no segundo, Fabiano Gonçalves.

Seriam jogos que não teriam nenhum adicional, além dos tradicionais condimentos; campo ruim, adversário renhido, estádio lotado, muita disputa, porém, o comentarista de arbitragem largou duas pérolas que entraram para confirmar o corporativismo infame que há entre a classe sopradora de apito. Vamos aos eventos:

a) Na primeira partida, o Juventude ataca pela direita, há o cruzamento e a bola bate na mão de Anderson Polga. Pênalti na opinião do comentarista, porque Polga, mesmo que não tivesse a intenção, ao abrir o braço, aumentou a "amplitude" de seu corpo, tirando proveito da situação, prejudicando o oponente. Penalidade bem marcada. Dauri cobrou e definiu o 1 a 0.

b) Segunda partida, o Grêmio (que venceria a partida) ataca pela esquerda, Paulo César Tinga cruza para a área e a bola encontra o braço aberto do volante Sídnei (mais tarde com o sobrenome Lobo, virou auxiliar técnico de Mano Menezes). Lance mais claro do que o de Polga. Fabiano Gonçalves não marca pênalti, apenas escanteio. Análise do mesmo comentarista da jornada anterior (letra A): acertou o juiz, porque o jogador não pode correr com os braços colados ao corpo, "calção não tem bolso", disse ele. 

Depois de recolher no chão os butiás que me caíram do bolso, passei a não dar atenção aos analistas de arbitragem.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Opinião




O Erro de Avaliação da Lateral Esquerda 

Ouço e leio que a lateral esquerda, seu novo titular, melhorou. Que Diogo Barbosa acrescenta qualidade ao time, em especial, na parte ofensiva.

Não compartilho desta ideia, ele pode ter atuações mais vistosas, luzidias que o antigo ocupante da posição, Bruno Cortez. Nunca pensei que teria saudades do futebol deste último.

Diogo Barbosa não deveria ter sido contratado, não pelo valor que foi noticiado. Suas passagens pelo Goiás, Botafogo, Cruzeiro e Palmeiras foram marcadas pela insuficiência defensiva, tanto no mano a mano, quanto no sentido coletivo na arte de evitar gols.

Nas duas derrotas consecutivas do Grêmio, a sua deficiência de marcação, de noção de espaço, de densidade defensiva, ficaram escancaradas.

Abel Hernandez no clássico, Éverton Ribeiro e Isla, ontem, chegaram livres, leves e soltos na cara do goleiro. Um horror!

Bruno Cortez com todo o seu histórico de contestação, já evitou muitos arremates e desarmou lances capitais, apenas com o senso coletivo de marcação, em especial, quando fecha para a zaga, nas vezes em que o setor defensivo tem que se movimentar para o lado direito. A sanfona, com ele, funcionava.

Se Cortez não é a solução (e não é), pelo menos, neste quesito (defesa), dá de goleada em Diogo Barbosa.

Infelizmente, o time vai sofrer alguns reveses até se convencer que incluiu mais um problema na sua biografia ao efetivar Diogo Barbosa.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Opinião

 



Ao Natural

Se a gente abstrair a condição de gremista ao olhar esta partida; dá para ver de forma cristalina, o oceano que separa os dois times. Uma loucura. 4 a 2 ficou barato demais. 

O Flamengo segue sendo o melhor time do Brasil, infelizmente para ele, não soube contornar com serenidade a partida de Jorge Jesus. Oscilou demais e pode pagar um preço caro por isso.

De um lado dois laterais qualificados, dois armadores ocupando os lugares que seriam dos volantes (Diego e Gérson), dois outros  armadores com vocação para o ataque (Éverton Ribeiro e D'Arrascaeta), 2 atacantes de Seleção (Gabriel e Bruno Henrique), do outro, um time bagunçado, elevado à potencial máxima pela condição anímica, talvez, também pela carência na preparação física, penalizado pela derrota no clássico na forma como ocorreu (erros de arbitragem), pela reação externada publicamente pelo treinador que ameaçou jogar a toalha, quando falou em atuar com o time de transição. Isso poderia ter resultado na maior goleada do campeonato. 

O Grêmio tem que agradecer a Deus pelo "só 4 a 2". A vitória na primeira etapa é uma daquelas aberrações do futebol. Vanderlei segurou lá trás e Diego Souza se mostrou oportunista e técnico; outro atacante poderia desperdiçar o lance que resultou no seu primeiro gol.

Olhando apenas para o Tricolor: Rodrigues parece um bom zagueiro, mas alguns movimentos seus só confirmam a excelência do futebol de Geromel. Porém, esta zaga bem protegida, talvez não vazasse tanto. Na hora, no calor da partida, não ficam nítidos os buracos defensivos que, na verdade, começam pelo pior setor do time, o meio de campo. Deu até para ter saudade de Lucas Silva. Sua saída "escancarou" o miolo do meio de campo, onde os rubro-negros passearam. Depois, no compacto, um desastre gigantesco.

Jean Pyerre, outra vez medíocre. Matheus Henrique melhorou um pouco, mas estava mais preocupado em levar o terceiro amarelo para não enfrentar o "fraco" Coritiba e limpar os cartões.

Ferreira não foi bem, mas jamais deveria ter saído, salvo cansaço. Diego Souza, o melhor, isto pela produtividade e Alisson, bom, ele não tem culpa de ser escalado. Para o resto de 2021, ele deve ser incluído numa transação. Por favor!!!

As trocas enfraqueceram muito a parte tática. O time virou uma geleia, uma massa disforme que tem que festejar o "só" 4 a 2.

Jogadores como Pinares passarão pelo clube sem que se saiba qual é a sua real qualificação, porque não tem sequência, não tem posição certa, não tem 45 minutos para apresentar o mínimo. Deve estar se questionando se fez a escolha correta.

O Grêmio se aproxima perigosamente da zona da Sul Americana, o que para ele é o certificado que o trabalho está mal feito. 

Uma frase como "o Grêmio pratica o melhor futebol do Brasil" dita após uma vitória mascarada diante do Vasco, demonstra, primeiro, um equívoco de análise, segundo, um equívoco de estratégia. Uma frase que só tem prejuízo para o time e clube.

Do jeito que está, a conquista da Copa do Brasil virou uma miragem.

Seguem os melhores momentos:




Opinião



Ferreira precisa de Sequência 


Excetuando os "fora-de-série", ainda assim, alguns, o jogador jovem precisa de sequência e confiança. O treinador tem que chegar para ele e dizer claramente, que tranquilidade para tentar, arriscar, "ser ele próprio", o professor dará.

O que acontece com Ferreira é o contrário; o camisa 47 quase sempre tem menos de 45 minutos para entrar e resolver a partida.

Pode até não confirmar, mas é justo que mereça as mesmas oportunidades que outros atletas que vem comprometendo pela inconsequência de seu futebol (Alisson e Thaciano).

Ferreira não é um guri, recém saído da base, precisa de oportunidade e o Grêmio, de soluções.

O Tricolor que tem a defesa menos vazada, menor número de derrotas e um dos maiores artilheiros do ano (2020), por isso, precisa achar a razão para ter apenas 12 vitórias em 31 partidas.

A insistência com atletas limitados é uma dessas causas, a falta de oportunidades aos promissores, é outra.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Opinião




A Única Estatística que Importa 

Alguém poderá dizer; "logo tu, que passou a vida inteira lidando com matemática e estatística sair com essa?". Pois é, mas o futebol é tão peculiar que tem suas visões e regras próprias como por exemplo, criar um instrumento para reduzir erros de arbitragem (Var) e ignorá-lo por completo ao bel-prazer.

A estatística que me importa e que aceito é a seguinte: o clube que chegar em primeiro lugar na trigésima oitava rodada do Brasileirão terá 100 por cento de chances de ser campeão. Aposto o que quiserem que será assim.

Antes disso, é pura falta de assunto ou dar fama e destaque a coadjuvantes de final da fila, louco por luzes.

O Internacional há 8 rodadas, que chances matemáticas teria de ser campeão, isto é, há 24 pontos a serem disputados? E se vir a queda? A estatística vai seguir acertando, o que importa para o torcedor ter 75%, ser neste instante, o favorito para o título? O São Paulo na virada do turno era o ficha número 1 para vencer e aí? A estatística nunca erra, é questão matemática, mas, renovo: E aí?

Sem falar nos oportunistas que estão sempre rondando os programas esportivos com seus "estudos" e "percentuais".

Lembro que há muitos anos, quando ainda ouvia o finado Sala de Redação, o matemático que estava participando de forma entusiasmada, apontou seus números e havia dois clubes com idênticas performances, mas com prognósticos diferentes para conseguir ser campeão. Estava na bancada do programa o histórico e inteligentíssimo jornalista Paulo Santana, que fez a pergunta: por que os números não eram iguais? o matemático tascou: " o time ... tem elenco de maior qualidade". Santana prontamente, revidou: - Isso não é matemático!

Lógico que o sujeito ficou desconcertado. Ficou triste, tristinho, ...

Por essas e outras que acho uma grande bobagem a  divulgação de percentuais de chances para campeonatos de futebol.

Perda de tempo. Um saco!


terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Opinião




Encarando com Seriedade 

Torço para que o discurso de uso de time de transição (e aqui, a ideia imagino, é a de passar desinteresse, desmobilização pelo campeonato) seja apenas de uso externo. Internamente, a estratégia traçada  será outra. Espero.

Os erros de arbitragem não são apenas justificativas para a derrota; eles estão rendendo polêmica, vide PVC, que vai ao encontro do escrevi ontem. Não consigo entender como alguém não ache pênalti no lance do Ferreira, mas tudo bem...

Retomando o primeiro parágrafo, o Tricolor precisa jogar para vencer com o que tem de melhor, isso não quer dizer, repetir as últimas escalações, mas o melhor da "cabeça", do ânimo, porque um queda maior na tabela afeta o psicológico, o que pode transformar uma decisão de Copa do Brasil, numa "Copa do Mundo", trazendo uma carga emocional maior do que ela naturalmente já possui.

É preferível enfrentar o Palmeiras com um time renovado no espírito, talvez com uma boa sequência de vitórias do que chegar cambaleante, cheio de dúvidas quanto à possibilidade de levantar a taça. 

Além do mais, o Coirmão pode ser campeão por suas próprias forças e será mais constrangedor, se isso acontecer, tendo o seu maior rival afrouxando inutilmente as suas partidas.

Sem falar que a torcida gosta de ver seu time sempre vencendo.

Pretensamente, sugiro que a opção dos dirigentes e comissão técnica seja por manter os jogadores vitais para o time como Vanderlei, Kannemann, Diego Souza, reanimar Pepê e investir naqueles que tem sangue nos olhos, loucos por uma chance de sequência, casos de Ferreira, Vanderson, Darlan e Luiz Fernando.

Ah! e ter uma bela conversa com Jean Pyerre e Matheus Henrique.

Sem esquecer de promover alguns nomes da transição.

Vencendo, o tititi da Imprensa, em especial, desaparece e o clube começa a planejar o verdadeiro 2021.



segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Opinião




Jogar e jogar mais 

Para o bem do Grêmio, o Grenal de ontem tem que ser passado; isso, de forma urgente.

O que deve sobrar dele é: mesmo jogando aquém de suas possibilidades, o Tricolor foi sacaneado pela arbitragem. Perdeu para o soprador de apito.

Mas tem a questão de jogar com o time de transição. Claro que não! O campeonato não acabou. Lembrem-se da Batalha dos Aflitos, imaginem se os dirigentes da época tirassem o time de campo.

O que Renato deve fazer é "fingir" que vai usar a transição. Fazer de conta que Ferreira e Vanderson são do time de baixo. Botar os guris. Quem sabe dar mais oportunidades para Guilherme Azevedo e Guilherme Guedes?

Para reforçar a veracidade; trazer um volante (Fernando Henrique), promover Elias, pensar em Rildo, soltar Pedro Lucas ou outras promessas que a Comissão Técnica conhece e nós, torcedores, simples mortais, ainda não conhecemos. Óbvio, não todos de uma vez, mas sem o peso da cobrança, isto é, não querem que o Grêmio seja campeão (palavras do treinador), então, gurizada, entrem e sejam felizes.

Isso é que é preciso. O choro, se sabe em nível continental (episódio River Plate) e nacional (episódio São Paulo), não resolverá os problemas do clube, nem do time.

Agora é jogar o restante do campeonato e o mais importante: jogar bem mais do que vem jogando. São 7 partidas, então que sejam 7 decisões, depois, é olhar a tabela e ver o que ela reservou na 38ª rodada. 

De preferência com alguns meninos. A gente combina: não serão só os garotos da transição, mas dá para fazer de conta que é assim.

A história do Tricolor é recheada de "voltas por cima", depois de sacudir a poeira. Está aí o episódio de 2005 em Pernambuco, como exemplo.

Essa derrota de ontem precisa deixar lições.

Assim é um clube grande.



Opinião

 



Parece estar escrito nas Estrelas

A última fronteira que dá acesso ao título, vencer este clássico, fato que não ocorria há 11 edições, foi superada pelo Inter. Por coerência, admito que o Inter botou a mão no caneco. Caneco que ninguém quis ou quer, pelo que se vê.

Nesta provável conquista está um elemento que se pode chamar de Deus, destino, forças extraordinárias ou qualquer outro fator que não permita racionalizar, basta analisar sem muito aprofundamento: um clube endividado, páginas policiais entrando na sua pauta, o gestor de futebol não renova (Rodrigo Caetano) o melhor jogador se lesiona gravemente (Guerrero), mais outros três titulares, durante o ano tem idêntica lesão, o clube não chega à final do Gauchão, seu atleta mais emblemático pede para sair (D'Alessandro), eleições no meio do campeonato com cenas policiais também, o treinador que era a sensação do campeonato salta fora, o time despenca na tabela, um atleta de carreira mediana, começa a empilhar gols como nunca em sua biografia (Galhardo), quando volta à seca, surgem os guris, vem desclassificações traumáticas (LA e CB); aí tudo se alinha. Vem impensáveis 8 vitórias consecutivas no Brasileiro.

Isto não é planejamento. Está parecendo 1979, depois de um terceiro lugar no Regional, o tri invicto.

Como a Esperança é a última que morre: se não é planejamento, dá para suspeitar que a fase mágica termina, que os fatores que alinharam os caminhos de forma sobrenatural podem se desencaixar a qualquer instante, sem explicações racionais.

Resta saber, se ela (a fase mágica) se esgotará num tempo que permita a reação dos concorrentes, isto é, dentro deste campeonato.

Isto é o futebol.

E o Grêmio? Bom, há muitas postagens pela frente para analisar seus descaminhos.



domingo, 24 de janeiro de 2021

Opinião




Grêmio toma virada no final 

Clássico de uma derrota doída, mas previsível, porque à medida que o Grêmio avançava na invencibilidade, se aproximava do final dela.

Esse Grenal do jeito que terminou, ficou parecido com aquele de 2003, Tite no Grêmio, Muricy no Inter, Luiz Mário abriu o placar e o Inter virou, arrancando para momentos vitoriosos em anos seguintes.

Independente se foi merecida a vitória do Inter (acho que o empate era mais justo), o conjunto recente da obra gremista é muito ruim. Até a classificação em cima do São Paulo, agora se vê que não foi a epopeia que pareceu.

Sobre o jogo de hoje, o Tricolor escapou de perder na primeira etapa, uma bola na trave e duas defesas importantes do goleiro gremista, impediram a abertura do placar.

A lesão de Geromel (sem relação com a anterior) foi uma ducha de água fria, a atuação de Alisson foi calamitosa, Matheus Henrique, muito mal e Pepê segue sumidaço. Sobrou pouca coisa positiva.

Na etapa final, Peglow perdeu um gol incrível na pequena área e aí, o Grêmio começou a jogar, Diego Souza cresceu, perdeu dois gols em momentos capitais, logo em seguida, deixou Jean Pyerre livre para concluir.

As mexidas de Renato melhoraram muito, enquanto que Abel errou na troca. Naquele instante, a vitória estava encaminhada. Faltaram duas situações: a marcação de penalidade em Ferreira e o time prender mais a bola, sem fazer faltas bobas que possibilitassem levantamentos para a defesa gremista.

Fica como ensinamento que tem jogador que não merece ser titular e outros que estão jogando muito pouco. Que o histórico de empates estava dando o seu recado. Até matematicamente, empates estão mais próximos das derrotas que das vitórias.

O Inter ganhou no lance mais antigo de times que estão perdendo no final, o chuveirinho, e se deu bem. 

Outra certeza: a bola entra no gol em que ela está mais próxima. É da física.

Agora, o negócio é torcer para que o Palmeiras ganhe a Libertadores e a Copa do Brasil, para ele, seja um estorvo.

Esperar por cirurgia no time (nem falo em comissão técnica) é equívoco, é desconhecer a biografia do presidente.